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Conheça a quota do mercado de telefonia fixa de Angola em 2023

Em 2017 (Já lá se passa muito tempo), o mercado de telefonia fixa em Angola contava com quatro operadores, estando na época a Angola Telecom com 68% da quota de mercado, passando-se exatamente sete anos, o mercado apresenta um novo cenário e como um líder no mercado.

Segundo dados estatísticos que constam atualmente no observatório do INACOM, a TV Cabo tem a maior quota de mercado de telefonia fixa em Angola com 44,8% que vale 44.086 subscritores, MS Telcom com 35% que vale 33.854 subscritores, Angola Telecom com 17,2% que vale 16.203 subscritores, Startel com 1.9% que vale 1.761 subscritores e por fim a Paratus Angola (ex-ITA) com 0.1% que vale 65 subscritores.

Nestes sete anos, nota-se que a Tv Cabo e a MS Telcom foram as que mais aproveitaram as oportunidade e cresceram no mercado, sendo que a única novidade é a Paratus. Não se sabe o certo o que aconteceu para a decaída de empresas como a Angola Telecom e a Startel, só o tempo poderá ditar as próximas mudanças que podem acontecer nesse segmento.

Huawei vai focar-se em inteligência artificial

A Huawei anunciou uma mudança estratégica nos objetivos da empresa, indicando que o seu foco passará a estar em Inteligência Artificial.

À medida que a Inteligência Artificial cresce e aumenta o impacto na indústria, a estratégia All Intelligence da Huawei é desenhada para ajudar todas as indústrias a tirar o máximo partido das novas oportunidades estratégicas, pode ler-se no comunicado da empresa chinesa partilhado pela CNN.

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Serve recordar que esta é a primeira mudança estratégica da Huawei nos últimos dez anos, sendo que anteriormente a empresa focou-se em desenvolver as áreas de computação na ‘cloud’ e das propriedades intelectuais.

Angola presente no Fórum de Certificação Digital

Uma comitiva angolana está a participar na vigésima edição do Fórum de Certificação Digital, no Brasília, o mais importante evento de certificação digital no padrão de infraestrutura de Chaves Públicas do Brasil.

A delegação angolana é composta por especialistas do Instituto Angolano de Modernização Administrativa, chefiada pelo seu diretor geral, Meick Afonso, onde o objetivo principal da reunião é apresentar e debater a utilização de certificados digitais padrão ICP Brasil em aplicações que resultam na prestação de serviços a empresas e cidadãos.

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O fórum conta com a participação do público da área de pesquisa, gestão governamental, sociedade civil organizada, entre outros.

Segundo o que foi revelado por uma nota de imprensa da embaixada de Angola em Brasil, a que a ANGOP teve acesso, o diretor geral do Instituto de Modernização Administrativa de Angola, Meick Afonso, vai dissertar no último dia, no painel sobre Assinaturas Eletrónicas e Aplicações.

Empresários devem olhar as tecnologias de informação como investimento necessário

O Fundo de Garantia de Crédito (FGC) apela aos empresários a olharem para as tecnologias de informação como um investimento necessário, com o objetivo da contínua digitalização do sistema financeiro angolano.

Segundo o administrador para a área de negócio do Fundo de Garantia de Crédito (FGC), Eduardo Mohamed, falando durante o Fórum Global de Finanças para as Pequenas e Médias Empresas, decorrido de 11 a 17 deste mês, em Mumbai (Índia), reiterou que a digitalização do sistema financeiro e de outros sectores é um “caminho irreversível”.

No seu discurso, o responsável reitera que qualquer tipo de negócio que “não esteja ligado à digitalização tem, provavelmente, os seus dias contados”.

Reconheceu que a digitalização em África e, particularmente, em Angola é uma dificuldade identificada pelas instituições financeiras no momento do acesso à informação das empresas.

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Essa dificuldade, adiantou, é identificada no processo de concessão de crédito e da garantia pública, bem como na fase da análise do risco de crédito e no ato de pagamento de serviço da dívida pelas Pequenas e Médias Empresas (PME).

A importância da inclusão e o desenvolvimento dos ecossistemas digitais nas PME dos países em desenvolvimento foi, igualmente, defendida por gestores de empresas da Índia, Singapura, Alemanha e os Estados Unidos, que participaram no Fórum.

Ainda no quadro do Fórum Global de Finanças, os gestores também foram unânimes em afirmar que existem passos a serem dados para que se alcance o nível necessário no que concerne à implementação digital nas empresas, com vista à obtenção de financiamento.

Sudatta Mandal, subdirector geral do Banco de Desenvolvimento de Pequenas Indústrias da Índia, defendeu que a base de dados representa uma oportunidade para as empresas manterem, não apenas os seus registos comerciais, clientes e impostos, mas todo o historial que permita a classificação do risco no momento de solicitação de financiamento

Centro de produção de passaportes eletrónicos em vias de conclusão

O Centro de Produção de passaportes eletrónicos angolanos está em vias de conclusão, segundo uma delegação da Hungria as instalações da referida construção e que contou com o suporte do Serviço de Migração e Estrangeiro (SME).

