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Sábado, Abril 11, 2026
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FITITEL 2023 arrancou hoje com vários mini-cursos para os participantes

Arrancou hoje a 14.ª edição da Feira de Inovação Tecnológica do Instituto de Telecomunicações (FITITEL 2023), que acontecerá vai até ao dia 9 de setembro, com o Lema: “Inovação tecnológica ao serviço da segurança rodoviária”, onde contar com a presença de mais de 10 startups e 20 oradores, bem como a realização de 10 palestras e ofertas de cinco mini cursos.

A edição deste ano do evento vem para ser a montra das experiências e competências dos alunos do Instituto das Telecomunicações (ITEL) e também um ponto de convergência entre tecnologia, entretenimento e empreendedorismo.

Esta edição vai contar ainda com disponibilização de vários mini-cursos até ao final do evento tecnológico, de modo que os participante possam adquirir novas habilidades e conhecimentos com cursos práticos e interativos.

Eis os cursos que vão ser ministrados na 14.ª edição do FITITEL:  Criação de Aplicativos consola (Console Application) com C#; Criação e edição de vídeos (Adobe Premiere); CCTV com Fibra Óptica; Design gráfico – Adobe Photoshop; Fixed Wireless Access; PHP com My SQL; Projectos de redes ópticas – FTTx no Google Earth; Links de Microondas.

MAIS 14ª edição do FITITEL vai contar com a presença de mais de 10 startups

Organizada pelo ITEL e com apoio do Ministério das Telecomunicações, Tecnologia de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), este ano são esperados mais de quatro mil visitantes, 80 expositores e 40 projetos.

o evento tecnológico contará também com espaço criador, onde, “a imaginação ganha vida. Aqui, mentes criativas se reúnem para experimentar, prototipar e materializar ideias que podem moldar o futuro”.

Terá, igualmente, a exposição de startups lideradas por ex-alunos do ITEL para destacar o sucesso e o potencial dos projetos fundados por estes, demonstrando a aplicação prática do conhecimento adquirido e representar o dinamismo do ecossistema empreendedor da instituição.

5 tipos de deepfakes que deve conhecer

Os deepfakes são formas de media sintéticos que utilizam a inteligência artificial (IA) para manipular a realidade. Podem criar imagens, vídeos, áudio e texto convincentes que se assemelham a conteúdos de origem humana.

As deepfakes podem ser utilizadas para vários fins, como entretenimento, educação e investigação. No entanto, também podem representar sérias ameaças para indivíduos e organizações, como fraude, roubo de identidade e desinformação.

A Power House Forensics enumera os tipos de deepfakes, como funcionam e quais são os potenciais perigos da tecnologia deepfake.

1. Deepfakes textuais

Os deepfakes textuais são sistemas baseados em IA que podem gerar conteúdo escrito semelhante ao humano, como artigos, poemas e blogues. Utilizam técnicas de processamento de linguagem natural (NLP) e de geração de linguagem natural (NLG) para analisar e produzir texto com base num determinado tópico, estilo ou tom.

Um exemplo de tecnologia de deepfake textual é o GPT-3, desenvolvido pela OpenAI. O GPT-3 é um sistema de geração de texto que pode criar histórias, artigos de notícias e poemas que se assemelham a texto escrito por humanos. Também pode responder a perguntas, escrever código e executar várias tarefas com base na entrada de linguagem natural.

Os deepfakes textuais podem ser utilizados para fins criativos e educativos, como a escrita de romances, ensaios e resumos. No entanto, também podem ser utilizadas para divulgar informações falsas ou enganosas, como notícias falsas, propaganda e e-mails de phishing.

2. Vídeos Deepfake

Os vídeos deepfake são talvez o tipo mais comum e conhecido de deepfakes. São vídeos realistas criados com recurso a IA e tecnologia avançada de edição de vídeo. Utilizam técnicas de visão computacional e de aprendizagem profunda para substituir o rosto ou o corpo de uma pessoa num vídeo pela semelhança de outra pessoa.

Um exemplo de tecnologia de vídeo deepfake é o FaceSwap, um software de código aberto que permite aos utilizadores trocar rostos em vídeos. O FaceSwap utiliza uma rede neural para aprender as características faciais de duas pessoas e depois aplica-as aos rostos uma da outra num vídeo.

MAIS: Ciberataques com deepfakes estão a tornar-se cada vez mais frequentes

Os vídeos deepfake podem ser utilizados para fins de entretenimento e paródia, como a criação de imitações de celebridades, cenas de filmes e memes. No entanto, também podem ser utilizados para fins maliciosos, tais como chantagem, difamação ou personificação de alguém.

