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Unitel já prepara infra-estruturas para o lançamento do serviço 5G no país

 

A Unitel está a preparar, desde Setembro deste ano, a sua infra-estrutura para o lançamento do serviço 5G e melhorar na oferta dos seus produtos, de acordo com a nota oficial da empresa e que chegou a redacção do Menos Fios.

A tecnologia 5G é uma rede de internet móvel com maior velocidade, de  até 10 gigabytes por segundo, com latência (atraso) de 10 ms (milissegundos), para downloads e uploads, dando uma cobertura mais ampla e conexões mais estáveis.

Ao apostar nessa tecnologia, a UNITEL quer usar o melhor espectro de rádio e permitir que mais aparelhos dos seus usuários têm acesso à internet móvel ao mesmo tempo, sendo que numa primeira fase estará mais disponível nos centros urbanos do país.

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Segundo a operadora de telefonia móvel nacional, para atender à crescente demanda pelos seus serviços e alinhada com a estratégia de melhoria contínua de acesso ao sinal e progressiva qualidade dos serviços prestados ao cliente, está nesse momento a realizar um conjunto de acções em Luanda, Benguela e Cuanza  Sul.

De acordo com UNITEL, este trabalho, em particular para Luanda, poderá afectar temporariamente a operacionalidade de serviços de voz e de dados nas zonas e Viana, Kilamba Kiaxi e Talatona, onde nesta primeira fase do  projecto, que vai até o final do ano, as intervenções estão a ser feitas no período das 8h30 às 18 horas.

Continua a operadora, estão a ser instalados equipamentos rádio de última geração para aumentar a oferta de serviços 3G, 4G e 4.5G, que vão contemplar mais de 400 locais com antenas da operadora. A instalação das mesmas teve início em Luanda, estendendo-se até ao final do ano, sendo que em Benguela e Cuanza-Sul ocorrerá apenas em Dezembro.

Apesar dos constrangimentos sujeitos ao processo, trata-se de uma acção que vai permitir consolidar a extensão dos serviços e preparar a infra-estrutura básica para o 5G“,continua a nota.

A UNITEL declara já ter investido mais de 25 milhões de dólares, no âmbito da inovação tecnológica e da transformação digital neste projecto.

ONU e a Vodafone pretendem conectar 3,4 bilhões de pessoas com smartphones até 2030

A Vodafone e a agência especializada das Nações Unidas em tecnologias de informação e comunicação, lançaram uma nova iniciativa para resolver o fosso digital global, com o objectivo de que mais 3,4 bilhões de pessoas possam ter a capacidade de acessar e usar a internet por meio de um smartphone até 2030. 

Dos 3,7 bilhões de pessoas que não estão conectadas à internet, 3,4 bilhões vivem dentro do alcance de redes móveis, mas actualmente não estão a acessar a internet, em parte devido à falta de posse de um smartphone.

Com as redes de banda larga móvel (4G) a cobrirem agora 82% da população dos Países de Renda Baixa e Média (LMICs), a lacuna de uso móvel é 6 vezes maior do que a lacuna de cobertura móvel. Em linha com as metas globais da Comissão de Banda Larga para 2025 sobre acessibilidade e conectividade, o novo Grupo de trabalho identificará políticas, intervenções comerciais e de economia circular para aumentar o acesso aos smartphones.

A promessa das Nações Unidas, do Vodafone Group Plc e da ITU de aumentar o acesso ao smartphone para 3,4 bilhões de pessoas em todo o mundo é oportuna e importante. Enquanto a Vodacom trabalha para conectar os próximos 100 milhões de africanos através da sua campanha “Africa.Connected”, onde esperam apoiar a ambição da Vodafone de garantir que ninguém seja excluído da economia digital global e possa ter acesso à educação, empregos públicos e financeiros Serviços.”

O smartphone é responsável por 86% das conexões com a internet nos LMICs, enfatizando a importância dos telemóveis na abordagem desse problema. Mesmo assim, bilhões de pessoas continuam a usar telefones com recursos menos inteligentes, sem uma conexão com a Internet, e o mercado 2G continua a crescer.

