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Segunda-feira, Abril 6, 2026
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Redes e colaboração transformam nova era empresarial

O cenário tecnológico e as dinâmicas de trabalho evoluíram drasticamente nos últimos tempos, impulsionados por uma série de fatores, incluindo a pandemia global. A necessidade de adaptação das redes e conectividade tornou-se uma prioridade incontestável, transformando a forma como as empresas operam e como os colaboradores interagem com os sistemas.

Neste artigo, exploramos as mudanças significativas no ambiente de trabalho, focando na
adaptação das redes e nas tecnologias de colaboração que estão a transformar a nova era empresarial.

Adaptação das redes e conectividade: o poder do acesso remoto

A capacidade de aceder aos recursos e informações, a partir de qualquer lugar, tornou-se uma necessidade fundamental nas organizações modernas. O acesso remoto, possibilitado pelos avanços tecnológicos, permitiu que as empresas se mantivessem operacionais mesmo quando as circunstâncias impedem o trabalho presencial.

A implementação de novas arquiteturas de segurança, como a Secure Access Service Edge (SASE), desempenhou um papel vital na área da segurança. O SASE acelera a adoção de medidas de segurança baseadas na cloud, proporcionando uma camada de proteção abrangente em ambientes de trabalho remotos.

Autenticação multifactor e políticas de segurança salvaguardar o acesso

A cibersegurança ganhou uma importância ainda maior com a expansão do trabalho remoto. A autenticação multifator (MFA) emergiu como um componente crucial na proteção dos recursos digitais das empresas.

Ao exigir múltiplos fatores de autenticação, como senhas ou reconhecimento biométrico, as organizações reduzem substancialmente o risco de acessos não autorizados. Além disso, a implementação de políticas de segurança restritas ajuda a criar um ambiente mais seguro, garantindo que os colaboradores remotos cumprem os padrões de proteção de dados em conformidade.

Colaboração remota: superar a distância

As tecnologias de colaboração, como Microsoft Teams, Zoom e outras plataformas, desempenham um papel fundamental em manter a colaboração eficiente em tempos de trabalho remoto. Os Call centers, por exemplo, testemunharam uma mudança marcante com a adoção do teletrabalho. As ferramentas de comunicação e produtividade garantiram que os agentes pudessem continuar a atender aos clientes, de forma eficaz, independentemente da sua localização geográfica.

Criação de ambientes híbridos e colaborativos

A tendência dos ambientes de trabalho híbridos, onde os colaboradores alternam entre o escritório e o trabalho remoto, trouxe a necessidade de uma integração eficiente. Garantir que os colaboradores remotos se sintam igualmente incluídos durante as reuniões presenciais tornou-se uma prioridade. As salas de reuniões físicas são equipadas com tecnologias que permitem a participação remota sem esforço, garantindo que todos os participantes tenham uma boa experiência de colaboração.

Escritórios flexíveis e produtividade

Muitas empresas estão a transformar os seus escritórios em ambientes mais flexíveis. Esta abordagem permite que os colaboradores reservem espaços de trabalho, conforme seja necessário, aumentando assim a eficiência e a produtividade. Além disso, a integração destes espaços de trabalho, como salas de reuniões bem equipadas e recursos de conectividade, aprimoram a experiência do colaborador e impulsionam a colaboração.

Conclusão

A adaptação das redes e conectividade com a implementação de medidas de segurança e tecnologias de colaboração redefiniu o modo como as empresas operam. O acesso remoto, a autenticação multifactor e as políticas de segurança são pilares da nova realidade empresarial.

As tecnologias de colaboração uniram as equipas distantes, permitindo a continuidade das operações. Além disso, os ambientes híbridos e flexíveis promovem a produtividade e a colaboração, independentemente da localização dos colaboradores. Neste cenário, de constante evolução, a adaptação tecnológica é a chave para o sucesso empresarial.