Segundo o que é revelado pelo SME, o espaço tem condições ambientais favoráveis para a construção do Centro de produção/emissão de passaporte eletrónico Angolano, bem como a edificação de um centro de formação técnica em matéria de passaporte eletrónico.

Após apresentação do prognóstico do projeto por parte dos técnicos do SME, a delegação Húngara partilhou informações sobre o funcionamento do Centro de produção de passaportes biométricos no seu país, bem como de mecanismo de segurança e de gestão técnica.
No final do ato, as partes identificaram as áreas propícias para a instalação do Centro de produção de passaporte eletrónico e de formação especializada.
De informar que Angola vai contar nos próximos tempos com passaportes biométricos de última geração, fruto de um acordo de financiamento entre o Ministério das Finanças (MINFIN) e a ANY Security Printing Company, avaliado em mais de 139 milhões de dólares.

O acordo entre as duas instituições ficou concluído entre o MINFIN e o banco húngaro EXIM, que era uma das condições necessárias para que o projeto dos passaportes biométricos avançasse.

De acordo com a nota de imprensa, a ANY Security Printing Company vai fornecer os passaportes biométricos ao Ministério do Interior e aos Serviços de Migração e Estrangeiros durante um período de dez anos.

WhatsApp vai ganhar versão para iPad

BERLIN, GERMANY – FEBRUARY 25: The Logo of instant messaging service WhatsApp is displayed on a smartphone on February 25, 2018 in Berlin, Germany. (Photo by Thomas Trutschel/Photothek via Getty Images)

O WhatsApp parece ter começado a testar a versão da app de mensagens para iPad, com o teste a estar acessível a alguns utilizadores da versão beta da plataforma para iOS.

MAIS: WhatsApp deixa de funcionar nestes smartphones em outubro. Veja se o teu está na lista

A informação foi partilhada pelo site WABetaInfo que, para comprovar o teste, adicionou algumas imagens desta versão app. O utilizador pode ligar a sua conta ao WhatsApp para iPad analisando um código QR, tal como seria em qualquer outro dispositivo. As conversas podem ser vistas do lado esquerdo, enquanto o contacto/grupo com que está a conversar fica do lado direito.

Serve recordar que há anos que os utilizadores pedem que o WhatsApp lance uma versão dedicada da app do WhatsApp para iPad, tal como acontece com o Instagram ou a Threads. Porém, parece que o WhatsApp não demorará muito mais tempo.

Chinesa Yalong vai aprimorar infraestrutura tecnológica do INEFOP

A empresa chinesa Yalong Inteligent Equipment Group vai aprimorar a infraestrutura tecnológica do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP), no âmbito de um acordo de parceria, para cinco anos, que vai permitir modernizar, equipar e desenvolver o sector.

O memorando entre as duas instituições visa o reforço de ações de cooperação para o apetrechamento das unidades formativas, assim como a aquisição e fornecimento de equipamentos dos serviços de formação de formadores e suporte técnico do INEFOP.

A empresa Yalong assume um importante papel na engrenagem do Ensino Superior, Técnico e Profissional no Sistema de Ensino da China, tendo a responsabilidade de adaptar os equipamentos criados pela indústria para uso didático.

A instituição chinesa tem a missão de estruturar toda a componente curricular e pedagógica, em articulação com as universidades e escolas de formação profissional, para que a indústria consiga absorver a mão-de-obra.

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A Yalong é uma empresa inovadora de alta tecnologia dedicada ao desenvolvimento, com destaque a serviços de software industrial e produtos educacionais inteligentes.

Segundo o que foi revelado pelo diretor-geral do INEFOP, Manuel Mbangui, e pelo presidente da Yalong, Chen Jiquan, a empresa Yalong vai prestar serviços à indústria angolana, com foco na formação profissional voltada ao desenvolvimento de uma economia industrial moderna, bem como aos centros do Sistema Nacional de Emprego e Formação Profissional, com maior realce aos Centros Integrados de Formação Tecnológica (Cinfotec) das províncias de Luanda e do Huambo, para torná-las instituições de treinamento de referência.

O acordo prevê ainda o desenvolvimento da transformação digital das empresas regionais de construção, desenvolvimento e aceleração da inteligência artificial, manufatura, agricultura e silvicultura inteligentes.

O INEFOP pretende aproveitar as vantagens tecnológicas da empresa Yalong, fundamentalmente, no campo de equipamentos inteligentes, experiência na construção de bases de treinamento de fabricação, utilização de tecnologias e soluções de ponta para capacitar a construção digital e de informação.

The Pirate Bay celebra 20 anos em funcionamento

O portal The Pirate Bay celebrou esta terça-feira, dia 19, o seu 20.º aniversário, completando assim duas décadas que, mesmo que tenham sido marcadas por muitas polémicas, servem de testemunho no que diz respeito ao impacto da plataforma.

