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Sábado, Abril 11, 2026
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Centro Tecnológico do Uíge forma mais de 250 jovens

Mais de 250 jovens terminaram recentemente vários cursos no Centro de Formação Tecnológica do Uíge, com destaque para empreendedorismo, informática, liderança e sucesso.

O ciclo formativo teve duração de três meses e foi promovido pela Associação de Jovens Voluntários Empreendedores de Engenheira Informática (AJVEEIU), no Uíge.

Ao intervir no ato de encerramento, o presidente da AJVEEIU, Virgílio Cordeiro, disse que esta oitava edição do projeto de formação técnica profissional gratuita decorreu sob o lema” ocupar os meus tempos livres para garantir o futuro”.

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O presidente da AJVEEIU explicou que, desde a sua criação, em 2018, o Centro de Formação Tecnológico do Uíge já formou cinco mil e 700 jovens.

Inaugurado pelo Presidente da República, o Centro de Formação Tecnológico do Uíge contempla cinco salas de treinamento totalmente equipadas e 13 incubadoras para instalar 12 empresas que pretendem prestar serviços no referido espaço.

O centro conta ainda com laboratórios e salas de treinamento totalmente equipadas, assim como áreas de reparação e manutenção de todo o equipamento tecnológico, tais como, computadores, impressoras, telefones, televisores. Equipado com meios tecnológicos, o centro será assegurado por dez técnicos, e possui ainda, uma sala de formação de programação e multimédia.

Cabo Verde remete proposta de lei para regularizar sistema de serviços eletrónicos

A Comissão Especializada das Finanças e Orçamento (CEFO) de Cabo Verde considera que a proposta de lei que aprova o regime jurídico dos serviços digitais e comércio eletrónico está em condições de ser discutida e aprovada pela plenária da Assembleia Nacional, referiu ontem a Inforpress.

A proposta, sendo submetida ao Parlamento pelo Governo, é aplicável aos serviços da sociedade de informação, em particular à prestação de todo o tipo de serviços intermediários, incluindo os que correspondem às atividades de comércio eletrónico, visando enquadrar a oferta de serviços digitais e incrementar as atividades dos operadores de e-commerce e, consequentemente, melhorar a competitividade de Cabo Verde no plano internacional.

Também se pretende contribuir para a proteção dos consumidores, garantir maior certeza e segurança jurídica nas transações eletrónicas e fomentar um ambiente em linha mais seguro. Após apreciada pela comissão na tarde de ontem, tanto os deputados do Movimento para a Democracia (MpD) como do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) consideraram que o diploma está em condições de ser submetido, discutido e aprovado na generalidade em sede da sessão plenária.

A deputada do MpD, Isa Miranda, afirmou que se trata de uma proposta que faz todo o sentido, tendo em conta o digital e tudo o que suporta, não só a nível da vida das pessoas, mas também a nível do comércio e da administração pública. “O digital de facto é irreversível. Cabo Verde deve acompanhar ou, pelo menos, tentar acompanhar a dinâmica internacional em matérias relacionadas ao digital. E, efetivamente, há um caminho efetuado desde há alguns anos nesta matéria. O programa do Governo, bem como os PEDS I e II, a criação de um Ministério voltado ao digital, isto tudo corporiza aquilo que é a intenção de mostrar que há uma posição firme por parte dos cabo-verdianos”, sustentou.

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Neste sentido, a deputada do partido que sustenta o Governo congratula-se com a iniciativa que considera importante e imperiosa para garantir o alinhamento do País àquilo que são as práticas e as tendências internacionais, particularmente pelas aproximações com a União Europeia. “Com as condições que foram criadas, hoje nós temos mais possibilidade de participar neste mundo do digital, com oportunidades de criar empresas de prestações de serviços. Cabo Verde hoje compra e pode vender serviços à escala mundial e faz todo sentido essa regulamentação”, acrescentou.

Por seu turno, o deputado do PAICV Walter Évora afirmou tratar-se de uma proposta de lei necessária, útil, que já fazia falta tendo em conta a realidade atual na sociedade cabo-verdiana, onde uma grande parte dos serviços e do comércio é feita de forma digital ou eletrónica. “Este diploma vem, de certa forma, colmatar um vazio existente nessa matéria. Há, portanto, um esforço nesse diploma para haver um maior controle dos serviços digitais e do comércio eletrónico”, disse.

“Cria-se, por exemplo, um sistema de registo dos serviços que é muito importante, regula sobre a resolução de conflitos existentes, os meios de pagamento e a proteção de menores. É um diploma que vem trazer luz e, necessário e de grande utilidade no que tem a ver com os serviços digitais”, acrescentou. Walter Évora alerta, entretanto, para a necessidade de aprofundar algumas matérias como, por exemplo, a questão dos meios e sistemas de pagamento, em que o diploma exige, por exemplo, que têm de ser, previamente, autorizados pelo Banco de Cabo Verde.

