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Sábado, Agosto 30, 2025
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Relatório da Interpol sobre ameaças cibernéticas destaca o lado negativo do aumento digital em África

Entre as ciberameaças mais proeminentes identificadas no relatório da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal, uma organização intergovernamental com 195 países membros) estão as campanhas de comprometimento de correio eletrónico empresarial. Estas são de baixo custo e baixo risco, mas muito lucrativas para os cibercriminosos.

O phishing também é uma preocupação crescente em África. À medida que cada vez mais pessoas recorrem a serviços e aplicações em linha, tornam-se cada vez mais vulneráveis a ataques de phishing.

Também estão a aumentar rapidamente os ataques de ransomware, em que os cibercriminosos têm como alvo instituições governamentais, retalhistas e públicas, enquanto uma ameaça emergente e iminente para os compradores em linha surge sob a forma de trojans e ladrões bancários, que podem prejudicar a confiança nos pagamentos financeiros em linha.

Não é difícil obter diferentes tipos de trojans e stealers em fóruns clandestinos, o que facilita aos cibercriminosos o lançamento das suas campanhas. A evolução das funcionalidades dificulta as autoridades policiais investigarem estes crimes.

As burlas em linha são cada vez mais frequentes e, em África, tiram partido dos baixos níveis de literacia digital. A extorsão cibernética também precisa de ser monitorizada, sugere o relatório, uma vez que anda de mãos dadas com a proliferação da Internet e das tecnologias móveis.

Por último, o relatório da Interpol destaca o crimeware-as-a-service (CaaS), que se está a tornar popular em África devido à sua facilidade de utilização, acessibilidade e falta de consequências devido aos fracos quadros jurídicos relacionados com a aplicação do cibercrime.

O CaaS refere-se a qualquer programa informático ou conjunto de programas concebidos para facilitar atividades ilegais em linha. Spyware, kits de phishing, sequestradores de browser e key loggers, entre outros, estão disponíveis para os atacantes através de CaaS, o que proporciona aos criminosos uma forma fácil de efetuar ataques com motivações financeiras contra sistemas e empresas vulneráveis.

A região africana está a assistir a um crescimento e desenvolvimento sem precedentes no sector da tecnologia digital, particularmente na tecnologia financeira e no comércio eletrónico. As potenciais desvantagens deste crescimento acelerado são destacadas no relatório, que pode ser descarregado do sítio da Interpol.

CFITEL forma mais de 20 mil jovens em áreas tecnológicas

Mais de 20 mil jovens foram formados em áreas tecnológicas pelo Centro de Formação Tecnológica (CFITEL), nos últimos dez anos, segundo o diretor-geral do Instituto de Telecomunicações (ITEL), Cláudio Gonçalves.

O responsável que falava durante o encerramento da 2ª edição do Bootcamp, curso de formato intensivo e prático, cujo objetivo é aproximar às necessidades reais do mercado de trabalho, informou ainda que de 2018 a 2022, foram formados 18.378 jovens, que hoje se destacam em diversas áreas da tecnologia. Deu a conhecer que, para o ano de 2023, foram matriculados mais de três mil jovens.

Entre os números divulgados por Cláudio Gonçalves, salientar que 306 jovens se aplicaram intensamente nos cursos de Segurança Eletrónica, Segurança de Redes, Reparação de Impressoras, nas especialidades de CCTV, CCNA, Excel, Informática, Redes Ópticas, entre outros, acrescentando que, ao longo dos anos, a instituição desempenha um papel fundamental na formação da juventude, proporcionando-lhes conhecimentos atualizados e relevantes para o mercado de trabalho.

É com grande alegria e satisfação que reunimos para encerrar a 2ª edição do Bootcamp e celebrar o 11º aniversário desta instituição, tão importante para o desenvolvimento de jovens talentos”, disse o Diretor-Geral.

