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Sexta-feira, Abril 10, 2026
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[Moçambique] Django Girls volta a impulsionar a próxima geração de programadoras no país

Decorreu recentemente mais um ciclo formativo de programação da Django Girls, desta vez na cidade de Xai-Xai (Gaza), e que visa encontrar a nova geração de programadoras e talentos na tecnologia em Moçambique.

Segundo o que foi revelado, o ciclo formativo consistiu na construção dos websites e no uso de tecnologias como HTML, CSS, JavaScript, Python e Django Framework de forma básica. A par dos websites, o workshop pretende ser um espaço aberto para partilha de experiências e histórias.

Segundo Eneia Castigo, coordenadora provincial do ciclo formativo, esta edição a ter um grande nível de aderência, com a participação de mais de 28 jovens.

A académica acrescenta que o workshop de programação da Django Girls é uma boa iniciativa, à medida que se nota a evolução por parte da organização e o crescimento no número de participantes, o que abre portas para a descoberta e empoderamento das mulheres no domínio das tecnologias de informação e comunicação.

De informar que a Django Girls é um workshop com duração de um dia, sobre programação em Python e Django focado especialmente para mulheres, com objetivo de alavancar a programação no seio das mulheres.

O Workshop é mesmo para iniciantes, onde não é necessário ter algum conhecimento sobre programação. No entanto, caso tenha algum conhecimento técnico (se souber algo sobre HTML ou CSS) também pode se registar ao programa.

TweetDeck vai abranger apenas usuários verificados

O Twitter lançou uma nova versão de uma das principais ferramentas da rede social, o TweetDeck, que permite aos utilizadores terem várias colunas de ‘tweets’ à disposição de acordo com os temas que mais lhes interessem. Até agora gratuita, esta ferramenta passará a ser paga muito em breve.

Numa página dedicada ao apoio ao cliente, o Twitter explica que a nova versão do TweetDeck foi lançada para tentar mitigar os problemas que a antiga versão já vinha a sofrer. Serve recordar que o novo TweetDeck já estava em testes há cerca de dois anos e que permite aos utilizadores importarem todas as colunas que tinham na versão anterior.

MAIS: Twitter impõe limites diários para leitura de publicações

Infelizmente, parece que os utilizadores do TweetDeck não terão muito tempo para usar a nova versão uma vez que o acesso passará a ser pago.

Para continuarem a usar o TweetDeck os utilizadores terão de ter ativa uma subscrição Blue, o que significa que terão de pagar para ter a respetiva conta verificada na rede social. Diz a página de apoio ao cliente do Twitter que o novo TweetDeck passará a ficar acessível apenas para utilizadores verificados no prazo de 30 dias.

Jovens angolanos alertados dos perigos na exposição de nudez nas redes sociais

Os jovens angolanos devem evitar a exposição de nudez nas redes sociais, principalmente da franja feminina, visto que isso pode aliciar fenómenos de sequestros e tráficos de seres humanos, segundo o sociólogo André Celestino.

O acadêmico que falava em entrevista a ANGOP, no âmbito do dia mundial das redes sociais celebrado na última sexta-feira (30), desincentivou a propagação da imoralidade nas redes sociais, que só proporciona desvios na convivência social.

No seu discurso, o especialista falou sobre a necessidade dos usuários das redes sociais prestarem mais atenção aos falsos perfis de pessoas com protagonismo social, criados nestas ferramentas tecnológicas, com o objetivo da promoção de burlas, por via de promessas de empregos.

Ainda nesta senda, o engenheiro informático, João Vasconcelos, aconselha os cidadãos a utilizar as redes sociais na partilha de conhecimentos para a autoprofissionalização, bem como a promoção de negócios.

MAIS: Jovens angolanos aconselhados a utilizar com responsabilidade as redes sociais

Defendeu também a criação de ferramentas para regulamentação do uso das redes sociais, para o combate dos fenómenos de “fake news”, burlas e relacionamento desmedido que afetam um grupo de pessoas vulneráveis.

Já o jurista Agostinho Machado apelou às pessoas a manter-se vigilantes na exposição de imagens e conteúdos “nocivos” que afetam a vida privada das pessoas, sob pena de incorrer no cometimento de crimes contra honra, injúria e calúnia, puníveis na legislação angolana.

A publicação de imagens de pessoas sem o seu consentimento pode constituir-se um crime contra a dignidade da pessoa humana”, lembrou.

Lamentou pelo facto destes crimes serem recorrentes na sociedade angolana, desincentivando tais práticas.

WhatsApp vai facilitar transferências de conversas entre dispositivos

O WhatsApp vai facilitar a transferência de históricos de conversas entre telemóveis com o mesmo sistema operativo, com a app a permitir a transferência com apenas um código QR.

Como conta o site Android Headlines, para transferir as conversas entre telemóveis bastará gerar um código QR com o telemóvel de destino e ler com o novo telemóvel para a transferência ser feita. Fica de parte a necessidade que, até aqui, exigia que os utilizadores usassem serviços de armazenamento de ‘cloud’ como o Drive e o iCloud.

