22.4 C
Angola
Sexta-feira, Abril 10, 2026
Início Site Página 196

Luanda é o local com mais mineração de criptomoedas, revela SIC

A província de Luanda é o local com mais mineração de criptomoedas, com destaque para os municípios do Talatona, Belas, Viana(Luanda-Sul), Kicolo, Sequele, na vila de Cacuaco, segundo o porta-voz do SIC-geral, Manuel Halaiwa.

O responsável, que falava na detenção de um grupo de cidadãos chineses que foram detidos por mineração de criptomoedas, reforçou que esta atividade é ilegal e onde quem o praticar irá incorrer nos crimes de furto de energia elétrica da rede pública, exercício ilegal de atividade económica e associação criminosa.

Manuel Halaiwa informou que os cidadãos chineses atuavam propriamente no município de Icolo Bengo, em Luanda, onde disfarçavam a atividade no interior do estaleiro de uma empresa de montagem de torres de transporte de eletricidade.

Pelo que conta a fonte, os estrangeiros com idades compreendidas entre os 30 e 34 anos, conectaram os materiais em dois pavilhões, onde foram instalados vários sistemas de refrigeração das máquinas de criptomoedas.

MAIS: Angola entre os países africanos que permitem a utilização de criptoativos

De ressaltar que o parlamento angolano aprovou recentemente, na generalidade e por unanimidade, a proposta de lei sobre a mineração de criptomoedas e outros ativos virtuais, instrumento jurídico que visa salvaguardar a soberania monetária angolana e controlar as moedas virtuais.

Esta lei tem como fundamento um conjunto de elementos que tem ocorrido e que, de alguma forma, impactam não só na sustentabilidade ambiental, mas também na segurança energética do país”, disse hoje o secretário de Estado das Finanças e Tesouro, Otoniel dos Santos, durante a apresentação do documento na Assembleia Nacional (parlamento).

A iniciativa legislativa do titular do poder executivo e Presidente angolano, João Lourenço, passou no crivo dos deputados na reunião plenária extraordinária desta sexta-feira com 167 votos favoráveis, zero contra e sem abstenções.

Otoniel dos Santos, na sua exposição, reconheceu que o país já regista um movimento desregulado de mineração de criptomoedas com riscos da promoção do branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo.

Conecta Angola chega ao Cuando Cubango

O serviço Conecta Angola chegou recentemente a província do Cuando Cubango, onde mais de seis mil habitantes da comuna de Jamba Cueio, 120 quilómetros de Menongue, vão beneficiar-se beneficia de internet.

Segundo o vice-governador do Cuando Cubango para os Serviços Técnicos e Infraestruturas, Bonifácio Cassanga, o serviço de internet foi testado com resultados positivos e onde a implementação do “Conecta Angola” mostra o empenho do Executivo para fornecer serviços de telecomunicações às populações das zonas mais remotas, ali onde não existe sinal de telefonia da Unitel, Africell e Movicel.

O vice-governador sublinhou que o lançamento deste serviço é uma mais-valia, pois as populações, sobretudo os funcionários públicos, vão desenvolver melhor as suas atividades laborais, de comércio e outras.

A partir de hoje, ficam para a história os momentos de isolamento, onde as populações eram obrigadas a comunicar através de cartas e tornava ineficiente o funcionamento das instituições públicas, sobretudo a nível da administração local, bem como nos sectores da saúde e educação, dificultando, igualmente, os casos de emergência e o desenvolvimento do sector privado”, disse.

MAIS: Conecta Angola vai chegar a várias províncias nos próximos meses

A localidade do Licua, no município de Mavinga, será a próxima beneficiária do projeto “Conecta Angola”.

Segundo Bonifácio Cassanga, a instalação do serviço no Licua será importante por estar abrangido o Parque Nacional de Mavinga, bastante rico em fauna e flora, e que está actualmente desprovido de serviços de telecomunicações.

Tendo em conta a complexidade territorial que a província do Cuando Cubango apresenta, é necessário que estes serviços de telecomunicações sejam instalados a nível das sedes comunais e localidades onde não há sinais de telefonia móvel, para que as populações estejam conectadas com as outras regiões do país e do exterior, de forma a permitir uma maior interação”, disse.

Já administrador executivo da Angola Telecom António Mascarenhas disse que o lançamento do projeto “Conecta Angola” na província do Cuando Cubango representa um marco significativo na expansão dos serviços de telecomunicações para áreas remotas do país.

