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Sábado, Abril 11, 2026
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Consultório MenosFios: Como retirar o botão de Ditado do Safari no iPhone

Caso nunca tenha usado, já deve ter (pelo menos) dado conta do microfone que surge do lado direito da barra de pesquisa do Safari, no iPhone. Pois bem, se já deu conta dele e pretende retirar esse botão, no Consultório MenosFios de hoje, mostramos-lhe como pode fazê-lo.

Se nunca utilizou o botão de Ditado no Safari do iPhone, de certeza que já clicou nele sem querer e viu o seu teclado a desaparecer e a surgir uma funcionalidade que começou a captar as ondas sonoras que emitia. Essa opção é a de Ditado e permite os utilizadores optem por dizer aquilo que pretendem ver escrito, ao invés de escrevem efetivamente.

Saiba que é possível retirar esta opção da sua barra de pesquisa do Safari. No entanto, ressalvamos que a remoção desse botão implica que desative a Siri e a função de ditado. Se isto não for um problema, siga para a dica que lhe deixamos hoje.

Retirar o botão de Ditado do Safari no iPhone

Aceda a Definições e clique em Tempo de Ecrã.

Caso não tenha esta funcionalidade ativada, ative-a, e clique em Conteúdo e Privacidade.

Mais uma vez, ative a opção Conteúdo e Privacidade e, depois, clique em Aplicações Permitidas.

Uma vez que deverá ter todas as opções ativadas, desative a Siri e Ditado.

Agora, quando aceder ao Safari no iPhone não deverá encontrar a opção de Ditado do lado direito da barra de pesquisa.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Cientista do MIT lidera projeto financiado pela NASA para monitorizar seca no sul de Angola

A cooperação entre a Agência Espacial Norte-americana (NASA), o Massachusetts Institute of Technology (MIT) e o Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), no combate à seca no sul do país, está a ser liderado por Danielle Wood, investigadora do MIT.

Em entrevista ao Jornal de Angola, a investigadora salienta que “tem feito pesquisas sobre os programas espaciais em África desde 2007“, e está impressionada “com o trabalho que o GGPEN tem feito” e apesar de ser “relativamente novo, com cerca de 10 anos de história“, conhece bem o percurso do GGPEN.

No seu discurso, Danielle Wood frisa que o GGPEN durante esse período “tem estado muito ativa a investir em comunicação via satélite, satélites de observação da terra ou sensoriamento remoto” como ferramenta para o desenvolvimento nacional, algo que, também, acontece noutros países africanos.

A especialista referiu, igualmente, que o GGPEN quer usar esses equipamentos, como o “sensoriamento remoto“, para o meio ambiente e “olhar para o impacto da seca no país“.

MAIS: Tecnologia espacial vai minimizar efeitos da seca no sul do país

Danielle Wood trabalhou na NASA (Agência Espacial Americana) com a equipa da divisão de Ciências da Terra © Fotografia por: Cedida
Danielle Wood trabalhou na NASA (Agência Espacial Americana) com a equipa da divisão de Ciências da Terra © Fotografia por: Cedida

Como investigadora do MIT lidera uma equipa chamada “Space Enabled” que tenta questionar “como podemos usar tecnologia espacial para permitir o desenvolvimento sustentável”.

O Projeto, designado “Apoio a Gestão da Seca em Angola usando Modelagem Integrada do Meio Ambiente, Vulnerabilidade, Tomada de Decisão e Tecnologia (EVDT) ”, é uma parceria entre o MIT e o GGPEN, que tem como meta criar um Sistema de Apoio à Decisão de Secas para Angola.

Os últimos dados estatísticos do Programa Emergencial de Combate à Seca no Sul de Angola dão conta que 1,3 milhões de pessoas estão afetadas pelo fenómeno da seca nas províncias do Cunene, Namibe, Huíla e Cuando Cubango, e para contribuir na mitigação dos efeitos da seca e apoiar o Executivo na resolução deste problema, o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), através do GGPEN, tem em curso o Projeto de Catalogação e Quantificação dos efeitos da Seca no Sul de Angola, através da geração e utilização de dados de satélite, capaz de melhorar a gestão hídrica e o monitoramento da seca na região.

