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Terça-feira, Abril 7, 2026
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Google lança recurso de IA para o Google Fotos

O Google Photos está prestes a ganhar mais uma funcionalidade que será certamente muito útil para quem gosta de relembrar momentos marcantes da sua vida.

De nome Highlight Video, esta funcionalidade será capaz de usar Inteligência Artificial (IA) para criar vídeos que destacam momentos específicos. A funcionalidade está agora a ser lançada para Android e iOS.

Quando esta funcionalidade ficar disponível, verá o ícone de um ‘+’ no canto superior direito e, uma vez selecionado o Highlight Video, poderá indicar um destino, uma pessoa ou um ano para ser feito um vídeo automaticamente e que até incluirá uma música de fundo.

Threads atinge mais de 100 milhões de usuários mensais

O fundador e CEO da Meta, Mark Zuckerberg, adiantou na mais recente apresentação de resultados financeiros da empresa que a nova rede social Threads (lançada em julho) ultrapassou o patamar dos 100 milhões de utilizadores.

“Fizemos três meses e estou muito contente com a trajetória, afirmou Zuckerberg. Estamos a chegar ao ponto em que nos vamos focar em fazer crescer ainda mais a comunidade. Do que conseguimos perceber, até agora as pessoas estão a adorar.

MAIS: Threads ganha botão de editar mensagens

Serve recordar que a Threads é vista como resposta da Meta ao X (anteriormente Twitter) de Elon Musk, com Zuckerberg a aproveitar a oportunidade para deixar uma pequena ‘farpa’ à plataforma rival.

Pensei durante muito tempo que devia haver uma app com milhões de pessoas que fosse um pouco mais positiva. Penso que se continuarmos assim durante mais alguns anos, temos uma boa hipótese de alcançar a nossa visão, notou o líder da Meta de acordo com o site The Verge.

 Deloitte apresenta em Angola as tendências tecnológicas que vão impactar o futuro das organizações 

Hoje em dia a flexibilidade e a confiança são as palavras-chave associadas às principais tendências tecnológicas que vão impactar as empresas angolanas ao longo dos próximos dois anos. Com a tecnologia a assumir um papel determinante no futuro das empresas, a transformação digital representa uma nova arena de inovação e diferenciação entre os agentes económicos num contexto cada vez mais global e integrado.

Com base neste pressuposto, a Deloitte apresentou a 14.ª edição do estudo Tech Trends, que analisa as diferentes formas como as organizações se estão a adaptar e a recorrer a ferramentas tecnológicas cada vez mais poderosas para projetarem o seu futuro. A apresentação decorreu no Hotel Sana, em Luanda.

Segundo António Veríssimo, Partner da Deloitte, “as tendências apresentadas no Tech Trends destacam a importância de as organizações explorarem novas abordagens e adotarem tecnologias emergentes para serem mais competitivas, aprimorarem os seus modelos de negócio e melhorarem os ganhos operacionais. Integrar estas tecnologias em benefício do tecido empresarial e promover a inclusão tecnológica são factores cruciais para o desenvolvimento social, a diversificação e o crescimento da economia de Angola.”

A edição anual do Tech Trends identifica seis tendências que, juntas, fornecem uma estrutura para a evolução contínua em direção a três estratégias: simplicidade, inteligência e abundância. Essas tendências deverão impactar os negócios nos próximos dois anos. Na sessão de apresentação do estudo foi dado especial destaque às três principais tendências que se prevê que causem maior impacto nas organizações angolanas, nomeadamente:

  • Flexibilidade, a melhor competência do Talento Tecnológico: o fator Capital Humano Tecnológico continua a estar no centro das preocupações das organizações tendo em conta a escassez de recursos qualificados e as dificuldades de retenção do Talento. A competição sobre quadros de pessoal TI qualificados e cada vez mais valiosos obriga a considerar mecanismos flexíveis de (i) avaliar e desenvolver as competências técnicas/humanas mais adequadas a cada momento no ciclo de inovação tecnológica, (ii) no processo de recrutamento, formação, requalificação do Talento e (iii) nos modelos de carreira que podem prever novos movimentos laterais entre diferentes tecnologias.
  • Ganhar confiança na Inteligência Artificial (IA): é inequívoco o impacto da aplicação de tecnologias de IA nas organizações (aumento da eficiência, automatização de tarefas/processos, melhoria da experiência dos clientes, aumento da competitividade e inovação). Contudo, uma crescente adoção de IA exige um progressivo aumento do grau de confiança que as organizações têm nos seus modelos de decisão, forma de tratar e gerar dados, resultados obtidos, etc. As organizações investem, pois, em mecanismos que permitam ter maior confiança na IA à medida que vão alargando a sua adoção aos novos modelos e processos de negócio: definir a amostragem de dados, fasquias da fiabilidade/erro, padrões de decisão e desempenho, grau de personalização das decisões, entre outros.
  • Acima da Cloud: à medida que as organizações modernizam processos e impulsionam a inovação cada vez mais apoiadas em serviços e soluções tecnológicas baseadas em Cloud, a complexidade deste ecossistema vai aumentando pelo recurso a vários parceiros fornecedores, infraestrutura e software distintos. Torna-se, pois, necessário adotar uma nova abordagem de meta cloud a qual corresponde a uma camada de compatibilidade para serviços comuns, como armazenamento e computação, Inteligência Artificial, dados, segurança, operações, desenvolvimento e implementações de forma consistente e com controlo centralizado.

Durante a sessão foram também ilustradas as restantes três tendências, que se prevê que também possam no futuro próximo começar a impactar a realidade das empresas nacionais: Confiar em modelos de arquiteturas descentralizadas, a ligação dos mainframes às tecnologias emergentes e a utilização do Meta verso como forma de acesso à internet imersiva para as empresas.

No contexto do evento de apresentação do estudo Tech Trends, que juntou dezenas de organizações parceiras da Deloitte nos sectores Público e Privado, foi também anunciada a possibilidade de Angola utilizar as ferramentas disponíveis no hub do AI Institute da Deloitte, que visa contribuir para o desenvolvimento e partilha de casos de estudo para aplicabilidade de técnicas de Inteligência Artificial aos vários sectores da Economia com particular foco para o Continente Africano.

X (ex-Twitter) ganha recurso de chamadas de áudio e vídeo

A plataforma detida por Elon Musk, a rede social X (anteriormente conhecida como Twitter), está a lançar gradualmente a capacidade de realizar chamadas de voz e vídeo.

Como nota o site The Verge, de momento não é ainda claro se todos os utilizadores do X podem usar esta nova funcionalidade ou se, por outro lado, apenas está ao alcance dos subscritores da versão Premium.

MAIS: X (ex-Twitter) vai permitir que só contas verificadas respondam a publicações

Alguns utilizadores estão a reportar que receberam a notificação a alertar para a chegada desta funcionalidade, notando a opção de desativá-la por inteiro. Há ainda a capacidade de restringir a capacidade de receber chamadas apenas de utilizadores ou páginas seguidas, pessoas no livro de contactos ou utilizadores verificados.

1ª edição do Angola Open Source Fest arranca amanhã

Acontece amanhã(27) a 1ª edição do Angola Open Source Fest, um evento para profissionais e empresas interessados em explorar o potencial do ‘software’ de código aberto.

O evento tecnológico vai ser realizado na Incubadora de Startups DIGITAL.AO, onde vai ser abordado vários temas como: Fundamentos e Importância do Open Source: um mergulho profundo nas bases do Open Source e o seu papel na inovação tecnológica e sustentabilidade empresarial; Licenças Open Source: um guia detalhado sobre as diferentes licenças e os seus usos apropriados; Segurança e Riscos: uma análise crítica da segurança em projectos Open Source, destacando as melhores práticas para proteger dados e sistemas; OSPO (Office of the Open Source Program Office) e ISPO (InnerSource Program Office): uma exploração de como as empresas estão a organizar e a gerir iniciativas Open Source.

Entre os convidados para esta primeira edição do evento, destaque para Guilherme Dellagustin (InnerSource Officer da multinacional SAP), Yuri Oliveira Sa (Engenheiro de Software na RedHat,  Elisabete Sa Cardoso (Pós-graduada em Direito Informático) e Matias Perazoli (Project Manager na ETIC – Soluções e Tecnologias).

Para mais informações sobre o evento, clica aqui.