MAIS: Parque tecnológico da Huawei vai formar mais de 10 mil técnicos nacionais em TICs

Foi também revelado que o CFITEL foi inaugurado com o objetivo de fornecer oportunidades de aprendizagem e formação tecnológica de alta qualidade a jovens interessados em desenvolver habilidades e competências profissionais.

Desde então, referiu, o CFITEL consolida a excelência, contribuindo claramente para a capacitação de jovens talentosos.

Declarou, no entanto, que os recém-formados demonstraram, durante o processo formativo, um comprometimento excecional, com desejo autêntico de aprimorar as suas habilidades técnicas e profissionais.

WhatsApp Business ultrapassa os 200 milhões de utilizadores ativos

A Meta anunciou hoje que o WhatsApp Business, o seu aplicativo desenvolvido especificamente para pequenas empresas, ultrapassou a marca de 200 milhões de usuários ativos mensais – acima dos 50 milhões em 2020. Enquanto a empresa busca o seu “ano de eficiência”, ela também lançou recursos como criação de anúncios mais fácil e um serviço de mensagens personalizadas para usuários do WhatsApp Business.

Novos recursos

O aplicativo de bate-papo de propriedade da Meta disse que, a partir de hoje, os usuários do WhatsApp Business poderão criar anúncios “clique para o WhatsApp” sem uma conta no Facebook. A empresa observou que os vendedores podem criar, comprar e publicar anúncios para Facebook e Instagram diretamente de dentro do aplicativo.

A aplicação também está a adicionar outro recurso pago que permite que os comerciantes automatizem o processo de envio de mensagens personalizadas para os seus clientes. A empresa não compartilhou os detalhes de preços, pois o WhatsApp disse que começará a testar o recurso “em breve”. As capturas de tela compartilhadas pela empresa indicam que as empresas poderão enviar diferentes mensagens para diferentes listas de clientes. Por exemplo, um vendedor pode enviar um código de desconto para novos clientes com um botão de compra.

No ano passado, durante a teleconferência de resultados do terceiro trimestre da Meta, Zuckerberg mencionou que os anúncios “clique para WhatsApp” ultrapassaram a taxa de receita anual de 1,5 bilhão de USD, com crescimento de 80% ano a ano.

Nos últimos meses, a Meta deu passos concretos para aumentar a receita obtida por meio de mensagens pagas. Em fevereiro, anunciou mudanças na estrutura de preços e categorias de mensagens no WhatsApp. Essas categorias incluíam utilidade, autenticação (para enviar senhas únicas), marketing e conversas de serviço iniciadas pelo usuário.

Clínica Girassol volta a normalidade após ser alvo de hackers

A Clínica Girassol voltou ao funcionamento normal neste início de semana, após ter sido alvo de um ataque cibernético que manteve, por quase duas semanas, todo o sistema informático da instituição de saúde fora do ar.

Segundo as informações que chegou a redação da MenosFios, o ataque informático causou várias debilidades nos serviços normais da clínica, com destaque para a elaboração de receitas e entrega de exames laboratoriais aos pacientes, que passou a ser feito manualmente.

Em comunicado oficial, a Clínica Girassol informa que já está a realizar vários trabalhos para apurar as causas e garantir maior segurança, para situações do género não voltarem a acontecer.

MAIS: Ataques informáticos fazem pressão a várias empresas angolanas

A ação maliciosa, segundo a nota, despoletou a imediata intervenção dos órgãos afins da unidade médica, o que permitiu a reposição dos serviços e o seguimento do normal funcionamento da unidade hospitalar.

A nota ainda revela que os órgãos competentes já foram devidamente informados do referido episódio e estão em curso os procedimentos cabíveis para os devidos esclarecimentos em tempo oportuno. A direção da Clínica garante que os trabalhos estão a ser acompanhados pela Polícia Nacional e que após concluídos serão prestados os devidos esclarecimentos.

Aumentam ameaças cibernéticas nos países africanos

De acordo com os últimos dados da Kaspersky Security Network, os países africanos estão a registar uma prevalência crescente de ciberameaças. O Quénia, a Nigéria e a África do Sul estão proeminentemente classificados no top 100 global de ameaças em linha, com o Quénia em 35.º lugar, a Nigéria em 50.º e a África do Sul em 82.

