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Domingo, Abril 12, 2026
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Exames multimédia para obter carta de condução entra em vigor no Cuanza Sul

Os exames multimédias já estão a ser realizados na província do Kwanza Sul, com a inauguração de uma sala tecnológica com a capacidade para atender 25 alunos.

A solução tecnológica foi inaugurada pelo comandante da Polícia Nacional no Cuanza-Sul, Filomeno Araújo, onde vai permitir a realização de exames multimédia aos condutores.

De informar que o modelo de exame escrito multimédia para a obtenção de Carta de Condução já estão disponíveis em várias províncias do país, onde esta operacionalidade surge nos termos do Código de Estrada e a sua implementação vai trazer vários benefícios, principalmente na eliminação da intervenção humana durante o teste.

O exame multimédia vai permitir que o examinado seja acompanhado em tempo real e o resultado processo em tempo recorde. Com isso, explicou o superintendente-chefe, o Governo está a cumprir o estipulado por Lei, no artigo 119º, do Código de Estrada e do Regulamento do Ensino da Condução e Habilitação Legal para a Condução.

MAIS: Luanda. Exame multimédia para obter carta de condução entra em vigor

Segundo o responsável do Departamento de Habilitação de Condutores da Direção de Trânsito e Segurança Rodoviária, superintendente-chefe Angelino Sarrote, o novo modelo escrito de exames vai adequar-se aos parâmetros regionais dos países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e normas internacionais, bem como permite um maior rigor na aptidão de novos condutores, lisura e imparcialidade dos examinadores.

O responsável avançou que os exames multimédia fazem parte do Projeto da Estratégia Nacional de Prevenção e Segurança Rodoviária 2023 – 2027, pelo facto de dar uma maior lisura e rigor na atribuição de novo resultado, afastando uma possível empatia ou apatia de quem examina.

EUA. Florida proíbe redes sociais a menores de 14 anos

O governador do Estado norte-americano da Florida, Ron DeSantis, assinou hoje uma lei que proíbe os menores de 14 anos de terem contas em redes sociais e impõe novas restrições no acesso a sites de conteúdos pornográficos.

O republicano assinou o documento apesar das críticas de várias organizações, que alertam para a possível violação da Primeira Emenda da constituição dos EUA, que garante a liberdade de expressão.

As redes sociais prejudicam as crianças de várias formas“, justificou DeSantis num comunicado onde destaca que a lei permite aos adolescentes de 14 e 15 anos terem contas nas redes apenas com o consentimento dos pais.

Para além de restringir o acesso a redes sociais aos menores de 14 anos, a lei HB3 impõe ainda restrições como a obrigatoriedade de verificação da idade dos utilizadores para terem acesso a sites de conteúdos pornográficos.

Nesse sentido, ordena também a eliminação de todas as contas de menores às empresas, que incorrem em multas de até 50 mil dólares se não o fizerem, segundo a NBC News.

MAIS: Angola com crescimento notável no uso das redes sociais

DeSantis vetou um texto anterior, aprovado pela câmara dos representantes da Florida que estabelecia a idade de proibição nos 16 anos e pedia uma identificação a todos os menores para poderem aceder às redes.

Com esta medida, a Florida junta-se a Estados como o Arkansas e o Utah, que já implementaram o veto das redes sociais para os menores de idade.

A associação NetChoice, que defende a liberdade de expressão na internet, classificou como “dececionante” que DeSantis tenha assinado uma lei que pode violar a Primeira Emenda relativamente ao acesso aos recursos da rede.

Este nível de recolha de dados coloca em risco a privacidade dos cidadãos da Florida e viola os seus direitos. É preocupante para a segurança na rede de todos os cidadãos e crianças da Florida“, afirmou a associação, em comunicado.

Angola conta com 26 milhões de subscritores de telefonia móvel

Angola conta com 26 milhões de subscritores de telefonia móvel, informou o secretário de Estado para as Telecomunicações e Tecnologias de Informação. Pascoal Borges Alé Fernandes.

Segundo o dirigente, que falava na 4.ª Reunião Plenária Ordinária da 2.ª Sessão Legislativa da V Legislatura, reagiu ao voto favorável ao Acordo sobre a Organização Internacional, denominada Smart Africa Alliance, concebido para transformar o continente africano num único mercado digital, fez referência, também, a outros programas, com destaque para a implementação de projetos como o “Angola Online”, implementado nos centros urbanos.

Pascoal Borges Alé Fernandes apontou, ainda, o projeto Conecta Angola, direcionado às áreas remotas que nunca tiveram qualquer serviço de telecomunicações, com um universo de 20 mil pessoas, que usam o serviço de internet, por via do Angosat 2.

Há outros em carteira, para reforçar a massificação do uso da internet no país, no quadro dos investimentos em infraestruturas e de cabos submarinos”, disse.