Smartphones com 24 GB de RAM podem estar para breve

Nos últimos anos temos vindo a assistir aos smartphones, sobretudo no lado do Android, a receberem cada vez mais RAM. Hoje em dia não é difícil encontrar smartphones Android com 8 ou 12 GB de RAM. Mas essa norma pode vir a alterar-se novamente em breve.

De acordo com o leaker Digital Chat Station, estão para chegar em breve os primeiros dispositivos Android que vão contar com uns impressionantes 24 GB de memória RAM. O leaker afirma que estes dispositivos encontram-se agora a ser estudados por parte da “OGA”, um nome que é dado à aliança entre as empresas Realme, OnePlus e Oppo.

As informações apontam que estas empresas estão a estudar fornecer modelos com até 24 GB de memória RAM para os utilizadores, nos modelos premium. Ao mesmo tempo, os dispositivos com 16 GB de RAM seriam considerados o “normal” para estes modelos de topo.

No entanto, apesar da maior quantidade de RAM, isso levanta também algumas questões, sobretudo a nível do valor que realmente se necessita de memória para um smartphone. A mesma ideia é algo que se verifica nas câmaras, onde ultimamente as marcas começaram a apostar na ideia de que “mais MP é igual a melhores câmaras” – algo que nem sempre acontece.

Desta forma, será complicado para as empresas venderem a ideia que os consumidores vão realmente necessitar de 24 GB de memória RAM nos seus dispositivos, quando os valores atualmente existentes são já complicados de se atingir “o limite”.

No entanto, qual a sua ideia? Considera que mais GB de RAM serão melhor?

Mobile Money em Angola: Como a Africell está a preparar o caminho

A chegada da Africell Angola em 2022 trouxe uma série de oportunidades interessantes para os utilizadores móveis que procuram uma maior seleção de serviços – incluindo serviços financeiros. Após uma entrada bem sucedida no panorama das telecomunicações em Angola, a Africell lançou oficialmente o seu serviço de dinheiro móvel, Afrimoney, em abril de 2023.

Angola caracteriza-se por uma elevada percentagem de indivíduos sub-bancarizados, estimada em cerca de 50%, e por um sector informal significativo. Neste contexto, a Afrimoney tem como objectivo colmatar o fosso entre as economias formal e informal através do seu serviço de dinheiro móvel. Embora Angola tenha uma rede de bancos bem estabelecida, os serviços financeiros digitais ainda não tiveram um impacto substancial na melhoria da inclusão financeira.

De acordo a entrevista concedida ao portal GSMA, o Co-Diretor Interino do Grupo Afrimoney, Simon Andersson-Manjang, destacou os desafios enfrentados durante a entrada no mercado, a natureza do ambiente regulamentar e os resultados preliminares do lançamento. À medida que a Africell continua a implantar a sua rede móvel em todo o país, a Afrimoney tem como objetivo ligar diversos clientes e parceiros, e contribuir para um futuro financeiro mais inclusivo e digitalizado para Angola.

Segundo o Simon, o que levou a Africell a lançar o Afrimoney em Angola é pelo facto de ser um país incrível, e a empresa não esperava uma receção mais calorosa quando entraram no mercado no lado GSM. “Depois de apenas oito meses de operações, capturámos uma incrível quota de mercado de 25%. Antes da entrada da Africell, o mercado era dominado por um único operador estatal, o que significava que os clientes móveis do país não tinham escolha. Isto levou a que muitos clientes se inscrevessem rapidamente nos cartões SIM da Africell, na esperança de obterem melhores preços e qualidade de serviço. Encorajados por esta receção positiva, decidimos não atrasar mais o lançamento do nosso serviço de dinheiro móvel – Afrimoney -. Assim, após apenas 12 meses no terreno, a Africell lançou o Afrimoney“.