Isso significa que a exclusão digital está a aumentar à medida que a pandemia global acelerou o surgimento de sociedades digitais e os smartphones são cada vez mais uma porta de entrada essencial para acessar serviços públicos – incluindo educação e suporte médico – serviços financeiros, empregos e administração de empresas.

Nick Read, CEO do Grupo Vodafone, disse: “A Vodafone tem a honra de fazer parte desta monumental iniciativa global com a ONU, para melhorar a vida de bilhões de pessoas através do acesso por smartphone. Este é um desafio tão complexo que nenhum operador de rede, dispositivo fabricante, provedor de serviços financeiros ou governo nacional podem resolver por conta própria – mas trabalhando juntos podemos quebrar as barreiras. “

O Grupo de Trabalho da Comissão de Banda Larga produzirá um relatório e um conjunto de recomendações concretas, incluindo: 

  • análise original e dados sobre a lacuna de acesso do smartphone;
  • quantificação do impacto social e económico de fornecer a todos acesso por smartphone até 2030, incluindo avaliação da mudança de usuários com telefones 2G para smartphones 4G;
  • análise de iniciativas ou pilotos projectados para aumentar o acesso de smartphones. O Grupo Vodafone comprometeu-se a lançar dois projectos-piloto sobre a acessibilidade do dispositivo como parte deste processo.

Para coincidir com a criação do novo Grupo de Trabalho, a Vodafone, a Vodacom e a Safaricom publicaram também o segundo relatório Africa.Connected sobre a aceleração do 4G para a África Subsariana.

Nova funcionalidade do Twitter permite “remover sem bloquear“ um seguidor

Para os amantes da rede social Twitter, eis uma nova funcionalidade que já está disponível: “soft block”.

Essa funcionalidade vai servir para definir um tipo de bloqueio nas redes sociais mais “suave” do que o corte definitivo com determinada pessoa, e onde o Twitter propõe ao estender a possibilidade de remoção de seguidores a toda a comunidade.

Então, a partir de agora é possível remover um seguidor no Twitter sem bloquear o mesmo, segundo adianta a plataforma, em um twitter oficial: “Estamos a fazer com que seja mais fácil que seja o curador da sua própria lista de seguidores. Agora a testar na web: remover um seguidor sem bloqueá-lo.

Para tirar partido dessa nova funcionalidade, basta ir ao perfil e entrar no separador dedicado a seguidores. Depois, é só clicar no ícone das reticências e seleccionar a opção “Remover este seguidor”.

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Os seguidores que forem removidos através desta funcionalidade não serão informados disso e é também por isso que esta opção é conhecida como “soft block” – evita ferir susceptibilidades. Além disso, a pessoa removida continua a conseguir ver os conteúdos partilhados, mantém a possibilidade de enviar mensagens privadas e pode também seguir de novo o utilizador em questão.

Ministro das Telecomunicações reitera promoção de Angola a partir de conteúdos multimédia

A necessidade de aumentar a produção de conteúdos multimédia para a promoção da imagem do país dentro e no exterior foi algo reiterado pelo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem.

O ministro falava na abertura do V° Conselho Consultivo Alargado da ANGOP, na manhã de hoje e com a presença da equipa da Menos Fios, e que decorre  com o foco no reforço da afirmação interna e externa.

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Segundo as palavras de Manuel Homem, o objectivo deve ser no aprimoramento do trabalho jornalístico investigativo, com intuito na produção de textos de qualidade substantiva e diversificados, capazes de abrir as portas para que as agências possa fazer receita.

O V° Conselho Consultivo Alargado da ANGOP começou hoje e vai até aos próximos três dias, onde os prelectores farão o balanço da execução das acções programadas durante o IV conselho e traçar estratégias para a melhoria da cobertura das eleições gerais, previstas para 2022, e das agendas diárias.

Criada em Julho de 1975, com a denominação Agência Nacional Angola Press (ANAP), no início, os seus trabalhos eram distribuídos sob a forma de boletim impresso, até que, a 30 de Outubro do mesmo ano, lançou o seu primeiro despacho telegráfico.

França anuncia investimento de €30 milhões às startups africanos

Emmanuel Macron, presidente da França, anunciou um investimento de €30 milhões nos próximos três anos para apoiar a iniciativa África Digital e programas que envolve as principais partes interessadas dentro do ecossistema de tecnologia de África, incluindo startups, programas de capitais de risco, incubadoras, parques tecnológicos e universidades.

