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Quinta-feira, Fevereiro 19, 2026
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PROPRIV vai acelerar processos de alienação da UNITEL

O Programa de Privatizações (PROPRIV) tenciona acelerar os processos de alienação adjacentes à privatização por via de oferta pública inicial, este ano, com destaque para a UNITEL.

A informação foi avançada, na terça-feira, pelo secretário de Estado para as Finanças e Tesouro, Ottoniel dos Santos, durante a 5.ª reunião da Comissão Interministerial do PROPRIV, sob coordenação do ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano.

De informar que a UNITEL está entre os 73 ativos e empresas a privatizar no ano de 2024, segundo o secretário de estado da economia.

Pelo que foi revelado em conferência de imprensa, o novo calendário do PROPRIV para o período 2023 – 2029 contempla 73 ativos e empresas, dos quais 21 são empresas de referência nacional, com destaque para as empresas de telecomunicações, TV CABO e a Unitel.

Sobre a UNITEL, o Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE) anunciou, no final de 2022, o início do processo de reprivatização da UNITEL em mercado concorrencial, com várias reuniões já feitas do grupo de trabalho.

MAIS: Não houve partilha de infraestruturas entre Africell e UNITEL

O IGAPE esclarece que a Unitel, S.A é a maior empresa de telecomunicações móveis de Angola, revestindo-se de excecional interesse público para o estado, dada a posição estratégica do sector, o conhecimento técnico agregado, o perfil tecnológico moderno e a sua referência na empregabilidade nacional.

Por estes factos, importa referir que todas as medidas estão a ser acauteladas no sentido de salvaguardar o bom funcionamento do referido ativo e garantir a continuidade e a salvaguarda do bem comum”, assegura a IGAPE.

Governo reconhece empenho das TICs na proximidade com os cidadãos

O Executivo Angolano reconheceu que as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s) impõem uma nova atitude na relação de proximidade entre o Executivo e os cidadãos.

Para o Secretário de Estado para as Telecomunicações Tecnologias de Informação, Pascoal Borges Alé Fernandes, falando na sobre Transformação Digital, com o tema Telecomunicações, Digitalização e Inclusão Financeira, referiu que para concretização desta empreitada, torna-se necessária com o suporte das TICs continuar a apoiar iniciativas que permitam o fomento e a inclusão financeira no seio da sociedade, independentemente da sua localização.

Angola conta com investimentos nas Infraestruturas das TICs, que permitem os operadores de comunicações eletrónicas criarem carteira móvel, que possibilita o 0depósito, consulta, levantamento, transferências instantâneas de valores e compra de produtos diversos por via do telemóvel”, disse Pascoal Fernandes.

MAIS: Rede 5G vai dominar as conexões móveis até 2026, revela especialista

O secretário frisou que as TICs desempenham um papel significativo na transformação da relação entre o Executivo (governo) e os cidadãos, promovendo uma maior proximidade e interação entre ambas as partes.

No seu discurso, o secretário referiu algumas maneiras pelas quais as TICs têm influenciado essa relação.

As TICs tornam a informação governamental mais acessível aos cidadãos. Por meio de portais governamentais, sites, aplicativos móveis e redes sociais, as pessoas podem acessar uma ampla gama de informações, incluindo políticas, programas, serviços públicos, orçamentos e dados governamentais abertos“, enfatizou.

Futuro Verde. Inovação e empreendedorismo como caminho para uma Angola sustentável