António Mascarenhas explicou que o projeto é uma iniciativa conjunta entre várias instituições, com realce para FADECOM, INFRASAT, GGPEN e INFOSI.

Dono da X (ex-Twitter) termina 2023 mais rico do que antes

O ano 2023 ficará na memória para todos os que seguem o mundo da tecnologia, sobretudo se olharmos para o que foi a presença de Elon Musk em muitos dos temas discutidos.

Não faltaram ‘polémicas’ em que o empresário multimilionário esteve envolvido, desde a recolha de milhares de veículos da Tesla nos EUA, passando por alguns problemas com os lançamentos do foguetão Starship e também a críticas respeitantes ao trabalho da Neuralink – sendo acusada de crueldade para com animais durante os seus testes.

No entanto, foi o trabalho feito por Musk com o Twitter o que mais deu que falar. Além dos milhares de despedimentos – que resultaram na extinção de moderação de conteúdo na plataforma – a troca de nome de Twitter para X também deu igualmente que falar. É certo que Elon Musk tem mais ambições para o X e que pretende transformar a plataforma numa app para múltiplas tarefas, mas o ano 2023 foi certamente duro para a imagem de Musk.

MAIS: X (ex-Twitter) tem novas subscrições. A mais barata custa 2 mil kwanzas por mês

Por outro lado, Musk entra em 2024 mais rico do que há um ano. Mais precisamente, 101 mil milhões de dólares (90,8 mil milhões de euros) mais rico, como mostra a Bloomberg Billionaire Index. A riqueza de Musk é avaliada neste momento em 238 mil milhões de dólares (214 mil milhões de euros).

É importante sublinhar que Musk continua a ocupar a primeira posição na tabela das pessoas mais ricas do mundo e confortavelmente distante de Bernard Arnault, diretor-executivo da LVMH que tem uma riqueza avaliada em 179 mil milhões de dólares (160 mil milhões de euros).

Aplicativos de transporte devem limitar acesso a dados dos clientes, defende APD

Os aplicativos de mobilidade no país devem adotar procedimentos para limitar o acesso a informações confidenciais dos seus clientes, uma tese defendida pela Agência de Proteção de Dados (APD).

Segundo o administrador executivo da APD, Amaro Santos Figueiredo, afirmou que está medida permitirá evitar o mau uso das informações dos passageiros, por parte dos motoristas, algo que tem acontecido muito na capital do país, Luanda.

Amaro Santos denunciou que a APD regista, diariamente, várias denúncias de motoristas de algumas empresas de táxis por aplicativos que utilizam, fraudulentamente, os dados pessoais dos clientes.

Conforme a fonte, os dados dos clientes são usados para a feitura de ligações perturbadoras, em especial às mulheres, após o término da viagem.

Se os dados pessoais e o mapeamento da trajetória dos cidadãos utilizadores dos aplicativos de táxi forem parar às mãos de criminosos, podem resultar em consequências muito graves”, disse o responsável em entrevista a ANGOP.

MAIS: Comparação entre os aplicativos de mobilidade existentes em Angola

Sem precisar o número de denúncias recebidas até ao momento, o administrador da Agência de Proteção de Dados realçou que alguns motoristas fazem ligações com abordagens amorosas e indecentes às clientes, bem como propostas de negociações inapropriadas.

Para mitigar esta prática de contravenção, a APD, desde o início do corrente mês, está a realizar reuniões técnicas com as empresas que operam neste segmento económico, para perceber de que forma são processados os dados pessoais recolhidos aos passageiros.

Para ter acesso aos táxis personalizados, os clientes devem apresentar dados como o nome, terminal telefónico, a morada e trajetória da viagem.

Amaro Figueiredo explicou que esta medida pedagógica visa apurar as medidas de segurança e de proteção, a partilha dos dados com os motoristas, bem como afinar mecanismos de proteção e salvaguarda das informações dos clientes, para prevenir contravenções.

Carro elétrico da Xiaomi pode superar o Porsche e tem mais tecnologia que o Tesla

A gigante chinesa de smartphones Xiaomi revelou ontem (28/12/2023) o seu primeiro carro elétrico, um sedã de aparência elegante chamado SU7. Apresentado hoje num evento em Pequim, o Xiaomi SU7 – pronunciado “soo-chee” em chinês, baseado na arquitetura Moderna da própria empresa com motores elétricos HyperEngine de até 21.000 rpm (rotações por minuto). Com o chassi estampado por sua matriz e com uma força de fixação de 9.100 toneladas, aparentemente superando a da Tesla. A linha virá em dois modelos o SU7 Max com tração integral e motor duplo e o SU7 com tração traseira e motor único.