No primeiro trimestre de 2023, a Kaspersky informou que a África do Sul enfrentou o maior número de ataques de backdoor e spyware, com 106.000 tentativas de ataque. A Nigéria encontrou 46.000 ataques semelhantes, enquanto o Quénia registou um pico de 143.000 destes ataques.

Os exploits surgiram como a forma dominante de ataque no Quénia, com 177.000 incidentes bloqueados. Além disso, a Kaspersky destacou o número crescente de máquinas zombie, sendo dispositivos ligados que se tornam parte de uma botnet. A África do Sul detetou 1,6 milhões de máquinas zombies, enquanto o Quénia identificou 300.000.

O Dr. Amin Hasbini, Chefe da Equipa Global de Investigação e Análise da Kaspersky, sublinhou que os ataques criminosos têm como principal objetivo o lucro financeiro, enquanto os ataques avançados demonstram a capacidade dos agentes das ciberameaças para se adaptarem e violarem as medidas de segurança. Hasbini manifestou a preocupação de que os cibercriminosos estejam a aprender com os ataques avançados bem sucedidos e aperfeiçoar as suas técnicas em conformidade.

Para contrariar estas ciberameaças cada vez mais sofisticadas, a Kaspersky recomendou que as empresas adotassem uma estratégia defensiva em vários níveis para melhorar a sua postura de segurança. Esta abordagem pode ajudar a mitigar os riscos e a salvaguardar as infraestruturas críticas, as instituições financeiras, as entidades governamentais e os fornecedores de serviços, que são os principais alvos dos ciberataques.

Consultório MenosFios: Como retirar o botão de Ditado do Safari no iPhone

Caso nunca tenha usado, já deve ter (pelo menos) dado conta do microfone que surge do lado direito da barra de pesquisa do Safari, no iPhone. Pois bem, se já deu conta dele e pretende retirar esse botão, no Consultório MenosFios de hoje, mostramos-lhe como pode fazê-lo.

Se nunca utilizou o botão de Ditado no Safari do iPhone, de certeza que já clicou nele sem querer e viu o seu teclado a desaparecer e a surgir uma funcionalidade que começou a captar as ondas sonoras que emitia. Essa opção é a de Ditado e permite os utilizadores optem por dizer aquilo que pretendem ver escrito, ao invés de escrevem efetivamente.

Saiba que é possível retirar esta opção da sua barra de pesquisa do Safari. No entanto, ressalvamos que a remoção desse botão implica que desative a Siri e a função de ditado. Se isto não for um problema, siga para a dica que lhe deixamos hoje.

Retirar o botão de Ditado do Safari no iPhone

Aceda a Definições e clique em Tempo de Ecrã.

Caso não tenha esta funcionalidade ativada, ative-a, e clique em Conteúdo e Privacidade.

Mais uma vez, ative a opção Conteúdo e Privacidade e, depois, clique em Aplicações Permitidas.

Uma vez que deverá ter todas as opções ativadas, desative a Siri e Ditado.

Agora, quando aceder ao Safari no iPhone não deverá encontrar a opção de Ditado do lado direito da barra de pesquisa.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Cientista do MIT lidera projeto financiado pela NASA para monitorizar seca no sul de Angola

A cooperação entre a Agência Espacial Norte-americana (NASA), o Massachusetts Institute of Technology (MIT) e o Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), no combate à seca no sul do país, está a ser liderado por Danielle Wood, investigadora do MIT.

Em entrevista ao Jornal de Angola, a investigadora salienta que “tem feito pesquisas sobre os programas espaciais em África desde 2007“, e está impressionada “com o trabalho que o GGPEN tem feito” e apesar de ser “relativamente novo, com cerca de 10 anos de história“, conhece bem o percurso do GGPEN.

