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Angola presente no campeonato mundial de robótica “First Global” 2023

Angola estará presente na edição de 2023 do campeonato mundial de robótica para estudantes (menores de 18 anos), chamado FIRST GLOBAL, a decorrer de 06 a 11 de outubro em Singapura, com um grupo de estudantes dirigidos pela Arotec (startup angolana do sector de robótica e tecnologia).

Segundo o comunicado de imprensa enviado a redação da MenosFios, a equipa nacional é composta por estudantes que foram qualificados após vencerem o campeonato nacional de robótica chamado CANAR nomeadamente 5 estudantes, 2 mentores e 1 treinador representando os avanços tecnológicos na área de robótica na Singapore.

  • Luis da Silva, IPDDF, estudante da 13 classe, maquinas e motores
  • Clevanio Clemente, IPDDF, estudante da 13 classe, maquinas e motores
  • Joaquim junior, ITEL, finalista médio, cursos de eletrónica e telecomunicações
  • Edmiltques Marques, IPDDF, estudante 13 classe, curso maquinas e motores
  • Marcos Manual, IPIL, estudante 13 classe, eletrónica industrial e automação

Mentores

  • Irene Carindi, coordenadora da academia Arotec
  • Marco Zeca, Coordenador Campeonato nacional de robótica Angola.

MAIS: Angola em destaque no Campeonato Mundial de Robótica FIRST Global

Coach

  • Cristovao Cacombe, Arotec

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A competição internacional intitulada FIRST GLOBAL CHALLENGE tem a participação de 192 países a competirem num evento com mais de 1000 estudantes de mundo inteiro, Este ano a competição visa a construção de ribis para ensino e para cumprinrem as tarefas do tema Hydrogens Horizons (horizontes de hidrogênio) que visa incentivar a inovação e soluções e para energia limpas e renováveis.

O FIRST GLOBAL é um desafio em estilo de competição olímpica que acontece todos os anos em países diferentes em que 190 equipas constroem e programam um robô, que realiza diferentes tarefas de acordo com o tema baseado nos grandes desafios de engenharias.

Acelera Angola e Impact Tank da Namibia assinam acordos para impulsionar a inovação e a literacia digital

Acelera Angola, incubadora e aceleradora líder no país que fornece as ferramentas necessárias para ajudar a alavancar ideias de negócio ou empresas estabelecidas, assinou recentemente uma parceria estratégica com a Impact Tank da Namibia, de modo a impulsionar a inovação, o empreendedorismo, a inclusão, a literacia digital e a recolha de dados no panorama empresarial africano.

Segundo o Nambusinessexpress, esta colaboração marca um marco significativo na missão da também incubadora angolana, que tem estado na vanguarda do apoio aos empresários angolanos, fornecendo ferramentas e recursos essenciais tanto para ideias emergentes como para empresas estabelecidas.

Esse acordo entre as duas instituições vem também para aumentar e estimular o ecossistema empresarial em Angola e na Namíbia, introduzindo novos modelos que trazem inovação e criam um ambiente propício ao crescimento sustentável.

“A Impact Tank e a Acelera sempre olharam para as startups como catalisadoras do crescimento econômico. Como Impact Tank, acreditamos que se pudermos fortalecer a capacidade de construir produtos melhores através da experiência da Acelera, então ajudaríamos facilmente a Namíbia com o seu crescimento econômico”, disse Elzine Mushabi, CEO da Impact Tank.

MAIS: Acelera Angola e IFC lançam programa para acelerar o crescimento das startups

Durante uma breve estadia na Namíbia, a comissão executiva da Acelera Angola envolveu-se em due diligence do ecossistema de empreendedorismo do país, bem como fez um mapeamento geral de potenciais parceiros.

A visita revelou-se frutuosa, com a Acelera Angola a identificar oportunidades interessantes e a estabelecer ligações para futuras colaborações na Namíbia.

