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Domingo, Abril 12, 2026
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WhatsApp vai deixar de ter números de telemóvel

Desde a sua criação que o WhatsApp depende dos contactos telefónicos dos utilizadores para que tudo possa acontecer na app, começando logo pela criação do perfil. Porém se o funcionamento da plataforma mudasse e os números deixassem de ser necessários?

De acordo com o site WABetaInfo, e verificado pelo TechChurch, o WhatsApp está de facto a testar esta possibilidade, substituindo os números de telemóvel por nomes de utilizadores únicos, tal como no Instagram.

MAIS: WhatsApp apresenta “Chat Lock” para proteger as conversas

Desta forma, os utilizadores que se possam sentir desconfortáveis com a visibilidade do seu contacto em grupos ou comunidades, por exemplo, verão a questão resolvido. Esta novidade chega depois de o Telegram ter possibilitado os seus utilizadores com a opção de esconderem o número de telemóvel.

Consultório MenosFios: Recebe muitas mensagens da Africell? Veja como bloquear

Nos últimos tempos são vários os clientes da nova rede telefónica de Angola, Africell, que protestam da forma como a operadora tem enviados às suas mensagens de publicidade aos seus clientes, a partir do seu sistema de recepção de conteúdos.

É verdade mesmo, são um autêntico incômodo essas mensagens da Africell“, contou um Abel Justo, cliente da empresa.

No Consultório MenosFios de hoje, vamos dar-lhe a dica para que você não receba mais este monte de mensagens que não agrega, só atrapalha.

Já de início, é importante saber que não adianta baixar aplicativo de bloqueio. Podem não funcionar, gerar-te mais notificações e para piorar, coletar dados do seu smartphone, por isso vamos tentar por outros meios.

1. Marca *123#
1. Marca *123#

 

2. Clica em 2 (Minha Conta)
2. Clica em 2 (Minha Conta)

 

3. Não Pertube (6)

 

4. Marca 1 (Ativar Bloqueio)

Feito esses passos, já não irás receber nenhuma mensagem publicitária da Africell, como a redação da MenosFios pode atestar.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

WhatsApp vai permitir compartilhar tela em chamadas

A mais recente versão beta do WhatsApp para Android conta com uma nova funcionalidade a ser testada pela empresa, a qual permite que os participantes de videochamadas partilhem o respetivo ecrã de telemóvel com outros participantes da chamada.

Esta funcionalidade foi avistada pelos utilizadores da versão beta da app para o sistema operativo da Google, o que indica que a funcionalidade ainda se encontra em fase de testes e poderá ser lançada em breve numa atualização para a versão final do WhatsApp.

MAIS: WhatsApp anuncia a opção de editar mensagens 

A nova funcionalidade é representa por um ícone com o formato de um telemóvel e uma seta orientada para o lado direito. Ao ser pressionada, o WhatsApp pedirá o consentimento do utilizador para partilhar o ecrã.

Ainda não se sabe quando é que esta funcionalidade será lançada para todos os utilizadores do WhatsApp.

Governo vai aplicar penas severas para os crimes cibernéticos

O Governo Angolano vai aplicar penas severas para os crimes cibernéticos, com vista a dissuadir os agressores e malfeitores desta prática, segundo o ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior.

O governante que falava no 1º Fórum e Expo sobre Cibersegurança, informou ser preciso proceder à atualização e o fortalecimento do quadro legal em matérias de Protecção de Dados, de modo a responder aos desafios atuais e ao grande desenvolvimento tecnológico que se regista no mundo.
Manuel Nunes Júnior salientou ainda que o governo atual está a trabalhar na criação de uma Estratégia Nacional de Cibersegurança, que envolve políticas e medidas para proteger os seus sistemas e infraesruturas críticas contra-ataques cibernéticos.
De acordo com o governante, o projeto deverá incluir ações que visam aumentar a consciencialização e a educação da população sobre a importância da cibersegurança. No quadro desta estratégia, acrescentou, deve ser, igualmente, considerada a possibilidade da criação de uma Agência de Segurança Cibernética e respetivo Observatório.

O Observatório, esclareceu, vai coordenar as iniciativas de cibersegurança em todo o país, monitorar e dar resposta às ameaças cibernéticas em tempo real, bem como garantir o fornecimento e tratamento de dados com vista à criação de políticas públicas cada vez mais consistentes e realistas.

O ministro de Estado para a Coordenação Económica defendeu que as empresas e organizações governamentais devem investir na formação dos seus colaboradores em matérias de segurança cibernética, para garantir que estejam cientes dos riscos e saibam como contribuir para a protecção dos dados da empresa.

