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Consultório MenosFios. Saiba agora quais dados o seu browser liberta nos sites

Ao navegarmos na Internet estamos constantemente a libertar informações nos sites, libertados pelo browser. Esta é uma situação que acontece sem que a maior parte dos utilizadores saibam, o que acaba por ser algo involuntário e sem qualquer controlo.

Com o ganhar de consciência da necessidade de segurança e privacidade, os utilizadores precisam saber como ter acesso a toda a informação. Assim, há uma forma simples de saber que dados o seu browser liberta nos sites, bem como filtrar a informação fornecida.

Mesmo que alguns utilizadores saibam como limitar os dados a que os sites têm acesso, a verdade é que a maioria tem estas opções no padrão base. Isso leva a que o browser liberte muita informação sobre o utilizador e o seu sistema, sem que o utilizador saiba disso.

Claro que não é um processo complicado de fazer, se o utilizador souber como alterar as opções e configurações. Ainda mais importante é saber que dados estão a ser libertados e como estes podem ser usados para identificar o utilizador em qualquer ponto da Internet.

Para ter acesso à informação que está a ser libertada e como o browser está configurado, existe uma ferramenta essencial. Foi criada pela Electronic Frontier Foundation e está acessível a todos de forma aberta.

Basta aceder ao site Cover Your Tracks e realizar o teste que está presente na página. Este vai aceder a um conjunto de links e avaliar toda a informação que é possível obter, que será registada de forma anónima e protegida. No final, existe uma avaliação do browser do utilizador.

Aqui dentro podem ver como o browser se comporta no acesso aos diferentes sites e com diferentes perfis. Existe ainda informação de como o utilizador se poderá proteger e modificar a configuração do seu navegador da Internet.

Esta é uma avaliação importante e que devem fazer para garantir que estão anónimos na Internet. Pode complementar outras avaliações importantes e que vã ser essenciais para a proteção e privacidade dos utilizadores.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Tem uma ideia de negócio verde? Então, candidata-se ao ClimateLaunchpad Angola 2024

Já estão abertas as candidaturas para a edição 2024 nacional do ClimateLaunchpad, a maior competição cleantech do mundo. A organização desta competição, Angola, está a cargo da EIT Climate-KIC e a Acelera Angola, em parceria com a IdeiasLab e a Embaixada da Suécia no país.

Este programa internacional tem como base apoiar ideias de negócio que reduzam o impacto negativo no ambiente, e são convidadas a participar no concurso startups com ideias de negócio cleantech – relacionadas com energias renováveis, eficiência energética, agricultura, água, transportes, economia circular e muito mais.

MAIS: Conhecidos os vencedores do ClimateLaunchpad Angola 2023

Na edição de 2023, a startup Eco-Tint, especializada na produção de tintas retardantes de fogo ecologicamente e feitas de materiais orgânicos, destacando-se pela sua visão, inovação e esforços para enfrentar os desafios ambientais que o nosso planeta enfrenta. Para a organização do concurso, as iniciativas destes projetos inovadores terão um impacto duradouro na luta contra as mudanças climáticas.

As inscrições já começaram, onde para submeteres o seu projeto é só clicares em aqui.

Mais de 38% dos links publicados em 2013 desapareceram da Internet

Embora se diga que os conteúdos que chegam à internet, ficam na internet, isso nem sempre é verdade. Existem muitos conteúdos que acabam por desaparecer da maior rede mundial, por vezes para sempre.

Um estudo recente da empresa Pew Research Center indica que quase 38% das páginas e sites existentes na internet em 2013 não estão atualmente disponíveis, mais de dez anos depois.

A análise foi realizada com base em links encontrados em notícias e documentações oficiais, como links de sites do governo e sites de “referência” em artigos da Wikipédia. Embora seja algo difícil de classificar os sites que deixaram de existir na internet desde 2013 – tendo em conta o tamanho da própria rede – esta análise é um dos melhores exemplos de tal.