Governo vai apoiar as universidades na II edição do Congresso Internacional sobre “Ciência e Inovação”

O Governo Angolano vai apoiar as universidades que pretendam ser as promotoras da II edição do Congresso Internacional sobre “Ciência, Inovação e Desenvolvimento na Lusofonia”, segundo a Ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Bragança.

Falando no I Congresso Internacional de Ciência, Inovação e Desenvolvimento na Lusofonia, no Mindelo, na Ilha de São Vicente, em Cabo Verde, a responsável afirmou que os trabalhos apresentados demonstram os resultados de investigações, que podem contribuir para terem um impacto na vida das pessoas.

Muitas vezes fica-se com a ideia de que a investigação tem que ser orientada para a resolução de um problema específico, como no caso da investigação aplicada”, disse.

A ministra aproveitou a ocasião para visitar várias instituições de ensino, com realce para a Universidade Técnica do Atlântico, que tem um Instituto de Ciências Náuticas, Engenharia e Ciências do Mar, que colabora com a Universidade do Namibe, para preparar um plano de ação com vista a superar alguns problemas em relação a cursos ligados às Ciências Náuticas.

Maria do Rosário Bragança informou que de 30 de novembro a 1 de dezembro deste ano, Angola vai realizar a VIII Conferência Nacional sobre Ciência e Tecnologia, que contará com a apresentação de trabalhos de investigadores angolanos e de outros países, onde espera que Cabo Verde tenha uma participação importante.

A professora da Universidade Lusófona de Portugal Maria de Lurdes Machado defendeu que as instituições de ensino superior devem desenvolver sistemas internos, externos e outros, para serem analisados pelas agências mundiais de avaliação de qualidade.

MAIS: Universidade Agostinho Neto destaca vantagens da IA no ensino superior

Maria de Lurdes Machado disse que a qualidade é um grande desafio, avançando que o ensino superior no mundo tinha 260 milhões de estudantes em 2016, e de acordo com as projeções da UNESCO, esse número deve atingir 600 milhões em 2040.

A docente acrescentou que para se atingir a qualidade existem vários desafios mundiais, desde a globalização, a internacionalização e as exigências do mercado de trabalho que precisa de estudantes competentes.

A Professora informou haver estudos que apontam que 36 por cento dos diplomados das instituições a nível mundial não adquirem ganhos cognitivos ao longo da sua formação e isso representa um grande desafio. “Neste âmbito, são colocadas questões sobre o que se ensinar aos estudantes para adquirirem as competências necessárias para lidarem com os desafios mundiais, desde competências emocionais, linguísticas e digitais”. Felicitou o desafio lançado pela Vice-Presidente da República de Angola, Esperança da Costa, para que o II Congresso Lusófono se realize em Luanda.

“O repto lançado pela Vice-Presidente de Angola demonstra que a nível político existe a preocupação em apostar na criação de iniciativas para colocar as instituições de Ensino Superior no leque das melhores do mundo e garantir que os diplomados adquiram competências necessárias para concorrerem no mercado de trabalho”.

MozDevz. Moçambique assiste surgimento de novas comunidades de desenvolvedores

Num momento em que a tecnologia moçambicana recupera-se e fortifica-se após a pandemia de Covid-19, a cada dia que passa, surge uma nova “microcomunidade”, cada com foco numa dada tecnologia.

Num olhar clínico a esta situação, para Igor Sambo, atual presidente da maior comunidade de desenvolvedores de Moçambique, a MozDevz, descreve como “excelente”.

É excelente, não ia dizer de outra forma, como tem se dito, o mercado moçambicano ainda é novo. Se a MozDevz quisesse monopolizar no final não vamos conseguir fortalecer todo o ecossistema“, afirmou, ressaltando que com o nascimento de várias comunidades, abre-se espaço para a possibilidade de mais indivíduos impulsionarem cada frente tecnológica.

Por isso, mais que olhar como concorrentes, Igor Sambo sublinha que o MozDevz tem como objectivo garantir que todas as comunidades possam realizar as suas atividades e possam sustentar a tecnologia no país.

Consultório MenosFios. Como evitar que o Chrome guarde imagens em formato WebP

Muitas das imagens que tenta descarregar a partir do Chrome são descarregadas no formato WebP. Neste formato, as imagens são mais pequena, por isso os webmasters e programadores utilizam-nas para tornar as suas aplicações web mais rápidas. Contudo, já deve ter passado por alguns stresses ao tentar abrir este tipo de imagens no Windows. Além disso, maior parte das pessoas prefere que sejam descarregadas no formato JPEG ou PNG.

