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Terça-feira, Março 31, 2026
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Senhas complexas: são realmente a melhor opção?

Quando se fala de senhas e de formas de as tornar tão seguras quanto possível, é comum vermos conselhos para usar complexas combinações de caracteres de forma a reduzir a probabilidade de alguém mal intencionado a adivinhar e usar para invadir as suas contas.

No entanto, diz a Forbes que o National Institute of Standards and Technology (NIST) dos EUA partilhou novas directrizes a indicar que esta prática de senhas complexas com diferentes caracteres não é das mais seguras. Isto porque, como explica o organismo, este tipo de palavras-passe ‘obrigam’ os internautas a escreverem-na em algum lugar para se lembrarem dela – aumentando assim a probabilidade de alguém lhe deitar as mãos.

A NIST argumento que palavras-passe mais longas compostas por palavras que se consiga lembrar são uma melhor abordagem para criar senhas seguras, recomenda também que recorra a diferentes senhas para sites distintos.

Entre as atualizações do NIST, uma das mais surpreendentes foi a orientação para que os serviços de autenticação deixem de exigir mudanças periódicas de senha e de impor o uso de caracteres especiais. Além disso, o uso de perguntas de segurança para autenticação também foi colocado em cheque.

Essa nova abordagem reflete uma mudança de paradigma na segurança digital. Anteriormente, acreditava-se que senhas complexas e mudanças frequentes aumentavam a segurança. Porém, o tempo mostrou que essa prática levou à criação de senhas mais fracas e comportamentos menos seguros, como anotações em lugares inseguros ou a reutilização de senhas.

O foco agora está em métodos de autenticação mais robustos, como a autenticação multifactor (MFA) e autenticação baseada em tokens. Essas opções oferecem uma proteção mais eficaz e uma experiência de usuário mais fluida.

Fact Check. WhatsApp lança funcionalidade para imagens

Na sua senda quase diária de novidades, o WhatsApp adiciona muitas melhorias. A mais recente mostrou que estão a chegar os tão esperados temas alargados, com muitas mais propostas. Claro que continuam a ser preparadas novidades, que mostram como este serviço evoluirá.

A plataforma de mensagens está também a testar uma funcionalidade de notificações para chats de grupo que notificará os utilizadores apenas quando receberem uma resposta ou menção. Agora, está em preparação mais uma novidade que visa oferecer aos utilizadores do WhatsApp a opção de verificar a autenticidade das imagens que recebem na plataforma.

Alegadamente, o WhatsApp desenvolve uma funcionalidade que permite aos utilizadores pesquisar imagens na web. Ao abrir uma imagem recebida e tocar no botão de três pontos no canto superior direito, irá mostrar uma nova opção chamada “Pesquisar na Web”.

Com esta funcionalidade, os utilizadores poderão verificar a autenticidade das imagens, determinando se a imagem é original ou criada com IA, entre outras coisas. Isto também ajudará a identificar conteúdo enganoso ou falso. Quando um utilizador pesquisa uma imagem na web, esta é carregada no Google, que depois, através do seu algoritmo, compara imagens ou fontes semelhantes para obter informações rapidamente.

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O WhatsApp garante a privacidade ao não armazenar ou processar estas imagens. Mesmo que as fotografias sejam enviadas para o Google para pesquisa, permanecem privadas e seguras. Esta funcionalidade pode ser utilizada em qualquer imagem enviada a um utilizador por um amigo ou recebida numa mensagem encaminhada.

Além disso, o WhatsApp está também a testar uma nova funcionalidade para testar a autenticidade dos links em mensagens reencaminhadas com frequência. Semelhante à funcionalidade de pesquisa de links, a funcionalidade de pesquisa de imagens será totalmente opcional.

Do que se sabe, “os utilizadores terão controlo total sobre se desejam iniciar uma pesquisa ou não, garantindo que nenhum dado é partilhado sem a sua ação explícita”. Por enquanto, a funcionalidade está em desenvolvimento e não está disponível nem para utilizadores beta. Pode chegar numa atualização futura, com o recurso de pesquisa de links.