“A nossa parceria com a Impact Tank é duas peças de um quebra-cabeça que se une, onde termina o nosso trabalho, começa o trabalho deles e vice-versa. Estamos procurando unir essas duas habilidades para criar algo que seja mais impactante e mais engenhoso para os empreendedores na Namíbia“, disse Eduardo Sette Camara, Managing Partner da Acelera Angola.

ideiaLab lança “Academia Boost” para potenciar talento moçambicano

A ideiaLab lançou recentemente a C, uma plataforma executiva de negócios online que pretende desenvolver competências de gestão e liderança. O objetivo é potenciar o talento e o crescimento de pessoas, equipas e negócios.

Para a emancipação do projeto digital, a ideiaLab associou-se a duas prestigiadas organizações: a União Europeia (UE) enquanto cofinanciadora do projeto, e a Nova SBE Executive Education (Faculdade da Universidade Nova de Lisboa) como parceira de excelência no ensino.

Numa fase inicial vão estar disponíveis 6 cursos, designadamente Gestão de Negócios, Inovação Estratégica, Liderança Transformadora, Novo Marketing, Equipas de Alta Performance e Gestão Ágil.

A “Academia Boost” destina-se a PMEs, empreendedores, líderes e gestores, que passarão a fazer parte de uma comunidade de Top Executive Education em Moçambique, com foco na gestão e liderança. Os cursos que vão ser lançados ao longo de 2023 com conteúdos ajustados ao mercado moçambicano, dão ainda acesso à certificação internacional pela Nova SBE.

Valorizamos o crescimento de pessoas, talentos e negócios. Por isso, a nossa aposta na excelência, na qualidade internacional, na autonomia de aprendizagem e em conteúdos relevantes e atualizados“, disse Tatiana Pereira, Executive Catalyst e cofundadora da ideiaLab.

Esta responsável adianta ainda que “a Nova SBE Executive Education traz o conhecimento e os conteúdos e a ideiaLab faz a aplicabilidade à realidade local, disponibilizando cursos com standards internacionais, mas adaptados às necessidades de Moçambique“.

Interpol e Afripol desmantelam redes cibernéticas em África

A Organização Internacional de Polícia Criminal e Penal (INTERPOL) e o Mecanismo da União Africana para a Cooperação Policial (AFRIPOL) desmantelaram, recentemente, 24 redes cibernéticas criminosas nos países africanos que pretendiam se apoderar de mais de 40 milhões de dólares.

A informação foi avançada esta terça-feira pelo presidente da Interpol, Ahmed Naser Al-Raisi, na abertura da 26ª Conferência Regional Africana da organização, que decorre na capital angolana, Luanda. Ahmed Naser Al-Raisi informou, ainda, que em maio deste ano a Interpol e a Afripol, no âmbito das suas operações, bloquearam mais de 200 contas bancárias ligadas às várias redes de organizações criminosas da África Ocidental.

O alto dirigente da Interpol deixou uma clara mensagem às redes criminosas africanas, “de que não importa onde esses criminosos estejam vamos persegui-los e fazer com que enfrentem às barras da justiça”. Fez saber que, nos últimos tempos, a África enfrenta um aumento de crimes cibernéticos, que criam grandes desafios para os governos, empresas e cidadãos. “Os ataques são cada vez mais complexos com os criminosos a utilizarem métodos inovadores para terem acesso a dados e informações confidenciais”, vincou.

Reconheceu que os crimes cibernéticos crescem de forma muito rápida em relação às outras formas de criminalidade, lembrando que entre 2021 a 2022 a cifra atingiu 30 por cento. Informou que o relatório de avaliação de crimes cibernéticos africanos identificou ameaças cibernéticas que afetam a região, incluindo ataques de crimes online, que potenciam o roubo de informações sensíveis que ameaçavam a vida das pessoas.

O responsável da Interpol apontou a necessidade de se construir, cada vez mais, uma capacidade de combate aos crimes internacionais a nível global.

A Interpol é a maior Organização Policial universal que presta assistência policial, investigava e coordena entre as várias polícias do mundo, a prevenção e o combate à criminalidade transnacional. Com o evento, a Organização Internacional de Polícia Criminal e Penal pretende, entre outros temas, abordar os desafios atuais da criminalidade transnacional, a aplicação de leis sobre o terrorismo, cibercrime, crime financeiro e corrupção, tráfico de seres humanos e pirataria marítima.