Está farto que seja o Chrome a decidir em que formato descarrega as imagens para si? No Consultório MenosFios de hoje vamos mostrar como pará-lo.

O formato de imagem WebP foi introduzido pela Google há mais de uma década, e durante os últimos anos, tornou-se “mainstream”. As imagens neste formato são mais pequenas e mais leves do que noutros formatos, e a sua compressibilidade tornou-o bastante popular ultimamente. Apesar de ser mais pequeno, mantém um elevado nível de qualidade.

De acordo com a documentação do Google Developers, as imagens WebP são 25% mais pequenas do que outros formatos de imagem populares. Assim, são relativamente fáceis de carregar para a web, o que ajuda as páginas a carregar mais rapidamente.

Por essa razão, a maioria dos programadores prefere colocar imagens WebP nos seus sites e aplicações para carregar rapidamente e aumentar as suas classificações nos motores de pesquisa.

Mas será possível impedir o Chrome de guardar imagens no formato WebP? Sim.

Tecnicamente, o Chrome não converte as imagens em WebP quando as descarregas de um site. Na realidade, as imagens são “servidas” no formato WebP pelos sites que as hospedam. Existem, no entanto, algumas soluções que pode utilizar para descarregar imagens no formato que preferir diretamente do Chrome.

Se descarregas regularmente imagens da web e não quer que sejam descarregadas como WebP, aqui estão duas soluções que pode experimentar:

1. “Save Image as Type”

A forma mais fácil de guardar imagens noutros formatos é utilizando uma extensão. Entre as centenas de extensões disponíveis, “Save Image as Type” é, provavelmente, a melhor escolha. Eis como usá-la:

1. Descarregue a extensão “Save Image as Typ” a partir da loja do Chrome.

2. Uma vez adicionada, vá para a imagem que deseja descarregar.

3. Clique com o botão direito do rato na imagem, e verá uma opção “Save Image as Type”.

4. Aqui, escolha o formato que preferir.

2. Utilizar a app Paint no Windows

A app Paint no Windows suporta o formato WebP e permite converter facilmente imagens noutros formatos. Eis como pode converter as imagens descarregadas com a ajuda da aplicação Paint:

1. Vá até à imagem que deseja descarregar.

2. Clique com o botão direito do rato na imagem e selecione “Copiar imagem”.

3. Agora, abra o Paint no Windows e prima CTRL + V para colar a imagem copiada.

4. No canto superior esquerdo do seu ecrã, clique no separador “Ficheiro”.

5. Para guardar a imagem no formato desejado, vá para o menu “Guardar como” e escolha o formato que quiser.

Descarregar imagens no formato WebP e não as conseguir abrir no Windows pode ser irritante. Contudo, agora já deve compreender porque é que o Chrome guarda imagens como WebP e ser capaz de descarregar imagens no formato desejado com as soluções dadas.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Cabo Verde Telecom ativa medidas de segurança após sofrer ciberataque

A operadora estatal de telecomunicações cabo-verdiana, CV Telecom, adotou mais de 10 medidas para reforçar a segurança após um ciberataque que sofreu na quinta-feira e conta ainda com assistência de uma empresa internacional, informou uma fonte da empresa.

Nós adotámos medidas importantes para, primeiro, isolar o problema e, depois, normalizar os serviços, mas normalizá-los de uma forma bastante segura“, disse, em conferência de imprensa, na cidade da Praia, o administrador da Cabo Verde Telecom (CVT) Francisco Almeida, indicando que a empresa tomou “dezenas” de medidas, as quais não especificou, por algumas terem um caráter de especialidade e tecnicidade “muito elevada”.

O engenheiro deu conta que a empresa tem uma equipa de 12 técnicos “com muita experiência” a tratar o assunto e conta ainda com assistência de uma empresa internacional especializada na temática da segurança, da qual também não revelou nem o nome, nem a nacionalidade.

Lá, onde foi necessário intervir para gerir esta situação de crise, foram adotadas as medidas certas“, pontuou o responsável.