Como recorda o site TorrentFreak, o The Pirate Bay começou em 2003 e foi criado por uma organização de ‘hackers’ e ativistas que dava pelo nome Piratbyrån – a qual procura incentivar as pessoas a partilharem conteúdos e ficheiros multimédia na Internet.

O The Pirate Bay, enquanto ‘tracker’ do protocolo BitTorrent, procurava facilitar a partilha de ficheiros entre grandes comunidades, com a grande maioria a ser, claro, filmes, música e jogos de forma ilegal. O The Pirate Bay também teve início na Suécia, mas, com cada vez mais popular, acabou por ser tornar uma das plataformas de partilha de ficheiros mais utilizadas em todo o mundo.

Naturalmente, esta popularidade fez com que o The Pirate Bay se tornasse também um alvo e, no final de maio de 2006, os escritórios onde estavam alojados os servidores da plataforma foram sujeitos a uma rusga das autoridades suecas. Mesmo que todos os sistemas tenham sido apreendidos e o portal tenha sido desligado, este não seria o fim do The Pirate Bay.

Isto porque um dos responsáveis do The Pirate Bay conseguiu fazer um ‘backup’ da plataforma, o que levou a que este fosse restaurado apenas três dias depois desta rusga. Nos anos que se seguiram, e à medida que os criadores do The Pirate Bay foram sendo alvo de detenções, o controlo da plataforma passou para mãos de utilizações anónimos e que se encarregam que o The Pirate Bay se mantenha ativo até aos dias de hoje.

Serve recordar que toda a história do The Pirate Bay será adaptada para uma série televisiva, com a Variety a afirmar que o projeto terá direito a seis episódios e que entrará em produção durante este outono.

Angola presente na Conferência Mundial Internacional de Parques de Ciência e Áreas de Inovação

Angola participou recentemente na 40.ª Conferência Mundial da Associação Internacional de Parques de Ciência e Áreas de Inovação, onde apresentou as melhores práticas e tendências no âmbito da construção do Parque de Ciência e Tecnologia, destacando a sua gestão e sustentabilidade.

MAIS: Lançada primeira pedra do Parque de Ciência e Tecnologia de Luanda

A comitiva angolana foi dirigida por especialistas do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), onde puderam visitar a Belval Science City, capacitação em gestão de parques de ciência e áreas de inovação, sendo que dia 14 de setembro foi realizada a Assembleia Geral da IASP, que ratificou a aprovação do Luanda Tech como Membro Afiliado da Associação.

O Luanda Tech é o principal objetivo do Projeto de Desenvolvimento de Ciência e Tecnologia (PDCT), um projeto em execução pelo MESCTI, cofinanciado pelo Governo de Angola e o Banco Africano de Desenvolvimento“, pode ler-se no comunicado partilhado pelo Jornal de Angola.

A comitiva nacional foi chefiada pela secretária de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Alice de Ceita e Almeida, e integrada, também, pelo diretor Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, António de Alcochete, o reitor da Universidade Agostinho Neto, Pedro Magalhães, e outros quadros séniores daquele departamento ministerial.

Cabo Verde e Microsoft assinam acordo para apoio tecnológico

Cabo Verde e a gigante mundial de informática Microsoft vão assinar um memorando de entendimento para desenvolvimento e apoio tecnológico nas áreas de “educação, governação digital e empreendedorismo“, anunciou o Governo cabo-verdiano.

A assinatura vai decorrer durante a visita aos Estados Unidos da América do primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, para participar na Assembleia-Geral das Nações Unidas. A visita decorre desde dia 15 e prolonga-se até 23 de setembro, dia em que o líder do Governo discursará no encontro anual da ONU.

A assinatura com a Microsoft, em dia a anunciar, está integrada numa agenda paralela de eventos.A marca estará representada por Kate Behncken, vice-presidente da Microsoft Philanthropies, e Justin Spelhaug, vice-presidente e responsável global por tecnologias com impacto social da Microsoft Philanthropies.

O braço da empresa virado para ações de filantropia foi anunciado em 2015 com o objetivo de “contribuir de novas formas para um ecossistema social que leve os benefícios da tecnologia aos que dela mais precisam e também para impulsionar o crescimento inclusivo da economia global“.

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A aposta do Governo cabo-verdiano no desenvolvimento digital do país conduz parte da agenda da comitiva em Nova Iorque.

A equipa integra o secretário de Estado da Economia Digital, Pedro Lopes, que será um dos oradores numa conferência, na quarta-feira, sobre os avanços na Agenda 2030 (para alcançar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável com base nas Nações Unidas) com políticas digitais de inclusão e defesa de direitos. O setor tem estado presente na intervenção política.

Cabo Verde partilha o ambicioso objetivo de se tornar numa Nação Digital. Estamos acelerando rapidamente os nossos esforços em direção a essa visão“, disse o chefe do Governo, na abertura de uma cimeira sobre tecnologias digitais, no início do mês, na Estónia.