A Conferência Regional Africana da Interpol conta com a participação de 350 delegados de países africanos, dos Estados Unidos da América, Canadá, Reino da Grã-Bretanha, Austrália, Qatar, Sérvia, Guatemala e do Brasil.

Prepare-se! Netflix vai voltar a aumentar os preços

A Netflix está alegadamente a preparar-se para aumentar (novamente) os preços do seu serviço de streaming, com o The Wall Street Journal a indicar que a empresa está a aguardar pelo final da greve dos atores de Hollywood.

Diz a publicação que a Netflix deverá aumentar os preços dos seus planos sem anúncios, uma decisão que deverá abranger vários mercados e que começará pelos EUA e pelo Canadá.

MAIS: É oficial: Netflix finalmente vai transmitir jogos

Todavia, não se sabe ainda qual será o novo valor dos planos de subscrição da Netflix.

FBI alerta para novas burlas informáticas com “phantom hackers”

O FBI alerta para um novo fenómeno com fraudes online que está a afetar os Estados Unidos. Concebidos para atacar pessoas mais idosas, mas também com menos competências de literacia digital, os esquemas “phantom hacker” resultam em perdas avultadas para as vítimas.

A agência do governo norte-americano explica que as burlas são uma evolução das fraudes de apoio técnico. Os cibercriminosos fazem-se passar por serviços de apoio técnico ou por funcionários de instituições financeiras e do Governo para ganhar a confiança das vítimas e encontrar aquelas sendo mais “lucrativas” de burlar.

As vítimas começam por ser contactadas por um suposto serviço de apoio técnico, por telefone ou por email, que lhes indica que precisam de instalar um programa específico no computador, que dá aos hackers, acesso remoto aos equipamentos.

MAIS: FBI revela quais são os principais esquemas de fraude na Internet

Os burlões alegam depois que o computador está em risco de ser hackeado e pedem às vítimas que lhes deem acesso à conta bancária para “verificar” se existem mudanças fora do comum.

Se a conta for apelativa, os cibercriminosos avançam para a próxima fase, onde se fazem passar por um funcionário de um banco. As vítimas são depois instruídas a passarem todo o dinheiro para uma outra conta por motivos de segurança. Para tornar o esquema mais “legítimo”, os hackers fazem-se também passar por funcionários do governo, reforçando os pedidos feitos nas fases anteriores.

De acordo com o FBI, muitas vítimas, convencidas pelos burlões de que estão a proteger as suas poupanças, acabam por perder todo o dinheiro. Só entre janeiro e junho deste ano, o Internet Crime Complaint Center do FBI recebeu 19.000 queixas relacionadas com fraudes deste tipo, com prejuízos na ordem dos 542 milhões de dólares. Quase 50% das vítimas destas fraudes tinham mais de 60 anos.

Para não cair nestes esquemas, o FBI recomenda que não clique em pop-ups, links enviados por mensagens e anexos de emails que pareçam suspeitos. Os números de telefone incluídos nestes pop-ups, mensagens ou links não devem ser contactados.

Não deve descarregar software a pedido de pessoas que não conhece e muito menos dar-lhes acesso remoto ao seu computador. A agência lembra também que o Governo dos EUA não pede para lhe ser enviado dinheiro através de transferência bancária para contas estrangeiras, criptomoedas ou cartões pré-pagos.

Angola entre os países com mais discursos pró-governo manipulados ‘online’

No relatório denominado “Freedom on the Net 2023: The Repression Power of Artificial Intelligence” [Liberdade na Internet 2023: O poder de repressão da inteligência artificial, na tradução para português], a organização indicou que a empresa Mind Force, sediada em Israel, operava uma rede de contas em Angola e que publicava conteúdo em apoio ao partido no poder, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), e contra o principal partido da oposição do país, União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA).

Um funcionário da Mind Force revelou publicamente que o Governo Angolano era um cliente”, diz a Freedom House.

Esse é apenas um dos exemplos do relatório sobre o aproveitamento da Inteligência Artificial (IA) para intensificar campanhas de desinformação na Internet.

Segundo a investigação, entre junho de 2022 e maio de 2023, período em que a organização fez o levantamento, pelo menos 47 Governos – como Rússia, Brasil, China, Índia, Angola, México, Venezuela ou Nigéria – recorreram a comentadores para manipular as discussões ‘online’ a seu favor, o dobro do número registado há uma década.