MINTTICS pede explicações à UNITEL sobre constantes falhas na rede

O Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), pediu explicações à operadora UNITEL sobre as constantes falhas no serviço das comunicações que os utentes têm verificado sobretudo nos telemóveis. A operadora diz estar ciente das falhas, e esclarece que as mesmas decorrem da falta do aumento da capacidade na rede.

Ao MINTTICS, a UNITEL disse que está focada na resolução destes problemas e justificou que o atraso na implementação de soluções, deveu-se ao surgimento da pandemia da Covid-19, nos anos de 2020 e 2021, no que toca ao fornecimento de equipamentos.

O administrador da UNITEL, Amílcar Safeca, disse, em declarações a Televisão Pública de Angola (TPA), que operadora trabalha desde outubro do ano passado na recuperação do aumento da capacidade da rede com as instalações de equipamentos, as conhecidas antenas.

Segundo este responsável, esta primeira vaga de instalações de antenas decorreu de outubro de 2022 a maio deste ano, o que permitiu recuperar uma parte dos serviços.

O administrador entende não ser suficiente para cobrirem todas as necessidades que a UNITEL tem.

Conforme este administrador da UNITEL, os problemas começaram em abril e maio de 2022, mas ficaram ultrapassados em outubro daquele ano.

“Tivemos uma fase de estabilidade até abril deste ano e voltamos a ter perturbações, essencialmente no mês de agosto último”, contou.

Segundo Amílcar Safeca, o que preocupa agora a UNITEL e os clientes são as chamadas perturbações nos telemóveis.

“Às vezes as chamadas perdem-se ou surgem ruídos na linha. Por vezes a chamada não se estabelece mesmo”, explicou, assegurando que o problema está a ser solucionado.

Quanto aos equipamentos para o aumento da capacidade da rede, numa segunda fase, o administrador da UNITEL disse que começam a ser instalados este mês e vai estender-se até ao próximo mês de dezembro.

Amílcar Safeca disse que nos últimos quatro anos, a UNITEL investiu para o melhoramento das comunicações da rede, cerca de 800 milhões de dólares.

Consultório MenosFios. 3 dicas para tornar os dados numa vantagem competitiva para a sua empresa

Os dados são considerados o “novo petróleo” das empresas. Mas, para alcançar o sucesso em mercados competitivos não basta produzir dados: é preciso saber o que fazer com eles. Quem o garante é a Opensoft, empresa portuguesa especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas.

De acordo com a Opensoft, atualmente é necessário que as empresas tenham uma gestão orientada por data. Contudo, há três regras fundamentais que têm que ser cumpridas para que os dados recolhidos sejam realmente úteis:

  • Garantir a qualidade dos dados: antes de se extraírem conclusões ou tomarem decisões baseadas nos dados, é importante assegurar que estes têm qualidade. Corrigir erros e implementar medidas que os mitiguem no futuro permite garantir que se trabalhe sobre informações fidedignas;
  • Definir que dados analisar: nem todas as categorias de dados importam para todas as tomadas de decisão. Selecionar que dados podem gerar mais valor potencial a cada área de negócio é uma abordagem que aplica inteligência à filtragem;

  • Utilizar data products: os data products (como o Google Analytics) são ferramentas que tiram partido dos dados para melhorar processos. Usar os que já existem ou criar um que corresponda exatamente às necessidades da empresa permite tornar o processo de análise e retirada de conclusões mais ágil e dinâmico.

«Deixámos a era da gestão baseada em suposições e entrámos na era das decisões sustentadas por dados – se as organizações querem acionar otimizações internas e prestar um melhor serviço aos clientes, devem considerar seriamente extrair o máximo potencial das informações que têm ao seu dispor», refere em comunicado Rui Cruz, diretor de Projeto da Opensoft.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

WhatsApp lança ‘Canais’ em Angola; veja como funciona

O WhatsApp anunciou esta quarta-feira, dia 13, o lançamento de uma funcionalidade que dá pelo nome de Canais. A empresa descreve os Canais como uma forma privada, simples e de confiança de receber atualizações importantes das pessoas e organizações.

