Como “prevenir” o roubo da marca na Internet

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A prevenção de roubo de uma marca de conhecimento público na internet passa, necessariamente, pela criação de um website que reúna de forma interligada todos os seus canais digitais existentes nas diversas mídias sociais por parte do proprietário dela.

Existem, por exemplo, pequenas, médias ou grandes empresas, agências, organizações com ou sem fins lucrativos e pessoas singulares que desempenham uma atividade ou apenas estão presentes para facilitar a comunicação nas principais redes sociais, tais como: Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, LinkedIn e TikTok, entre outras, bem conhecidas do público nacional e internacional devido à inexistências de fronteiras no mundo digital, e que, de alguma forma, seja pelo nome, seja pelo trabalho, tornaram-se uma marca, mas não possuem um website.

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Isso pode ser entendido como não adequação institucional ao contexto tecnológico mundial, compromete o futuro da empresa, agência ou projeto na internet e pode ser interpretado, também, como falta ou limitação de visão tecnológica. Porque deixa a marca e o público-alvo virtualmente vulneráveis à perda para um concorrente no mundo digital. Porque, mesmo que a marca já esteja registrada fisicamente, ele poderá usurpá-la virtualmente através de um trabalho de SEO (otimização de site para os motores de busca) e, dessa maneira, acabar ganhando e retendo na web e na base de dados o público-alvo. E será lamentável se isso acontecer, principalmente para as marcas de pessoas, agências, empresas ou de portais de mídias sociais (p. ex.: páginas do Facebook, canais do YouTube, perfis do Instagram) que já são muito conhecidas!

Isso se aplica às empresas, agências, organizações, portais e pessoas singulares que não tenham um site tanto quanto se aplica às que já tenham mas que, do endereço à estrutura dele, não se ajustam à marca, público consumidor e ao segmento de mercado em que estão inseridas, devido à má construção técnica, isto é, não profissional, a nível de SEO.

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