Dicas para escolher um telefone [Parte 1]

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Convenhamos que nos dias de hoje muita gente escolhe telemóveis porque o “fulano ou fulana” possuí um, tal como um amigo já me disse – “Muita gente tem iPhone mas só fica no Whatsapp, faz e recebe chamadas, não mais do que isso”, por um lado: É óbvio que telefones (os mais actualizados) não servem só para o que ele descreveu e possuem muitas mais características, mas por outro lado não se deve deixar de parte a escolha do usuário final cada um usa o que pode quando bem entender, artigo – dicas para escolher um telefone – serve para ajudar você que já tem um mas pretende trocar, e por arrasto fazer uma escolha melhor, ou ainda ajudar aqueles que querem oferecer um novo telefone.

1 – Teclado ou tela sensível ao toque?

VIRTUAL VS FÍSICO

 

Podemos dizer que há duas categorias de telefones (smartphones): os que possuem apenas uma tela ampla e sensível ao toque; e dispositivos que possuem uma tela menor, porém oferecem um teclado com botões para letras, símbolos e números. Tudo, na verdade, se trata de uma questão de gosto. No entanto, se você pretende utilizar o aparelho principalmente para digitar textos, como responder e-mails, criar pautas e fazer anotações, telefones com teclados costumam ser mais indicados.

Se no entanto, você não tem tanta necessidade de digitar no telefone, aparelhos com tela sensível ao toque podem ser mais adequados às suas necessidades. Dispositivos deste tipo permitem acesso rápido aos recursos oferecidos com simples toques no visor, por exemplo, aplicar efeitos de zoom em imagens e passar de uma música a outra com um simples arrastar de dedos na tela.

lumia
Nokia Lumia: tela sensível ao toque e teclado virtual

Mas é claro que também há aparelhos que unem o melhor dos “dois mundos”: Na maioria dos casos, o teclado fica acoplado na parte traseira do aparelho, devendo ser deslizado para se ter acesso. Este tipo de aparelho se mostra muito interessante, mas para algumas pessoas pode apresentar duas possíveis desvantagens, dependendo do modelo: maior espessura e comprimento ligeiramente mais alongado. Ex: O Priv

 

 

2 – Sistema operacional (SO/OS)

Tão importante quanto o próprio aparelho é o seu sistema operacional. É recomendável utilizar plataformas conhecidas, pois estas contam com melhor suporte e também com maior leque de aplicativos. Os sistemas mais conhecidos e recomendados são (em ordem aleatória): iOS (iPhone),BlackBerrySymbianAndroid e Windows Phone. Os dois primeiros são exclusivos de seus desenvolvedores, ou seja, iOS só é utilizado nos aparelhos da Apple, e BlackBerry só em dispositivos da RIM.

Por sua vez, tanto o Android quanto Windows Phone podem ser implementados em aparelhos de diversos fabricantes, desde que determinados requisitos sejam cumpridos. Ambos também são adequados para dispositivos com tela sensível ao toque, mas as semelhanças terminam por aí: o Android é um projeto aberto, portanto, passível de alterações. Isso significa que a implementação desse sistema pode variar de aparelho para a aparelho. No caso do Windows Mobile/Phone, há uma padronização mais exigente, fazendo com que as funcionalidades do sistema permaneçam praticamente iguais mesmo em smartphones diferentes. Na maioria dos casos, quanto mais recente a versão do sistema operacional, melhor é a experiência do usuário não esqueça de ter em atenção se o aparelho que te interessa oferece uma boa gama de aplicativos.

3 – Duração da bateria

De nada adianta ter um telefone rico em recursos se você precisa recarregar a bateria do dispositivo com muita frequência. Muitas vezes, o fabricante informa que a bateria do dispositivo dura várias horas, mas não deixa claro que isso acontece apenas em situações em que se exige pouco do aparelho. Por isso, é importante pesquisar na internet ou com amigos que tenham o smartphone em questão quanto dura a bateria.

Como não dá para esperar “milagres” em relação a esse aspecto, uma vez que a indústria ainda não conseguiu criar baterias “poderosas”, verifique se seu telefone permite trocar facilmente esse item. Assim, se você for um usuário que depende muito do telefone, poderá comprar uma bateria extra para não correr o risco de ficar com o aparelho inutilizado por falta de carga.


Parte 2 do artigo à caminho, fiquem atentos.