ANEP lança projecto para impulsionar literacia digital no ensino angolano

A Associação Nacional do Ensino Privado (ANEP) lançou em curso um projecto de distribuição de mais de cinco mil computadores, para impulsionar a literacia digital, revelou o Presidente António Pacavira.

Falando durante a conferência de imprensa do lançamento da terceira edição do Fórum de Tecnologia e Educação (FTE), o responsável disse que o projecto vai permitir que os encarregados de educação comprem computadores para os estudantes da primária até ao segundo ciclo, a um preço acessível para o mercado e em várias prestações.

António Pacavira frisou ainda que foi firmado uma parceria entre a ANEP e o Fórum de Tecnologia e Educação, de modo a fomentar a cultura da literacia digital.

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De informar que o Fórum de Tecnologia e Educação, que se realiza de 27 a 29 de Novembro, tem como plano de fundo a troca de conhecimentos e boas práticas e está alinhado aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável número 4 da ONU, focando numa educação inclusiva e de qualidade.

O FTE é promovido pela Chimuma Comunicação, em colaboração com o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) através do INFOSI e do Ministério das Relações Exteriores (MIREX).

Fórum de Tecnologia e Educação acontece em Novembro com foco na qualificação do capital humano

Com foco na qualificação do capital humano, decorrerá de 27 a 29 de Novembro próximo a terceira edição do Fórum de Tecnologia e Educação, onde será realizado sob o lema “Planear o Futuro e Transformar Gerações”.

Segundo Zacarias Quinquela, porta-voz do evento e falando em conferência de imprensa, frisou que a edição 2024 do evento vem com um diferencial em relação as edições anteriores, que tiveram a duração de dois dias.

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O Fórum de Tecnologia e Educação vai reunir gestores educacionais, professores, investigadores, empresários e representantes de organizações públicas e privadas.

O responsável reiterou ainda que esta edição vai promover  a inovação e a colaboração, proporcionando um espaço cheio ideial para discutir o futuro da educação em Angola. Zacarias Quinquela disse ainda que esta edição será mais dinâmica e interactiva, permitindo que os patrocinadores desenvolvam e apresentam as suas próprias modalidades temáticas.

Telemóveis Android terão novas proteções contra roubo

A Google parece estar prestes a lançar novas funcionalidades criadas especialmente para prevenir situações em que tenha o seu telemóvel Android roubado.

Uma delas dá pelo nome de Theft Detection Lock e recorre a Inteligência Artificial (IA) para perceber, de acordo com os movimentos do dispositivo, se o seu dispositivo foi roubado.

Movimentos repentinos seguidos de corrida, por exemplo, podem ser associados ao furto do telemóvel e, nesse caso, o telemóvel Android bloqueia automaticamente todos os acessos a aplicações e dados alojados no dispositivo.

Outra funcionalidade semelhante é a Offline Device Lock, que bloqueia o dispositivo caso o ladrão mantenha o telemóvel desconectado por longos períodos de tempo. Por fim, há ainda o Remote Lock, que já é bem conhecido pelos utilizadores de telemóveis Android e lhes permite bloquear o dispositivo remotamente.

Ainda não é claro que telemóveis Android receberão estas novas opções, sendo que a data de lançamento ainda é pouco clara.

Rede social X(ex-Twitter) volta a funcionar no Brasil

O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil partilhou um decreto onde confirma que foram cumpridos todos os requisitos para que o X seja desbloqueado no país.

Serve recordar que a rede social (anteriormente conhecida como Twitter) teve ordem de bloqueio assinada no final de agosto, uma decisão tomada pelo STF depois de o dono do X, Elon Musk, ter violado a lei brasileira e não apontar nenhum representante legal da empresa no Brasil.

Musk encerrou os escritórios do X no Brasil justificando a decisão com a necessidade de proteger os funcionários da empresa, os quais estavam a ser pressionados a bloquear contas que haviam sido reativadas após os ataques de 8 de janeiro na capital Brasília.

MAIS: X (ex-Twitter) suspendeu milhões de contas por quebrarem as regras

Todos estes acontecimentos – e o facto de o X ter ficado disponível de forma momentânea durante o bloqueio – levaram a uma acumulação de multas com um valor total próximo de 5 milhões de euros. Mesmo com percalços, as multas foram devidamente pagas e o X pode, por fim, voltar a funcionar para os internautas brasileiros.

