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Quarta-feira, Fevereiro 25, 2026
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WhatsApp já permite enviar mensagens de vídeo instantâneas

O WhatsApp anunciou a chegada de uma nova funcionalidade criada especificamente para os aficionados por mensagens de voz. As mensagens de vídeo instantâneas estão a chegar gradualmente aos utilizadores, com Angola na lista.

O objetivo é dar aos utilizadores a capacidade de gravar mensagens de vídeo curtas (até 60 segundos) pressionando o botão do lado direito do campo de mensagens – tal como acontece hoje em dia com as mensagens de voz tradicionais. Basta deslizar o botão para cima para começar a gravar sem ficar com o dedo no ecrã.

MAIS: WhatsApp acabou com uma das suas maiores limitações

Assim que forem enviadas, estas mensagens de vídeo instantâneas são reproduzidas automaticamente, mas sem som. Só quando forem abertos numa conversa é que o som começa a ser reproduzido juntamente com o vídeo.

Angola vai criar políticas para massificar projetos ligados às Telecomunicações e TICs

Angola vai premir pela elaboração de políticas afirmativas e de massificação dos investimentos em projetos ligados às Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação, a secretária de Estado para as Relações Exteriores, Esmeralda Mendonça.

Falando na XI Reunião dos Ministros responsáveis pelas Comunicações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorreu em Luanda, capital do país, a Secretária frisou que o país tem criado políticas afirmativas para garantir maior acesso aos grupos vulneráveis aos serviços digitais, sejam estes de internet, telefonia móvel, meios de informação ou de comunicação.

Sobre o tema os “Desafios das Comunicações da CPLP na Era Digital”, o evento reafirmou o compromisso com a prossecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no quadro da implementação bem-sucedida da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, nomeadamente no setor das Comunicações.

MAIS: Angola assume presidência da Comissão Eletrónica da CPLP

Esta XI reunião reiterou o papel das soluções digitais na erradicação da pobreza e promoção da prosperidade e o seu contributo para avanços em todas as dimensões do desenvolvimento sustentável, fazendo com que os benefícios económicos, sociais e ambientais possam chegar a todos, não deixando ninguém para trás.

Considerou ainda as orientações constantes da Visão Estratégica da CPLP 2016 – 2026, que incentiva o aprofundamento da cooperação entre os Estados-Membros, através do trabalho em rede e do desenvolvimento de programas e conteúdos em língua portuguesa no quadro das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)

Um outro destaque foi abordagem que o setor das Comunicações se reveste de primordial importância para assegurar a eficácia e eficiência dos serviços prestados pelo Estado e que potencia oportunidades de cooperação e concertação política para o desenvolvimento económico e social da CPLP.

Angola recebe cabo submarino 2África

O maior sistema de cabos submarinos do mundo, o 2África, aterra este domingo, 30 de julho, na costa marítima de Cacuaco, em Luanda, um serviço que será operado pela operadora móvel, a Unitel.

O Consórcio 2Àfrica conta com oito parceiros internacionais, nomeadamente a China Mobile International, a Meta (Facebook), a MTN GlobalConnect, Orange, center3 (stc), a Telecom Egypt, Vodafone/Vodacom e WIOCC, investidores que asseguram esta ligação transatlântica. O projeto de cabo submarino visa aumentar significativamente a capacidade, qualidade e disponibilidade de conectividade de internet entre África e o resto do mundo.

De acordo com uma nota da Unitel a que a ANGOP teve acesso, o 2África foi projetado para fornecer conectividade internacional contínua a aproximadamente três milhões de pessoas, representando 36% da população global, conectando África, Europa e Ásia. A Unitel é o único operador angolano que se associou ao referido consórcio, sendo responsável pela criação de condições de amarrações de operações da ligação do cabo 2África a Angola.

Através da sua rede nacional de fibra, a operadora poderá fornecer o acesso ao 2África aos operadores de telecomunicações nacionais e a operadores de países vizinhos, como a Zâmbia, República Democrática do Congo, e da Namíbia.