3. Imagens Deepfake

As imagens deepfake são outra forma generalizada de deepfakes. São facilmente acessíveis em linha e quase qualquer pessoa com conhecimentos básicos pode criá-las. Utilizam software de edição de imagem ou ferramentas em linha para sobrepor rostos ou corpos em diferentes imagens, criando imagens convincentemente realistas.

Um exemplo de tecnologia de imagem deepfake é a FaceApp, uma aplicação móvel popular que permite aos utilizadores transformar os seus rostos de várias formas. A FaceApp utiliza redes neuronais para aplicar filtros como envelhecimento, mudança de sexo, mudança de cabelo e sorrisos aos rostos dos utilizadores.

As imagens deepfake podem ser utilizadas para fins de diversão e personalização, como mudar a aparência de uma pessoa ou criar avatares. No entanto, também podem ser utilizadas para fins prejudiciais, como a criação de identidades falsas ou o comprometimento da privacidade de alguém.

4. Áudio deepfake

O áudio deepfake é outro tipo de deepfake que utiliza a IA para sintetizar um discurso ou som humano realista. Utiliza técnicas de síntese e reconhecimento da fala para converter texto ou voz numa saída de áudio que imita a voz ou o sotaque de uma pessoa.

Um exemplo de tecnologia de áudio deepfake é a Lyrebird AI, uma startup que permite aos utilizadores criar a sua própria voz digital com base em alguns minutos de gravação. A Lyrebird AI utiliza redes neuronais profundas para aprender as características da voz de uma pessoa e, em seguida, gerar um novo discurso com base nessa voz.

O áudio deepfake pode ser utilizado para fins de comunicação e acessibilidade, como a tradução de línguas ou a criação de audiolivros. No entanto, também pode ser utilizado para fins de engano e manipulação, como a realização de chamadas telefónicas ou mensagens de voz falsas.

5. Deepfakes em direito

Os deepfakes em direto são o tipo mais avançado e desafiante de deepfakes. São formas de media sintéticos que utilizam a IA para manipular a realidade em tempo real. Utilizam a tecnologia de streaming e as redes adversárias generativas (GAN) para criar imagens, vídeos, áudio ou texto em direto que respondem à entrada do utilizador ou a alterações ambientais.

Um exemplo de tecnologia deepfake em direto é a Neuralink, uma empresa de interface cérebro-computador fundada por Elon Musk. A Neuralink pretende desenvolver dispositivos implantáveis que possam ligar o cérebro humano a computadores e permitir a comunicação direta entre eles.

Os deepfakes vivos podem ser utilizados para fins imersivos e interactivos, como jogos, realidade virtual e realidade aumentada. No entanto, também podem ser utilizadas para fins perigosos, como controlar as acções ou os pensamentos de alguém.

UEM vai massificar uso da internet em Moçambique

A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) celebrou recentemente os 30 anos da primeira ligação à internet em Moçambique com promessas de continuar a massificar a sua utilização na sua comunidade estudantil.

Segundo o reitor desta instituição, Manuel Guilherme Júnior, a UEM vai apostar também na utilização desta tecnologia como instrumento de divulgação e pesquisa de resultados no contexto da criação de uma cultura moderna de investigação pedagógica, que assume um padrão universal.

O responsável falava na abertura de uma conferência organizada pelo Centro de Informática da UEM (CIUEM) para celebrar o marco da internet em Moçambique, que chegou ao país em 1992.

O académico frisou que o centro tem trabalhado para assegurar a eficácia dos serviços de ligação tecnológica no país, bem como a consolidação do seu papel de apoio a outros provedores.

MAIS: [Moçambique] Percurso da tecnologia e o papel da UEM em destaque no fórum de governação

Guilherme Júnior apontou o CIUEM como o principal motor para a inclusão digital de milhares de pessoas localizadas em diferentes partes do país e também para oferecer possibilidades de promover e valorizar a cultura e conhecimentos locais, com particular referência às línguas nacionais.

Ao fazer a primeira ligação a internet para o país, a UEM deu um passo importante para a criação e consolidação do atual ecossistema através da implementação com sucesso de iniciativas destinadas a melhorar o acesso às tecnologias de informação“, afirmou.

