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Quénia reduz as tarifas das chamadas móveis em 30%

Num comunicado, a autoridade declarou uma redução de 30% nas MTR de 0,59 por minuto para 0,41 por minuto. As MTR e as FTR são os custos que os operadores cobram uns aos outros para permitir que os clientes comuniquem através das redes. Atualmente, todos os fornecedores de serviços de telecomunicações aplicam uma MTR e uma FTR de 0,58 KES por minuto.

A nova tarifa baseia-se no ambiente económico prevalecente, na dinâmica do mercado das TIC e na necessidade de encontrar um equilíbrio entre a promoção do investimento e a proteção dos consumidores. Tarifas de terminação móvel e tarifas de terminação fixa mais baixas significam tarifas de chamadas mais baixas para os consumidores”. Afirmou a CA numa declaração.

As novas tarifas de terminação de chamadas e de terminação de chamadas são aplicáveis apenas ao tráfego vocal local, ou seja, às chamadas com origem e destino no Quénia.

O CA afirmou que as tarifas revistas serão aplicáveis durante dois anos a partir de março do próximo ano. Antes da entrada em vigor das novas taxas, a autoridade também instou todos os operadores a alterarem os seus acordos de interligação em conformidade com a determinação e a apresentarem os seus atos de alteração à autoridade até 1 de fevereiro de 2024.

Uma anterior redução da taxa em 2022 de KES 0,99 para KES 0,12 provocou uma guerra entre os operadores quenianos. Enquanto a Telkom Kenya apoiou a medida, afirmando que a revisão era bastante oportuna e constituía um passo progressivo no sentido de tornar os serviços de voz mais económicos e acessíveis aos quenianos, a Safaricom opôs-se.

A Safaricom avançou com um processo junto do Tribunal de Recurso das Comunicações e Multimédia (CAMAT), opondo-se a esta medida. No entanto, a questão foi resolvida fora do tribunal, tendo ambas as empresas de telecomunicações, incluindo a Airtel, concordado em pagar 0,58 KES, valor que foi agora reduzido ainda mais.

No entanto, a Safaricom foi ainda a mais afetada, anunciando uma queda de 13,6% nas receitas de interligação. Segundo a CA, esta última medida terá resultados positivos tanto para os consumidores como para os operadores.

“Os consumidores passarão a ter acesso a uma variedade de serviços a preços acessíveis através das redes, enquanto os operadores terão mais flexibilidade de preços para desenvolver produtos mais económicos”.

84% das casas brasileiras têm acesso à internet, revela pesquisa

A TIC Domicílios 2023, pesquisa promovida pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), constatou que 84% dos lares brasileiros têm acesso à internet. Ou seja, equivalente a 64 milhões de casas. Após dois anos de estabilidade, o número significa um aumento de 4% comparado aos resultados de 2022.

Conforme os dados do estudo, isso está ligado ao crescimento significativo do acesso às redes em residências da classe C (de 87% em 2022 para 91% em 2023). As casas das classes DE também conquistaram mais acesso neste ano (de 60% para 67%).

Quadro com os domicílios com acesso à internet dividido por classes na pesquisa TIC Domicílios 2023

Apesar do crescimento, país sofre com a exclusão digital

A pesquisa TIC Domicílios 2023 também indica o crescimento da proporção de usuários de internet no Brasil. O estudo revela que 84% dos brasileiros acessaram a rede nos últimos três meses. Isso representa cerca de 156 milhões de cidadãos.

Conforme o relatório, o dado pode ser ampliado se considerar as pessoas que disseram não estarem conectadas no período, mas afirmaram usar apps que necessitam de conexão. Com a “correção”, o número chega a 164 milhões de usuários – ou 88% da população do país.

Entretanto, 29 milhões de brasileiros estão desconectados. Desta parcela, 24 milhões são moradores de áreas urbanas, 17 milhões declaram ser pretos ou pardos e 17 milhões fazem parte das classes DE.

