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Sábado, Abril 11, 2026
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Onze startups graduadas na 5ª edição do Angola Virtual do Founder Institute Luanda

Onze startups formaram-se no mais recente programa “Angola Virtual” da 5ª edição do Founder Institute Luanda (FIL), que culminou com um pitch dos novos “founders”, bem como uma avaliação dos mentores e que contou com a presença de investidores, líderes empresariais angolanos e anteriores graduados numa cerimónia de graduação virtual.

Confira abaixo as startups graduadas, juntamente com os seus FIAlumni:

  • Ana Furtado – Founder @ Wisevest – Fintech / Investment management
  • Hamilton Lumati – Founder @ BioAngola – Cleantech
  • Pedro Nolasco – Founder @ OngueYa – Marketplace / Travel
  • Rosa Futy – Founder @ Ukóbica – Marketplace / Recruitment & Career
  • Silvestre da Encarnação – Founder @ Sota & SLAC – Marketplace / Jobs
  • Yasmim Conceição – Founder @ Horta Vertical – Agribusiness 
  • Hermenegilda Silvestre – Founder @ HES-GIL – Agribusiness / Food processing
  • Osvaldo Constantino – Founder @ Donleak – Automation
  • Delfim Lemos – Founder @ Nulongi – Edtech – Career Orientation
  • Timóteo Domingos da Gama – Founder @ Lifter – Marketing / Advertising platform
  • João Freitas – Founder @ Dives Inc – Professional Services / Cybersecurity

Pelo que se pode ver nas apresentações, as startups graduadas estão a criar soluções por construindo novos modelos de negócios e preparando-se para atrair financiamento semente.

O evento contou ainda com a palestra inspiradora da empreendedora social e mentora de startups Lucia Fernandes Stanislas, fundadora de “Mwika Impactista”, que compartilhou insights valiosos sobre o mundo do empreendedorismo e inovação de impacto social.

O Founder Institute Luanda faz parte da rede mais conceituada do mundo para transformar ideias em startups financiáveis, e startups em negócios globais. Em Angola desde 2018, os seus programas de aceleração ajudaram mais de 40 empreendedores a criar as suas startups e estão na senda de atrair investimento semente para as startups mais promissoras do portfolio.

A nível global o Founder Institute já fez captação de mais de US$ 1,75 bilhão em financiamento. A nossa missão é capacitar comunidades de pessoas talentosas e motivadas para construir empresas de base tecnológica impactantes em todo o mundo.

Meta disponibiliza versão nativa do WhatsApp para Macs

A Meta anunciou o lançamento de uma nova aplicação do WhatsApp dedicada aos Macs, o que permitirá ao serviço de mensagens tornar-se um rival mais forte do Zoom nos computadores da Apple.

Além de permitir trocar mensagens por via de uma app dedicada, esta aplicação do WhatsApp também conta com a capacidade de realizar chamadas de voz ou vídeo em grupo.

A lançar uma nova app do WhatsApp para Mac. Com videochamadas com até oito pessoas e até 32 pessoas só com áudio, pode ler-se na publicação partilhada pelo fundador e CEO da Meta, Mark Zuckerberg, no respetivo canal de Instagram.

Angola Telecom e TV Cabo entre as empresas a ser privatizadas pelo PROPRIV

A Multitel, Angola Telecom e TV Cabo são as empresas do sector das telecomunicações que vão ser privatizados, por via de concurso público, disse esta terça-feira o porta-voz adjunto do Programa de Privatizações (PROPRIV), Ottoniel dos Santos.

O também secretário de Estado do Tesouro, que falava em conferência de imprensa, a saída da Reunião Interministerial sobre o Programa de Privatizações, disse que “estas empresas vão entrar agora na fase de privatização, e, então, viemos aqui dar uma informação a própria Comissão Interministerial de como é que o processo vai decorrer”.

O Programa de Privatizações (PROPRIV) teve o seu início em meados de 2019 e visa, essencialmente, fortalecer o sector privado de Angola, tornando-o mais eficiente e competitivo. Afigura-se como uma das linhas condutoras da reestruturação e redimensionamento do Sector Empresarial Público (SEP).

MAIS: 10 empresas de telecomunicações em Angola serão privatizadas

O PROPRIV enquadra-se na Reforma das Finanças Públicas, tendo em vista a promoção da estabilidade macroeconómica, o aumento da produtividade da economia nacional e o alcance de uma distribuição mais equitativa do rendimento nacional.