“Todos os requisitos necessários para o retorno imediato das atividades da X Brasil Internet LTDA em território nacional foram comprovados documentalmente e certificados pela Secretaria Judiciária, diz o documento assinado por Moraes e partilhado pelo site CanalTech. Diante do exposto, decreto o término da suspensão e autorizo o imediato retorno das atividades do X Brasil Internet Ltda em território nacional.

Cabe agora à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tomar as medidas necessárias para reativar a rede social no país, com as operadoras a terem agora ‘luz verde’ para anular as restrições colocadas às lojas virtuais do Android e do iOS e também ao site do X.

Academia BAI e MUDA-Angola lançam movimento para os desafios da era digital

Com o objectivo de fortalecer as competências digitais em Angola e preparar a sociedade para os desafios da era digital, a Academia BAI lançou um movimento pela utilização digital denominado “MUDA-Angola”.

A ferramenta digital vai ter como missão preparar todos os segmentos da sociedade para enfrentar os desafios da transformação digital, através de programas de capacitação que abrangem desde infra-estruturas digitais até à formação de gestores e cidadãos.

Para o idealizador do programa, Alexandre José Nilo Fonseca o mesmo surge num momento em que o apoio político à transformação digital é crescente, alinhando-se aos esforços do governo para modernizar infra-estruturas e serviços públicos em Angola.

MAIS: IMA e Microsoft reforçam parceria para impulsionar a transformação digital em Angola

O responsável frisa ainda que com o lançamento do MUDA-Angola, a Academia BAI e o MUDA comprometem-se unir esforços e desenvolver as condições necessárias para a capacitação de gestores, funcionários públicos e cidadãos, além de facilitar o diálogo com decisores políticos sobre a relevância da digitalização no desenvolvimento nacional.

O Movimento pela Utilização Digital Ativa (MUDA), com sede em Portugal, é uma iniciativa de âmbito internacional que tem como objectivo principal promover o desenvolvimento de competências digitais nas nações, nas organizações públicas e privadas, e entre os cidadãos.

O movimento incentiva a adopção de tecnologias emergentes, como a inteligência artificial e a internet das coisas, e fomenta parcerias entre governos, empresas, instituições académicas e ONGs para promover a inovação e o desenvolvimento sustentável.

ONU afirma que Telegram facilitou uma transformação no crime organizado

A detenção de Pavel Durov, fundador e diretor-executivo do Telegram, voltou as atenções para a plataforma de mensagens e reforçou as preocupações que já existiam relativamente a ela. Agora, a Organização das Nações Unidas (ONU) diz que o serviço permitiu uma mudança importante na forma como o crime organizado pode conduzir actividades ilícitas em grande escala.

Um novo relatório assinado pela ONU revela que poderosas redes criminosas do Sudeste Asiático utilizam extensivamente o Telegram e acusa o serviço de mensagens de ter permitido uma mudança fundamental na forma como o crime organizado pode conduzir atividades ilícitas em grande escala.Cibercrime no TelegramO relatório da ONU representa as mais recentes alegações contra a aplicação desde que França acusou Pavel Durov, o seu fundador e diretor-executivo, de permitir atividades criminosas na plataforma.

O Telegram permite que dados pirateados, incluindo detalhes de cartões de crédito, palavras-passe e histórico de navegação, sejam comercializados abertamente em grande escala na aplicação, que tem canais em expansão com pouca moderação, segundo o relatório do Gabinete das Nações Unidas para a Droga e o Crime (em inglês, UNODC).

Além disso, permite a utilização de ferramentas para o cibercrime, incluindo software deepfake projectado para fraude e malware para roubo de dados, bem como trocas de criptomoedas não licenciadas que oferecem serviços de lavagem de dinheiro.

Há “fortes evidências de mercados de dados clandestinos a migrar para o Telegram e fornecedores que procuram ativamente atingir grupos do crime organizado transnacional com base no sudeste da Ásia”, diz o relatório.