Entretanto, as ferramentas baseadas em IA que podem gerar texto, áudio e imagens tornaram-se rapidamente mais sofisticadas, acessíveis e fáceis de utilizar, estimulando uma escalada preocupante destas táticas de desinformação.

No período em análise, a nova tecnologia foi utilizada em pelo menos 16 países para semear dúvidas, difamar os opositores ou influenciar o debate público, entre eles a China, França, Brasil, Reino Unido, Estados Unidos ou Canadá, segundo a organização sem fins lucrativos Freedom House, com sede em Washington.

Contudo, o relatório conclui que, embora as inovações na IA tenham contribuído para o 13.º ano consecutivo de declínio global da liberdade na Internet, as formas mais antigas de repressão digital continuaram a proliferar.

O Irão sofreu a pior queda na pontuação do ano, quando as autoridades encerraram os serviços de Internet e bloquearam as redes sociais para reprimir protestos antigovernamentais.

Países como China, Cuba, Indonésia, Irão, Jordânia, Myanmar (antiga Birmânia) ou Uzbequistão estão entre os territórios cujos Governos mais aplicam formas tradicionais de censura ‘online’.

O Brasil foi o único país lusófono analisado neste segmento, com o relatório a apontar que bloqueou ‘websites’ e forçou a remoção de conteúdos ‘online’.

Já em relação à liberdade global na Internet, que diminuiu pelo 13.º ano consecutivo, o relatório classificou o Brasil e Angola, os únicos países lusófonos analisados, como “parcialmente livres”.

Nessa categoria estão ainda países como Ucrânia, Hungria, México, Índia ou Marrocos.

No total de 70 países abrangidos pelo relatório, a Freedom House identificou 17 Estados como “livres” – entre eles França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Estados Unidos ou Canadá -, 32 como “parcialmente livres” e 21 como “não livres” – como Rússia, China, Irão, Myanmar, Venezuela ou Cuba.

A Freedom House indicou que à medida que as condições deterioraram-se em 29 países, melhoraram em outros 20, apesar de os ataques à liberdade de expressão se terem tornado mais comuns em todo o mundo.

O “Freedom on the Net” é um estudo anual sobre os direitos humanos na esfera digital. O projeto avalia a liberdade na Internet em 70 países, representando 88% dos utilizadores em todo o mundo. Este relatório, o 13.º da sua série, cobriu a evolução entre junho de 2022 e maio de 2023.

Mais de 85 analistas e consultores contribuíram para a edição deste ano, utilizando uma metodologia padrão para determinar a pontuação de liberdade na Internet de cada país numa escala de 100 pontos, com 21 indicadores separados relativos a obstáculos ao acesso, limites de conteúdo e violações dos direitos dos utilizadores.

Samsung revela o novo membro da família Galaxy S23

Depois de muitos rumores e fugas de informação, chegou a altura de a Samsung anunciar oficialmente o Galaxy S23 FE – um novo membro da família Galaxy S23 que é também o modelo mais acessível do alinhamento.

O Galaxy S23 FE está equipado com um ecrã Dynamic AMOLED 2X de 6,4 polegadas com resolução FullHD+ e taxa de atualização até 120Hz, processador Snapdragon 8 Gen 1, 8GB de memória RAM, opção entre os 128GB e os 256GB de armazenamento interno, bateria de 4.500mAh com carregamento rápido de 25W e também carregamento sem fios.

No que diz respeito à câmara traseira, o Galaxy S23 FE conta com um sensor principal de 50MP, uma ultra grande angular de 12MP e uma teleobjetiva de 8MP. Quanto à câmara frontal, estamos a falar de um sensor de 10MP.

O Galaxy S23 FE estará à venda a partir do dia 5 de outubro e custará 599 dólares – o equivalente a 496.271 kwanzas.

Confira abaixo algumas fotos do mais recente smartphone.

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Infrasat asseguram continuidade dos serviços após ataque de hackers

Após ter sido revelado que a empresa de telecomunicações Infrasat foi obrigada a pagar para não ver expostos ilicitamente os seus segredos devido a um ataque informático, num comunicado oficial, a respetiva empresa informou que todo o seu conteúdo esta protegido e a continuidade dos seus serviços.