[Moçambique] Hackathon premeia vários jovens inovadores tecnológicos

Decorreu recentemente a edição de 2023 das Olimpíadas Juvenis de Moçambique, um hackathon na qual os jovens são desafiados enfrentaram a criar soluções digitais para melhorar o acesso à saúde e otimizar a manutenção de infraestruturas sanitárias.

Organizado pelo Ministério da Saúde (MISAU) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o evento tecnológico contou com a presença de mais de 181 concorrentes, dos quais 55 foram selecionados numa triagem envolvendo 11 equipes, sendo que dez jovens foram premiados por terem desenvolvido sistemas de computador que melhoram o controle e a manutenção de infraestruturas sanitárias, além de promover a inclusão social de pessoas com deficiência visual.

“A nossa solução tecnológica vai auxiliar o MISAU e a OMS no monitoramento das instituições e unidades sanitárias, melhorando o seu planejamento para reabilitação e manutenção”, disse Michela Tsope, um dos jovens vencedores do evento, expressando o seu orgulho pela boa colocação obtida na criação de um aplicativo que mapeia as unidades sanitárias, avalia as suas condições e determina as prioridades de reabilitação, visando melhorar os serviços de saúde.

MAIS: Moçambique: Universidade Eduardo Mondlane promove Hackathon de programação

Por sua vez, o representante do grupo “The blessed”, Carlos Monjane, que gerou a tecnologia assistida para pessoas com deficiência visual, disse que esta vai servir de guia para a locomoção deste grupo social, emitindo sinais de alerta ao detetar obstáculos a evitar.

O nosso objetivo é promover a inclusão social, para haver uma participação igualitária dos deficientes visuais na sociedade”, disse.

Consultório MenosFios: Qual é a velocidade máxima de carregamento rápido?

Até agora temos visto as fabricantes anunciarem sistemas de carregamento até 120 W, capazes de alimentar rapidamente os smartphones. Mas sabia que esta capacidade é apenas metade daquela que um carregador consegue fazer? Segundo dados da USB Implementers Forum, o USB evoluiu de uma interface de transferência de dados, com alguma circulação de energia, para a principal fonte de carregamento de energia com uma interface de dados.

Segundo as especificações do USB 3.1, revelado em 2021, suporta até 240 W de energia através do cabo USB-C. Antes desta atualização, o sistema suportava o máximo de 100 W. No entanto, as fabricantes teriam de atualizar os seus cabos para suportar os 240 W, que vão passar a ser úteis para alimentar equipamentos como portáteis de gaming, workstations ou mesmo monitores.

Um dos rumores que esteve no lançamento do novo iphone 14 é que o seu sistema de carregamento poderia receber uma atualização e ser mais rápido. E mais rápido significava um aumento para 30 W, sendo considerado o máximo que a ligação Thunderbolt (USB-C da Apple) permite. Mas olhando para as especificações dos novos smartphones da Apple, estes carregam 50% da bateria em 30 minutos, “com o adaptador de 20 W ou superior”, refere a empresa.

No entanto, como a Apple deixou de fornecer o carregador na caixa, não se sabe ao certo a capacidade máxima de carregamento dos equipamentos. Outra referência diz respeito ao carregamento sem fios, neste caso o sistema Qi é de apenas 7,5 W, quando comparado com os sistemas de 50 W de Android, ou até 15 W através do sistema proprietário MagSafe.

Os rumores apontam para que a Apple abrace verdadeiramente o carregador universal USB-C no próximo ano com o iPhone 15, A Apple tem sido pressionada para aderir ao sistema de carregamento universal, cujo padrão escolhido foi o USB-C, que na União Europeia entra em vigor em 2024 e que os reguladores dos Estados Unidos querem adotar.