Angola está numa encruzilhada importante na sua história económica. Enquanto enfrenta os desafios da globalização e das mudanças climáticas, o país tem que decidir entre seguir o caminho tradicional ou abraçar uma abordagem mais moderna e sustentável para o desenvolvimento. É aqui que entra a Economia Verde, uma resposta promissora para construir um futuro melhor e mais próspero.
Mas o que é essa tal de Economia Verde? É simples! É um jeito de fazer as coisas que respeita a natureza, enquanto cria oportunidades para as pessoas e para os negócios. Em vez de só pensar no lucro, a Economia Verde olha para o todo, considerando o meio ambiente, a sociedade e a economia.
Por que isso é tão importante para Angola? Bem, olha só:
Diversificação Económica: Angola sempre dependeu muito do petróleo, mas já deu para ver que não dá para confiar só nisso. A Economia Verde oferece outras opções, como investir em energias renováveis (tipo solar e eólica), agricultura sustentável, turismo responsável e tecnologias limpas.
Resistência às Mudanças Climáticas: Com as mudanças climáticas batendo à nossa porta, é hora de agir. A Economia Verde nos ajuda a reduzir as emissões de
gases de efeito estufa e a nos preparar melhor para os desafios que estão por vir, como secas e inundações.
Inclusão Social: Queremos um país onde todos tenham oportunidades, certo? A Economia Verde promove empregos e empreendedorismo em áreas como energia renovável, agricultura sustentável e gestão de resíduos. Além disso, ela também incentiva a igualdade de género e fortalece as comunidades locais.
Na da Economia Verde, existem várias áreas ou subsetores que estão prontos para decolar:
Energias Renováveis: É a hora de deixar o sol e o vento trabalharem a nosso favor! Com o investimento em energias renováveis, podemos gerar eletricidade de
forma limpa e sustentável, reduzindo a nossa dependência de combustíveis fósseis.
Agricultura Sustentável: Vamos cuidar da nossa terra e garantir alimentos saudáveis para todos! A agricultura sustentável utiliza práticas que respeitam o meio
ambiente e promovem a biodiversidade, garantindo uma produção de alimentos mais segura e sustentável.
Turismo Responsável: Angola é um país cheio de belezas naturais e culturais, prontas para serem exploradas! O turismo responsável valoriza e protege esses recursos, garantindo que as gerações futuras também possam desfrutar de tudo o que o nosso país tem para oferecer.
O Ecossistema de Empreendedorismo Digital em Angola: Oportunidades e Desafios
Angola está testemunhando um rápido crescimento no ecossistema de empreendedorismo digital, com um número crescente de startups e empresas inovadoras surgindo em todo o país. Este boom oferece uma plataforma ideal para impulsionar a transição para uma Economia Verde.
Oportunidades: O empreendedorismo digital oferece oportunidades únicas para desenvolver soluções inovadoras e escaláveis para os desafios ambientais e sociais. Desde aplicativos móveis que promovem o consumo consciente até plataformas de comércio eletrónico que facilitam a venda de produtos sustentáveis, há um vasto campo de possibilidades para empreendedores visionários.
Desafios: Apesar do crescimento promissor, o ecossistema de empreendedorismo digital em Angola ainda enfrenta uma série de desafios, incluindo acesso limitado a financiamento, infraestrutura de tecnologia subdesenvolvida e barreiras regulatórias. Superar esses obstáculos exigirão uma abordagem colaborativa, envolvendo o governo, o sector privado e a sociedade civil para criar um ambiente propício ao crescimento e inovação.
Conclusão:
Construindo um Futuro Sustentável para Angola Em última análise, a transição para uma Green Economy não é apenas uma escolha moral, mas uma necessidade económica e ambiental. Ao investir em capacitação, inovação e empreendedorismo, os angolanos podem criar um futuro sustentável e próspero para as gerações futuras.
Com visão, determinação e colaboração, Angola pode se tornar um líder regional em economia verde, beneficiando não apenas o seu povo, mas também o planeta como um todo. Este é o momento de agir – juntos, podemos construir um futuro melhor para todos.
Resumindo, a Economia Verde é o caminho do futuro para Angola.
É hora de investir em capacitação, inovação e empreendedorismo, e construir juntos um país mais verde e próspero para todos nós!

 

Este artigo foi publicado no blog do Founder Institute Luanda.

Conecta Angola prevê chegar a mais de 30 mil cidadãos nos próximos meses

O projeto Conecta Angola prevê a instalação de no mínimo dois pontos em cada província em zonas recônditas e tornar o serviço de internet disponível para mais de 30 mil cidadãos, segundo a diretora-adjunta para a Área Técnica e Científica do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), Vangiliya Pereira.

A responsável informou que já foram instalados oito kits do projecto Conecta Angola no Belo Horizonte (Bié), Canzar (Lunda-Norte), Sombo (Lunda-Sul), ITEL (Luanda), Jamba Cueio e Dirico (Cuando Cubango), que atendem cerca de 20.000 cidadãos.