No âmbito deste programa, dentre os vários ativos privatizados, consta os bancos BAI, BCI e Caixa Angola

Reveladas todas as cores do iPhone 15

Tudo indica que a Apple deverá apresentar a nova geração de telemóveis – a série iPhone 15 – no decorrer do mês de setembro, com os rumores que surgem a darem algumas informações do que a empresa pretende lançar. Entretanto, foi partilhada uma imagem no Reddit que parece ter revelado todas as cores dos novos modelos.

A imagem em questão foi partilhada no Reddit, onde são reveladas as cores que serão lançadas para o iPhone 15, iPhone 15 Plus, iPhone 15 Pro e iPhone 15 Ultra (Pro Max).

MAIS: Revelada capacidade mínima de armazenamento interno dos iPhone 15

No caso do iPhone 15 e do iPhone 15 Plus, estes telemóveis estarão disponíveis em cinco cores – nomeadamente negro, branco, azul, amarelo e coral. Já no que diz respeito ao iPhone 15 Pro e ao iPhone 15 Ultra (Pro Max) será possível escolher entre quatro cores – negro, cinzento escuro, branco e azul-escuro.

O anúncio oficial do iPhone 15 está previsto ter lugar entre os dias 12 e 13 de setembro, enquanto o lançamento deve estar marcado para o dia 22 de setembro.

Ministros da CPLP reconhecem o papel da tecnologia na erradicação da pobreza

Os ministros das Comunicações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) reforçam a necessidade do reconhecimento do papel das soluções digitais na erradicação da pobreza e promoção da prosperidade, bem como o contributo para avanços em todas as dimensões do desenvolvimento sustentável.

Segundo os responsáveis do sector das Comunicações da CPLP, falando na XI Reunião de Ministros da CPLP, as soluções digitais vem para trazer benefícios económicos, sociais e ambientais para todos, sem deixar ninguém.

MAIS: CPLP implementa “Agenda Digital” para servir como guião estratégico em matéria digital

Os ministros reafirmaram o compromisso com a prossecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), no quadro da implementação bem-sucedida da Agenda 2030 das Nações Unidas, no sector das Comunicações e trabalhar na Visão Estratégica da CPLP 2016 – 2026, que incentiva o aprofundamento da cooperação entre os Estados-membros, através da rede e do desenvolvimento de programas e conteúdos em língua portuguesa no âmbito das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Consideraram, ainda, o sector das Comunicações importante para assegurar a eficácia e eficiência dos serviços prestados pelo Estado e que potencia oportunidades de cooperação e concertação política para o desenvolvimento económico e social da CPLP.

“Angola Online” vai ganhar mais de 50 novos pontos de internet grátis

KODAK Digital Still Camera

Angola vai ganhar mais de 50 novos pontos de internet grátis no âmbito do programa “Angola Online”, sendo executado pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS).

Segundo o diretor-adjunto para área técnica do Instituto Nacional de Fomento da Sociedade de Informação (INFOSI), Marcos Damião, os novos pontos de acesso à internet grátis a serem instalados, em território nacional, juntar-se-ão aos atuais 127, perfazendo um total de 177 pontos do programa “Angola Online”, que vem com o objetivo principal de ajudar os estudantes das zonas carenciadas na pesquisa de conteúdos académicos e permitir mais troca de informações.

MAIS: Angolanos reclamam de falhas em telefonia e internet nos últimos dias

O “Angola Online” conta ainda com o apoio de várias empresas nacionais tecnológicas, com destaque para a Angola Telecom, TV Cabo, Internet Technologies Angola (ITA), UNITEL e a Zap Fibras, no âmbito das suas responsabilidades sociais, ao passo que nas áreas suburbanas serão instalados através do sistema VSat, ou seja, por via satélite e em cada ponto de acesso instalados 100 megabytes, para um alcance de 100 metros de distância, acoplados com pára-raios.

Marcos Damião frisou também que o processo de revitalização e colocação de novos pontos de acesso de internet gratuita começou no dia 23 do corrente mês e já permitiu com que as pessoas que vivem em zonas mais carenciadas das províncias de Luanda, Zaire, Moxico e Namibe beneficiem da iniciativa.