Questionado qual é o estado atual dos serviços financeiros digitais no país? Simon avançou que, existem vários bancos, tanto locais como internacionais, sendo que a maioria disponibiliza aplicações bancárias ou, em alguns casos, serviços bancários de agentes. Tal como acontece na maioria dos países com recursos naturais significativos, o panorama dos serviços financeiros está orientado para clientes com rendimentos elevados, tanto individuais como empresariais. Isto significa que existe uma enorme oportunidade no resto da economia. Apesar do ambiente regulamentar favorável, os serviços de dinheiro móvel lançados no passado não conseguiram trazer uma inclusão financeira significativa para Angola.

Estamos apenas há seis semanas a operar e ainda estamos a concentrar-nos nos fundamentos para pôr em funcionamento um serviço de dinheiro móvel. Iremos fazer um grande esforço na sensibilização do produto e na literacia financeira geral para educar o público sobre o dinheiro móvel.

À medida que a Africell for lançando serviços GSM a nível nacional e a Afrimoney se lhe seguir, poderemos assistir a um aumento da utilização de transferências urbano-rurais, à medida que forem sendo abrangidas cada vez mais zonas interurbanas e rurais. O lançamento de serviços GSM e de dinheiro móvel ao mesmo tempo é invulgar, mas significa que podemos criar muitas sinergias e ter uma abordagem partilhada para captar o mercado.

Segundo o Simon, o mais difícil é explicar ao público em geral, e mesmo a alguns parceiros, o que é realmente o dinheiro móvel. É um produto que requer uma comunicação clara e consistente, cujos benefícios podem ser melhor aproveitados através de formação ou experiência presencial. É também importante que as pessoas compreendam quais os problemas quotidianos que o Afrimoney pode resolver.

O Mobile Money é um jogo de volume, por isso estamos ansiosos por expandir e continuar a melhorar a nossa comunicação sobre dinheiro móvel e literacia financeira com a nossa nova base de utilizadores em Angola. O lançamento do GSM noutras províncias ainda está em curso, com os serviços da Africell atualmente disponíveis nas duas províncias mais populosas e urbanizadas de Angola – Luanda e Benguela. À medida que o negócio móvel se expande para novas áreas, o dinheiro móvel seguir-se-á.

Este artigo foi originalmente publicado pelo programa GSMA Mobile Money.

Várias profissões vão desaparecer devido à Inteligência Artificial. Saiba se a sua está na lista

Desde o lançamento do ChatGPT e da DALL-E, o avanço no uso de Inteligência Artificial (IA) tem levantado diversas questões sobre o impacto desta tecnologia nas profissões. Apesar de haver especialistas que afirmam que a IA não pode substituir o trabalho humano, há profissões em risco de desaparecer nos próximos 5 anos.

Saiba quais são as profissões em causa e se a sua está em risco, de acordo com o Chat GPT-4, que calculou igualmente o tempo necessário para desaparecer a profissão:

Profissões relacionadas ao texto, RH e direito

Arquivista – 18 meses
Assistente jurídico – 24 meses
Assistente virtual – O meses
Bibliotecário – 18 meses
Especialista em SEO – 12 meses
Jornalista – 12 meses
Investigador – 12 meses
Redator – 0 meses
Revisor de textos – O meses
Recrutador – 18 meses
Tradutor – O meses
Tutor – 12 meses

Profissões relacionadas a publicidade, comércio e finanças

Agente de viagens – 12 meses
Analista de crédito – 24 meses
Analista financeiro – 36 meses
Assistente financeiro – 24 meses
Operador de telemarketing – 6 meses
Auditor – 36 meses
Auxiliar administrativo – 12 meses
Avaliador de imóveis – 36 meses
Contador – 36 meses
Consultor de vendas – 24 meses
Consultor de negócios – 24 meses
Investidor – 24 meses
Corretor de imóveis – 36 meses
Corretor de seguros – 24 meses
Designer gráfico – 24 meses
Editor de vídeo – 24 meses

MAIS: China prepara lei para regular o desenvolvimento da inteligência artificial

Especialista em e-commerce – 24 meses
Especialista em marketing – 24 meses
Especialista em relações-públicas – 24 meses
Fotógrafo – 48 meses
Gerente de projetos – 36 meses
Gestor de recursos humanos – 36 meses
Operador de atendimento ao cliente – 12 meses
Operador de caixa – 12 meses
Planeador de eventos – 18 meses
Social media manager – 12 meses.