WhatsApp prepara nova funcionalidade de partilha de ficheiros

O WhatsApp parece estar a preparar uma nova funcionalidade para partilha de ficheiros semelhante ao AirDrop do iPhone e ao Nearby/Quick Share do Android.

Quem o diz é o site WABetaInfo, que indica que a mais recente versão beta do WhatsApp para Android tem sinais de que os utilizadores poderão realizar transferências encriptadas com pessoas nas suas imediações.

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Ainda não há informações sobre uma data de lançamento para esta funcionalidade, mas, tendo em conta que já se encontra na versão beta, é provável que venha a ser lançada numa futura atualização.

Aplicativo de transporte YUBER chega a Angola para impulsionar a inovação

Os habitantes de Luanda já se podem deslocar pela cidade com mais um aplicativo de transporte online denominada “YUBER”, a nova opção de mobilidade urbana na capital angolana.

Segundo o Jornal de Angola, a iniciativa tecnológica surge da parceria entre os grupos Fusion e Yuber, onde serve para impulsionar a inovação e criar sinergias que beneficiará diretamente o mercado de transporte urbano nacional.

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Entre os variados objetivos do aplicativo de mobilidade, passa por almejar e contribuir para a evolução do sector da mobilidade.

GGPEN promove palestra sobre tecnologia espacial com especialistas do MIT

O investimento em tecnologia espacial pode trazer uma série de benefícios significativos para os cidadãos de um país, incluindo aqueles em nações africanas como Angola.

É nesta senda que se realiza nesta sexta-feira(26) uma palestra gratuita denominada “A importância da tecnologia espacial para a sociedade”, com os preletores do MIT (Massachusetts Institute of Technology), com os Dr.ª Danielle Wood, Dr. Sharif Islam e Dr.ª Katlyn Turner.

O evento vai abordar como os satélites de comunicação podem melhorar drasticamente as redes de comunicação em áreas remotas, proporcionando acesso à internet, telecomunicações e serviços de transmissão de dados. A palestra vai incidir ainda sobre como os satélites são ferramentas valiosas para monitorar mudanças ambientais, como desmatamento, condições climáticas e padrões de agricultura. Isso permite uma gestão mais eficaz dos recursos naturais, contribuindo para a sustentabilidade ambiental e a prevenção de desastres naturais.

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Segundo o comunicado que a redação da MenosFios teve acesso, o evento é uma realização do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), através do GGPEN, em parceria com o MIT.

Para participar da palestra, que irá decorrer das 10h às 12h, no Auditório do Instituto de Tecnologia de Informação e Comunicação (INSTIC), em Luanda, deverá realizar inscrição através no link: https://forms.office.com/r/tLun2zR7em.

iPhone recebe nova atualização para proteger dispositivo

A Apple lançou hoje novas atualizações para dois dos seus dispositivos, nomeadamente para iPhone e iPad.

O iOS 17.3 e o iPadOS 17.3 já se encontram disponíveis para todos os detentores de dispositivos compatíveis, mas, no que diz respeito a novas funcionalidades, o destaque vai para o Stolen Device Protection incluído nesta mais recente versão do iOS.

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A Stolen Device Protection adiciona mais uma camada de proteção ao iPhone, uma que será particularmente útil caso alguém lhe roube o dispositivo e tenha também o código que permite desbloquear o dispositivo.

Com esta funcionalidade ativa poderá exigir que o Face ID ou o Touch ID sejam exigidos na hora de desbloquear o iPhone numa localização considerada estranha ao dispositivo.

Governo elogia uso do Angosat-2 no combate à seca no sul do país

O Executivo angolano destacou recentemente os progressos registados com a Tecnologia Espacial no apoio às políticas de combate à seca no Sul do país, por via da produção de mapas e informações, ajudando o Governo na tomada de decisões, com o Angosat-2.

Para o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, falando na apresentação e atualização dos dados do trabalho desenvolvido, um ano depois do lançamento do projecto, dirigido pela investigadora norte-americana e diretora do Space Enabled Research Group, MIT Media Lab, Danielle Wood, ressaltou que “o projeto está no bom caminho. Mais uma vez, temos cá os especialistas norte-americanos que trabalham connosco. Vamos, agora, nesta fase, recolher, de outros Departamentos Ministeriais, informações de suporte daquilo que temos sobre a análise da seca no país”.

O responsável reitera que existe um conjunto de informações, desde 2019, que hoje permite saber, com recurso a imagens de satélite e base de dados, o que aconteceu nos últimos anos em relação às questões climáticas no Sul do país.