Starlink já com mais de 5 mil satélites na órbita da Terra

A SpaceX ultrapassou a marca dos cinco mil satélites Starlink em órbita, com o número total a estar agora nos 5.005 satélites desta rede que providencia Internet de alta velocidade a zonas remotas do globo.

O patamar dos 5 mil satélites foi ultrapassado com o lançamento da SpaceX do sábado passado, dia 26, onde foram adicionados mais 22 destes satélites à rede existente. Como é costume, este lote seguiu para a órbita da Terra por via de um foguetão Falcon 9, que descolou no cabo Canaveral no estado da Florida, nos EUA.

Serve recordar que o número atual de satélites ainda fica muito abaixo do desejado pelo patrão da SpaceX, que tem autorização para colocar em órbita mais 12 mil satélites e solicitou aprovação para mais 30 mil.

MAIS: Será que vale pena assinar a internet da Starlink? Saiba tudo sobre o serviço

De informar que a Starlink finalmente já vai chegar a Angola. A SpaceX anunciou que vai começar a operar no país no quarto trimestre de 2023, onde com uma internet até 220 MB/s pode alavancar uma nova realidade para os negócios do setor.

A conexão oferece velocidades de até 220 Mbps de download e 25 Mbps de upload em praticamente qualquer região do mundo. Aqui em Angola, espera-se que a companhia garanta 100% de cobertura nas águas territoriais.

Atualmente, a Starlink já está a aceitar pré-inscrição para o serviço, com um custo de 7.440 kwanzas (cerca de 9 dólares).

Para fazer a sua reserva, clica aqui.

Como é que funciona o processo de instalação dos Cabos Submarinos?

De certeza que muitos de nós nos últimos anos ouvimos falar muito dos cabos submarinos, aproveito para confessar que pessoalmente só comecei a ouvir falar do mesmo depois de a Angola Cables ter dado início as suas operações com a chegada dos cabos submarinos WACS, SACS e o MONET, porém antes disso já existia o cabo submarino SAT-3/WASC onde a Angola Telecom faz parte do consórcio.

Mas após tanto ouvirmos falar dos cabos submarinos, acredito que existe a curiosidade em saber como é que eles são instalados no fundo do mar? Como é que esses cabos são compostos? Dentre essas e várias perguntas que existem, vamos tentar responder por intermédio deste artigo.

Os cabos submarinos são essenciais para as transmissões de dados globais, respondendo por cerca de 99% desse tráfego. Esses cabos de fibra óptica conectam regiões através dos oceanos, constituindo a base da conectividade moderna, e a instalação desses cabos envolve um complexo processo que inclui estudos oceanográficos, mapeamento do terreno marinho e uso de embarcações especializadas.

Como é que é a estrutura interna de um cabo submarino?

A estrutura interna de um cabo submarino é composta por várias camadas. No núcleo, estão as fibras ópticas responsáveis pela transmissão dos dados. Essas fibras são cercadas por camadas de isolamento e proteção, como polietileno e materiais à prova d’água. Aliás, vale dizer que algumas camadas podem conter reforços de aço para garantir a resistência do cabo.

Estrutura interna dos Cabos Submarinos

Os materiais usados na fabricação de cabos submarinos para protegê-los contra danos incluem plástico, fios de aço, cobre e nylon. Esses materiais protegem os cabos contra danos causados pela vida selvagem e ações naturais, além de fornecer isolamento contra as condições adversas do ambiente submarino.

Vida útil dos cabos submarinos

A duração média de vida dos cabos submarinos é de cerca de 25 anos. No entanto, eles requerem manutenção periódica para verificar possíveis desgastes, rasgos ou instabilidades no fundo do mar que possam comprometer a sua integridade.

Quais são as etapas envolvidas na instalação de cabos submarinos?

Equipes de engenheiros, técnicos ambientais, geólogos e oceanógrafos colaboram para definir o trajeto do cabo de forma ambientalmente consciente. Após as aprovações legais, embarcações adaptadas começam a instalação, estendendo os condutes até a costa e, em seguida, no fundo do mar, seguindo trajetos definidos por softwares especializados. A instalação é realizada por embarcações especializadas, que utilizam equipamentos submersíveis controlados remotamente, sonares e GPS precisos para posicionar os cabos com segurança no fundo do mar.