Profissões ligadas à infraestrutura e dados

Analista de dados – 6 meses
Analista de segurança da informação – 36 meses

Analista de sistemas – 48 meses
Arquiteto de software – 60 meses
Cientista de dados – 48 meses
Controlador de tráfego aéreo – 60 meses
Coordenador de logística – 24 meses
Coordenador de produção – 36 meses
Desenvolvedor de software – 60 meses
Engenheiro-agrónomo – 60 meses
Engenheiro de automação – 60 meses
Engenheiro civil – 60 meses
Engenheiro de materiais – 60 meses
Engenheiro mecânico – 60 meses
Engenheiro de minas – 60 meses
Engenheiro de petróleo – 60 meses
Engenheiro de produção – 60 meses
Engenheiro químico – 60 meses
Engenheiro de telecomunicações – 60 meses
Gerente de qualidade – 36 meses
Gestor ambiental – 48 meses
Gestor de energia – 48 meses
Planeador urbano – 48 meses
Suporte técnico – 6 meses
Técnico em eletrónica – 48 meses
Técnico em manutenção – 48 meses

Profissões ligadas à saúde e ciência

Astrónomo – 60 meses
Biólogo – 60 meses
Cientista ambiental – 60 meses
Educador físico – 48 meses
Engenheiro biomédico – 60 meses
Farmacêutico – 36 meses
Fisioterapeuta – 60 meses
Médico de diagnóstico – 36 meses
Meteorologista – 48 meses
Nutricionista – 48 meses
Oceanógrafo – 60 meses
Psicólogo – 60 meses
Técnico de enfermagem – 60 meses
Técnico de laboratório – 36 meses
Terapeuta de chat – 24 meses

IGAPE descarta privatização da Angola Telecom

O Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE), no âmbito das suas atribuições e com vista ao reforço do acompanhamento das atividades operacionais das empresas públicas e com domínio público, reuniu, no dia 22 de junho com o Conselho de Administração da Angola Telecom.

O presidente do Conselho de Administração do Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE), Patrício Vilar, disse que a Angola Telecom tem evoluído de forma significativa nos últimos tempos.

 “Estamos a falar de uma empresa que já está no vermelho a bastante tempo, mas que finalmente em 2022 conseguiu fechar no verde. Começa-se a fazer uma recuperação não apenas do ponto de vista de resultados operacional mas também de limpar um histórico que traz consigo um passivo significativo. Temos que reconhecer que houve aqui um trabalho muito interessante não apenas do ponto de vista da operacionalização da empresa, mas também da negociação com os fornecedores e com os clientes. Estamos otimistas relativamente a evolução da empresa, porém, ainda há muito por se fazer”.

 O PCA do IGAPE recomendou que os Ministérios das Telecomunicações, Tecnologia de Informação e Comunicação Social e Ministério das Finanças, a olharem mais na questão das infraestruturas da Angola Telecom, no sentido de existir maior integração dos investimentos entre as empresas do sector, no que diz respeito a utilização da rede de fibra óptica.

 No que toca a privatização da Angola Telecom, segundo Patrício Vilar, “estamos primeiro a trilhar o caminho, nomeadamente a redução de reservas levantadas pelo Auditor Externo e também da redução do passivo que a empresa tem. Temos que fazer acertos de contas que se impõem, renegociações com os fornecedores e isto está a ser feito e nós vamos acompanhar durante este ano. Penso que até ao final do ano teremos um planeamento relativamente ao próximo passo de privatização. Lembrem-se que a privatização pode não ser a venda e sim, uma conceção de exploração e gestão ou uma parceria com outro ente-privado”.