O estudo reflete a exclusão digital que atinge as periferias urbanas do Brasil. Conforme vários serviços passam a ser disponibilizados parcial ou exclusivamente online, grande parte da população é excluída devido à falta de acesso à tecnologia.

Quadro com o perfil dos brasileiros que não usam de internet na pesquisa TIC Domicílios 2023

Como os brasileiros acessam a internet em 2023

A TIC Domicílios 2023 ainda mostrou as formas mais usadas pelos brasileiros para acessar a internet. O telemóvel é a plataforma usada por 99% das pessoas para se manterem conectadas, seguido pela televisão (58%) e computadores (42%).

O estudo revela que 58% dos cidadãos se conectam apenas pelo telefone. Sendo que o acesso exclusivo pelos dispositivos móveis é maior entre as mulheres (64%) do que homens (52%); e entre pretos (64%) e pardos (63%) do que entre brancos (49%).

Ainda com o foco no uso de celular, 60% dos brasileiros possuem plano pré-pago e 36% adotam plano pós-pago. Entre as pessoas da classe A, 97% usam tanto Wi-Fi quanto rede móvel. Já nas classes DE, 36% usam internet exclusivamente via Wi-Fi e 11% acessam apenas pela rede móvel.

Sistema de mineração de criptomoedas descoberto por baixo de tribunal da Polónia

Segundo as recentes notícias avançadas pelo canal polaco TVN24, foi descoberto um enorme sistema de mineração de criptomoedas que funcionava por baixo do Supremo Tribunal Administrativo em Varsóvia, na Polónia.

As autoridades do país foram chamadas ao local onde encontraram então vários equipamentos de computação de alto desempenho que mineravam as moedas digitais e que se encontravam escondidos no espaço de ventilação e no piso técnico.

A descoberta aconteceu no mês de setembro e agora a investigação está a ser levada a cabo pelo Ministério Público, sendo que a Agência de Segurança Interna também foi notificada sobre o caso. Através de uma carta enviada à redação da TVN24, o juiz Sylwester Marciniak, presidente do Departamento de Informações do Tribunal Supremo Administrativo, confirmou esta descoberta.

Segundo o juiz: o Supremo Tribunal Administrativo notificou as autoridades sobre a instalação dos dispositivos entre a infraestrutura técnica do tribunal, e eles tomaram as medidas cabíveis no caso, incluindo o desmantelamento e a segurança dos equipamentos eletrónicos divulgados.De acordo com os detalhes revelados pelo canal de notícias polaco, duas semanas após a descoberta do sistema, o tribunal rescindiu o contrato com uma empresa responsável pela manutenção de TI no edifício. E antes do contrato terminar, essa mesma empresa havia demitido dois funcionários que seriam responsáveis pela manutenção das partes do prédio onde o sistema estava escondido.

As informações não oficiais indicam que os equipamentos poderiam consumir eletricidade no valor de várias centenas a vários milhares de zlotys por mês (1000 zlotys = ~228 euros). Sabe-se ainda que as máquinas estavam ligadas a modems próprios e, como tal, não estariam ligadas à rede do tribunal. Segundo o juiz Marciniak, “o evento não resultou numa ameaça à segurança dos dados armazenados no Supremo Tribunal Administrativo“.

O procurador da justiça Szymon Banna referiu que atualmente estão em curso as diligências processuais para apurar as circunstâncias do incidente. O Ministério Público nomeou peritos na área de informática, eletricidade e consumo de energia para determinar a quantidade de eletricidade consumida e o seu valor.

X lança plataforma de procura de emprego na web

A ferramenta de procura de emprego semelhante ao LinkedIn que o X está a experimentar já está disponível. A versão Web da ferramenta está agora aberta a todos os utilizadores da rede social, com disponibilidade para iOS e Android prevista para “breve”, segundo a empresa.

Esta nova funcionalidade junta-se na lista de ideias de Elon Musk para a plataforma, com o objetivo de a tornar a app central “para tudo”, algo parecido ao que o WeChat atingiu na China.