A empresa responsável pelo WhatsApp, a Meta, diz que o objetivo passa por criar o serviço de mensagens partilhadas mais privado no mercado, indicando que os canais estão separados das restantes conversas e nenhum dos seguidores desses canais pode ver quem segue.

Serve recordar que os Canais começaram por ser lançados em apenas 10 países, ficando agora disponíveis em mais de 150 países – incluindo Angola.

MAIS: WhatsApp copia o Telegram e anuncia o recurso Canais

Os Canais do WhatsApp têm como objetivo criar um serviço de transmissão mais privado disponível. São separados das conversas de chat dos utilizadores e a pessoa escolhe quem quer seguir e esta informação não fica visível para outros seguidores. A empresa garante que as informações pessoais de administradores e seguidores se mantém privadas.

É também possível reagir com emojis para dar feedback e ver uma contagem do total de reações. Como cada pessoa reage não será mostrado aos seguidores.

Em breve, os administradores poderão fazer alterações nas suas atualizações por até 30 dias, quando serão eliminadas automaticamente dos servidores do WhatsApp. Finalmente, sempre que o utilizador encaminhar uma atualização para conversar ou grupos, ela incluirá um link para o canal para que as pessoas possam saber mais.

Para os próximos meses, o WhatsApp promete mais atualizações importantes.

É importante sublinhar que, apesar deste lançamento do WhatsApp já ter acontecido em Angola, a atualização chegará gradualmente aos vários telemóveis das diferentes fabricantes.

ITEL vai contar com o curso de Electro-Medicina

O Instituto de Telecomunicações (ITEL) vai contar com o curso de Electro-Medicina, onde neste momento o problema é a falta de espaço para acolher novos alunos, segundo o diretor-geral, Cláudio Gonçalves.

Falando na cerimónia de encerramento da 14ª edição da Feira de Inovação Tecnológica do FITITEL, o gestor frisa que “para implementar essa formação, teríamos de começar a pensar na ampliação da atual infraestrutura da instituição”.

Cláudio Gonçalves revelou ainda que o ITEL precisa de mais 38 docentes para ajudar no regime geral de quadros da instituição, onde atualmente, adiantou, o estabelecimento de ensino conta apenas com 86 professores.

O desafio que a instituição enfrenta é o défice de professores, para atender, com alguma tranquilidade, o número de estudantes da instituição”, disse, reconhecendo que o curso de Informática e o de Sistemas de Multimédia são os mais condicionados, todos os anos letivos, devido à falta de docentes. “Todos os anos não conseguimos ter mais de uma turma nestes dois cursos”, lamentou.

MAIS: FITITEL 2023. Projetos devem ser aperfeiçoados para servir a sociedade angolana

Cláudio Gonçalves garantiu que foram identificadas as causas do processo e estão em busca das soluções para mitigar a situação na instituição. Apesar de o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) ter contratado alguns colaboradores para a instituição, adiantou, o número é insuficiente.

É um desafio que temos de enfrentar, assumir e buscar as melhores soluções possíveis para conseguirmos contorná-lo”, sublinhou.

Para este ano letivo, Cláudio Gonçalves disse que o ITEL tinha, inicialmente, 260 vagas para os alunos da 10ª classe, num total de 3.000 candidatos inscritos. Deste número, foram selecionados apenas 390 concorrentes, para os três cursos.

Para o ano letivo, que iniciou no dia 1 do corrente mês, garantiu, o ITEL conta com um total de 1.064 estudantes. A instituição, continuou, tem 17 salas de aula, sendo nove convencionais e os restantes laboratórios.

Maningue Magic vai continuar a desenvolver a arte criativa e audiovisual em Moçambique

O Maningue Magic, que estreou em Moçambique em 2022 e que tem levados aos telespectadores, propostas nacionais, vai continuar a contribuir para o desenvolvimento da arte criativa e do audiovisual do país, segundo João Ribeiro, cineasta e Chefe de Canal na M-Net, MultiChoice, empresa que lidera a DStv e a Gotv, plataformas onde o canal televisivo tem o seu espaço de antena.