A INFRASAT, líder em soluções de telecomunicações de satélite, anuncia com satisfação que recentemente lidou e ultrapassou com sucesso um incidente isolado que afetou um dos servidores internos da empresa,” disse a instituição na nota que a MenosFios teve acesso.

A Infrasat assegura aos seus clientes e partes interessadas que o referido ataque “foi prontamente resolvido”, não comprometendo a integridade da rede dos clientes ou a capacidade da empresa garantir um ambiente seguro de telecomunicações.

Este incidente, que ocorreu num servidor de uso interno, foi rapidamente identificado e isolado na nossa área de backoffice. Graças à perícia e rápida resposta dos nossos profissionais e parceiros altamente qualificados, todos os sistemas estão agora a funcionar normalmente, sem qualquer impacto significativo nas operações da empresa“, continua o comunicado.

De informar que segundo o jornal Valor Económico, foi noticiado que a Infrasat foi vítima de ataque informático na última semana.

A Infrasat, empresa de telecomunicações, enfrentou recentemente um ataque informático que, segundo informações de fontes internas ao Valor Económico, não causou danos significativos ao seu sistema devido à existência de backup. No entanto, os hackers conseguiram obter acesso a dados confidenciais da empresa que estavam armazenados no sistema. O ataque, que ocorreu na semana passada, destacou a importância dos procedimentos de segurança cibernética. Mesmo com o sistema afetado de forma relativamente limitada, a empresa teve que lidar com o roubo de informações sensíveis que podem ter sérias implicações para a sua segurança e reputação“.

As autoridades competentes já foram informadas do incidente e estão a investigar o caso, enquanto a Infrasat toma medidas adicionais para reforçar a sua segurança cibernética e evitar futuros ataques. Este incidente serve como um lembrete de como as empresas estão constantemente expostas a ameaças cibernéticas e a necessidade de investir em medidas preventivas sólidas para proteger os seus ativos e dados críticos.

Angola ganha plataforma digital de dados estatístico sobre violência doméstica

AAngola conta agora com uma plataforma digital (www.violenciadomestica.ao) de dados estatísticos sobre violência domestica e a reativação do contacto para denúncia dos atos, criada pelo Ministério da Ação social, Família e Promoção da Mulher (MASFAMU).

A solução tecnológica foi apresentada pela ministra da Ação Social, Família e Promoção da Mulher, Ana Paula do Sacramento Neto, onde a plataforma vem para servir de fonte de recolha e tratamento de dados sobre o número de casos de violência doméstica registados diariamente no país.

Segundo a responsável, a inovação tecnológica é uma ferramenta Digital de apoio aos serviços de prevenção à violência doméstica e de proteção às vítimas em Angola. O portal da vítima é o endereço que disponibiliza as funcionalidades dos diferentes tipos de utentes, através de uma interface gráfica, simples, intuitiva e de fácil acesso, a partir de qualquer dispositivo com acesso à internet.

No portal é possível fazer denúncia, consultar informações úteis sobre a prevenção de violência doméstica, enviar sugestões,  pesquisar os serviços de apoio e proteção às vítimas, receber aconselhamento e orientação.

MAIS: Entretenimento nacional ganha plataforma tecnológica para a divulgação e promoção dos trabalhos

O lançamento da referida plataforma é o ponto mais alto de uma série de ações que acontecem no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Não Violência.

Na ocasião, a ministra referiu que a violência doméstica continua a ser um problema que tira a paz de inúmeras famílias angolanas, cujas vítimas são maioritariamente mulheres, crianças e idosos.

Como sabem, a violência doméstica faz parte do catálogo de crimes complexos cuja ação de combater e responsabilizar penalmente o seu agente, constitui uma tarefa bastante árdua, tudo por ocorrer, em regra geral, intramuros, ou seja, no do ambiente familiar“, disse.

Conforme a ministra, as instâncias formais de controlo penal só conseguem agir, fazendo despoletar o competente processo-crime contra o agressor mediante denúncia da vítima, de um parente ou vizinho que tenha presenciado ou tomado conhecimento da ocorrência de tal conduta criminosa.