O X Jobs Search é agora a nova plataforma da rede social, onde as empresas podem apresentar as suas vagas de trabalho, e os utilizadores podem pesquisar pelas mesmas. Esta ferramenta vai começar a ficar disponível na versão web da plataforma, e eventualmente deve também chegar no Android e iOS.

Acedendo à mesma, os utilizadores podem rapidamente verificar as vagas de emprego que se encontrem na região onde os mesmos se encontram – de momento, a ferramenta parece mais focada para o mercado norte-americano.

A plataforma parece recolher alguns dados de plataformas externas, mas a ideia será que as empresas que tenham presença na X possam também usar esta ferramenta para oferecerem as suas vagas.

Como referido anteriormente, ainda se desconhece exactamente como a plataforma funciona em segundo plano, mas tendo em conta uma verificação rápida da mesma, esta aparenta encontrar-se a disponibilizar vagas que estão disponíveis em várias empresas fora da X, o que indica que pode encontrar-se a ser feita uma recolha de dados de outra plataforma – possivelmente com base em alguma parceria.

Kaspersky abre o primeiro Centro de Transparência de África

 

O novo centro, localizado em Kigali, Ruanda, está a abrir como parte da Iniciativa de Transparência Global da Kaspersky, estabelecida para realçar a fiabilidade das soluções da empresa e defender uma maior transparência em toda a indústria de cibersegurança.

O centro oferece aos seus visitantes uma visão geral abrangente das práticas de engenharia e processamento de dados da Kaspersky e uma demonstração ao vivo do código-fonte dos seus produtos e serviços.

O Centro de Transparência em Kigali está disponível para os parceiros, clientes e reguladores da Kaspersky responsáveis pela cibersegurança. Foi concebido para servir a opção de revisão “blue piste”, que ganhou uma popularidade significativa entre os visitantes dos Centros de Transparência desde a abertura da primeira instalação em 2018.

Sublinhando o forte nexo entre a transparência e a luta contra o cibercrime, e o compromisso da Kaspersky com ambas as causas, a abertura do novo Centro de Transparência foi bem recebida pelo Mecanismo da União Africana para a Cooperação Policial (AFRIPOL)

Com a abertura das instalações na região, a Kaspersky irá expandir a sua rede para abranger um total de 11 Centros de Transparência localizados na Europa, Ásia-Pacífico, América do Norte e Latina, Médio Oriente e África.

Genie Sugene Gan, chefe de assuntos governamentais e políticas públicas da Kaspersky para a Ásia-Pacífico, Japão, Médio Oriente, Turquia e África: disse: “A abertura do Centro de Transparência representa um avanço fundamental e um marco significativo para a nossa organização e para a região, uma vez que trazemos para a região capacidades essenciais de desenvolvimento de capacidades e as melhores práticas de cibersegurança.”

Novo CEO da Africell Angola garante expansão em novas províncias

A Africell Angola acabou por apresentar recentemente o seu mais novo CEO, Jorge Vazquez, é o novo CEO da Africell em Angola. Com larga experiência na liderança de empresas de telecomunicações nos EUA, Jorge chega ao mercado angolano com o objetivo de liderar a próxima etapa do crescimento da Africell no país.

Entre as prioridades do novo homem forte da Africell em Angola estão a capacitação de quadros e o crescimento do número de angolanos em cargos de responsabilidade na empresa. Segundo as palavras do novo CEO: «O mercado ainda não dispõe de tantos quadros com experiência para este sector em particular. Estamos focados em melhorar a qualidade dos recursos humanos».

Depois de já ter alcançado as províncias de Benguela, Cuanza Sul e Huíla, em 2024 a Africell pretende alargar a sua rede para mais 4 províncias que ainda não foram anunciadas pelo novo CEO. Há quase dois anos no mercado angolano, a operadora faz um balanço positivo, destacando os ganhos da sua estratégia.