Macron fez o anúncio durante a recém-realizada Nova Cúpula África-França em Montpellier, ao lado de membros da equipa Digital Africa que revelou novos programas.

Esses programas incluem o projecto Fuzé, que se concentra na África francófona e visa apoiar pelo menos 200 startups de tecnologia no início de 2022 com o lançamento de um novo fundo de pequeno porte (em etapas, de €10.000 a €200.000) sob a forma de empréstimos reembolsáveis.

A Digital Africa também uniu forças com a Make IT e com o governo alemão para criar o Talent4StartUps, um programa de bolsas criado para atender às necessidades de talentos que foram treinados em tecnologia digital e cujos beneficiários serão colocados em contacto com startups de recrutamento.

De forma mais ampla, a Digital Africa continuará a desenvolver as actividades não financeiras (produção de conhecimento, treinamento, networking, pesquisa e apoio para a evolução de estruturas regulatórias) enquanto terá a oportunidade de arrecadar fundos de outros doadores públicos ou privados.

A Digital Africa visa inovar em governança, com uma abordagem baseada em parcerias e rigorosa. O objectivo é refletir melhor a diversidade dos ecossistemas tecnológicos africanos, de uma perspectiva geográfica, garantindo que todas as principais regiões do continente estejam representadas, e de uma perspectiva de competências, reunindo empresários, mas também investidores, representantes de treinamento e pesquisa organizações, incubadoras e especialistas em política de inovação.

A Digital Africa anunciou um roadshow agendado para o final deste trimestre e irá parar em várias regiões africanas para fortalecer as conexões com os principais parceiros e actores nos ecossistemas africanos, promover os programas e convidar startups africanos a se candidatarem.

Angola recebe a 1° Conferência Internacional sobre Open Banking

Começa amanhã, e que dura dois dias, a 1° Conferência Internacional sobre Open Banking, em formato online, num evento realizado pela Tech21Africa,uma plataforma digital.

O evento tem como objectivo consciencializar e preparar a sociedade para os desafios e oportunidades da 4ª Revolução Industrial, tendo como plano de fundo os disruptores e visionários do sistema financeiro angolano.

De acordo com a nota de imprensa oficial do evento, e que chegou a redacção do Menos Fios, mostra que, entre vários assuntos, o evento vai analisar os desafios e oportunidades do Open Banking para o sistema financeiro nacional.

Serão abordados vários temas, como:

Abertura de serviços bancários: Open Banking e seus benefícios”,  “O papel da regulamentação em ambiente de Open Banking” e “Segurança cibernética e protecção de dados pessoais em ambiente de Open Banking”, segundo os prelectores do evento.

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O evento será prestigiado com a presença do Governador do Banco Nacional de Angola (BNA),  José de Lima Massano, que efectuará o discurso de abertura.

Eis alguns dos prelectores do evento
A Conferência Internacional sobre Open Banking reunirá vários seniores de bancos centrais, instituições bancárias e de serviços financeiros líderes, para discutir como implementar efectivamente o banco aberto (Open Banking), desbloquear o seu potencial e capitalizar as oportunidades de mercado que cria para o sector bancário.
Entre outras vantagens, a implementação do Open Banking garante: maior inclusão financeira, mais inovação no sistema financeiro, taxas e tarifas mais competitivas.

De avisar que o Open Banking é uma tendência que ganha cada vez mais força no mundo, pois confere maior competitividade e transparência entre os actores do sistema financeiro.

Através de um sistema bancário aberto, instituições como bancos e fintechs integram-se, permitindo que clientes compartilhem os seus dados com diferentes empresas para obter produtos e serviços inovadores e customizados.

Para comprar o seu bilhete, click aqui.

Divulgada as primeiras imagens do S22 Ultra, o próximo topo de gama da Samsung

Foi revelado as primeiras fotogradias do Galaxy S22, que será possivelmente o próximo smartphone topo de gama da Samsung, incluindo o mais avançado a nível de desempenho, isto é, o Galaxy S22 Ultra.

O Galaxy S22 ainda não foi lançado, mas o designer Waqar Khan partilhou imagens de um ‘concept’ do Galaxy S22 Ultra que pretende imaginar como será a versão final do dispositivo.