O SU7 Max tem um alcance de até 800 km (497 milhas; de acordo com o Ciclo de testes de veículos leves da China, também conhecido como CLTC), bem como uma Aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 2,78s, ambos aparentemente superando o Modelo S da Tesla e o Taycan Turbo da Porsche. Isto se deve em parte à generosa plataforma de alta tensão de 101 kWh 800 V do fabricante de baterias CATL, que oferece um alcance de 220 km com apenas uma carga de 5 minutos, ou 390 km em 10 minutos, ou 510 km em 15 minutos. O modelo básico, no entanto, suporta apenas carregamento de 400 V para a sua bateria menor de 73,6 kWh, que tem alcance de até 668 km ou 415 milhas.

O carro tem aproximadamente o mesmo tamanho do BMW série 5, com 1.440 mm de altura, 1.963 mm de largura e 4.997 mm de comprimento. Você tem três opções de cores: a assinatura “azul água”, cinza ou verde oliva. No seu evento, Lei destacou o espaço aparentemente generoso para as pernas, bem como o espaço para porta-malas – 517L na parte traseira e 105L na frente. Assim como a Xiaomi sugeriu anteriormente, o SU7 oferece um sistema de entretenimento auto motivo HyperOS, sendo alimentado pelo processador Snapdragon 8295 da Qualcomm e leva apenas 1,49 segundos para ter o arranque.

Angola regista aumento de perfis falsos e criminosos nas redes sociais

A sociedade civil angolana registou um aumento de perfis falsos e criminosos, segundo o administrador executivo da Agência de Proteção de Dados (APD), Amaro Santos Figueiredo.

Falando em entrevista a ANGOP, informou que relativamente ao uso de perfis falsos nas redes sociais, dos aplicativos, Facebook, Messenger, WhatsApp e Instagram, a APD, através da representação da Meta em África e Médio Oriente (empresa proprietária dos aplicativos aqui referenciados), pode remover e eliminar imediatamente as contas falsas, desde que o proprietário efetue a denúncia.

MAIS: SIC desmantela rede criminosa que criava perfis falsos de governantes no Facebook

O responsável frisa que a onda crescente de perfis falsos e criminosos levou a Agência de Proteção de Dados a deliberar que as queixas feitas à instituição merecerão tratamento imediato (a eliminação da conta falsa).

A partir de agora, todo cidadão que vir a sua conta clonada ou duplicada em perfil falso nas redes sociais, Facebook, Messenger, WhatsApp e Instagram pode denunciar na APD, pois o tratamento é célere”, disse.

O administrador executivo da Agência de Proteção de Dados manifestou, por outro lado, preocupação com as escolas e colégios privados que divulgam, inadvertidamente, os dados dos alunos menores de idade, em panfletos, fotografias em sites e outras formas de exposição dos dados.

Países Baixos vai ajudar Angola na implementação do Sistema de Certificação Eletrónica

Angola vai contar com ajuda do Reino dos Países Baixos na implementação do Sistema de Certificação Eletrónica dos produtos.

A garantia foi dada pelo embaixador daquele país em Angola, Tsjeard Roelf Hoekstra, reforçando o interesse em ajudar Angola na melhoria do controle fitossanitário durante um encontro com o Ministro da Agricultura e Florestas, António Francisco de Assis.

Pelo que foi revelado, a implementação do Sistema de Certificação Eletrónica dos produtos vai permitir melhorar a qualidade dos produtos e garantir a segurança alimentar.

Conheça as séries mais pirateadas de 2023

Mesmo com toda a seleção de serviços de streaming e a grande diversidade que oferecem, ainda há quem tenha por hábito fazer download ilegal de séries de televisão. No entanto, a lista das séries mais pirateadas é uma forma interessante avaliar a popularidade dos conteúdos que a Netflix, HBO, Disney+, Prime Video e SkyShowtime foram lançando.

O site TorrentFreak partilhou uma lista com as dez séries mais pirateadas de 2023, com a Disney+´a ter sido o serviço mais ‘impactado’ com um total de quatro séries nesta tabela. Segue-se a Apple TV com três séries, seguindo-se a Paramount+, Amazon Prime Video e a HBO (com uma cada).