Para o diretor, em entrevista a revista digital KABUM, o Maningue Magic “é uma resposta à falta, em Moçambique, por um canal que se destacasse pelo seu conteúdo local e que o fizesse com grande qualidade, satisfazendo dessa forma o público moçambicano”.

Isto permitiu-nos oferecer à audiência um conteúdo exclusivo de alta qualidade focado no entretenimento generalista, ampliando a nossa oferta e proporcionando uma melhor experiência aos nossos clientes“, disse.

MAIS: Moçambique: País tem novo canal televisivo com conteúdos originais e nacionais

João Ribeiro salienta que um outro foco do canal é promover os talentos nacionais dentro e além das fronteiras de Moçambique, onde com a aposta no conteúdo local, o canal quer garantir o impulsionamento da indústria cultura local e melhorar a vida dos seus artistas, realizando um investimento direto por meio da contratação de serviços das produtoras nacionais, algo que nunca foi feito antes pelas televisões locais.

A escolha do nome do canal foi escolhido tendo em conta diversos critérios importantes, isto é, que o nome estivesse alinhado com as características das outras marcas do Grupo (MultiChoice), de modo a ser memorável, cativante e conectado com a sociedade moçambicana.

VIº Fórum Telecom acontece manhã

Depois da sua última edição com o tema: “A contribuição do ANGOSAT-2 nas comunicações móveis e os desafios da cibersegurança”, o Fórum Telecom está de regresso já amanhã sexta-feira, 15 de setembro, o Jornal Expansão realiza o VIº Fórum TELECOM no hotel Intercontinental, em Luanda, a partir das 08:30. Pode inscrever-se através dos telefones +244 921 358 582 ou pelo endereço [email protected].

Escolha do tema

A digitalização da economia depende da qualidade e fiabilidade das infraestruturas, da capacidade de captação de investimentos para o seu desenvolvimento e do lançamento de novos produtos digitais que possam agregar valor à vida das pessoas e das empresas. São estes os desafios para os próximos anos no sector das telecomunicações e tecnologias de informação, sendo o suporte desse caminho para a digitalização.

É neste sentido que o VI FÓRUM TELECOM do jornal EXPANSÃO vai ter como tema “Os desafios das infraestruturas, financiamentos e novos conceitos digitais”.

Agenda

Após abertura, o primeiro momento será marcado com três apresentações:

  • Matias Borges, Diretor Nacional das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, abordará o tema “A rede de infraestruturas existentes no País e o seu desenvolvimento futuro”;
  • Filipe Colaço, diretor Executivo na EY Angola abordará o tema”Condições e Formas de Financiamento para o Projeto de Digitalização da Economia”;
  • Diogo Eloi de Sousa da Global Client Lead Partner vai falar sobre os “Novos Conceitos e Produtos Digitais para o Mercado Angolano”.

Mesa Redonda

Farão parte da mesa redonda com o tema “Os Desafios das Infraestruturas, Financiamentos e Novos Conceitos Digitais” Miguel Geraldes (CEO UNITEL), Gonçalo Farias (Administrador da Africell), Marcus Valdez (Diretor-geral da DStv Angola), Carlos Pinho (Managing Partner da QUALITY), Paulo Alves (Administrador Executivo do BFA) e Lutuima Vaz da Conceição (diretor-geral da New cognito (Grupo Mitrelli). João Armando, Diretor do jornal Expansão irá moderar o debate.

A sessão de encerramento será feita pelo PCA do INACOM, Joaquim Muhongo, que em nome do regulador do mercado, fará a síntese do que foi debatido durante a manhã e trará as conclusões deste VIº Fórum Telecom.