No seu discurso, Danielle Wood frisa que o GGPEN durante esse período “tem estado muito ativa a investir em comunicação via satélite, satélites de observação da terra ou sensoriamento remoto” como ferramenta para o desenvolvimento nacional, algo que, também, acontece noutros países africanos.

A especialista referiu, igualmente, que o GGPEN quer usar esses equipamentos, como o “sensoriamento remoto“, para o meio ambiente e “olhar para o impacto da seca no país“.

MAIS: Tecnologia espacial vai minimizar efeitos da seca no sul do país

Danielle Wood trabalhou na NASA (Agência Espacial Americana) com a equipa da divisão de Ciências da Terra © Fotografia por: Cedida
Danielle Wood trabalhou na NASA (Agência Espacial Americana) com a equipa da divisão de Ciências da Terra © Fotografia por: Cedida

Como investigadora do MIT lidera uma equipa chamada “Space Enabled” que tenta questionar “como podemos usar tecnologia espacial para permitir o desenvolvimento sustentável”.

O Projeto, designado “Apoio a Gestão da Seca em Angola usando Modelagem Integrada do Meio Ambiente, Vulnerabilidade, Tomada de Decisão e Tecnologia (EVDT) ”, é uma parceria entre o MIT e o GGPEN, que tem como meta criar um Sistema de Apoio à Decisão de Secas para Angola.

Os últimos dados estatísticos do Programa Emergencial de Combate à Seca no Sul de Angola dão conta que 1,3 milhões de pessoas estão afetadas pelo fenómeno da seca nas províncias do Cunene, Namibe, Huíla e Cuando Cubango, e para contribuir na mitigação dos efeitos da seca e apoiar o Executivo na resolução deste problema, o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), através do GGPEN, tem em curso o Projeto de Catalogação e Quantificação dos efeitos da Seca no Sul de Angola, através da geração e utilização de dados de satélite, capaz de melhorar a gestão hídrica e o monitoramento da seca na região.

Smartphones com 24 GB de RAM podem estar para breve

Nos últimos anos temos vindo a assistir aos smartphones, sobretudo no lado do Android, a receberem cada vez mais RAM. Hoje em dia não é difícil encontrar smartphones Android com 8 ou 12 GB de RAM. Mas essa norma pode vir a alterar-se novamente em breve.

De acordo com o leaker Digital Chat Station, estão para chegar em breve os primeiros dispositivos Android que vão contar com uns impressionantes 24 GB de memória RAM. O leaker afirma que estes dispositivos encontram-se agora a ser estudados por parte da “OGA”, um nome que é dado à aliança entre as empresas Realme, OnePlus e Oppo.

As informações apontam que estas empresas estão a estudar fornecer modelos com até 24 GB de memória RAM para os utilizadores, nos modelos premium. Ao mesmo tempo, os dispositivos com 16 GB de RAM seriam considerados o “normal” para estes modelos de topo.

No entanto, apesar da maior quantidade de RAM, isso levanta também algumas questões, sobretudo a nível do valor que realmente se necessita de memória para um smartphone. A mesma ideia é algo que se verifica nas câmaras, onde ultimamente as marcas começaram a apostar na ideia de que “mais MP é igual a melhores câmaras” – algo que nem sempre acontece.

Desta forma, será complicado para as empresas venderem a ideia que os consumidores vão realmente necessitar de 24 GB de memória RAM nos seus dispositivos, quando os valores atualmente existentes são já complicados de se atingir “o limite”.

No entanto, qual a sua ideia? Considera que mais GB de RAM serão melhor?

Mobile Money em Angola: Como a Africell está a preparar o caminho

A chegada da Africell Angola em 2022 trouxe uma série de oportunidades interessantes para os utilizadores móveis que procuram uma maior seleção de serviços – incluindo serviços financeiros. Após uma entrada bem sucedida no panorama das telecomunicações em Angola, a Africell lançou oficialmente o seu serviço de dinheiro móvel, Afrimoney, em abril de 2023.