No entanto, foi a HBO a atingir o primeiro lugar com uma das suas séries exclusivas que, coincidentemente, também foi uma das mais faladas de 2023.

MAIS: Google revela as 10 séries mais pesquisadas em 2023

Pode ver a lista completa na galeria abaixo.

1. ‘The Last of Us’ Onde ver? HBO

2. ‘The Mandalorian’ Onde ver? Disney+

3. ‘Loki’ Onde ver? Disney+

4. ‘Ahsoka’ Onde ver? Disney+

5. ‘Secret Invasion’ Onde ver? Disney+

6. ‘Silo’ Onde ver? Apple TV+

7. ‘Monarch: Legacy of Monsters’ Onde ver? Apple TV+

8. ‘Tulsa King’ Onde ver? Paramount+ (SkyShowtime)

9. ‘Gen V’ Onde ver? Amazon Prime Video

10. ‘Ted Lasso’ Onde ver? Apple TV+

WhatsApp. Versão ‘desktop’ recebe novas funcionalidades

O WhatsApp parece estar a levar a cabo algumas alterações à sua versão para ‘desktop’, com o site WABetaInfo a dar conta de algumas das mudanças que estão previstas.

Entre essas mudanças está uma ligeira alteração da tonalidade do tema escuro da versão ‘web’, a qual pretende poupar os olhos a iluminação excessiva nos períodos noturnos. A barra lateral de navegação do WhatsApp em ‘desktop’ também deverá sofrer algumas alterações, com um reposicionamento de ícones a facilitar a navegação.

MAIS: Partilha de ecrã chega “finalmente” ao WhatsApp

Notar que estas mudanças já estão presentes na versão beta do WhatsApp para ‘desktop’, pelo que será apenas uma questão de tempo até estarem disponíveis para os utilizadores da versão final.

Projeto Orange Corners muda de “gerência” em Angola

O Orange Corners Angola (OCA), plataforma para empreendedores aprenderem, estimularem a sua criatividade, expandirem os seus negócios e a sua rede profissional, vai ser agora gerido pelo Acelera Angola, incubadora e aceleradora de micro e pequenas empresas (PMEs) angolana, que proporciona as ferramentas necessárias para ajudar a alavancar ideias de negócio ou empresas já estabelecidas.

A informação foi revelada em nota informativa pela Gestão Profissional, que geria o OCA desde 2018, através da sua página oficial do Facebook.

O OCA tem como objectivo contribuir para o crescimento econômico de Angola, criando um ambiente para o empreendedorismo local prosperar. Uma iniciativa do Reino dos Países Baixos e os seus parceiros para cultivar o ecossistema empreendedor local.

Como funciona?

O Orange Corners Angola é um programa de incubação para jovens:

  • Dos 18 – 35 anos;
  • Finalistas e recém-graduados (licenciatura ou mestrado);
  • Com um projeto de negócios, ou um negócio na sua fase inicial (menos de 2 anos de existência, pode ser formalizado ou não);
  • Com nacionalidade angolana e/ou residência em Luanda

MAIS: Orange Corners Angola gradua 5ª & 6ª Turma em evento empreendedor

Eis a descrição completa dos recursos do projeto:

  • Programa de incubação
  • Workshops práticos
  • Mentoria com profissionais e empreendedores experientes
  • Momentos de Inspiração
  • Master classes com experts
  • Eventos de networking
  • Business Coaching
  • Visibilidade
  • Exposição a mercados e oportunidades
  • Espaço de trabalho flexível e dinâmico
  • Bootcamps em parceria com universidades e empresas Holandesas

Na incubadora, os jovens universitários (finalistas e recém-licenciados) poderão ter acesso à mentoria, acessória legal e financeira, marketing para conseguirem tirar as suas ideias do papel.

Como funciona o programa?

Trata-se de um programa prático e vivencial. Tudo o que o empreendedor aprender, terá de aplicar na sua própria ideia de negócio. O programa dura um ano. A cada duas semanas há uma formação.

De informar que muito recentemente o Acelera Angola foi uma das vencedoras da primeira ronda do programa de incubação e aceleração de Orange Corners, que encerrou a 30 de junho de 2023.

Com esta distinção, a instituição angolana será um dos parceiros de execução para os programas locais Orange Corners no período de 2024 – 2028, capacitando empreendedores com programas personalizados para um futuro económico sustentável.