O reitor explicou que a UEM promoveu várias ações e iniciativas que resultaram na adptação dos currículos dos seus cursos para incluir componentes das TICs e continua a gerir infraestruturas críticas para o bom funcionamento da internet, nomeadamente o domínio .mz e o ponto de tráfego da internet em Moçambique, para além de elaborar as primeiras políticas e estratégias para o sector.

Três décadas depois, esta instituição de ensino superior reconhece que os atuais desafios envolvem uma solução que respeita os meios tecnológicos e o estabelecimento de parcerias inteligentes para atrair mais investimentos para a modernização dos processos burocráticos.

Com efeito, o seu Plano Estratégico (2020 – 2028) reconhece a interconectividade do mundo e a livre disponibilidade do conhecimento graças à evolução das tecnologias de informação e comunicação, como parte das tendências globais que influenciam a sua inserção no mundo moderno.

Spotify vai tornar letras das músicas um recurso pago

Ainda que tenha uma versão gratuita, como, por exemplo a que é disponível para os clientes da Unitel, o Spotify guarda muitas das suas funcionalidades mais importantes para quem paga o plano Premium. A mais recente opção a passar para o plano Premium são as letras das músicas. Claro que poucos utilizadores ficaram satisfeitos.

Apesar de não ser uma funcionalidade essencial no Spotify, a presença das letras das músicas agrada muito aos utilizadores. Mais do que permitir um verdadeiro karaoke, deixa entender o que está a ser tocado e até o poema que está na base da música.

Esta funcionalidade está presente junto do leitor de música, sincronizada para o momento da música, na maior parte dos casos, e assim simples de acompanhar. Isso agora aparentemente irá mudar, com uma novidade que o Spotify está a testar junto de muitos dos seus utilizadores da versão gratuita.

MAIS: Prepare-se. Spotify vai aumentar preços das subscrições

Do que está a ser partilhado nas redes sociais e em outros canais, a possibilidade de ter as letras das músicas passou a ser parte do plano Premium. Assim, apenas os utilizadores que pagarem a subscrição do serviço estão a ter acesso a esta funcionalidade.

No espaço onde até agora estavam as letras das músicas, passou a estar uma notificação simples, a indicar que faz parte do plano Premium. Os utilizadores que quiserem ter acesso, devem carregar no link presente, que encaminha para a subscrição do serviço de streaming.

O Spotify já reagiu a toda a informação presente e recordou que faz testes regulares, que podem ou não passar a todos. Não têm nenhuma informação a adicionar sobre esta situação, o que pode ser positivo. As letras das músicas podem assim regressar em breve para todos os utilizadores, mesmo os que usam a versão gratuita.

Este um exemplo claro de como o Spotify procura maximizar o número de utilizadores pagantes. Com estes extras acabará por atrair os utilizadores e assim fidelizar a sua presente. Neste caso, das letras das músicas, muitos acabaram por ficar descontentes, principalmente porque usam para suprir algumas necessidades.

26 universidades presentes na 7° edição do concurso angolano universitário de programação

É já nos próximos dias 21 e 22 de setembro que acontece a 7ª edição do Angolan Collegiate Programming Contest AOCPC (Concurso Angolano de Programação), que vai contar com presença de 26 universidades, das diferentes regiões académicas do nosso país, 96 estudantes vindo de 13 províncias do país, onde cada equipa será representada por três estudantes e um treinador.

O evento tecnológico tem como objectivo promover a criatividade, os novos talentos, o trabalho em equipa e a inovação na construção de novos programas de softwares e permitir que os estudantes nacionais testem as suas capacidades.

Para essa edição de 2023, o concurso prevê alguns requisitos para os candidatos, como ser estudante universitário, saber programar em C, C++, Java, Python e kotlyn, grupo de três estudantes e um professor da mesma universidade.

De informar que as equipas BAD B, Candy Crush e Overflow todas afetas ao Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC), foram as grandes vencedoras da 6ª edição do Concurso Angolano Universitário de Programação- AOCPC.

MAIS: Cientista angolano “Arlindo Almada” vence concurso de programação do MIT

Os vencedores receberão como prémio computadores portáteis e representaram Angola no concurso Africano Universitário de Programação que decorreu no Egipto, em dezembro último. As equipas africanas que são apuradas a nível continental, participam da final mundial.

A edição de 2022, que contou com mais de 50 equipas das mais de 35 Instituições de Ensino Superior (IES) do país, teve um grande número de novidades, como a criação da categoria dos estudantes do ensino Médio, tendo a equipa denominada The Winners do Instituto Médio Politécnico Smart Bits conquistado o 1º lugar.