Segundo a mesma, 23% dos sites de notícias e 21% dos sites de entidades governamentais contam com, pelo menos, um link “removido” com o tempo. Este valor aumenta consideravelmente em sites de entidades mais pequenas, como sites de juntas de freguesia.

54% das páginas da Wikipédia analisadas contam com, pelo menos, um link inexistente nas referências, seja de sites que deixaram de existir ou do conteúdo ter sido removido.

A tendência verifica-se também ao nível de conteúdos partilhados nas redes sociais. A análise neste caso se focou na X, onde se chegou à conclusão que um em cada cinco tweets publicados nos últimos três meses acabam por ser removidos.

60% dizem respeito a publicações que são removidas, de contas suspensas ou que foram colocadas como privadas. Em 40% dos casos analisados, os autores das mensagens removeram diretamente os conteúdos, embora as contas ainda estejam ativas e visíveis. A tendência para os conteúdos serem removidos aumenta consideravelmente em contas que não possuem imagens de perfil.

Estes géneros de estudos demonstram que, embora a internet tenha vindo a evoluir, existe muito conteúdo que, eventualmente, acaba por ser perdido com o tempo. Mesmo publicações consideradas de “relevo”, como referências de um artigo na Wikipédia, acabam por se perder com o tempo, ficando inacessíveis num relativo curto espaço de tempo.

Instituições de ensino devem incluir Internet e cibersegurança no sistema, defende INFOSI

As instituições do ensino superior e do segundo ciclo angolanas devem contar com a inclusão do ensino da governança na Internet e cibersegurança no seu ciclo formativo, com vista a formar quadros munidos de conhecimentos e competências para trabalharem no novo ambiente laboral dominado pelo uso das novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Essa opinião foi defendida pelo diretor-geral do Instituto Nacional de Fomento da Sociedade da Informação (INFOSI), André Pedro, falando no primeiro fórum de governança na Internet.

“A Internet é um dos recursos tecnológicos de uso diário e importa que continuemos a envidar esforços no sentido de regularmos a nossa presença nela, bem como a questão da cibersegurança que é de extrema importância. Queremos, com estes fóruns, fazer com que a juventude explore esta ferramenta e constitua empresas com capacidade de prestarem serviços localmente neste segmento científico, com a criação de programas e aplicativos para soluções de problemas locais e do país”, disse.

MAIS: Uíge: governador reafirma aposta na digitalização dos serviços

O governador do Uíge, José Carvalho da Rocha, destacou a realização do encontro na província, por permitir trocar experiências e vivências com especialistas que dominam conhecimentos sobre um mundo onde as máquinas tratam de diferentes assuntos, tomam decisões e resolvem problemas.

“É importante que nós, como utilizadores, compreendamos em que mundo em evolução nos encontramos, para descobrirmos quais vantagens podemos obter desta tecnologia que está disponível para todos, visto que se assiste a uma evolução tecnológica com a introdução da Inteligência Artificial (IA), que já proporciona soluções até nas nossas casas”, disse o governante.

Segundo José Carvalho da Rocha, o Governo Provincial do Uíge aposta na digitalização dos serviços para melhorar o seu desempenho, tendo orientado o Gabinete Provincial da Educação no sentido de expandir o projeto nas escolas do segundo ciclo, com a instalação de Internet e de sistemas de gestão escolar, para educar os alunos sobre o uso correto da Internet.

iPhone 16 pode contar com vida de bateria mais longa

Um dos analistas mais respeitados da Apple, Ming-Chi Kuo, afirma que a bateria do iPhone 16 terá uma maior densidade do que estava presente no modelo antecessor – o que significa que o novo telemóvel da Apple pode ter mais bateria.

“As minhas informações mais recentes indicam que a densidade de energia das células da bateria do iPhone 16 Pro Max vai aumentar, o que tem o benefício de uma maior autonomia com o mesmo tamanho da bateria ou menos tamanho com a mesma autonomia”, referiu Kuo na respetiva página no Medium.

MAIS: [Rumor] Apple ainda não desistiu de lançar um iPhone dobrável

Tudo indica que a série iPhone 16 está no bom caminho para ser apresentada oficialmente em setembro, altura em que a Apple costuma desvendar novos produtos. A confirmar-se esta notícia, ainda teremos de aguardar mais alguns meses.