Na questão das preocupações dos utilizadores sobre os carregamentos rápidos, a tecnologia tem evoluído muito rapidamente nos últimos anos. Antes era considerado perigoso para o smartphone “abusar” dos carregamentos rápidos, salientando-se o medo de sobreaquecimento das baterias e respetiva redução da esperança de vida das mesmas. As fabricantes de smartphones circundavam esse receio através de software, cortando a energia que entrava no smartphone através de planos horários de carregamento. Por exemplo, o utilizador poderia configurar o tempo de repouso, quando colocava o equipamento de noite a carregar, evitando assim o excesso de energia no sistema quando este chegava aos 100%, mantendo-se ligado à corrente.

Mas atualmente os smartphones têm mecanismos de segurança tanto em hardware como software que protegem a integridade da bateria no interior dos equipamentos. A capacidade de dissipação do calor e a entrada de energia que é absorvida no carregamento evitam danos gerais. A Samsung, por exemplo, tem um sistema adaptativo que apenas utiliza carregamento rápido até uma certa percentagem de bateria, diminuindo depois o fluxo na alimentação.

Em termos de conclusão, para usufruir de carregamento rápido, deve ter em consideração tanto o cabo como o respetivo adaptador. De salientar que nem todas as fabricantes estão a incluir os carregadores mais rápidos com os smartphones. Ou seja, muitos destes carregadores são considerados acessórios vendidos à parte. E mesmo que o smartphone inclua o carregador, não significa que este é a versão mais potente disponível no seu catálogo.

Assim, deve ainda ter em atenção ao equipamento quando pretende escolher um novo carregador. Deve verificar as especificações no manual ou na etiqueta de homologação do smartphone, e procurar a sua potência máxima em watts (W). Os smartphones têm entre 18 a 80 W de capacidade e claro, os mais recentes podem chegar aos 120 W, como referido. Deve assim comprar um carregador que seja compatível tanto com os requisitos de energia como o tipo de carregamento do smartphone. Por exemplo, a Oppo tem o seu sistema proprietário como o Warp Charge, mas a maioria utiliza o USB Power Delivery que é o protocolo standard.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

[Moçambique] Internet usada como veículo para abuso sexual de menores

Treze por cento das crianças que utilizam internet foram vítimas de abuso e exploração sexual, entre 2017 e 2020 em Moçambique.

Trata-se de menores aliciadas ao enviar fotografias ou vídeos das suas partes íntimas, em trocas de presentes, sobretudo dinheiro, em muitos casos dentro das suas casas, por desconhecidos ou até mesmo por pessoas próximas.

Algumas crianças chegam a ser chantageadas psicologicamente pelos violadores para partilhar o conteúdo, que posteriormente era utilizado para a promoção da prostituição infantil. Os dados constam do I Relatório do Estudo Sobre Exploração e Abuso Sexual de Crianças On-line, em Moçambique, que envolveu 999 menores, lançado recentemente pelo Governo em parceria com a Rede da Criança.

A diretora-executiva da Rede da Criança, Amélia Fernanda, revelou que a idade da maioria das vítimas varia entre 16 e 17 anos.

O estudo revela que apesar da progressão e importância das tecnologias de informação e comunicação, no dia-a-dia, elas colocam em risco, determinadas classes, sobretudo os menores”, alertou.

MAIS: [Moçambique] Exposição da criança à internet aumenta casos de abuso sexual

Referiu que entre vários aspectos, o relatório recomenda a adoção de leis que mitiguem o impacto do abuso on-line, daí haver necessidade de um trabalho coordenado entre a entidade provedora do serviço de tecnologia, governo, sociedade civil e acima de tudo dos próprios pais e/ou encarregados de educação que vivem com as crianças e não percebem a violação.

Por sua vez, a diretora nacional da Criança, no Ministério do Género, Criança e Ação Social, Angélica Magaia, referiu que os resultados do estudo alertam para a necessidade de tomada de medidas céleres para controlar o uso da internet, assim como informar os menores sobre os perigos associados.