O presente acordo estabelece, segundo o secretário de Estado, vantagens nos domínios de obtenção de apoios na implementação de programas de desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação, assim como na mobilização de recursos financeiros junto dos parceiros e do sector privado.

MAIS: Conheça a atual quota de mercado de telefonia móvel de Angola

A Smart Africa Alliance é uma Organização Não Governamental (ONG) constituída por países africanos que aderiram ao Manifesto de 29 de outubro de 2013, pela União Africana (UA), Comissão Económica para África (ECA), Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Banco Mundial (BM), União Internacional de Telecomunicações (UIT) e pelo sector privado.

É uma plataforma que facilita o intercâmbio e o conhecimento entre os membros, com o fito de transformar o continente africano num mercado digital único e acelerar o desenvolvimento sócio-económico sustentável, através da utilização das tecnologias de informação e comunicação.

O instrumento jurídico referente à adesão de Angola ao Manifesto da Smart Africa Alliance, assinado no dia 29 de Junho de 2022 pelo engenheiro Manuel Homem, na altura ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, garante aos membros melhor acesso aos serviços de banda larga.

Angola ratifica adesão à plataforma Smart Africa Aliance

A Smart Africa Alliance é uma plataforma que acelera o desenvolvimento socioeconómico e sustentável, através da utilização de tecnologias de informação e comunicação, garantindo melhor acesso aos serviços de banda larga, e visa em última instância, a transformação do continente africano num mercado digital único.

A plataforma acelera o desenvolvimento socioeconómico com a utilização de tecnologias de informação e comunicação, garantindo melhor acesso aos serviços de banda larga. Nesta semana, Angola acabou de aderir com a retificação feita via Assembleia Nacional.

A aprovação pelo Parlamento do acordo de adesão de Angola ao manifesto da Smart Africa Alliance, vai permitir a obtenção de apoios para a implementação de programas de desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação, assim como a mobilização de recursos financeiros junto dos parceiros e do sector privado.

ATUALMENTE encontram-se na plataforma cerca de 30 e tal países africanos.

A digitalização das economias dos países africanos, sustentada por uma plataforma que os liga entre si, exige numa primeira fase investimentos significativos em infraestruturas e tecnologia, mas a médio e longo prazo pode trazer enormes ganhos aos que estiverem dentro deste mercado digital único.

Um dos programas ativos da organização é o projeto de rede “One Africa”, que visa tornar comunicações transfronteiriças seguras, acessíveis e de boa qualidade, apoiando milhões de africanos e mantendo ao mesmo tempo, o tráfego contínuo em África. O plano pretende também demonstrar que uma regulamentação clara e harmoniosa nas diferentes zonas regionais africanas beneficiará os utilizadores finais e as empresas, de forma geral.

Quais são os parceiros que fazem parte da plataforma?

Na plataforma da Smart Africa Alliance, podemos encontrar desde a Google, Microsoft, Meta, Orange, Intel, Ericsson, AWS, HPE. Na lista encontram-se uma gama de empresas e parceiros que tem ajudado vários países africanos a atingirem os seus objetivos com a adesão à plataforma.

OpenAI pondera lançar rival da Siri da Apple

Mais conhecida pela sua ferramenta de Inteligência Artificial (IA) generativa – o ChatGPT – a OpenAI parece estar a desenvolver o seu próprio assistente digital por voz semelhante à Alexa da Amazon e à Siri da Apple.

Como conta o Business Insider, foi avistada uma candidatura de marca registada da OpenAI para desenvolver assistentes digitais de voz e um motor de voz, o que aponta para a intenção de lançar este tipo de funcionalidade.

MAIS: Dona do ChatGPT vai lançar novo modelo de IA

Notar que a OpenAI se encontra a trabalhar atualmente na próxima geração da sua IA de nome GPT-5, a qual tem previsão de lançamento ainda para este ano.

Consultório MenosFios. Como medir a velocidade da sua internet pelo Ookla Speedtest

A Ookla Speedtest é uma plataforma que permite medir tanto a velocidade quanto a qualidade da Internet nos telefonesAndroid e iPhone (iOS), assim como no computador. A ferramenta fornece dados sobretaxa de download e upload, latência, e ainda mostra a localização do servidor sendo utilizado pela operadora que fornece a rede.

No Consultório MenosFios de hoje, juntamente com a Unsplash, vamos mostrar como medir a velocidade da sua internet pela Ookla Speedtest. O tutorial foi realizado no aplicativo para iOS num iPhone 11, mas também é possível usar a ferramenta direto de um navegador web pelo celular ou pelo PC.

  1. Baixe o aplicativo da Ookla Speedtest ou acesse o site da plataforma pelo navegador web:

    O aplicativo da Ookla Speedtest está disponível de graça na App Store, em iPhones, ou na Google Play Store, no Android.