Acordo entre Huawei Angola e AEL vai formar mais de 350 cidadãos em TICs

A Huawei vai formar mais de 350 cidadãos no domínio das tecnologias de informação e comunicação (TIC’s), no âmbito de um memorando com a Academia do Empreendedor de Luanda (AEL).

Segundo ainda o que foi revelado, o acordo então assinado, visa estabelecer uma cooperação entre a AEL e a Huawei na área de Inovação Tecnológica e Capacitação, nas áreas de Tecnologia de Informação e Comunicação, de forma a promover o desenvolvimento do sector das TICs em Angola.

MAIS: Huawei vai disponibilizar oportunidades de emprego aos estudantes da UAN

A AEL tem na sua grelha de formação ainda os cursos de designer gráfico, corte e costura, gestão de micro e pequenos negócios, culinária, pastelaria e produção de vídeo.

Localizada no município de Talatona, distrito urbano do Benfica, a Academia do Empreendedor de Luanda tem como objectivo formar e criar linhas que facilitam o acesso, as oportunidades, obtenção de financiamentos e investimento para que os formandos constituam empresa.

TikTok testa carregamento com vídeos de até 60 minutos.

O TikTok confirmou ao site TechCrunch que se encontra a testar o carregamento com vídeos de até 60 minutos.

Sabe-se que o teste está disponível para um número limitado de utilizadores e desconhece-se se o TikTok tem planos para lançar este novo limite de duração para todos os utilizadores.

MAIS: TikTok processa governo dos EUA para impedir proibição no país

Serve recordar que, nos últimos meses, o TikTok tem aumentado gradualmente o limite de duração dos vídeos que podem ser carregados na plataforma. Atualmente é possível aos utilizadores carregarem vídeos com até dez minutos de duração, com alguns criadores de conteúdos a terem a possibilidade de carregarem vídeos de 30 minutos.

Escusado será dizer que, caso o TikTok decida aumentar a duração dos seus vídeos, a plataforma tornar-se-á um rival (ainda) mais temível para o YouTube.

[Angola Startup Summit] Conheça as startups vencedoras do evento

As startups “Tchiwa Dev”, da província do Namibe, “Agricargas”, de Luanda e “BUKA”, também de Luanda, foram as grandes vencedoras da 3ª edição do evento Angola Startup Summit 2024 By UNITEL, nas categorias Turismo, Agronegócio e Educação, respetivamente.

Ainda nos “Prémios INAPEM”, a startup AKI foi a vencedora na categoria Digital.

Já para os “Prémios Unitel”, foram distinguidas as startups “Mirabilis Game Studio”, na categoria Impacto Social, “Biscateiro”, na categoria Inovação, e a “Eco Map”, na categoria Participação Destaque.

Segundos dados revelados pela organização, esta edição de 2024 contou com mais de 123 startups emergentes entre nacionais e internacionais para o evento que decorreu nas instalações do Centro de Convenções de Talatona, e trouxe o debate entre variados empreendedores para mostrarem o potencial e abordar as oportunidades tecnológicas do mercado angolano.

De informar ainda que o evento tecnológico vem também para fomentar o surgimento de novas Startups através da troca de experiência, permitir a otimização de negócios, investimentos e cooperação com instituições que intervém no ecossistema das Startups, bem como contribuir para a atrair o interesse de potenciais investidores em projetos tecnológicos.

Ainda sobre a 3ª edição do ANGOLA STARTUP SUMMIT by UNITEL, a ideia foi reunir a juventude criadora de projetos digitais, onde por isso pretende-se colocar estes jovens com muitas boas ideias, para serem ouvidas pelos investidores e ter-se maior noção sobre o que estão a se fazer, e deste modo mobilizar-se os bancos para “comprar” as ideias, fazê-las crescer e torná-las mais sustentáveis para participarem do processo de fomento da produção nacional mais ativamente.