MAIS: [Cabo Verde] Adiada fusão das empresas da CVTelecom

Na sexta-feira, a empresa avançou que no dia anterior tinha sido alvo de um “ciberataque deliberado malicioso”, que afetou as comunicações móveis em todo o país, e ainda está a investigar as causas e a sua origem, juntamente com as autoridades policiais.

Recargas móveis do serviço pré-pago, dados móveis, mensagens e autenticação no serviço de televisão foram alguns dos serviços afetados pela invasão, e o administrador previu a normalização dos sistemas nas próximas 48 horas.

Este tipo de incidentes tem o seu nível de complexidade e leva algum tempo a sua normalização plena“, referiu o engenheiro da CV Telecom, dizendo que não há indícios que os dados dos clientes tenham sido comprometidos.

Em julho, a Cabo Verde Telecom realizou a fusão das três empresas do grupo, criando uma marca única, denominada de “Alou”.

A maioria do capital do grupo é detida pelo Instituto Nacional de Previdência Social (INPS) em 57,9%, contando ainda com a estatal Aeroporto e Segurança Aérea (20%), a Sonangol Cabo Verde (5%), o Estado cabo-verdiano (3,4%) e outros acionistas privados nacionais (13,7%).

Em 26 de novembro de 2020, a Rede Tecnológica Privativa do Estado (RTPE) foi vítima de um ciberataque em larga escala com bloqueio de dados e pedido de resgate (designado ‘ransownware’), que obrigou à suspensão temporária de alguns serviços públicos.

Na altura, o Governo de Cabo Verde investiu mais de 1,8 milhões de euros para reforçar a segurança das redes informáticas do país.

Abertas as inscrições para a 8ª Conferência Nacional sobre Ciência e Tecnologia

A oitava Conferência Nacional sobre Ciência e Tecnologia (CNCT), congregando investigadores angolanos e estrangeiros, vai acontecer entre 30 de novembro a 1 de dezembro do ano em curso, segundo o que foi revelado pela ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Sambo.

Falando no 1º Congresso Internacional sobre “Ciência, Inovação e Desenvolvimento da Lusofonia”, em Mindelo (Cabo Verde), a responsável disse esperar que Cabo Verde tenha uma participação ativa no evento, trazendo trabalhos investigativos que congregam mais-valias do contributo dos investigadores na resolução dos problemas sociais.

Por outro lado, a ministra avançou que o ministério vai apoiar as universidades que pretendam ser promotoras da segunda edição do Congresso Internacional sobre “Ciência, Inovação e Desenvolvimento da Lusofonia”.

A ministra espera que as universidades angolanas abracem o repto lançado pela Vice-Presidente de Angola, Esperança da Costa, durante a abertura do 1º Congresso Internacional sobre “Ciência, Inovação e Desenvolvimento da Lusofonia”, para que a segunda edição aconteça em Luanda.

Relativamente ao congresso, fez saber que os trabalhos apresentados demonstram os resultados de investigações, cujos resultados podem impactar positivamente na vida das pessoas.

Maria do Rosário Sambo esclareceu que muitas vezes fica-se com a ideia de que a investigação tem que ser orientada para a resolução de um problema específico, como no caso da investigação aplicada.

MAIS: Angola apresenta na ONU investigação sobre ciência e tecnologia no país

Reforçou que com a investigação fundamental, muitas vezes, funciona como observação e explicação de fenómenos que podem, até no futuro, como acontece com a ciência, permitir o desenvolvimento de investigação aplicada, como o que se conhece atualmente da genética.

A ministra destacou a importância da participação de Angola no evento, que fez quase 50 por cento das comunicações em mesas redondas e comunicações livres e em diferentes painéis.

A comitiva angolana esteve presente com 150 investigadores, incluindo 46 preletores, que de forma ativa participaram nas mais diversas áreas da Ciência e Inovação. Dez preleções foram feitas no formato presencial.

O Congresso, entre conferências e mesas-redondas, abordou “Os Caminhos para uma investigação científica de qualidade na Lusofonia, promovendo o diálogo entre as universidades, o poder político e as empresas”, bem como a “Ciência, tecnologia e inovação nos países lusófonos: desafios e oportunidades no século XXI”.

Investigadores de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Macau e de Portugal participaram de forma presencial e virtual, enquanto do Brasil, Moçambique e São Tomé e Príncipe fizeram-no apenas no formato digital.

Mais detalhes no site oficial do evento.