O certame teve lugar no pavilhão polidesportivo do ISPTEC nos dias 13 e 14 de outubro do ano passado, e onde cada equipa esteve representada por três estudantes e um treinador.

WhatsApp testa filtro para separar conversas pessoais das profissionais

Parece que o WhatsApp está a trabalhar numa nova atualização para a app de mensagens e, a julgar pela imagem partilhada pelo site WABetaInfo, parece que está a caminho uma das maiores mudanças da plataforma.

Isto porque, de acordo com a imagem, a interface do WhatsApp vai mudar depois desta atualização – com a maior alteração a ser a integração de filtros que permitem distinguir entre conversas pessoais e profissionais.

Acabou o horário do expediente e não quer ser incomodado por contactos do trabalho? Basta pressionar o filtro dedicado a amigos e família para só surgirem estas conversas. Por outro lado, caso queira concentrar-se e não pretenda assistir a debates sobre futebol ou escolhas do restaurante para o jantar de logo à noite, pode simplesmente selecionar contactos profissionais com estes filtros. Por fim, poderá aceder mais rapidamente as mensagens não lidas com o filtro apropriado.

MAIS: Meta disponibiliza versão nativa do WhatsApp para Macs

Além disso, a nova interface surge com um filtro branco e com o nome do WhatsApp a verde no canto superior esquerdo. É de esperar que, tal como acontece hoje em dia, o tema escuro também esteja disponível quando esta atualização for disponibilizada.

No entanto, ainda não se sabe quando é que o WhatsApp pretende lançar estas alterações, com a publicação a referir que ainda estão em fase de desenvolvimento.

Startups angolanas já podem candidatar-se à 3ª edição da Feira de Ideias, Invenções e Inovação

Estão abertas as candidaturas para a oitava conferência nacional sobre Ciência e Tecnologia (CNCT) e para a terceira Feira de Ideias, Inovações, Inovação e Empreendedorismo de Base Tecnológica (FIEbat), segundo uma nota que chegou a redação da MenosFios.

Segundo a nota do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), o CNCT irá realizar-se no de 30 de novembro a 1 de dezembro em simultâneo com a 3ª Edição do FIEBaT, no Arquivo Nacional de Angola.

Os dois eventos tem como objectivo “distinguir a cada dois anos estudantes universitários, startups, incubadoras de empresas de base tecnológica, investigadores, FabLab, criadores/inovadores e outros atores do SNCTI que se tenham destacado pela sua atividade de ciência, tecnologia e inovação, divulgar e premiar os produtos ou processos inovadores gerados em Angola nas Instituições de Ensino Superior (IES) e Instituições de Investigação Científica e Desenvolvimento II&D ou em colaboração com os outros atores do ecossistema, apresentar ao público em geral novas ideias tecnológicas, resultantes do potencial criativo dos angolanos“, pode ler-se no comunicado.

As inscrições para a FIEBaT estão abertas até ao dia 10 de outubro e as candidaturas deverão ser submetidas por correio eletrónico: [email protected]/ ou por via do portal www.ciencia.ao.

MAIS: Startups angolanas devem ter mais espaço na economia nacional

São elegíveis, condição de expositores, os atores ligados às Instituições de Ensino Superior (IES), Investigação e Desenvolvimento (I&D), incubadoras de empresas de base tecnológica, laboratórios de apoio à investigação científica, criadores/inovadores cujos projetos têm ligação/colaboração com as IES ou I&D. A participação pode individual, ou em equipa, não superior a três elementos.

Os projetos que serão apresentados na feira serão avaliados por uma comissão de júris, constituída por presidente, dois docentes universitários, representantes das instituições de ensino superior, representantes de empresas.

A comissão de júris vai avaliar e selecionar os melhores trabalhos a premiar, bem como anunciar a classificação dos premiados. Os prémios serão atribuídos nas cinco categorias criadas, nomeadamente, ideias, invenções, transferência de tecnologia, inovação e empreendedorismo.

Não são elegíveis, para efeito de premiação, os trabalhos apresentados em feiras ou eventos semelhantes“, mas os criadores de trabalhos já divulgados podem, excecionalmente, expo-los novamente, não habilitando aos prémios.

O CNCT e o FIEbat são atividades direcionadas para docentes e investigadores das Instituições de Ensino Superior (IES) e as Instituições de Investigação & Desenvolvimento (II&D), inventores e criadores, expositores e outros profissionais interessados, bem como representantes de empresas públicas e privadas que sejam autores de trabalhos científicos publicados ou de projetos de ideias, de invenções ou de protótipos que estejam institucionalmente ligados a IES ou II&D.