A proteção dos cabos submarinos contra fenómenos naturais e a vida selvagem é alcançada por meio de estratégias como cobrir os cabos com sedimentos, “colchões de concreto” ou usar tubos articulados em áreas com relevo. Isso ajuda a prolongar a vida útil dos cabos e garantir a sua integridade diante das pressões do ambiente marinho, evitando danos por fenómenos naturais.

Quanto a manutenção, quais são os passos envolvidos?

Já antes da instalação do sistema, um estudo minucioso do terreno submarino é realizado para definir o melhor caminho que cause o mínimo impacto ambiental e maximize a durabilidade dos cabos. Tudo é cuidadosamente planeado para evitar interferências na pesca de arrasto e no tráfego de embarcações próximo aos portos.

Embora projetados para durar décadas, os cabos submarinos passam por avaliações periódicas. Nesse processo, os cabos são retirados do fundo do mar para verificar desgastes, rasgos e realizar substituições preventivas de componentes. Equipes utilizam veículos submersíveis equipados com câmeras especiais para inspecionar os cabos e realizar trocas de materiais, se necessário.

Menongue ganha pontos de acesso gratuito à internet “em banda larga”

A cidade de Menongue, capital do Cuando Cubango, ganhou três novos pontos de acesso gratuito à internet “em banda larga”, que surge no âmbito do projeto “Angola Online” do Instituto Nacional de Fomento da Sociedade da Informação (INFOSI).

Os pontos de acesso de internet restaurados ficam instalados no largo Doutor António Agostinho Neto, junto à Sede do Governo da província do Cuando Cubango, na Estação principal do Caminho-de-Ferro de Moçâmedes (CFM) e da Reitoria da Universidade Cuito Cuanavale (UCC).

O projeto, uma iniciativa do INFOSI, organismo público tutelado pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, visa promover o desenvolvimento da sociedade da informação em Angola.

Segundo o diretor-geral adjunto da instituição, Marcos Damão, falando para a ANGOP, disse que está medida ainda se enquadra da revitalização do projeto no Cuando Cubango e onde serão instalados em setembro próximo, seis novos pontos de acesso à internet no município sede de Manongue e nas comunas do Caiundo e Jamba Cuio, nos municípios do Cuchi e do Cuito Cuanavale.

MAIS: Moxico sem pontos de acesso de internet há vários anos

Quanto aos estudantes do território, consideram uma mais-valia a instalação de internet grátis no largo Doutor António Agostinho Neto e em outros pontos do casco urbano da cidade de Menongue, por permitir a investigação de conteúdos e matérias científicas sem quaisquer custos.

Acrescentaram que a internet grátis trará grandes vantagens a todos àqueles que se dedicam ao trabalho investigação e, também, aos que buscam informação, numa altura que o ano académico inicia em setembro próximo.

Erros de segurança cibernética a serem evitados

A proteção de dados sensíveis e a manutenção de práticas sólidas de cibersegurança tornaram-se primordiais para empresas de todas as dimensões, prevendo-se que os custos globais da cibercriminalidade atinjam 13 biliões de dólares nos próximos cinco anos. Para ajudar as empresas a fortalecer as suas defesas digitais, eis seis erros de cibersegurança a evitar:

  • Não se esqueça do seu sistema telefónico

Com as soluções de telefonia VoIP na nuvem, os funcionários podem aceder à extensão da empresa a partir dos seus telemóveis, utilizando aparelhos VoIP ou softphones de browser. Isto significa que estão ligados onde quer que estejam, através de um computador ou de um telemóvel.

No entanto, esta mobilidade e acessibilidade também trazem riscos de segurança, diz o CTO da Euphoria Telecom, Nic Laschinger. “Isto tem de ser mitigado na sua rede, assegura que tem uma segurança de dados melhorada – firewalls, antivírus, anti-malware, etc. – e verifica se o seu fornecedor também o faz.”

O seu fornecedor de telefonia pode encriptar os dados de voz e as informações de encaminhamento, com o uso de algoritmos e chaves de encriptação fortes para proteger as informações contra espiões (que querem ouvir as suas chamadas) e roubo de dados. O IPSec é a norma da indústria utilizada para proteger as comunicações na Internet.