A inteligência ao serviço do combate ao cibercrime

Monitorizar, analisar, interpretar e mitigar as ameaças à segurança informática, que estão em constante evolução, representa um desafio significativo. Empresas de diversos sectores enfrentam o desafio da falta de dados atualizados e pertinentes, essenciais para gerir os riscos associados à segurança das tecnologias da informação.

Os serviços de Inteligência de Ameaças da Kaspersky capacitam as organizações a anteciparem ameaças cibernéticas, fornecem informações cruciais, deteção rápida e respostas eficientes a incidentes de segurança. A vasta experiência, o conhecimento profundo e a capacidade analítica da Kaspersky em cibersegurança reforçam a sua posição como parceiro confiável de proeminentes agências governamentais e entidades de aplicação da lei, incluindo a INTERPOL e os principais Centros de Resposta a Incidentes de Computador (CERTs).

Feeds de dados de ameaças

Os ciberataques ocorrem diariamente, apresentando uma crescente frequência, complexidade e sofisticação, visando comprometer as defesas de empresas e entidades governamentais. Atualmente, os cibercriminosos empregam estratégias complexas e sofisticadas, incluindo sequências detalhadas de ataques, campanhas coordenadas e Táticas, Técnicas e Procedimentos (TTPs) personalizados, com o objetivo de desestabilizar os negócios ou de prejudicar os seus clientes.

A Kaspersky Lab oferece Feeds de Dados de Ameaças, atualizados continuamente, para informar a sua empresa ou os seus clientes sobre os riscos e consequências associados às ciberameaças. Esses feeds são essenciais para ajudar a mitigar estas ameaças de maneira eficaz e para preparar a sua defesa contra-ataques antes mesmo de serem lançados.

Recolha e Tratamento

Os Feeds de Dados são compilados de fontes diversificadas e extremamente confiáveis, incluindo a Rede de Segurança Kasde Botnet (ativo 24/7/365), armadilhas para spam, as nossas equipas de investigação e parceiros estratégicos. Depois, em tempo real, todos os dados agregados são cuidadosamente inspecionados e refinados usando múltiplas técnicas de pré-processamento, tais como critérios estatísticos, Sistemas Peritos Kaspersky Lab (sandboxes, motores heurísticos, scanners múltiplos, ferramentas de similaridade, perfis de comportamento, etc.), validação de analistas e verificação de listas brancas.

Dados Contextuais

Cada registo em cada Feed de Dados é enriquecido com contexto acionável (nomes de ameaças, carimbos de data/hora, geolocalização, endereços IPs resolvidos de recursos Web, infetados, hashes, popularidade, etc.). Os dados contextuais ajudam a revelar o “quadro geral”, validando e apoiando ainda mais a utilização alargada dos dados. No contexto, os dados podem ser mais facilmente utilizados para responder às perguntas “quem”, “o quê”, “onde” e “quando”, que conduzem à identificação dos seus adversários, ajudando-o a tomar decisões e ações atempadas específicas para a sua organização.

Rasteiro de Phishing

O phishing, e particularmente o spear-phishing direcionado, é uma das metodologias de fraude online mais perigosas e eficazes da atualidade. Os websites falsos capturam logins e palavras-passe para se apoderarem das identidades dos utilizadores e depois roubam dinheiro ou espalham spam e malware através de contas de email e plataformas de redes sociais comprometidas.

Trata-se de uma arma poderosa no arsenal do cibercrime, a frequência e diversidade dos ataques continua a aumentar. E não são apenas as instituições financeiras que estão a ser atingidas. Todos, dos retalhistas online até aos ISP, passando pelas instituições governamentais, correm o risco de serem alvo de um ataque ativo de spear-phishing.

As cópias perfeitas de um website, completas com toda a marca da empresa, ou mensagens que parecem vir diretamente dos seus executivos, podem facilmente convencer os utilizadores a entregar dados confidenciais, prejudicando-se a si próprios e causando enormes danos potenciais à empresa. Um único ataque de phishing bem-sucedido pode ter um enorme impacto na empresa vítima.