  2. Clique em “Iniciar”:

    Logo na primeira tela de aplicativo ou do site, inicie o teste de velocidade e aguarde.

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Aguarde alguns segundos:

A ferramenta vai encontrar o servidor mais próxima da sua localização e medir latência e velocidade de download e upload.

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Veja os resultados:

Quando o teste for concluído, o aplicativo vai mostrar os resultados de desempenho da sua Internet.

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Como medir a velocidade da internet no PC

  1. Acesse o site da Ookla Speedtest pelo navegador web;
  2. Clique em “Iniciar”;
  3. Aguarde alguns segundos;
  4. Veja os resultados.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Comissão Europeia ameaça com multas as principais empresas tecnológicas

A Comissão Europeia abriu hoje investigações de incumprimento contra a Alphabet (da Google), Apple e Meta (dona do Facebook) ao abrigo da nova lei dos mercados digitais, ameaçando com multas de até 10% da faturação destas ‘gigantes’ tecnológicas.

Hoje, a Comissão Europeia deu início a investigações de incumprimento ao abrigo da Lei dos Mercados Digitais relativamente às regras da Alphabet sobre a orientação no Google Play e a autopreferência na Pesquisa Google, às regras da Apple sobre a orientação na App Store e o ecrã de escolha para o Safari e ao modelo de pagamento ou consentimento da Meta” por suspeitar que “as medidas adotadas por estes controladores de acesso não permitem o cumprimento efetivo das obrigações que lhes incumbem por força da nova lei“, indica a instituição em comunicado.

Em concreto, no que toca à Alphabet e à Apple, o executivo comunitário afirma estar “preocupado com o facto de as medidas poderem não ser totalmente conformes, pois impõem várias restrições e limitações”.

Abrangidos estão serviços como Google Shopping, Google Flights e Google Hotels e, sobre a Apple, estão em causa aplicações de software no sistema operativo iOS.

Já relativamente à dona do Facebook, Bruxelas diz estar “preocupada com o facto de a escolha binária imposta pelo modelo ‘pagar ou consentir’ da Meta poder não oferecer uma alternativa real no caso de os utilizadores não consentirem, não atingindo assim o objetivo de impedir a acumulação de dados pessoais pelos controladores de acesso”.

Bruxelas tenciona concluir o processo iniciado hoje no prazo de 12 meses sendo que, se confirmar existência de infração, pode aplicar coimas até 10% do volume de negócios total da empresa a nível mundial, que ascendem a 20% em caso de infração repetida, segundo as regras da nova diretiva.

Perante infrações sistemáticas, a Comissão Europeia pode ainda adotar medidas corretivas adicionais, como obrigar um controlador de acesso a vender uma empresa ou partes da mesma, ou proibir o controlador de acesso de adquirir serviços adicionais relacionados com o incumprimento sistemático, está ainda previsto.

Em causa está a nova Lei dos Mercados Digitais, que se aplica aos ‘gatekeepers’, empresas que, por vezes, criam barreiras entre empresas e consumidores e controlam ecossistemas inteiros, constituídos por diferentes serviços de plataforma, tais como mercados em linha, sistemas operativos, serviços em ‘cloud’ ou motores de busca ‘online’.

São alvo desta designação de intermediárias de conteúdo as plataformas digitais com um volume de negócios anual na União Europeia (UE) ou valor de mercado de, pelo menos, 7,5 mil milhões de euros, que operem em pelo menos três Estados-membros e tenham mais de 45 milhões de utilizadores ativos mensais.

Em vigor na UE desde novembro de 2022, a Lei dos Mercados Digitais estipula regras sobre o que as empresas tecnológicas com estatuto de ‘gatekeepers’ são ou não autorizadas a fazer na UE, uma espécie de lista negra com regras para estas grandes plataformas.

Hoje, foi ainda anunciado que, além das questões alvo de investigação, a Comissão Europeia quer esclarecer se a nova estrutura de taxas da Apple para as lojas de aplicações alternativas e as práticas de classificação da Amazon no seu mercado respeitam a nova Lei dos Mercados Digitais.

A instituição veio ainda hoje exigir documentos à Alphabet, à Amazon, à Apple, à Meta e à Microsoft para controlar a aplicação efetiva e o cumprimento das suas obrigações, de acordo com o comunicado de imprensa.

Africell vai construir mais de 700 torres de comunicações

A Africell vai investir mais de 105 milhões de dólares na construção de mais de 700 torres em quatro províncias, medida que se insere no programa de construção de infraestruturas próprias.

Segundo o que é revelado pelo Valor Económico, essa decisão também se enquadra pelo fracasso na negociação de utilizar as torres da Unitel, algo que tinha sido prometido pelas autoridades angolanas.