  • Não trabalhe às cegas

Tony Walt, cofundador e diretor da empresa de software de cibersegurança Port443, afirma que muitas organizações ficam tão presas aos pormenores dos seus sistemas de segurança que não veem o panorama geral.

“Um grande erro que muitas organizações cometem é ver as métricas críticas, os alertas e os incidentes em todo o património das TICs (nuvem, rede, segurança) de forma isolada. Uma pequena alteração numa área pode ter consequências imprevistas noutra área. Por isso, é fundamental ter visibilidade de todo o património”, explica.

As empresas que utilizam fornecedores de sistemas que não oferecem monitorização em tempo real e relatórios sobre o tempo de inatividade, eventos de segurança e outros incidentes, perdem esta visibilidade crítica, diz Charlotte Koep, COO da plataforma insurtech Root.

“O tempo de inatividade e as vulnerabilidades das plataformas têm impactos comerciais importantes para as empresas. O sector dos seguros, por exemplo, é um espaço altamente regulamentado que lida com resmas de dados pessoais todos os dias. As seguradoras precisam de ser capazes de monitorizar e responsabilizar os fornecedores de serviços em nuvem.

“Isto conduz frequentemente a relatórios e monitorização manual e complicada de KPIs e SLAs, ao paço que os fornecedores de plataformas de nuvem da próxima geração são capazes de fornecer monitorização e visibilidade em tempo real e viradas para o público”, afirma Koep.

  • Não utilize sistemas manuais

Walt diz que tentar distinguir manualmente os “alarmes” oferecidos pelo seu software de monitorização de segurança consome muito tempo e pode deixar as empresas expostas a cibercriminosos.

“Esperar que o pessoal de TI, faça uma distinção rápida e exata entre verdadeiros positivos, falsos positivos, falsos negativos e verdadeiros negativos não é eficiente nem seguro. Com o aumento absoluto do volume de incidentes de comprometimento, a automatização é uma necessidade”, explica Walt.

  • Não se esqueça dos seus portais administrativos

Judy Winn, diretora de segurança da informação da Peach Payments, afirma que as empresas se esquecem frequentemente de proteger os seus portais administrativos e sistemas de apoio com práticas de autenticação fortes.

“Isto inclui palavras-passe fortes, boas políticas e práticas de gestão do acesso dos utilizadores e a ativação da autenticação de dois fatores sempre que esta é oferecida pelos sistemas”, afirma.

  • Verifique com os seus parceiros e fornecedores

Winn afirma que as empresas devem esclarecer com os seus fornecedores e parceiros quem é responsável. Os retalhistas em linha, por exemplo, têm de confirmar o que é da responsabilidade dos seus diferentes fornecedores de tecnologia, como o portal de pagamento, os fornecedores de alojamento de sítios Web e os programadores de sítios Web.

“Verifique também com os seus fornecedores quais os controlos e medidas de segurança que oferecem por inerência e quais as medidas de segurança adicionais disponíveis ou recomendadas”, sugere Winn.

Koep sugere que as empresas utilizem fornecedores de tecnologia de confiança que possam demonstrar a existência de controlos de segurança estabelecidos e, sempre que possível, auditados ao abrigo de uma norma reconhecida como SOC2, ISO3000 e outras semelhantes.

  • Forme os seus empregados – e a sua direção

“As empresas têm de se certificar de que todos os seus funcionários estão cientes de potenciais ataques de phishing, engenharia social e outros ataques cibernéticos que os possam estar a atingir”, afirma Winn.

Koep diz que as empresas não podem assumir que a terceirização para a nuvem transfere a responsabilidade pela segurança para o provedor de nuvem terceirizado.

“Continua a ser necessário garantir a existência dos seus próprios controlos internos. Certifique-se de que o seu pessoal protege as suas credenciais, tem formação sobre segurança e privacidade e não introduz vulnerabilidades nos seus sistemas ou nos do seu fornecedor de tecnologia”, adverte.

“Os dados mostram que cerca de 80% das violações registadas atualmente incluem um elemento humano, como a utilização indevida de privilégios, a engenharia social e o roubo de nomes de utilizador e palavras-passe.”

E se pensa que a formação só é necessária para o pessoal de nível inferior, pense novamente. Walt observa que os conselhos de administração e a direção são responsáveis (e podem ser responsabilizados pessoalmente) por violações que afetem a empresa, os seus clientes e fornecedores.