Além das perdas diretas, há todos os custos indiretos, como a limpeza de sites e contas comprometidos. E depois, claro, há os danos para a reputação, que podem ser os piores de todos – uma erosão da confiança dos utilizadores nos seus serviços online que pode fazer com que percam clientes e enfrentem desafios de credibilidade nos próximos anos. Atualmente, o cibercrime não conhece fronteiras e as capacidades técnicas estão a melhorar rapidamente: estamos a assistir a ataques cada vez mais sofisticados, à medida que os cibercriminosos utilizam recursos da dark web para ameaçar os seus alvos.

A inteligência de ameaças desempenha um papel crítico na capacidade das organizações de proteger os seus ativos digitais contra ameaças cibernéticas. Ao fornecer informações sobre ameaças emergentes, vulnerabilidades e táticas de ataque, capacita as organizações a tomar medidas proativas para fortalecer as suas defesas e responder de forma eficaz a, incidentes de segurança cibernética.

PayPay Africa adere à plataforma Kwık permitindo transferências via e-mail e IBAN

A carteira digital PayPay África, que permite efetuar pagamentos, transferência e receber dinheiro com recurso ao número de telefone e código QR, aderiu ao mais recente sistema de transferência instantânea e pagamento do BNA, denominado Kwik.

Com a implementação do Kwik no PayPay, os clientes da carteira digital vão poder efetuar transferência de dinheiro via e-mail, apelido e IBAN de forma imediata de uma conta para outra e vice-versa, sem restrição de canais.

Para o fundador e diretor-executivo do CONECTANDO – Sociedade Prestadora de Serviço de Pagamento, Wilson Ganga, o PayPay muda a forma como hoje os angolanos pagam e recebem pagamentos.

 “O PayPay ao KWiK promete revolucionar ainda mais o cenário financeiro angolano, tornando as transações mais rápidas, convenientes e acessíveis do que nunca. Estamos entusiasmados por oferecer aos nossos utilizadores uma experiência de pagamento inovadora e eficiente”, disse no comunicado oficial.

Para José Matos, Presidente da Comissão Executiva da Empresa Interbancária de Serviços (EMIS), a plataforma Kwık-Kwanza Instantâneo (KWIK) vai marcar o futuro dos pagamentos de retalho, em linha com o que tem surgido pelo resto do mundo, premiando a adoção das novas tecnologias como o telemóvel.

Falando na 17.edição do Banca em Análise, estudo que se tem assumido como uma das principais iniciativas da Deloitte Angola, o gestor frisa que o Kwik “passa a ser o meio primordial para a utilização deste novo instrumento de pagamento, a transferência instantânea“.

“Pela primeira vez, um sistema de pagamentos reúne num mesmo sistema participantes bancários e não bancários, garantindo a interoperabilidade entre estes dois mundos, trazendo inúmeros benefícios para o sistema de pagamentos e a população em geral. Ou seja, num mesmo sistema, será possível juntar o que comummente chamamos de Pagamentos Móveis e as suas Carteiras Digitais, e o sector bancário tradicional, garantido, através do Arranjo e marca Kwik a interoperabilidade entre contas de pagamento e contas bancárias“, disse José Matos.

Para o responsável, o objetivo é criar uma plataforma onde, os prestadores de serviços de pagamentos, cujo target é a população não bancarizada, possam transacionar e realizar inúmeras operações, prestando serviços inovadores e levando assim os serviços financeiros à camada da população menos servida.

“Interessa ainda relembrar que este serviço de transferências se baseia não só no número de conta tradicional, o IBAN, mas ainda na utilização de identificadores alternativos, como o número de telefone, o e-mail e outros, possibilitando a transferência de fundos utilizando apenas estes dados para a identificar a conta do destinatário“, frisou.

José Matos salienta que o KWIK pretende ser a próxima grande marca nacional de pagamentos, com acesso generalizado e constituir-se assim como o futuro dos pagamentos em Angola, contando com a chancela da EMIS, e tudo aquilo que isso significa, no respeito da segurança, fiabilidade e qualidade de serviço.