Angola caracteriza-se por uma elevada percentagem de indivíduos sub-bancarizados, estimada em cerca de 50%, e por um sector informal significativo. Neste contexto, a Afrimoney tem como objectivo colmatar o fosso entre as economias formal e informal através do seu serviço de dinheiro móvel. Embora Angola tenha uma rede de bancos bem estabelecida, os serviços financeiros digitais ainda não tiveram um impacto substancial na melhoria da inclusão financeira.

De acordo a entrevista concedida ao portal GSMA, o Co-Diretor Interino do Grupo Afrimoney, Simon Andersson-Manjang, destacou os desafios enfrentados durante a entrada no mercado, a natureza do ambiente regulamentar e os resultados preliminares do lançamento. À medida que a Africell continua a implantar a sua rede móvel em todo o país, a Afrimoney tem como objetivo ligar diversos clientes e parceiros, e contribuir para um futuro financeiro mais inclusivo e digitalizado para Angola.

Segundo o Simon, o que levou a Africell a lançar o Afrimoney em Angola é pelo facto de ser um país incrível, e a empresa não esperava uma receção mais calorosa quando entraram no mercado no lado GSM. “Depois de apenas oito meses de operações, capturámos uma incrível quota de mercado de 25%. Antes da entrada da Africell, o mercado era dominado por um único operador estatal, o que significava que os clientes móveis do país não tinham escolha. Isto levou a que muitos clientes se inscrevessem rapidamente nos cartões SIM da Africell, na esperança de obterem melhores preços e qualidade de serviço. Encorajados por esta receção positiva, decidimos não atrasar mais o lançamento do nosso serviço de dinheiro móvel – Afrimoney -. Assim, após apenas 12 meses no terreno, a Africell lançou o Afrimoney“.

Questionado qual é o estado atual dos serviços financeiros digitais no país? Simon avançou que, existem vários bancos, tanto locais como internacionais, sendo que a maioria disponibiliza aplicações bancárias ou, em alguns casos, serviços bancários de agentes. Tal como acontece na maioria dos países com recursos naturais significativos, o panorama dos serviços financeiros está orientado para clientes com rendimentos elevados, tanto individuais como empresariais. Isto significa que existe uma enorme oportunidade no resto da economia. Apesar do ambiente regulamentar favorável, os serviços de dinheiro móvel lançados no passado não conseguiram trazer uma inclusão financeira significativa para Angola.

Estamos apenas há seis semanas a operar e ainda estamos a concentrar-nos nos fundamentos para pôr em funcionamento um serviço de dinheiro móvel. Iremos fazer um grande esforço na sensibilização do produto e na literacia financeira geral para educar o público sobre o dinheiro móvel.

À medida que a Africell for lançando serviços GSM a nível nacional e a Afrimoney se lhe seguir, poderemos assistir a um aumento da utilização de transferências urbano-rurais, à medida que forem sendo abrangidas cada vez mais zonas interurbanas e rurais. O lançamento de serviços GSM e de dinheiro móvel ao mesmo tempo é invulgar, mas significa que podemos criar muitas sinergias e ter uma abordagem partilhada para captar o mercado.

Segundo o Simon, o mais difícil é explicar ao público em geral, e mesmo a alguns parceiros, o que é realmente o dinheiro móvel. É um produto que requer uma comunicação clara e consistente, cujos benefícios podem ser melhor aproveitados através de formação ou experiência presencial. É também importante que as pessoas compreendam quais os problemas quotidianos que o Afrimoney pode resolver.

O Mobile Money é um jogo de volume, por isso estamos ansiosos por expandir e continuar a melhorar a nossa comunicação sobre dinheiro móvel e literacia financeira com a nossa nova base de utilizadores em Angola. O lançamento do GSM noutras províncias ainda está em curso, com os serviços da Africell atualmente disponíveis nas duas províncias mais populosas e urbanizadas de Angola – Luanda e Benguela. À medida que o negócio móvel se expande para novas áreas, o dinheiro móvel seguir-se-á.