 Por sua vez, o Presidente do Conselho de Administração da Angola Telecom, Adilson Santos, disse que o encontro efetuado com o IGAPE foi proveitoso, tendo permitido o esclarecimento do estado atual da empresa.

Android é mais simples de usar que o iOS, confirma estudo

A luta entre o Android e o iOS dura há muitos anos, sem que um consiga dominar o outro. Se há áreas onde o Android está no topo, em outras é o iOS que domina. Um novo estudo veio abordar a questão da usabilidade dentro dos 2 sistemas. O resultado é um domínio do Android sob o iOS.

Ainda que tenham muitos elementos similares, tanto o Android como o iOS têm personalidades próprias e caraterísticas únicas. Em qualquer dos sistemas a usabilidade é uma preocupação constantes uma das razões para os utilizadores fazerem as suas escolhas.

Um estudo recente da Green Smartphones procurou determinar qual dos dois sistemas tem melhor usabilidade. O relatório analisou os dados do mecanismo de pesquisa, avaliando o número de vezes que os utilizadores de ambos os sistemas procuraram ajuda com operações básicas, como gravar o ecrã, captar imagens ou partilhar a localização.

Os resultados indicaram que os utilizadores do iPhone procuraram ajuda nessas funções básicas cerca de 358.000 vezes por mês, 58% a mais do que no Android. A maior discrepância foi observada na pesquisa por “como apagar todo o conteúdo e configurações“. Neste caso, no iOS pesquisaram seis vezes mais vezes do que os utilizadores do Android.

Em média, foram 226.000 pesquisas mensais feitas por utilizadores do Android para obter ajuda em tarefas básicas contra 358.000 para utilizadores do iOS. Isso reflete-se depois numa diferença de 58,41%. Isso acontece mesmo com uma base de utilizadores que é próxima, pelo menos nos EUA onde o estudo aconteceu.

Este estudo foi baseado na análise do volume de pesquisas do Google nos Estados Unidos nos últimos 12 meses. Para manter a coerência e a geração de valores comparáveis entre si, foi usado o mesmo formato de palavra-chave para ambos os sistemas operativos.

Embora o debate entre o Android e iOS tenha já muitos anos nunca se vai chegar a uma conclusão. Os argumentos são claro e baseiam-se na flexibilidade e personalização do Android contra a velocidade e segurança do iOS. Com este estudo fica mais visível que o Android pode ser mais fácil de usar para o utilizador médio.

Google Chrome vai permitir converter imagens de PDFs em texto

O Google Chrome poderá, brevemente, adicionar uma nova funcionalidade que vai tornar mais simples a leitura de conteúdos de imagens em ficheiros PDF.

A nova funcionalidade, que se encontra atualmente em testes, adiciona a capacidade de OCR a ficheiros PDF, permitindo converter o texto que apareça em imagens nos documentos para texto que pode ser usado para diferentes funcionalidades.

No caso do Chrome, esta funcionalidade poderá ser usada para permitir a leitura do texto em voz alta, o que pode ajudar a melhorar a acessibilidade dos conteúdos na web. De acordo com a Google, a funcionalidade encontra-se atualmente em testes, mas espera-se que venha a ser integrada no navegador durante os próximos meses.

nova funcionalidade do Chrome para conversão de texto

Com a mesma, os utilizadores poderiam ativar o sistema de reconhecimento de texto para documentos PDF, que iria permitir depois converter esse conteúdo para voz. Desta forma, os utilizadores com dificuldades visuais poderiam ter uma nova forma de, rapidamente, obterem informações sobre conteúdos que – de outra forma – estariam inacessíveis.

O foco da empresa com esta funcionalidade seria, sobretudo, para uso em ambiente escolar, mas como vai ser integrado no Chrome, teoricamente pode ser usada por qualquer utilizador do navegador.