Meta, Microsoft e ex-Twiiter querem regular IA

Figuras da indústria tecnológica como Elon Musk, do X, Mark Zuckerberg, da Meta, ou Bill Gates, cofundador da Microsoft, participaram esta quarta-feira numa sessão do Senado dos EUA, onde concordaram sobre a necessidade de regular a Inteligência Artificial (IA).

A reunião à porta fechada do Senado norte-americano, convocada pelo líder dos democratas na câmara alta do Congresso, Chuck Schumer, contou também com os diretores executivos da OpenAI, Sam Altman, da Google, Sundar Pichai e da Microsoft, Satya Nadella, entre outros.

Schumer perguntou aos empresários se concordavam em regulamentar a IA, e “cada um deles levantou a mão apesar de terem opiniões diferentes“, revelou o senador à comunicação social, após a sessão.

O líder dos democratas na câmara alta convocou este fórum para que os senadores pudessem conhecer os benefícios e desafios da IA, que deu um grande passo no ano passado com o lançamento do ChatGPT, uma ferramenta capaz de escrever textos como se fosse um humano.

Schumer destacou que está convencido de que o Congresso “tem que tentar agir, por mais difícil que seja o processo“, perante esta tecnologia que avança a passos largos.

MAIS: Várias profissões vão desaparecer devido à Inteligência Artificial. Saiba se a sua está na lista

Em declarações aos ‘media’ ao deixar o Senado, Musk, chefe da X (antigo Twitter), Space-X e Tesla, alertou para o risco de a IA poder ser prejudicial.

Elon Musk defendeu a sua regulamentação e, nesse sentido, considerou que a reunião no Senado foi “muito importante para o futuro da civilização humana“.

Schumer pediu-nos para levantar a mão para ver se éramos a favor da regulamentação da IA, e acho que quase todos nós o fizemos“, sublinhou.

Por sua vez, Zuckerberg realçou aos senadores que “o Congresso deveria colaborar com a IA a favor da inovação e para haver garantias“.

Esta é uma tecnologia emergente, portanto há questões que devem ser abordadas e, em última análise, cabe às autoridades fazê-lo“, apontou, citado por um comunicado publicado pela Meta, empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Cerca de 60 dos 100 senadores compareceram na sessão, embora houvesse vozes que criticassem a impossibilidade de a comunicação social estar presente.

O presidente da Microsoft, Brad Smith, apoiou na terça-feira o governo dos EUA no estabelecimento de uma agência independente para regular o uso da IA.

Há apenas dois meses, as grandes empresas tecnológicas do país aceitaram uma série de medidas de segurança propostas pela Casa Branca que contemplam a criação de testes internos e externos aos seus sistemas de IA antes de os tornarem públicos.

O governo dos EUA também adiantou que está a trabalhar para traduzir os compromissos voluntários das empresas norte-americanas numa estrutura internacional sobre o uso de IA, acrescentando que já realizou consultas com países como Brasil, Canadá, Coreia do Sul, França, Alemanha, Índia, Israel, Japão, México e o Reino Unido.

Plataforma Digital.ao finaliza incubação de 6 startups

Mais de 6 startups estão em fase final da sua incubação no Centro Tecnológico “Digital.ao“, plataforma nacional vocacionada a potenciar técnicos de telecomunicações, tecnologias de informação e informática, bem como pequenas, médias e grandes empresas, de modo a fortalecer esse subsector da economia nacional.

Segundo Miriam Fernandes, responsável desta solução tecnológica, a finalização da incubação dessas startups abre espaço para outras, que poderão ficar incubadas seis meses e serem aptas à implementação no mercado.

A também chefe de departamento da área de comunicação, inovação, tecnologia e modernização dos serviços do Instituto Nacional de Fomento da Sociedade de Informação (INFOSI) referiu que a plataforma recebe muitas solicitações de projetos tecnológicos, facto que revela o aumento da veia criativa da juventude.

Recebemos várias inscrições de startup, mas infelizmente não temos espaços para albergar todos em simultâneo. Por isso, decidimos encurtar o tempo de incubação de dois anos para seis meses”, informou em entrevista a ANGOP.