Inspira, Startup brasileira, é a grande vencedora do Web Summit 2023

No último dia do Web Summit, que ocorreu na Altice Arena em Lisboa, de 13 a 16 de Novembro, os participantes tiveram a chance de acompanhar a grande final do concurso de Startups “PITCH”. A Inspira, startup brasileira que oferece soluções jurídicas, levou para casa o grande prémio.

Créditos: Piaras Ó Mídheach/Web Summit

O que faz a Inspira?

A Startup fundada no Brasil, tem o objetivo de simplificar e aprimorar a prática do direito, para isso desenvolveu uma plataforma colaborativa com inteligência artificial possibilitando pesquisas sobre jurisprudência.

Vindo de São Paulo para a competição, o cofundador do Inspira, Henrique Ferreira elogiou o Web Summit considerando-o como um “evento espetacular”, afirmando que a vitória é enorme para os planos da sua empresa planos. Tendo participado na Web Summit anteriormente como participante, Henrique regressou este ano com uma startup ALPHA com os seus três co-fundadores, chegando a final e levando o título.

Como foi a competição?

105 das 2.608 startups participantes se qualificaram para a competição de três dias e fizeram as suas apresentações para os membros do jurí. Além da Inspira (Legaltech), as outras duas Startups vencedoras foram a Cognimate (healthtech) baseada em Chipre, e a Kinderpedia, empresa de soluções para cuidados infantis da Romênia.

Os três finalistas foram apresentados a um painel de jurados composto por Cristina Fonseca, sócia-gerente da Indico Capital Partners
Cristina Fonseca, a CTO da Thoughtworks, Rebecca Parsons, e o cofundador e CEO da Yuno, Juan Pablo Ortega – todos com bastante experiência no mundo dos investimentos e das startups.

A Startup portuguesa Etihack venceu o prémio de ‘startup’ mais promissora da iniciativa Road 2 Web Summit, enquanto a Actif foi distinguida na categoria de impacto e inclusão social e a Jupiter App pelo seu desempenho.

Diferente dos anos anteriores, este ano a startup vencedora não recebeu um prémio monetário, mas receberá apoio da organização para expôr a marca da startup em outros eventos.

[Moçambique] Rede móvel chega a Canchoere

Mais de 2000 habitantes da povoação de Canchoere, na localidade de Moatize, no Distrito com o mesmo nome, província de Tete, passaram a dispor de uma estação de telefonia móvel.

Com efeito, a população desta região deixa de percorrer longas distâncias para a sede distrital a fim de poder se comunicar por meio do telemóvel, aceder aos dados móveis, assim como fazer transações eletrónicas.

A inauguração da estação foi procedida pelo Diretor Provincial dos Transportes e Comunicações, Colen Pita, que classificou de oportuna a chegada da rede móvel, pois os residentes do povoado agora já podem facilmente conversar com os seus familiares.

MAIS: [Moçambique] População de Chipera, distrito da Marávia, clamam por rede de telefonia móvel

“Esse é um avanço que vai melhorar a qualidade de vida da população de Canchoere, visto que já podem usufruir dos serviços como transações eletrónicas, fazendo transferências bancárias, bem como realização de pagamentos e compras por meio de carteiras móveis”, disse.

Destacou, porém, que há mais 13 localidades que merecem especial atenção na expansão da rede móvel em Tete, nomeadamente, os postos administrativos de Chintolo, no distrito de Cahora Bassa, Chipembere, em Changara, Kassuende, Chipera, em Marávia, entre outras.

A diretora executiva regional centro da Vodacom, Maria Lisathi, disse que para instalação da infraestrutura foram investidos cerca de seis milhões de meticais e até ao fim deste ano pretende-se inaugurar seis estações que estão em fase de teste nesta região.

Reconheceu que esta estação não vai resolver totalmente a situação da cobertura neste ponto do país, mas advogou que representa um significativo contributo rumo ao desenvolvimento de Moçambique, conectando as pessoas.