Manuel Nunes Júnior alertou ainda os participantes do Fórum de que a cibersegurança não deve ser vista como uma questão a ser resolvida apenas pelo Executivo. “É uma responsabilidade de todos, enquanto cidadãos e usuários do mundo cibernético e somente em conjunto poderão encontrar as melhores soluções para fomentar uma cultura de cibersegurança nas instituições e nas empresas, adotando as melhores práticas de ciber higiene e investindo nas questões relativas à segurança digital e física entre outras ações”, considerou.

Grupo de investidores anjo CORE Angels vai ajudar startups angolanas

A CORE Angels, um grupo de investidores anjo presente em África e na Ásia, vai apoiar várias startups angolanas, principalmente na sua internacionalização.

A informação foi revelada pela CEO deste grupo, Cíntia Mano, a margem de um encontro informal com o PCA do Instituto Nacional de Apoio as Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), João Nkosi, realizado num dos espaços reservados aos players do ecossistema de startups na primeira edição do Web Summit Rio 2023, que decorreu de 1 a 4 de maio último.

MAIS: INAPEM e aceleradora do Canadá projetam acordos para as startups angolanas

Pelo que foi revelado por João Nkosi, nos próximos tempos vai ser definido alguns passos da parceria, de modo a garantir o estabelecimento de uma relação institucional como tal, no sentido de canalizar os benefícios desta relação para as startups angolanas que carecem de financiamento em início de atividade.

A CORE Angels é uma instituição que tem como objetivo proporcionar uma ótima experiência aos business angels ao empoderar os que estão envolvidos no mundo empreendedor. O projeto acredita que compartilhar conhecimento é o ingrediente chave para o sucesso, com a presença de um grupo de anjos bastante diversificado, transparente, conectado e comprometido. O grupo pretende que as startups apoiadas sejam a melhor versão delas mesmas para poderem trazer soluções inovadoras aos problemas e demandas da nossa sociedade.

Com Angola fora, aplicativo do ChatGPT chega a mais países

Após ter lançado a aplicação do ChatGPT para iPhone apenas nos EUA, a OpenAI anunciou que a app da ferramenta de Inteligência Artificial (IA) ficou disponível em mais 34 países. Infelizmente, ainda não é desta que a app fica disponível em Angola.

MAIS: ChatGPT vai ser incorporado no Bing

Dado que a app começou por ser lançada neste mês de maio, é bom ver que a OpenAI está preocupada em disponibilizar esta versão do ChatGPT em tantos países e o mais rapidamente possível.

Notar que a OpenAI também já confirmou que está a trabalhar no lançamento de uma versão Android do ChatGPT, pelo que os utilizadores de telemóveis com sistema operativo Google terão de ter um pouco mais de paciência.

Plataforma tecnológica vai permitir certificar empresas em 72 horas

A plataforma tecnológica de certificação de empresas vai permitir ao Instituto Nacional de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) reduzir, de 30 dias para 72 horas, o período médio de atribuição do certificado das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME).

Essa informação foi revelada no lançamento oficial da ferramenta tecnológica denominada Plataforma de Certificação de Empresa, que tem como objectivo principal, imprimir um maior dinamismo no processo de emissão de certificação das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs), via remota.

Espera-se que através desse instrumento tecnológico, os empresários e empreendedores das 18 províncias do país, poderão submeter a documentação requerida, em suporte PDF (preferencialmente), ao portal, seguir o processo, interagir e num período de três dias é-lhe emitido o certificado.

Por conta da modernidade tecnológica do portal, está interconectado com o sistema da Administração Geral Tributária (AGT) para aferir a condição do contribuinte.

O certificado caracteriza-se como mais seguro do que o anterior, tendo em conta que possui o código QR, a geolocalização, dentre outros mecanismos de segurança.

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Segundo o Chefe de Departamento de Estudos e Estatística do INAPEM, Cláudio Silva, a plataforma tecnológica vem assim para cumprir com um dos desígnios do Executivo angolano, que passa pela modernização e na simplificação dos procedimentos administrativos nos serviços públicos.

Quanto a segurança, o responsável enfatizou aspetos de segurança do certificado e a sua legitimidade, através do código QR, por ser um mecanismo de fácil apuração da veracidade do documento.

Cláudio Silva acredita que com este novo instrumento, o INAPEM poderá expandir a certificação das empresas, via remota, dispensado o constrangimento do gestor da MPME, de se deslocar à capital, Luanda, para aceder ao referido documento.

Com isso, explica o Chefe de Departamento de Estudos e Estatística, as micro, pequenas e médias empresas poderão usufruir das vantagens do certificado INAPEM e fazer parte do ecossistema das MPME.

YouTube anuncia que vai encerrar as Stories

O YouTube anunciou que vai encerrar as Stories, um serviço que permite aos criadores de conteúdos da plataforma partilharem publicações com os seguidores. Tal como acontece em outras plataformas, estas Stories desaparecem após um determinado período de tempo que, no caso do YouTube, é de sete dias após serem partilhadas.