A pesquisa revelou que algumas crianças foram aliciadas a expor as suas partes íntimas por pessoas conhecidas. É importante que os pais controlem o tempo que os filhos gastam na internet, o conteúdo das conversas e os sites visitados”, aconselhou.

Magaia disse que o Governo tem trabalhado na massificação da informação sobre a proteção e promoção dos direitos da criança, os diálogos comunitários, conversas com os menores nas escolas sobre o abuso via on-line, formação dos técnicos que assistem às vítimas, a fim de combaterem a violência de forma geral.

Segundo os números, em Moçambique estima-se que 56 por cento das crianças dos 12 aos 17 anos utilizam a internet e estão inscritas em alguma rede social, mas algumas não sabem do perigo que correm no uso das plataformas sociais, daí que acabam caindo na conversa dos violadores sexuais.

Postos fronteiriços do país vão contar com aparelhos eletrónicos para reforçar da fiscalização

Os principais postos fronteiriços do país vão contar com aparelhos eletrónicos para a captação e codificação de imagens (scanners), de modo a reforçar da fiscalização e do controlo das mercadorias que entram e saem do território nacional.

A informação foi revelada pelo diretor Regional Norte da Administração Geral Tributária(AGT), a partir do posto fronteiriço do Nóqui, província do Zaire, salientado que estes dispositivos serão instalados nos postos fronteiriços terrestres e aeroportos ao redor do território Angolano.

Neste momento, segundo o responsável, as equipas técnicas se desdobram em visitas aos diferentes postos fronteiriços terrestres de Angola, para trabalhos de levantamento de dados e informações pertinentes para a efetivação deste projeto.

MAIS: Segurança das fronteiras nacionais vai ser reforçada com equipamentos tecnológicos

Para Adriano Mendes de Carvalho, governador do Zaire, considera a instalação dos dispositivos tecnológicos como uma medida fundamental para o reforço da fiscalização e do controlo das mercadorias que entram e saem do território nacional.

Sempre foi uma luta muito grande para o controlo e fiscalização mais eficiente do comércio fronteiriço, das mercadorias que entram e saem do território nacional”, disse o governante.

Adriano Mendes de Carvalho finalizou que a instalação dos aparelhos scanners é uma mais-valia para Angola e, também, para os países vizinhos, ao permitir saber que tipo de mercadoria que se movimenta dum lado para o outro.

Cerca de 38,5% das empresas assumem alocação de 15% em cibersegurança

O estudo realizado pela Ernst & Young (EY) revela que pelo menos 38,5% das empresas assumem uma alocação de 6% a 15% em cibersegurança no orçamento geral de Tecnologias da Informação (TI).

De acordo com o estudo sobre Cibersegurança em Angola, junto de empresas angolanas dos sectores financeiro, petróleo e gás, energia, tecnologia e telecomunicações, do orçamento de cibersegurança, 44% é alocado a risco, conformidade, resiliência, proteção de dados e privacidade.

O estudo aponta que a adoção da cloud como ferramenta essencial da transformação digital dos negócios cria riscos em matéria de cibersegurança, estando a merecer a atenção das empresas angolanas.

O investimento em cibersegurança está a ser acelerado em função da necessidade de proteger riscos, assegurar conformidade regulamentar e dar segurança a outras iniciativas de transformação digital.

As empresas ouvidas pela EY mostraram sensibilidade para a importância e a transversalidade das preocupações com a cibersegurança, sendo o CEO a linha de reporte direta do responsável de cibersegurança em mais de 40% das empresas inquiridas, o que demonstra a importância estratégica atribuída ao tema.

De acordo com o partner da EY e responsável da área de Cibersegurança para Portugal, Angola e Moçambique, Sérgio Sá, o ritmo de adoção de novas tecnologias digitais é o principal desafio para os responsáveis de cibersegurança em Angola.

“É preocupante que um dos maiores desafios reportados seja o de conseguir definir e justificar o orçamento da área, o que ilustra um risco grave para as organizações”, referiu.