Estamos a observar não só aquilo que se vê na face da Terra, mas também sobre o que está no subsolo”, disse Mário Oliveira, frisando que o projeto de apoio ao Programa Espacial Nacional é a contribuição das Telecomunicações e Tecnologias de Informação para um melhor ambiente sócio-económico do país.

Temos apoio do Massachusetts Institute of Technology (MIT), dos EUA, no estudo do fenómeno da seca no país. De um tempo a esta parte, há um conjunto de desenvolvimentos com o nosso Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), com recurso a imagens e programas de satélites, para, de facto, estudarmos o fenómeno, muito particularmente, na província do Cunene”, ressaltou Mário Oliveira.

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Sobre o projeto de suporte ao programa do Executivo para mitigar o impacto da seca no país, o ministro disse que é mais abrangente, pois vai permitir, também, com recurso às plataformas espaciais, fazer um estudo demográfico sobre a densidade populacional e as questões mais severas do ponto de vista ambiental.

Com ele, vai ser possível que as diferentes estruturas governamentais, o Governo Central, realizem ações para a melhoria da qualidade de vida das populações e, consequentemente, do crescimento da economia, e saber qual a participação de cada região do país no desenvolvimento económico”, explicou o ministro.

Mário de Oliveira disse que, com esta tecnologia, é possível criar uma base de dados capaz de permitir a tomada de decisões para ultrapassar situações climáticas naturais, que o homem não controla.

O homem não controla por si só a seca. Mas hoje em dia está em condições, recorrendo a estudos científicos, para minimizar estas questões de forma a que as nossas populações e a economia não sofram muito nos períodos de desastres ambientais e naturais, fruto da própria natureza”, salientou.

Com estudos, acrescentou, vai ser possível ter informações para mitigar os desastres, o que faz a economia crescer, assim como o país controlar as doenças e a extinção de algumas espécies na terra, que vão ser protegidas e salvaguardadas.

Abertas as inscrições para .NET Conf Luanda 2023

Já estão abertas as inscrições para o .NET Conf Luanda 2023, que nos últimos anos tornou-se um local empolgante para ficar por dentro das últimas tendências em tecnologia .NET.

Segundo o comunicado enviado a redação da MenosFios, a edição deste ano vai contar com várias palestras inspiradoras, workshops práticos e a oportunidade de se conectar com uma comunidade apaixonada por inovação.

Realizado pela Angola Open-source Community, o evento irá realizar-se no próximo dia 10 de fevereiro de 2024, no antigo ISUTIC (agora INSTIC), onde podes fazer a sua inscrição clicando em aqui.

Skype ganha função alimentada por Inteligência Artificial

Há uma nova forma de tirar partido de Inteligência Artificial (IA) com o Skype da Microsoft, com os utilizadores a terem a capacidade de modificar uma mensagem automaticamente dependendo do tom que pretendam.

A nova funcionalidade ainda não está disponível para todos os utilizadores do Skype e tem sido lançada de forma gradual. No entanto, quem a tem à disposição verá a nova funcionalidade surgir assim que escrever algumas palavras, surgindo botões com sugestões de estilo.

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Ao escrever uma pequena frase poderá ver, acima do campo de texto, sugestões para mudar o tom da mensagem para esta ser mais engraçada, educada, profissional ou tenha um estilo semelhante ao de uma publicação numa rede social. Além de uma ajuda útil para adequar uma mensagem a um determinado contexto, a funcionalidade também será certamente engraçada de experimentar entre amigos.

A funcionalidade reflete a mais recente ‘empreitada’ da música, com a introdução de IA nos seus mais variados serviços.

SIC prende grupo chinês por mineração de criptomoedas em Luanda

O Serviço de Investigação Criminal deteve um grupo organizado chinês que minerava criptomoedas com tecnologia informática de ponta dentro de uma oficina auto, na via expressa, em Luanda.

Segundo o que foi revelado, os cidadãos estrangeiros foram acusados de crimes de associação criminosa, branqueamento de capitais, retenção de moeda, tráfico, detenção de armas e munições proibidas e furto de energia, usavam a oficina para a exploração de mineração e criação de criptomoedas ilegalmente.

Durante a detenção, foram encontrados em posse dos implicados, mais de 70 milhões de kwanzas, oito mil dólares, duas armas de fogo, do tipo pistola de marca Glock, com 100 munições, entre outros meios.

MAIS: Luanda é o local com mais mineração de criptomoedas, revela SIC

A mineração de criptomoedas é o nome dado ao processo de validação e inclusão de novas transações na blockchain, enorme banco de dados público que regista o histórico de movimentações dos usuários. Como resultado, novas moedas digitais são criadas.

Em outras palavras, a mineração é a responsável por colocar mais criptomoedas em circulação, assim como faz um banco central ao “imprimir” dinheiro. A diferença é que, no caso de moedas digitais como o Bitcoin, não há uma autoridade gere o processo – tudo é regido por algoritmos.