Para já ainda não existem detalhes de quando esta vai ficar disponível, exceto que se encontra em desenvolvimento e deve chegar junto dos utilizadores “nos próximos meses”.

Namibe revalida 6ª edição do Concurso Nacional de Criação de Jogos Digitais

Já são conhecidos os vencedores da 6ª edição do concurso nacional de criação de jogos digitais, que tem como objectivo promover a inovação tecnológica e a criatividade de jovens estudantes angolanos, na área de entretenimento.

Realizado na última semana, teve como campeão o projeto tecnológico com o tema ”Valorização do património histórico e cultural” do Grupo Arkhalo, da província do Namibe, onde para o coordenador do concurso provincial de criação de jogos digitais, na província, Paulino Alves, os títulos são de capital importância e responsabilidade, na medida em que deverão empreender maior esforço para os distinguir e dignificar.

MAIS: Estudantes recebem formação online de capacitação de desenvolvimento de jogos digitais

Os vencedores foram contemplados com um diploma, um troféu, uma medalha e uma impressora, sendo que o Concurso Nacional de Criação de Jogos Digitais contou com a exibição de 21 projetos dos participantes das províncias de Luanda, Bengo, Cuanza Norte e Namibe, em quatro categorias, nomeadamente o Protótipo, Ideia de jogo, Inovação e Mirin (infantil).

O concurso tem como objectivo fomentar a criatividade digital, com projetos tecnológicos das universidades Metodista de Angola (UMA), Agostinho Neto, (UAN), Óscar Ribas (UOR), o Instituto Superior Metropolitano de Angola (IMETRO) e a Sociedade Angolana de Computação (SAC) e enquadra-se nas estratégias para alavancar a ciência e a tecnologia em Angola.

Primeiro-ministro australiano recomenda reiniciar smartphones todos os dias

Existem várias dicas de cibersegurança que podem ser adotadas para garantir mais segurança num mundo digital. A de reiniciar os dispositivos de tempos a tempos é uma delas, mas recentemente, o primeiro-ministro da Austrália deixou uma “dica” algo inesperada.

Segundo o portal The Guardian, Anthony Albanese recomendou recentemente os utilizadores a não apenas reiniciarem os seus smartphones de tempos a tempos, mas a manterem os dispositivos desligados durante, pelo menos, cinco minutos a cada 24 horas.

Durante o evento onde foi nomeado o primeiro coordenador nacional de segurança cibernética da Austrália, Albanese referiu que o país necessita de ser mais proativo a impedir os diversos riscos digitais. O mesmo afirma que é necessário mobilizar o setor privado, bem como os consumidores, a adotarem práticas de segurança.

Em entrevista, o mesmo terá referido que “todos nós temos uma responsabilidade. Coisas simples: desligue o telefone todas as noites por cinco minutos. Para as pessoas que estão assistindo, façam isso a cada 24 horas, enquanto escovam os dentes ou o que quer que estejam fazendo.”

O ministro afirma ter conhecimento de pessoas que podem nunca desligar os seus smartphones, ou mantém o mesmo ativo durante meses. Muitos nem sabem que os seus dispositivos podem manter aplicações em segundo plano, que apenas são “limpas” quando o dispositivo é realmente reiniciado.

A ideia de reiniciar os smartphones como sendo uma prática de segurança pode parecer estranha, mas a verdade é que não é inteiramente nova. A Agência de Segurança dos EUA já tinha deixado, no passado, a indicação de que uma das formas de prevenir ataques passa exatamente por reiniciar os dispositivos que os utilizadores usam no dia a dia, de forma regular.

No caso dos smartphones, a recomendação é uma vez a cada semana. Esta prática pode ajudar a remover algum género de malware que se encontre nos dispositivos, mas que não seja instalado diretamente no mesmo – mas sim que permanece na memória. E, em geral, é sempre boa prática realizar o reinício dos dispositivos, nem que seja apenas para ajudar a “limpar” o mesmo e começar de fresco.