De informar que o ‘concept’ em questão é baseado apenas nos rumores que têm circulado, pelo que ainda teremos de esperar para saber como será realmente o Galaxy S22 Ultra quando chegar ao mercado.

MAIS: Samsung anuncia o Galaxy XCover 5, o novo smartphone para ambientes difíceis

Confira abaixo um vídeo deste ‘concept’.

Facebook pretende colocar toda a África online

O Facebook anunciou na quarta-feira uma série de novas tecnologias de conectividade que colocarão o continente africano online e melhorarão os projectos de infraestrutura existentes em África e em outros lugares.

Desde 2013, o Facebook Connectivity ajudou a trazer mais de 500 milhões de pessoas online para uma internet mais rápida e agora, a empresa tem como objectivo permitir conectividade acessível com as suas novas tecnologias emergentes.

“Vimos que as economias prosperam quando há uma internet amplamente acessível para indivíduos e empresas. Na Nigéria, o aumento da conectividade de banda larga resultou em um aumento de 7,8% na probabilidade de emprego para pessoas em áreas conectadas a cabos de fibra óptica ”, comenta Dan Rabinovitsj, vice-presidente de conectividade do Facebook.

MAIS: Facebook alarga cabo submarino para África e inclui ligação a Angola

“Enquanto o aumento da conectividade levou um aumento de 19 por cento no PIB per capita na República Democrática do Congo. O Facebook Connectivity trabalha com parceiros para desenvolver novas tecnologias de acesso à internet de alta velocidade. Hoje estamos a partilhar os mais recentes desenvolvimentos em algumas dessas tecnologias de conectividade, que visam fornecer grandes melhorias na capacidade da Internet em todo o mundo por mar, terra e ar ”, avança Dan Rabinovitsj.

Algumas das novas tecnologias de conectividade do Facebook incluem:

  • Investimento na melhoria dos cabos de fibra óptica submarinos e na expansão do seu alcance para conectar mais pessoas:

O Facebook e os seus parceiros lançaram recentemente o primeiro sistema de cabo submarino transatlântico de 24 pares de fibra que conectará a Europa aos Estados Unidos.

Este novo cabo oferece 200 vezes mais capacidade do que os cabos transatlânticos dos anos 2000 e baseia-se nas notícias recentes do Facebook sobre 2Africa Pearls , o cabo submarino que conecta África, Ásia e Europa e torna o sistema de cabos 2Africa o mais longo do mundo, com um capacidade de fornecer conectividade para até 3 bilhões de pessoas.

  • Usar a robótica para implantação de fibra mais rápida :

“Estamos a tornar a implantação de fibra significativamente mais económica por meio do Bombyx, um robô que pode escalar as linhas de energia de média tensão que já existem em grande parte do mundo e instalar fibra nelas. Hoje, o Bombyx é mais leve, rápido e ágil do que nosso design de primeira geração”, disse o Facebook em um comunicado.

O Facebook também está a tornar o Bombyx totalmente autônomo, usar sensores de visão de máquina para navegar melhor em torno de obstáculos. A Bombyx visa fazer a maior queda no custo de implantação de fibra terrestre, combinar as inovações nas áreas de robótica e design de cabos de fibra óptica para aumentar a quantidade de fibra terrestre em terra – sem a despesa de valas para colocar a fibra no subsolo.

  • Terragraph – Conexões de fibra pelo ar:

O Terragraph, uma solução sem fio que transmite conectividade semelhante à fibra pelo ar, já levou a internet de alta velocidade para mais de 6.500 residências em Anchorage, Alasca, e a implantação foi iniciada em Perth, Austrália.

O Facebook licencia o Terragraph gratuitamente para os fabricantes de equipamento original (OEMs). Até o momento, esses parceiros já enviaram mais de 30.000 unidades Terragraph para mais de 100 provedores de serviços e integradores de sistema em todo o mundo.

Python tira hegemonia de Java e C do topo de índice de popularidade

À medida que as novas tecnologias ganham popularidade, as suas linguagens de programação acompanham a fama, tornando-se os queridos dos programadores. A linguagem Python, que ganhou a sua popularidade com a inteligência artificial e o machine learning, chegou ao topo do Índice Tiobe de outubro, ultrapassou até então, as linguagens insuperáveis Java e C.