MAIS: O WhatsApp encerrou oficialmente a sua app para desktop

Há algum tempo que o WhatsApp está a trabalhar nesta funcionalidade, com relatos de que a funcionalidade já foi avistada em abril. É provável que a capacidade comece a surgir para mais utilizadores à medida que a mais recente atualização do WhatsApp surja para mais utilizadores.

Aberta terceira edição do campeonato de jogos eletrónicos em corrida de carros virtuais

Já foi lançada a terceira edição do campeonato de jogos eletrónicos em corrida de carros virtuais, denominado “Speed eRacing”, que tem como objectivo profissionalizar a atividade desportiva no país.

Com o selo da Refriango e da AOX Games, o Speed eRacing consiste na participação de uma corrida composta por seis carros virtuais, que competem entre si, onde esta edição de 2023 prevê juntar mais de cinco mil competidores angolanos, acima dos 15 anos de idade.

Para Ascenso Mavita, gestor da Speed e um dos organizadores do evento, as eliminações serão feitas através de etapas, sendo a primeira de 26 de junho a 9 de julho, resultando na seleção dos 12 melhores finalistas.

A segunda, de acordo com o responsável, vai de 10 a 30 de julho, na qual serão selecionados também 12 finalistas, sendo a terceira etapa, que determinará a escolha dos finalistas, decorrerá de um a 15 agosto e a grande final está prevista para o dia 26 do mesmo mês.

Informou ainda que o primeiro classificado receberá o valor de 750.000 mil kwanzas, o segundo 350 mil kwanzas e o terceiro o valor de cem mil kwanzas, respetivamente.

Existe uma enorme comunidade de jovens amantes dos desportos eletrónicos que tema a oportunidade de mostrarem as suas habilidades e a se potencializarem em eventos internacionais”, disse Ascenso Mavita, em entrevista a ANGOP.

De informar que a primeira e segunda edição do Speed eRacing foram em 2021 e 2022, respetivamente, com a participação de mais de oito mil gamers.

Para além da competição, o Speed eRacing 2023, o evento vai também promover discussões sobre temas transversais ao universo, entre os quais “Inteligência Artificial dentro dos eSport”, Profissionalização do Mercado de eSport em Angola”, Games e Educação“ e eSport como modalidade olímpica.

Meta lança uma nova rede social para rivalizar com o Twitter

Numa semana onde o Twitter, rede social do Elon Musk, anunciou que o número de publicações que poderiam ser visualizadas por dia pelos usuários teria o seu número limitado, a Meta, empresa de Mark Zuckerberg, anunciou o “Threads”.

A Threads, uma app criada pela Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp) para rivalizar com o Twitter, será aparentemente lançada esta quinta-feira, dia 6 de julho. Na verdade, as páginas oficiais da aplicação já estão disponíveis tanto na Play Store da Google como na App Store da Apple.

Ao que parece, os novos utilizadores da Threads terão a capacidade de ligar a conta ao Instagram e começar a seguir todas as pessoas que já seguem na rede social. No entanto, a Threads parece estar a ser promovida como uma rede social independente.

“O Threads é onde as comunidades se reúnem para conversar sobre tudo, dos tópicos importantes de hoje em dia até ao que estará em alta amanhã”, pode ler-se na página dedicada na loja virtual da Google. “Não importa o seu interesse, pode seguir e conectar-se com os seus criadores de conteúdo favoritos e outras pessoas com as mesmas paixões — ou criar um público leal para partilhar as suas ideias, opiniões e criatividade com o mundo”.

Assim como o Twitter, um recurso que chama atenção na apresentação do Threads é a possibilidade de escolher quem poderá responder às publicações feitas na rede social.

O Threads permitirá que o usuário mantenha as respostas visíveis para o público ou apenas para os seguidores.

Angola, RDC e Zâmbia ligadas por fibra óptica

Angola, República Democrática do Congo (RDC) e Zâmbia tem agora uma ligação de fibra óptica conjunta, onde o plano de expansão da rede de fibra óptica terrestre prevê atingir “canais ópticos” de até 100 Gbps cada.

A inauguração da referida infraestrutura tecnológica contou com as presenças do Presidente da República, João Lourenço, e os homólogos da República Democrática do Congo (RDC), Félix Tchisekedi, e da Zâmbia, Hakainde Hichilema, onde a ligação entre Angola e a RDC vai ser feita entre as operadoras Angola Telecom e a Liquid DRC, através de dois circuitos ponto-a-ponto.

O primeiro vai interligar Luanda e Kinshasa, numa extensão de 1.150 quilómetros, com capacidade de 40 Gbps. O segundo ponto é entre Luanda e Cabinda, passando por Nóqui, na província do Zaire, numa extensão de 690 quilómetros, possibilitando o acesso aos serviços de voz e dados a usuários nacionais e internacionais.