Académicos do INAMET participam de publicação científica mundial

Um grupo de pesquisados do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INAMET) participaram, recentemente, da publicação, numa revista científica da Suíça, de um sistema de alerta prévio de produção agrícola, que consiste na utilização do sistema de apoio às decisões, denominado “Anomaly hotSpots of Agricultural Production (ASAP)”.

Segundo a nota divulgada, a pesquisa foi publicada numa revista científica da Suíça, de alto prestígio, onde o sistema fornece informações de alerta prévio sobre a produção agrícola, com base em dados de Observação da Terra e dados agroclimáticos.

MAIS: INAMET vai beneficiar-se de modernização tecnológica para antecipar ocorrências

Iniciativa foi desenvolvida através da cooperação de Pesquisadores de diversas instituições, nomeadamente, o Centro Conjunto de Pesquisa, da Comissão Europeia baseado na Itália, a Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento, do Centro de Previsão e Aplicações Climáticas do Quénia, da Unidade de Sistemas de Informações Geográficas e Sensoriamento Remoto do Observatório do Saara e do Sahel da Tunísia e o Departamento de Ciências Físicas e Engenharia da Universidade King Abdullah de Ciência e Tecnologia da Arábia Saudita.

Para pesquisa, foram utilizados conjuntos de dados de satélites para estimativa de precipitação, indicadores de biomassa e de stresse hídrico em cultivos e pastagens, assim como previsões sazonais de precipitação, calendários agrícolas nacionais adaptados à fenologia do sistema ASAP.

Podes ler o artigo clicando aqui.

Sistema operativo da Huawei chega aos computadores em 2024

A batalha da Huawei pela sua independência tem sido ganha pela empresa. Após apresentar o HarmonyOS para os smartphones, a marca tem conseguido usar este sistema operativo em toda uma vasta gama de outros equipamentos. Aqui temos presentes não apenas os tablets, mas também os smartwatches e outras propostas.

Agora surge a confirmação de que o HarmonyOS irá ganhar em breve mais um campo onde poderá mostrar as suas capacidades. Esta confirmação vem do antigo responsável máximo do departamento de software para consumidores, tendo sido publicada na rede social Weibo.

MAIS: Huawei poderia dominar o mercado, caso não houvesse sanções, diz executivo

Quando confrontado com a questão “teremos o HarmonyOS para PC no próximo ano“, colocada por um utilizador, a sua resposta foi taxativa. Declarou que sim, sem, no entanto, adiantar mais informações sobre a forma como será lançado e em que mercados irá ser usado.

A chegada do HarmonyOS para os PCs pode representar um passo importante para a Huawei, em especial para a sua linha de computadores pessoais, onde está a investir. Com a chegada do seu software proprietário, a marca pode simplesmente deixar de usar o Windows.

Em fevereiro deste ano, um programador chinês testou a versão 3.2 Beta 3 do HarmonyOS para PCs com bons resultados. Do que foi relatado, este sistema da Huawei respondeu com precisão aos comandos do rato, mas alguns drivers gráficos e de som ainda precisavam de ser desenvolvidos.

A Huawei volta a mostrar a sua resiliência e a capacidade de adaptação. Após trazer o HarmonyOS para tantas plataformas, procura agora chegar aos PCs e a novos utilizadores, com uma proposta que usará os seus serviços e que irá interligar todos os equipamentos da marca, como já o fez.

Apple poderá ultrapassar a Samsung nas vendas de smartphones

A empresa de análise de mercado TrendForce prevê que a Apple pode ultrapassar a Apple e tornar-se a líder do mercado de telemóveis a nível global.

Serve recordar que a Samsung lidera o ‘ranking’ há vários anos e, apesar de vendas fortes da Apple com os seus iPhones, o catálogo mais diversificado da Samsung ajuda a empresa sul-coreana a manter-se na dianteira.

No mais recente relatório da TrendForce pode ler-se que a maior concorrência e clima económico afetaram as vendas da Samsung no terceiro trimestre em relação ao ano passado. É neste contexto que, caso o lançamento do iPhone 15 seja bem-sucedido, a Apple pode ter as condições certas para ultrapassar as vendas da concorrente e uma das principais fabricantes de telemóveis Android.

Serve recordar que a Apple desvendará oficialmente a série iPhone 15 na próxima semana, no dia 12 de setembro. Será uma questão de esperarmos para percebermos a forma como esta nova geração de iPhones será recebida.