Este artigo foi originalmente publicado pelo programa GSMA Mobile Money.

Várias profissões vão desaparecer devido à Inteligência Artificial. Saiba se a sua está na lista

Desde o lançamento do ChatGPT e da DALL-E, o avanço no uso de Inteligência Artificial (IA) tem levantado diversas questões sobre o impacto desta tecnologia nas profissões. Apesar de haver especialistas que afirmam que a IA não pode substituir o trabalho humano, há profissões em risco de desaparecer nos próximos 5 anos.

Saiba quais são as profissões em causa e se a sua está em risco, de acordo com o Chat GPT-4, que calculou igualmente o tempo necessário para desaparecer a profissão:

Profissões relacionadas ao texto, RH e direito

Arquivista – 18 meses
Assistente jurídico – 24 meses
Assistente virtual – O meses
Bibliotecário – 18 meses
Especialista em SEO – 12 meses
Jornalista – 12 meses
Investigador – 12 meses
Redator – 0 meses
Revisor de textos – O meses
Recrutador – 18 meses
Tradutor – O meses
Tutor – 12 meses

Profissões relacionadas a publicidade, comércio e finanças

Agente de viagens – 12 meses
Analista de crédito – 24 meses
Analista financeiro – 36 meses
Assistente financeiro – 24 meses
Operador de telemarketing – 6 meses
Auditor – 36 meses
Auxiliar administrativo – 12 meses
Avaliador de imóveis – 36 meses
Contador – 36 meses
Consultor de vendas – 24 meses
Consultor de negócios – 24 meses
Investidor – 24 meses
Corretor de imóveis – 36 meses
Corretor de seguros – 24 meses
Designer gráfico – 24 meses
Editor de vídeo – 24 meses

MAIS: China prepara lei para regular o desenvolvimento da inteligência artificial

Especialista em e-commerce – 24 meses
Especialista em marketing – 24 meses
Especialista em relações-públicas – 24 meses
Fotógrafo – 48 meses
Gerente de projetos – 36 meses
Gestor de recursos humanos – 36 meses
Operador de atendimento ao cliente – 12 meses
Operador de caixa – 12 meses
Planeador de eventos – 18 meses
Social media manager – 12 meses.

Profissões ligadas à infraestrutura e dados

Analista de dados – 6 meses
Analista de segurança da informação – 36 meses

Analista de sistemas – 48 meses
Arquiteto de software – 60 meses
Cientista de dados – 48 meses
Controlador de tráfego aéreo – 60 meses
Coordenador de logística – 24 meses
Coordenador de produção – 36 meses
Desenvolvedor de software – 60 meses
Engenheiro-agrónomo – 60 meses
Engenheiro de automação – 60 meses
Engenheiro civil – 60 meses
Engenheiro de materiais – 60 meses
Engenheiro mecânico – 60 meses
Engenheiro de minas – 60 meses
Engenheiro de petróleo – 60 meses
Engenheiro de produção – 60 meses
Engenheiro químico – 60 meses
Engenheiro de telecomunicações – 60 meses
Gerente de qualidade – 36 meses
Gestor ambiental – 48 meses
Gestor de energia – 48 meses
Planeador urbano – 48 meses
Suporte técnico – 6 meses
Técnico em eletrónica – 48 meses
Técnico em manutenção – 48 meses

Profissões ligadas à saúde e ciência

Astrónomo – 60 meses
Biólogo – 60 meses
Cientista ambiental – 60 meses
Educador físico – 48 meses
Engenheiro biomédico – 60 meses
Farmacêutico – 36 meses
Fisioterapeuta – 60 meses
Médico de diagnóstico – 36 meses
Meteorologista – 48 meses
Nutricionista – 48 meses
Oceanógrafo – 60 meses
Psicólogo – 60 meses
Técnico de enfermagem – 60 meses
Técnico de laboratório – 36 meses
Terapeuta de chat – 24 meses