A plataforma de vídeos anunciou que, a partir do dia 26 de junho, os criadores de conteúdos do YouTube deixarão de poder partilhar Stories com os seguidores. Como recorda o site Engagdet, apesar da popularidade das Stories em plataformas como o Instagram e o Snapchat, a funcionalidade não teve o mesmo sucesso no Twitter e no LinkedIn – onde também acabou por ser removida.

MAIS: Podcasts estão a chegar ao YouTube Music

Serve recordar, no entanto, que os criadores de conteúdos do YouTube, ainda poderão contar com a capacidade de partilharem os vídeos de curta duração Shorts com as respetivas comunidades.

Correios de Angola reforça vendas pela internet para evitar burlas

Os Correios de Angola na região Centro-Sul vai reforçar as suas vendas pela internet de produtos e serviços nacionais e internacionais, de modo a evitar casos de burlas na encomenda de produtos por esta via.

Segundo o chefe da primeira e da segunda secção dos Correios de Angola na região Centro-Sul, Alcaide Kalandula Kangaso, falando para a ANGOP, o reforço consiste num mecanismo de alerta da direção da empresa, que engloba as provinciais do Bié, Cuando Cubango, Cuanza Sul e Huambo (sede), com o objetivo de prevenir as instituições público/privadas e singulares, durante a compra de produtos diversos, a partir de lojas on-line, sites e equipamentos de confiança dentro e fora do país.

Essa medida inovadora por parte da empresa visa evitar com que os cidadãos sejam vítimas de burlas na internet, onde a direção regional Centro-Sul abriu um gabinete de aconselhamento aos clientes, de modo a saberem identificar os sites fidedignos antes da adesão ao “E-commerce”.

Alcaide Kalandula Kangaso salientou ainda que, para as compras, basta ter um cartão Visa e localizar as plataformas virtuais com segurança comprovada e, para a entrega ou distribuição física, selecionar os Correios de Angola.

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O Chefe salienta que o “E-commerce” é um serviço iniciado há muito tempo, porém com maior procura na região apenas, nos últimos dois anos, por força das restrições impostas pela pandemia da Covid-19.

Com isso, informou que, nos últimos dois anos, em média diária, 95 instituições e cidadãos particulares solicitaram encomendas de compras on-line nacionais e internacionais, que acabaram por chegar nas suas casas com segurança.

Disse que antes da pandemia da Covid-19 as encomendas no serviço “E-commerce” eram desconhecidas e letárgicas, com uma média diária de 30 solicitações, mas com muitas reclamações de burla.

Apesar do aumento de solicitações, apontou algumas dificuldades, como a localização de certos clientes que colocam endereços incompletos na encomenda, originando alguma demora na entrega do produto.

Governo é o principal consumidor das TICs em Angola

A Administração Pública é o principal consumidor das Tecnologias de Comunicação e Informação (TIC) no país, segundo o presidente da Associação Angolana das Tecnologias de Informação e Comunicação (APETIC), João Cazola.

Falando durante o encerramento de uma feira de tecnologia, realizada pela Faculdade de Engenharia da Universidade Católica de Angola (UCAN), em alusão ao Dia Mundial das Telecomunicações, o Presidente informou que, a par da Administração Pública, há, igualmente, o caso dos cidadãos que usam mais as redes sociais e as instituições que usam as TIC para fazerem a gestão das suas tarefas nas empresas de forma automatizada, o que configura ganhos para a sociedade e a economia em si.

Quanto às desvantagens das tecnologias de informação, João Cazola referiu que se dá mais no uso das redes sociais, visto que muitos recorrem às mesmas para difundir através do WhatsApp ou outros suportes informações não abonatórias, em vez de usarem para questões úteis e que contribuam para o bem pessoal, do crescimento económico e da sociedade.

MAIS: Operadoras de telecomunicações já estão a migrar serviços para o Angosat-2

A outra desvantagem é a de alguns hackers usarem a Internet para a clonagem de sites ou de informações, colocando em risco os interesses e os bens de um cidadão ou de uma empresa.

Com presença dos jornalistas da MenosFios, a Feira de Tecnologia da Faculdade de Engenharia da UCAN contou com sessões de palestras, dirigidas aos estudantes de Telecomunicações e Informática, com abordagens sobre o Angosat-2, Sustentabilidade e Oportunidades para o País, a Tecnologia por Satélite para o Estudo do Território e a Conservação do Ambiente, Transformação Digital, Desafios e Oportunidades no Ensino Superior e o Dia Mundial das Telecomunicações.

De informar ainda que no evento foram discutidas abordagens relacionadas com a Sociedade de Informação, Importância da Cibersegurança, Desmistificando a Cloud, bem como foi apresentado um Estudo Comparativo de Preços de Telefonia na CPLP, SADC e CEEAC, a Televisão Digital e a sua implementação no mundo e em Angola.