E-Commerce em Alta: Crescimento de 5.807% na era pós-Covid-19

Nos últimos anos, a tendência para a realização de compras online e criação de lojas virtuais tem crescido acentuadamente em todo o mundo, tendo ganhado também um impulso com as restrições na locomoção impostas pela pandemia da Covid-19. Angola não foge à regra e também aqui os negócios online têm-se tornado cada vez mais frequentes e registado com grandes avanços.

O número de compras online aumenta, ano após ano, no País, uma tendência que surge como alternativa ao desemprego crescente. Mesmo após o levantamento das restrições impostas pela Covid-19, a nova tendência de consumo continua a ganhar espaço no mercado nacional.

Em 2022, a Empresa Interbancária de Serviços (EMIS) registou em compras online, um montante total de 2,8 mil milhões Kwanza, um crescimento de 5.807% em relação ao ano de 2020, ou seja, 60 vezes mais do que os 47,6 milhões Kz gastos dois anos antes. No mesmo período, registou-se ainda um total de 509.770 operações, um aumento de 16.685% em comparação às 3.037 transações realizadas em 2020.

O comércio online, também chamado de comércio eletrónico, ou ainda e-commerce, é um tipo de negócio em que há a compra e venda de produtos através da internet, onde todas as partes, a seleção, escolha de endereço para a entrega, forma de pagamento e compra do produto são feitas remotamente, através de plataformas virtuais.

Atualmente existem no país várias lojas virtuais que permitem aos clientes selecionar o produto e realizar o pagamento de forma remota com recurso a meios de pagamento virtuais, como Multicaixa express, Paypal, Paypay, AnyPay, BayQi, e receber a encomenda em casa. Nalguns casos o pagamento pode ser feito no momento da entrega.

Neste tipo de operações, também em alguns casos, a fatura é enviada por canais online como e- -mail ou outro. As compras incluem desde produtos alimentares, eletrónicos, vestuário, cosméticos, livros e até produtos de higiene.

Quanto às lojas que existem no mercado, algumas são mais conhecidas e outras nem tanto. A Buitanda, Quitanda, Que Rápido Angola, Stekargo, ITEC Angola, Ezandu, Angoshop, Lojabose são algumas delas.

Muitas das grandes empresas que atuam no território nacional e já possuem lojas físicas viram a necessidade de agregar ao negócio uma loja virtual para venderem também online e acompanhar a evolução do mercado. São os casos da NCR e do supermercado Kibabo, por exemplo.

Com o mercado de lojas virtuais a crescer, cresce também o perigo das burlas, já que ao comprar online o cliente não tem contacto direto com o vendedor e muitas vezes não tem como garantir que a mercadoria chega até si.

Nothing lança app para ter iMessage no Android

A Nothing acaba de anunciar uma nova aplicação para os seus smartphones que rompe com a barreira existente entre os utilizadores iMessage e o Android. Falo da Nothing Chats que promete trazer o suporte a várias funcionalidades da app de mensagens da Apple

A Nothing assegura que as conversas mantêm a encriptação de ponta-a-ponta e alinham-se à política de privacidade da Sunbird. A aplicação requer o login com um Apple ID para a configuração e, inicialmente, suportará tanto conversas individuais quanto em grupo, partilha de imagens ou vídeos em tamanho completo e notas de voz. Recursos como recibos de leitura, reações a mensagens e respostas a mensagens serão incluídos posteriormente.

A Nothing Chats não se limitará apenas ao iMessage, abrangendo também o suporte para mensagens RCS no Nothing Phone (2). Prevê-se que a aplicação esteja disponível a partir de 17 de novembro nos EUA, Reino Unido e União Europeia. Ainda não há informações sobre a disponibilidade para os proprietários do Nothing Phone (1) ou sobre a integração da aplicação diretamente no sistema.

A Nothing Phone (2) já está disponível para compra, destaca-se no mercado com a sua Interface Glyph e outras funcionalidades inovadoras. Com esta nova aplicação, a Nothing não apenas fortalece a sua posição no mercado de smartphones, mas também estabelece um novo precedente na interconexão entre plataformas de mensagens de diferentes ecossistemas.