Para que os projetos inovadores façam parte do Digital.AO, Miriam Fernandes disse que o processo de seleção passa, inicialmente, por uma análise do impacto económico e social.

De informar que muito recentemente, o Digital.ao apresentou oito novos softwares desenvolvidos pela sua Fábrica de Software e Automação Tecnológica (FSAT), com destaque para o Sistema Integrado para Trabalhos Académicos (Sita), de Controle e Segurança Automóvel, de Parqueamento, de Levantamento no ATM por Impressão Digital, de Controlo de Consumo de Água, o de Mapeamento nas Centralidades e o do Autocarro Inteligente.

A Fábrica de Software e Automação Tecnológica tem, entre outros objetivos, desenvolver soluções lógicas com possibilidade de automatização dos seus processos, mesmo que ainda em protótipos em pequena escala, promover a iniciativa e o espírito empreendedor.

Inaugurada em 2021, a unidade traduz-se num conjunto de recursos, processos e metodologias estruturadas e utiliza as melhores práticas criadas para o processo de desenvolvimento, testes e manutenção de softwares.

Perdeu o lançamento do iPhone 15? Eis as novidades do smartphone

A Apple anunciou esta semana a nova série de telemóveis iPhones 15 que, naturalmente, se tornou o grande destaque do evento anual da ‘Empresa da Maçã’.

Ainda que possa parecer uma geração com direito a poucas novidades, ainda há algumas funcionalidades e adições interessantes a ter em conta – sobretudo nos modelos Pro, que são cada vez mais o ‘destino’ das principais inovações da Apple a cada nova geração.

Posto isto, neste artigo a redação da MenosFios mostra todos os destaques, novidades e inovações que pode esperar desta geração do telemóvel da Apple. Recordar que o período de pré-compra arranca esta sexta-feira, dia 15, e que o iPhone 15 chega às lojas no dia 22 de setembro.

iPhone 15 Pro Max terá uma lente periscópica

Isto permitirá desfrutar de mais zoom, captando fotografias mais detalhas de objetos distantes.

USB-C em vez de Lightning

Sim, a Apple adotou um novo conetor e, caso esperasse usar cabo de um iPhone antigo, terá de comprar um novo.

Dynamic Island

Ao contrário da série iPhone 14 onde apenas os modelos Pro tiveram direito a esta funcionalidade, todos os modelos da série iPhone 15 terão direito à Dynamic Island.

MAIS: Apple apresenta a nova geração do relógio inteligente

Um novo botão

O iPhone 15 Pro e o iPhone 15 Pro Max têm um novo botão sob forma do botão de Ação, que substituiu o interruptor do modo silencioso. Poderão associar a este botão as mais variadas funções, tornando-o assim mais flexível.

Melhor câmara no iPhone 15

Após anos com um sensor principal de 12MP, os novos modelos standards – o iPhone 15 e o iPhone 15 Plus – têm agora direito a um novo sensor de 48MP.

Um novo (e poderoso) processador

Os modelos Pro do iPhone 15 estão equipados com um processador A17 Pro que, alegadamente, é tão poderoso que consegue ‘aguentar’ jogos de consolas atuais. A Apple refere que, em relação ao antecessor, este processador tem desempenho de CPU 10% mais rápido e 20% mais rápido na GPU.

De informar que a loja online da Apple já foi atualizada com todos os novos modelos, configurações e respetivos preços.

Ficamos a saber assim que o iPhone 15 estará disponível em 128 GB por € 989 (kz 879.844), em 256 GB por € 1.119 (Kz 995.496) e em 512 GB por € 1.369 (Kz 1.217.904). Já o iPhone 15 Plus poderá ser adquirido em configurações de 128 GB por € 1.139 (Kz 1.013.289), em 256 GB por € 1.269 (Kz 1.128.941) e em 512 GB por € 1.519 (Kz 1.351.349).

Para ver o resto dos preços clica aqui.