Quanto a ligação com a Zâmbia, vai ser realizada entre as operadoras Unitel e a MTN, a partir da zona de Karipande (província do Moxico), zona fronteiriça com a Zâmbia, até à estação PoP da empresa Angola Cables, em Luanda, com uma extensão de aproximadamente 2.000 quilómetros.

Esta ligação de fibra óptica entre os dois países enquadra-se no âmbito do Plano Estratégico do Executivo de tornar Angola num hub regional, alinhado aos objetivos da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Apple com problemas na produção dos seus óculos de realidade virtual

A Apple apresentou em junho os Vision Pro, os seus primeiros óculos de realidade virtual e aumentada que representam a entrada num novo segmento de mercado. Apesar do entusiasmo e confiança da Apple neste novo produto (o primeiro desde a introdução do Apple Watch) parece que a empresa também está a adotar uma atitude mais cautelosa.

Diz o Financial Times que a meta da Apple de vender um milhão de unidades dos Vision Pro no primeiro mês após o lançamento foi reduzida. As informações que estão a circular indicam que um dos parceiros da Apple produzirá apenas 400 mil unidades dos Vision Pro em 2024, com outros dois fornecedores a receberem encomendas para até 150 mil unidades para o próximo ano.

MAIS: Conheça os Vision Pro. Os óculos de realidade aumentada da Apple de 2 Milhões de Kwanzas

Aparentemente, grande parte dos problemas da Apple estão relacionados com os dois ecrãs micro-OLED, com a produção a ser mais complicada do que outros painéis com diferentes tecnologias.

Ainda é cedo para termos certezas no que diz respeito aos Vision Pro, pelo que é uma questão de tempo para esperarmos como a Apple pretende comercializar este primeiro produto. Serve também recordar que a Apple pretende lançar no futuro um segundo modelo de preço mais acessível.

Consultório MenosFios: Descubra o destino de qualquer avião com este aplicativo

Certamente que quando vê um avião no céu já se perguntou qual o seu país de destino, ou mesmo qual o seu modelo. A aplicação PlaneAboveMe utiliza o microfone do iPhone para captar a presença de sons gerados por aviões. E quando deteta, este ativa os dados de APIs e acede aos detalhes de voo, mostrando fotografias desse modelo que se encontra a voar sobre si.

A aplicação destina-se aos fãs da aeronáutica ou simplesmente curiosos que querem saber mais sobre os aviões que passam sobre si. Esta mostra também o atual percurso do avião, sendo possível pesquisar a localização e o número de voo.

                 

O utilizador pode fazer um scan ao céu manualmente, ou deixar que a app detete automaticamente os voos. O developer salienta que os dados são apenas recolhidos dos voos perto do local onde está a usar a aplicação. E que estes nunca são armazenados ou enviados para outros locais. O mesmo para os sons captados dos aviões, que servem apenas para identificação dos aparelhos.

Pode fazer o download gratuito da aplicação para smartphones iOS.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Mais de 5 mil milhões de telefones abandonados vão ser reciclados

O lixo eletrónico é uma realidade e há vários anos que se tenta combater. As medidas podem ser simples, mas muitos efetivas, como se tem visto. Agora, uma coligação de vários operadores e a GSMA querem reciclar 5 mil milhões de telefones abandonados.

A GSMA associou-se a 12 operadores para dar uma nova vida aos 5 mil milhões de telefones abandonados no planeta. Quer aproveitar estes equipamentos e reciclar a maioria dos metais nobres e outros materiais presentes. A lista das operadoras é a seguinte: BT Group, Globe Telecom, GO Malta, Iliad, KDDI, NOS, Orange, Proximus, Safaricom, Singtel, Tele2 e Telefonica.

O plano a aplicar está definido e assenta em duas medidas que se esperam venham a ser cumpridas na íntegra pelos operadores. Espera-se que assim ajude a reduzir o lixo eletrónico que é gerado todos os anos em todo o mundo, já que um telefone recondicionado pode ter 87% menos impacto climático do que um aparelho novo.

  • Aumentar a devolução de telefones “ociosos” – Em primeiro lugar, estes doze operadores prometeram que, até 2030, o número de dispositivos móveis usados ​​recolhidos através dos seus programas de devolução será de pelo menos 20% do número total de novos equipamentos vendidos diretamente aos clientes.

MAIS: Lixo eletrónico acumulado em 2021 pesa mais do que a Grande Muralha da China

  • Promover a recuperação e evitar que os dispositivos vão para aterros ou incineração – Da mesma forma, estes doze operadores também se comprometeram a que, até 2030, 100% dos terminais usados ​​recolhidos através dos seus planos de recuperação serão reparados, reutilizados ou transferidos para organizações de reciclagem controlada.

A GSMA estima que os 5 mil milhões de telefones atualmente inativos poderiam recuperar 8 mil milhões de dólares em ouro, paládio, prata, cobre e outros minerais críticos. Vão ainda conseguir produzir cobalto suficiente para abastecer 10 milhões de baterias.