De acordo com as informações que chegaram a redação da MenosFios, o preço estipulado pela Unitel para a partilha das infraestruturas foi o primeiro constrangimento, visto que a Africell considerou “bastante elevado”, enquanto a Unitel defendia cobrar um “preço justo” tendo em conta que o investimento feito estava avaliado em cerca de 5 mil milhões de dólares.

Outro senão, as infraestruturas da Unitel revelaram-se alegadamente sem capacidade para albergar mais de uma operadora, como revelou a Africell.

MAIS: Africell Angola lança serviço de televisão móvel gratuito

Por sua vez, Miguel Geraldes, CEO da Unitel, argumentou que a partilha não foi possível porque Africell é também o seu cliente. “Nós prestamos circuitos à Africell nas zonas fora de luanda“, afirmou.

Entretanto, o CEO da Unitel, empresa com a maior rede de infraestruturas do país, diz que Angola está nas melhores posições do continente ao nível de infraestruturas de telecomunicações.

Conheço várias fibras nacionais na região e vários países, apenas nos comparamos com a África do Sul, e neste momento já há comparações com o Quénia. Além destes, não há outro país onde tenha um nível nacional de fibra óptica nacional como temos em Angola“, afirmou.

Startup Digital Lab entre os finalistas da competição internacional “Gaming Startup Retreat”

A startup angolana Digital Lab, um Indie Game Studio inovador, dedicado a criar experiências interativas e contar histórias cativantes por meio do desenvolvimento de videogames, é uma das finalistas do Demo Day da competição internacional “Gaming Startup Retreat”, organizada pela Startup Madeira, eGames Lab e pelo Nova SBE Haddad Entrepreneurship Institute no dia 26 de março de 2024.

Segundo o que foi revelado pelo founder da startup Marcelo Gomes, em entrevista ao Founder Institute Luanda, a Digital Lab vai apresentar o seu projeto “The Village”, uma trilogia que narra a história de uma jovem angolana que se torna mestre de capoeira. Situado em Angola no final do século XVIII, o jogo promete ser uma fonte rica de histórias culturais angolanas, proporcionando uma experiência imersiva e envolvente.

MAIS: Startup Digital Lab representa Angola no Gaming Startup Retreat

Destacando-se como um dos finalistas da segunda edição do evento, a startup angolana aproveitou a ocasião para expor o seu ecossistema internacional de videogames, onde nas seis semanas do programa, a equipa se dedicou intensamente para se preparar da melhor forma possível para o DemoDay, um evento direcionado à comunidade de jogos, investidores e stakeholders do ecossistema europeu de videogames.

A DigitalLab teve também a oportunidade de colaborar com empresas renomadas, como InfinityGames e RedCatPig, estúdios de destaque em Portugal, bem como estúdios alemães como a Bytro, que possuem uma forte presença no mercado de jogos móveis. Além disso, contaram com mentores que contribuíram para grandes produções de consoles, como The Witcher 3, Wolfenstein, StarCitizen, entre outros, abordando diversos aspetos, desde o design de som e jogo até questões relacionadas à análise de mercado, licenciamento e publicação de jogos.

A delegação que representou Angola no evento foi liderada pelo fundador Marcelo Gomes, especialista em Arte Técnica e Design de Níveis de jogos, juntamente com Vivaldo Zacarias, Agile Coach. Durante o evento, eles estabeleceram contactos importantes com instituições como Digital Valley e eGamesLab, o consórcio de videogames português.

Nvidia. “Programar vai deixar de ser essencial devido à IA”

O CEO da Nvidia, Jensen Huang, voltou a tecer comentários sobre a importância de aprender a programar e, tal como tem vindo a acontecer até aqui, o executivo deu a entender que esta capacidade deixou de ter a relevância que tem vindo a ter até aqui.

Em conversa com os jornalistas durante o evento desta semana da Nvidia, Huang explicou que a programação será, no futuro próximo, algo que poderá ser assegurado em grande parte por Inteligência Artificial (IA).

Penso que as pessoas têm de aprender todo o tipo de conhecimentos, afirmou Huang, adiantando, contudo que a programação não será essencial para teres sucesso na vida. “Mas se alguém quiser aprender [a programar], por favor façam-no porque estamos a contratar programadores”.

MAIS: Mulheres angolanas devem apostar na programação computacional

Huang explicou também que, para que uma IA generativa seja bem sucedida, terá de ter alguém com uma grande variedade de conhecimentos para conseguir usar uma ferramenta de IA generativa.

“Não tens de ser um programador de C++ para teres sucesso. Tens apenas de ser um engenheiro de comandos. E quem é que não pode ser um engenheiro de comandos? Quando a minha esposa fala comigo, está a ser engenheira de comandos comigo. Todos temos de aprender a comandar IA, mas isso não difere de aprender como comandar colegas de equipa, explicou Huang de acordo com o site TechRadar.