Pretende-se, deste modo, levar a iniciativa às zonas recônditas de Angola, por meio do uso do Angosat-2, satélite de comunicações que desempenha um papel crucial no desenvolvimento e progresso do país, promovendo comunicações abrangentes, conectividade digital, ampliação do acesso à informação, autonomia tecnológica e outros.

Vangiliya Pereira destacou as vantagens do Angosat-2, do ponto de vista do custo e benefício, associado com o Conecta Angola, considerando possível levar o serviço de internet aos pontos mencionados, ligando os usuários ao mundo.

MAIS: Conecta Angola vai chegar a várias províncias nos próximos meses

O objetivo, segundo o GGPEN, é levar gratuitamente a internet às áreas remotas, onde nunca houve comunicação com os operadores convencionais, ajudando a reduzir a exclusão digital, promover o desenvolvimento socioeconómico e melhorar a qualidade de vida das populações naquelas regiões.

Existe, ainda, uma disparidade do género no acesso às Tecnologias de Informação e Comunicação, principalmente nas zonas mais recônditas do país. Com o Conecta Angola, segundo as autoridades, será possível, com o apoio das escolas, das comunidades e das administrações locais, reduzir o fosso, pois a internet gratuita estará ao alcance de todos.

Os dados apontam que vai haver, também, a necessidade de se criar sinergias com empresas públicas, privadas e outras para apoiarem essas localidades com a disponibilização de telefones e computadores, para poderem, de facto, usufruir do acesso que o Conecta Angola proporciona.

O serviço de internet é de acesso livre sem ser cobrado qualquer taxa ao usuário. Neste particular, o Conecta Angola promove a inclusão digital das comunidades e reduz o fosso no acesso às Tecnologias de Informação e Comunicação entre os habitantes de zonas urbanas e os das áreas recônditas.

[Rumor] Apple planeia desenvolver dois iPhones com ecrãs dobráveis

O site The Information avançou com a notícia que a Apple começou a testar protótipos de iPhones com ecrã dobrável desde 2018, estando neste momento a desenvolver ativamente dois modelos distintos.

A publicação afirma que um destes modelos é um modelo com design em ‘concha’, semelhante ao que encontramos hoje em dia no Galaxy Z Flip da Samsung e no Razr da Motorola.

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Por muito entusiasmante que seja, a publicação nota que o projeto foi suspenso por volta de 2020 para que a Apple se pudesse concentrar no desenvolvimento de um iPad dobrável – o qual deverá ser o primeiro dispositivo com ecrã flexível lançado pela Apple.

Ao que parece o projeto não foi abandonado e a Apple está neste momento a procurar solucionar o ‘vinco’ que costuma ser visível nos telemóveis dobráveis. É provável que, uma vez resolvida esta questão, a empresa esteja pronta para lançar o primeiro telemóvel neste segmento.

Luanda vai receber 3.ª edição da conferência “New Space in Africa”

Luanda vai acolher, de 2 a 5 de abril deste ano, a 3.ª edição da conferência “New Space in Africa, edição 2024”, evento que se concentra no emergente setor espacial africano, segundo o ministro das Telecomunicações Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira.

Falando no final de um encontro com responsáveis da União Africana para Área Espacial, Ouattara Tidiane, e da Space in Africa, Temidamo Oniosun, o dirigente frisou que o “New Space in Africa” é um evento que destaca o crescente interesse e investimento em tecnologias espaciais em todo o continente africano e reúne líderes da indústria, acadêmicos, empreendedores e entusiastas do espaço para discutir oportunidades, desafios e inovações neste campo.

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Para a edição de 2024, o evento contará com várias áreas de discussão e tópicos abrangentes do setor, como Lançamentos e Satélites, Aplicações Espaciais, Inovação e Empreendedorismo Espacial, Educação e Capacitação, Política e Regulamentação Espacial e Acesso ao Espaço.

O “New Space in Africa” proporciona ainda uma plataforma valiosa para networking, partilha de conhecimento e colaboração entre os diversos stakeholders interessados no desenvolvimento do setor espacial no continente africano. Este evento destaca o potencial transformador da tecnologia espacial para impulsionar o desenvolvimento socioeconómico e promover a inovação em toda a África.