ONU alerta que Telegram é um terreno fértil para os grupos criminosos

O Sudeste Asiático emergiu como um importante centro de uma indústria multibilionária que visa vítimas em todo o mundo com esquemas fraudulentos. Muitos são sindicatos chineses que operam a partir de complexos fortificados com trabalhadores traficados.

A indústria gera entre 27,4 mil milhões de dólares e 36,5 mil milhões de dólares por ano, conforme a informação compilada pelo UNODC.

De acordo com Benedikt Hofmann, representante adjunto do UNODC para o Sudeste Asiático e o Pacífico, o Telegram é um ambiente de fácil navegação para os criminosos.

Pessoa ao telemóvel, num fundo pretoO relatório diz que a escala dos lucros obtidos pelos grupos criminosos na região exigiu que eles inovassem, acrescentando que eles integraram novos modelos de negócios e tecnologias nas suas operações, incluindo malware, Inteligência Artificial generativa e deepfakes.

O UNODC afirmou ter identificado mais de 10 fornecedores de serviços de software de deepfake “especificamente direcionados para grupos criminosos envolvidos em fraudes cibernéticas no Sudeste Asiático”.

Considerando este problema no Sudeste Asiático, a polícia da Coreia do Sul – que se estima ser o país mais visado pela pornografia deepfake – lançou uma investigação sobre o Telegram, de modo a determinar se este é um facilitador dos crimes sexuais online.

O Telegram, que tem cerca de mil milhões de utilizadores, não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

Semana Mundial do Espaço. Exploração espacial gera desenvolvimento na comunidade, defende Governo

Hoje em dia a ciência e a tecnologia voltada à exploração espacial geram desenvolvimento sustentável para as comunidades, na opinião do vice-governador para o sector Político, Social e Económico no Huambo, Angelino Elavoco.

Falando durante o workshop alusivo a Semana Mundial do Espaço, o responsável frisou que devemos ter o objectivo de valorizar as abordagens tecnológicas e a exploração do espaço, para contribuir no crescimento social e económico local.

Angelino Elavoco frisou que as ferramentas tecnológicas e a exploração responsável do espaço, determinam a evolução positiva das infra-estruturas de telecomunicações, transportes, energia e ambiente, assim como no domínio de produção de alimentos decisivos no melhoramento das condições de vida da população.

O governante afirmou que o uso racional destes meios podem impactar na reducção dos custos associados aos serviços e procedimentos dos processos produtivos, para além de permitir a produção de alimentos em larga escala, para atender a população em permanente crescimento nos dias de hoje.

Por esta razão, sustentou que a ciência e tecnologia espacial são imprescindíveis para uma melhor compreensão e consequentemente uma abordagem certa das questões relacionadas com as alterações climáticas.

MAIS: Semana Mundial do Espaço 2024 oferece curso gratuito de tecnologia espacial

Angelino Elavoco argumentou que o recurso aos satélites e a tecnologia a eles associada representam a infra-estrutura basilar no monitoramento da terra, recolha contínua de dados em massa, que são indispensáveis para o enfrentamento das mudanças climáticas.

A Semana Mundial do Espaço (WSW, da sigla em inglês), e que vai até ao dia 10 de utubro, uma data estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de celebrar o contributo da ciência e da tecnologia espacial para o melhoramento da condição humana.

Para esta edição, o tema será “Espaço e Mudanças Climáticas”, com ênfase no realce dos feitos de Angola no sector espacial para se alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A programação vai incluir palestras e seminários ministrados por especialistas de várias startups para a partilha de conhecimentos e experiências.

WhatsApp. Usuários do iPhone vão receber novas funcionalidades

Os utilizadores do iOS terão (muito) em breve a oportunidade de escolher mais opções de personalização nas suas conversas no WhatsApp.

Quem o diz é o site WABetaInfo, que avistou uma nova atualização para a versão final do WhatsApp. De acordo com a publicação, os utilizadores podem escolher entre 22 fundos de ecrã com padrões distintos e também 20 cores.

Mais ainda, as escolhas podem ser válidas para todas as conversas ou apenas para algumas – tudo depende da vontade do utilizador.

Dado que a atualização já foi avistada para sistemas iOS, é provável que a versão para Android não demore muito mais.