Das empresas consultadas, 41% afirma que a maior preocupação é que os ciberataques ameacem os dados de clientes, seguidos dos dados financeiros.

“A menor importância relativa dada a riscos relacionados com sistemas industriais ou de suporte à operação pode indiciar uma exposição demasiado elevada em áreas que podem ter um elevado impacto financeiro”, ressalvou Sérgio Sá.

As respostas ao survey refletem uma ameaça significativa de exposição a riscos de cibersegurança através de parceiros externos, com uma percentagem muito significativa de casos em que não se procede a uma avaliação ou verificação dos requisitos de segurança, já que 33% das empresas revelam assumir gerir riscos externos com base em contratos que não verificam.

À semelhança de outras áreas tecnológicas, o acesso a recursos humanos qualificados para a área de cibersegurança é um dos maiores desafios para as empresas angolanas. Ao mesmo nível, os responsáveis de cibersegurança destacam a complexidade dos processos de parametrização e otimização de ferramentas.

As empresas devem estar conscientes da necessidade de elaborar políticas de segurança de informação e de cibersegurança, contemplar os riscos cibernéticos na gestão de riscos da organização, criar um comité de cibersegurança e implementar ferramentas de deteção de ameaças e vulnerabilidades.

PARATUS lança serviço que permite armazenar dados na nuvem de forma automática

O grupo PARATUS lançou o Backup as a Service (BaaS) que permite aos clientes guardarem dados na nuvem de forma automática, durante a 38ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA) que decorre de 18 – 22 de julho, na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo.

O BaaS é um serviço abrangente para a proteção de dados empresariais, onde os backups são realizados e gerenciados por um provedor, no caso a PARATUS.

Este serviço recentemente lançado inclui a instalação de um agente ou software nos sistemas do cliente para facilitar o processo de backup. Além dos dados, estarem armazenados nos repositórios dos clientes, também podem ser copiados para as infraestruturas do provedor.

O duplo filtro de segurança do BaaS garante que os clientes não estejam sujeitos à perda de dados e permite a fácil recuperação dos mesmos inclusive, quando excluída, a informação é facilmente recuperada, porque está armazenada em vários locais independentes uns dos outros.

Segundo o engenheiro de Cloud da PARATUS, Carlos Kimfumu, sendo que os dados nos dias de hoje representam um dos bens mais preciosos ou talvez o mais precioso, existe a necessidade de mantê-los seguros.

“O BaaS vem oferecer aos clientes segurança, redução de custos e complexidade, pois evita a necessidade de investir em infraestrutura própria, como servidores, storages e recursos de TI especializados”, acrescentou.

Uma das vantagens do Baas é também o agendamento automatizado. A solução permite configurar e agendar backups automáticos de acordo com as necessidades do cliente; igualmente os dados de backup são armazenados em locais protegidos onde são aplicadas técnicas de duplicação e compressão para otimizar o armazenamento e reduzir custos.

O BaaS, para a proteção de dados, apresenta benefícios similares ao SaaS – programas com licença outorgada por um fornecedor externo – que não precisam ser instalados nos equipamentos do cliente, mas sim entregues através da nuvem.

O BaaS vem para alavancar o SaaS, pois os utilizadores são os responsáveis por fazer o backup dos dados que se encontram armazenados nestas aplicações.

Aplicativo ChatGPT chega a loja oficial da Google

Desde maio que os utilizadores de smartphones, iPhone podem aceder à aplicação do ChatGPT para iOS, pelo que agora chegou a vez dos utilizadores de Android.

A OpenAI avisou que esta chega nos próximos dias e que no Google Play já é possível fazer o pré-registo.

A aplicação será, tal como no iOS, gratuita, e irá sincronizar o histórico do utilizador entre dispositivos.

Segundo a OpenAI, nesta app é possível contar com respostas instantâneas, conselhos à medida, inspiração criativa, contribuição profissional e oportunidades de aprendizagem.

A app, contudo, deverá ser ligeiramente diferente da versão para iOS.