“Python, que começou como uma linguagem de script simples, como uma alternativa ao Perl, amadureceu. A sua facilidade de aprendizado, a sua grande quantidade de bibliotecas e seu uso difundido em todos os tipos de domínios a tornaram a linguagem de programação mais popular da actualidade”, escreveu Paul Jansen, chefe da Tiobe Software.

JavaScript, o padrão para desenvolvimento web front-end, está sempre no topo da lista do índice da RedMonk. Para Tiobe, o seu foco corporativo, viu Java e C dominarem nos últimos anos, mas Python tem se agarrado ao Java e agora o ultrapassou, destaca a publicação do ZDNet.

A linguagem Python também está a ganhar espaço, em parte, por causa da ascensão da ciência de dados e do seu ecossistema de bibliotecas de software de machine learning como NumPyPandas, TensorFlow, do Google, e PyTorch, do Facebook.

No entanto, a subida ao topo do ranking de Python ocorreu devido à queda de outras linguagens nas pesquisas.

A líder teve participação de 11,27% nas pesquisas e se manteve estável em relação a outubro de 2020, mas as suas concorrentes de pódio caíram. A linguagem C caiu 5,79% pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado, levou a uma participação de 11,16% em outubro de 2021. A Java, por sua vez, abriu caminho para Python com uma queda de 2,11 pontos percentuais, para 10,46%.

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As outras linguagens que ficaram entre as 10 primeiras no índice de outubro de 2021 da Tiobe incluíram C++, C#, Visual BasicJavaScriptSQL, PHP e linguagem Assemblyy. Também subiu em uma base anual e entre os 20 primeiros estão Go, projectado pelo Google, MATLAB e Fortran.

As classificações de Tiobe combinam com outros índices sobre a questão do JavaScript, no entanto, está alinhado com Python e Java como sendo as linguagens mais populares.

O Índice da comunidade de programação Tiobe é um indicador da popularidade das linguagens de programação, com foco corporativo, e actualizado mensalmente. As classificações são baseadas no número de engenheiros qualificados em todo o mundo, cursos e fornecedores terceirizados. Motores de busca populares como Google, Bing, Yahoo!Wikipedia, Amazon, YouTube e Baidu são usados ​​para calcular as classificações.

Computadores na China impedidos de receber o Windows 11

Desde que foi lançado no dia 05 de Outubro, o Windows 11 tem mostrado ser um sistema operativo que vem com o rótulo de criar uma nova nova interface e uma imagem completa para o sistema e as suas apps, de acordo com a própria Microsoft.

Mas desde que chegou ao mercado, o principal problema do Windows 11 é os seus requisitos de segurança, que para os especialistas da matéria foram causados pela própria Microsoft, e onde na China os computadores estão impedidos de instalar essa novo software.

Esse barramento nos computadores daquele país se deve a obrigatoriedade da presença do TPM 2.0 (Trusted Platform Module), que é um chip de segurança embutido nas motherboards que aumenta a segurança do sistema operativo.. Esta é uma das medidas mais importante de segurança para que o Windows 11 possa ser instalado em um computador.

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Só que a mais de 20 anos o TPM foi proibido pelo próprio governo da China, como medida de proteção para os utilizadores locais, de acordo com o South China Morning Post.

Para compensar esta proibição, o governo chinês acabou por criar uma alternativa, a que chamou TCM (Trusted Cryptography Module), que inclui supostamente padrões de segurança mais elevados que o TPM 2.0, mas acabou por ser esquecido pela Microsoft na definição das especificações do Windows 11.

Na última semana tem circulado notícias que existem formas de contornar esta limitação e conseguir instalar o Windows 11. Mas de avisar que estas não funcionam em todos os cenários, por isso não são completamente fiáveis e seguras.

A própria Microsoft já revelou uma forma, mas alertou para os potenciais problemas associados.

Com esta lacuna, aparentemente propositada, todos os PCs presentes no território chinês estão assim impedidos de atualizar para o novo Windows. Podem fazê-lo, mas não vão ter atualizações, como acontece no resto do planeta.

Sendo o Windows o sistema operativo mais usado na China, é muito provável que uma solução surja muito em breve.