Banco Sol reforça segurança e investe em cibersegurança

O Banco Sol, liderado por Teodoro da Paixão Franco, está a reforçar os seus sistemas de segurança e a investir significativamente em cibersegurança e tecnologia para oferecer um serviço ainda mais seguro e eficiente aos seus clientes.

O conselho de Administração do banco acredita firmemente que os clientes procuram o banco pela segurança dos seus fundos e informações financeiras.

Dessa forma, é essencial que a instituição financeira invista de forma robusta e contínua na proteção contra ameaças cibernéticas e na modernização dos seus sistemas tecnológicos. Com o crescente número de ciberataques e a constante evolução das tecnologias digitais, o Banco Sol reconhece a importância de estar à frente das ameaças digitais e de oferecer aos seus clientes uma experiência bancária segura e confiável.

A implementação de medidas avançadas de segurança cibernética e o investimento em tecnologias de ponta não só protegem os ativos dos clientes, mas também garantem a integridade e a privacidade dos seus dados pessoais e financeiros.

Ao priorizar a segurança e a inovação tecnológica, o Banco Sol reforça o seu compromisso em proporcionar aos seus clientes uma experiência bancária moderna, conveniente e, acima de tudo, segura. Este investimento estratégico em cibersegurança e tecnologia demonstra o comprometimento do Banco Sol em manter a confiança e a satisfação dos seus clientes, enquanto continua a liderar o setor financeiro angolano rumo ao futuro digital.

Huawei vai priorizar produção de ‘chips’ de Inteligência Artificial

A Huawei terá decidido abrandar a produção dos telemóveis Mate 60 de forma a focar os recursos das suas fábricas na produção de ‘chips’ de Inteligência Artificial (IA).

Tendo em conta a crescente importância de ‘chips’ de IA na indústria tecnológica, a Huawei pretende fortalecer a sua capacidade de produzir estes componentes, procurando ao mesmo tempo, continuar a produzir telemóveis que lhe permitam desafiar rivais como a Apple na China.

MAIS: [Rumor] Próximo telemóvel da Huawei terá novo processador topo de gama

Serve recordar que o final do ano passado ficou marcado pela popularidade do Mate 60 que conseguiu até ultrapassar os números da Apple com o iPhone 15 no mercado chinês.

Angola ganha plataforma digital para consulta da Lei Geral do Trabalho

Angola ganhou uma plataforma digital, que vai servir de apoio para informação e consultas sobre a nova Lei Geral do Trabalho, criada pelo Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social(MAPTSS).

Com o url www.lgt.gov.ao, na inovação tecnológica pode ser consultada um conjunto de eventos promovidos pelo MAPTSS, no âmbito da divulgação e formação sobre a referida lei.

Segundo ainda pelo que foi revelado, estão ainda disponíveis artigos de opinião científicos, formulário de perguntas e respostas mais frequentes sobre a nova Lei e as suas alterações, anunciou o MAPTSS, no Facebook.

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O site tem ainda como objetivo Destacar as principais inovações/medidas de reforma introduzidas; Clarificar os diferentes princípios e normas respeitantes ao atual Regime da Relação Jurídico-Laboral; Reforçar os conhecimentos no domínio das várias garantias dos trabalhadores e dos empregadores, sejam elas graciosas ou contenciosas; Incentivar e promover o cumprimento das normas da Lei Geral do Trabalho.

Spotify alcança marca de 600 milhões de utilizadores mensais

O Spotify anunciou na apresentação de resultados relativos ao quarto trimestre de 2023 que adicionou mais 28 milhões de utilizadores ao serviço de streaming, fazendo deste período o segundo melhor trimestre no que diz respeito a ganho de utilizadores na história da empresa.

A empresa sueca anunciou ainda que o Spotify tem agora um total de 602 milhões de utilizadores mensais ativos, dos quais 236 milhões de utilizadores são também subscritores do Spotify Premium.

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No que diz respeito a outros números, o Spotify reportou uma receita de 3,7 mil milhões de euros (um aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior.