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Quarta-feira, Fevereiro 25, 2026
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[FILDA 2023] Bancos apostam na exposição de serviços e produtos tecnológicos

Os bancos comerciais presentes na 38ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA) apostaram na exposição de serviços e produtos digitais, de modo a atrair clientes e reforçar a quota de bancarização, segundo uma ronda feita pelos jornalistas da MenosFios no evento.

O Finibanco Angola trouxe a esta edição da FILDA os seus novos produtos, casos do cartão “Pré-Pago + Karga”, que a partir da tecnologia traz consigo uma solução útil, segura e inovadora.

Por sua vez, a coordenadora da dinâmica comercial do Banco Keve, Liliana Lourenço, disse que a participação da instituição na FILDA visa mostrar o que existe no grupo para demonstrar a nível do próprio banco a inovação tecnológica e iniciativas para com o público em geral.

Estamos voltados para o agronegócio que é a nova vertente do banco, que também é o pivô desta edição da FILDA para se poder ter o máximo de informações ao nível de empresas focadas nos mesmos projetos onde o Finibanco possa fazer network reforçado para conseguir fechar em grande esta participação”, disse.

MAIS: FILDA 2023: Operadoras de telecomunicações mostram os seus produtos tecnológicos de última geração

Quanto ao Standard Bank Angola, nesta edição trouxe a tona o serviço “Ponto Azul”, que é a rede de agentes bancários, onde os clientes podem ter acesso a vários serviços de forma simples e automatizada.

Conforme detalhes fornecidos pelo banco, este serviço funciona como sistema integrado, garantindo que as transações sejam concluídas em tempo real. Neste tipo de serviço, as transações são efetuadas por via de aplicativo ou por meio de um sistema de mensagens curtas, através de um dispositivo móvel telefone ou “tablet” fornecido pelo banco.

A gestora de contas do Banco Sol, Denise Kitumba, disse que para além de todos os produtos da banca clássica, a sua instituição coloca-se no mercado para o apoio ao empresariado e aos clientes particulares.

O Sol levou ainda o produto “Sol Importação”, criado para facilitar os clientes que trabalham com importação. Diz ter ainda disponível outros serviços, como as cartas de crédito e o serviço MoneyGram.

“O Serviço MoneyGram, anteriormente, só permitia fazer transferências para pessoas. Hoje, já permite fazer o envio de valores para uma conta bancária no exterior, que é também uma alternativa às operações para o exterior”, disse.

Com Angola de fora, TikTok Music chega em mais países

O TikTok anunciou recentemente o lançamento de um serviço de streaming para rivalizar com o Spotify e a Apple Music, de nome TikTok Music. Esta nova proposta começou por ser lançada no Brasil e também na Indonésia e, aparentemente, vai chegar a três novos países, sendo Angola um dos muitos países a ficar de fora.

Conta o site TechCrunch que os próximos países a receber o TikTok Music serão a Austrália, o México e Singapura, um conjunto pequeno que mostra bem a abordagem mais cautelosa que está a ser adotada pelo TikTok. Notar que, para lançar este serviço, a empresa chinesa firmou acordos com as principais ‘players’ da música, incluindo a Universal Music Group, a Warner Music Group e também a Sony Music.

MAIS: ByteDance, dona do TikTok, planeia expansão de streaming de música

Ainda não detalhes sobre os planos do TikTok para o lançamento do TikTok Music em mais países, mas acredita-se que, eventualmente, o serviço venha a chegar a todos os territórios onde a app está presente, incluindo Angola.

[FILDA 2023] EMIS lança serviço “TPA Code”

O segundo dia da 38ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), a maior montra de negócios do país, ficou marcado com o lançamento do serviço do “TPA Code”, por parte da Empresa Interbancária de Serviços (EMIS), gestora da rede Multicaixa em Angola.

De acordo com o que foi revelado na apresentação, o serviço tecnológico trata-se de uma simples imagem gerada na solução do comerciante ou no portal, disponibilizado pela EMIS, com um “QR Code” estático, associado à conta bancária do comerciante, com um montante fixo ou variável, não necessitando, por isso, de um terminal físico e/ou smartphone, que permite ao utilizador da Rede Multicaixa, através do canal Multicaixa Express, realizar a leitura do referido código e desta forma poder efetivar as compras.

O lançamento do “TPA Code” vem para mostrar a evolução da indústria dos Terminais de Pagamento Automático (TPA) para terminais baseados no sistema operativo Android, que por ser um sistema aberto propicia muitas vantagens em relação ao TPA tradicional, que usa sistemas operativos proprietários.

MAIS: [FILDA 2023] Impacto da digitalização dos dados é destaque no 2º dia do evento

A família “TPA de nova geração” da rede Multicaixa, está assim constituída por dois produtos “TPA físico” com sistema operativo Android, designados “TPA Full” e “TPA Mini”, que são em tudo similares ao TPA tradicional e que permite compras em lojas com cartão de pagamento e com MCX Express, para além de permitirem ao comerciante agregar outras aplicações. Tem também três produtos baseados numa aplicação móvel Android para instalação em telemóveis ou tablets, designados “TPA Flex”, “TPA Plus” e “TPA Code”.

Segundo os números divulgados pelo Ministério da Economia e Planeamento, o evento tem confirmada a participação ativa de 13 países e 16 províncias angolanas, sendo realizado mais uma vez na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, numa área de exposição de 28 mil metros quadrados.

Dos sectores da comunicação de Portugal às tecnologias alemãs, a FILDA 2023 vai tornar-se num evento no qual mil 307 empresas (o dobro das 624 do ano transato), das quais 139 estrangeiras vão tentar mostrar o seu potencial de internacionalização multissectorial. Sexta e sábado serão os dias de maior número de visitantes na exposição, segundo a organização.

Teve problemas no WhatsApp esta quarta-feira? Aplicativo esteve em baixo

Dezenas de milhares de utilizadores reportaram esta quarta-feira, no site ‘Downdetector’, estar com problemas a aceder ao WhatsApp.

A maioria dos problemas relatados à escala internacional (59%) prende-se com o envio de mensagens, embora também ouvem relatos de dificuldades de acesso à aplicação (38%) e ao website (3%).

MAIS: WhatsApp vai permitir enviar fotos com alta qualidade

Contas feitas, pelas 20h48 desta quarta-feira, tinham já sido reportadas pelos utilizadores, nas últimas 24 horas, 29.928 falhas na utilização do WhatsApp. ´

A própria empresa reconheceu, por via de uma publicação na rede social Twitter, a existência de problemas. “Estamos a trabalhar rapidamente para resolver os problemas de conetividade com o WhatsApp e informá-lo-emos assim que possível“, escreveu.

IA cria estereótipos de 30 países diferentes. Angola é um deles

Nos últimos meses temos visto a Inteligência Artificial (IA) ser utilizada para as mais variadas funções, desde gerar textos e até criar imagens praticamente do zero. Algumas destas ferramentas começam mesmo a ser implementadas em software conhecido, mas, pelos vistos, ainda estamos a encontrar novas formas de usar esta tecnologia.

Um utilizador do Twitter, que se identifica como Medeiros, aproveitou duas ferramentas de IA para criar estereótipos de diferentes países, começando com uma simples descrição e terminando de uma imagem representativa.

O utilizador em questão contou no Twitter que tudo começou com o ChatGPT, pedindo à ferramenta de IA da OpenAI para lhe dar uma descrição física dos cidadãos de 30 países diferentes, com Angola a ser um dos países escolhidos. Uma vez completada esta fase, os dados foram introduzidos na plataforma Midjourney, resultando nas imagens que pode ver na galeria acima.

MAIS: Inteligência artificial da Google já disponível em Angola e em português

As imagens em questão tornaram-se virais no Twitter e iniciaram vários debates (alguns deles acesos) sobre diversidade e identidade. Neste momento a publicação original já tem mais de 44 mil ‘likes’, quase 2 mil ‘retweets’ e mais de 2 mil citações.

[FILDA 2023] Impacto da digitalização dos dados é destaque no 2º dia do evento

A conferência “Impacto da digitalização dos dados e da Informação na governação” foi um dos destaques do 2º dia da  38ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), que arrancou nesta terça-feira(18) e que vai até sábado, com o tema “Economia digital: a nova fronteira da economia mundial”.

Organizado pelos ministérios das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social e da Justiça e dos Direitos Humanos, os convidados de painéis foram unânimes em dizer que as TICs são como meio de alavanca para a diversificação da economia nas micro, pequenas e medias empresas e desenvolvimento tecnológico.

O papel do Fundo de Garantia de Crédito na diversificação da Economia e transformação digital foi também um outro assunto analisado no certame, bem como as sessões de apresentações da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG) e da petrolífera estatal Sonangol, no painel com o tema a “Digitalização e Inteligência Artificial: ameaça ou oportunidade ao método de formação tradicional”.

MAIS: [FILDA 2023] João Lourenço. Angola deve acompanhar as tendências da economia digital

Para o dia terceiro dia do evento, destacar entre outras atividades, uma mesa-redonda de negócios entre a presidente da EximBank dos EUA, Reta Jo Lewis, e um grupo de empresas angolanas e americanas, à margem da FILDA, iniciativa da Embaixada dos Estados Unidos da América (EUA) em Angola e São Tomé e Príncipe, em Luanda.

Segundo os números divulgados pelo Ministério da Economia e Planeamento, o evento tem confirmada a participação ativa de 13 países e 16 províncias angolanas, sendo realizado mais uma vez na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, numa área de exposição de 28 mil metros quadrados.

Dos sectores da comunicação de Portugal às tecnologias alemãs, a FILDA 2023 vai tornar-se num evento no qual mil 307 empresas (o dobro das 624 do ano transato), das quais 139 estrangeiras vão tentar mostrar o seu potencial de internacionalização multissectorial. Sexta e sábado serão os dias de maior número de visitantes na exposição, segundo a organização.

Moçambique sofre mensalmente 1,5 milhões de ataques cibernéticos

Moçambique é um país muito vulnerável, ainda não temos a maturidade suficiente para consolidar alguns passos no que diz respeito à segurança”, declarou Eduardo Vicente, falando à comunicação social, à margem de uma conferência internacional sobre segurança cibernética que decorre em Maputo.

Só no primeiro semestre deste ano, segundo dados oficiais, o Ministério Público (MP) moçambicano registou um total de 367 processos relacionados a crimes cibernéticos e, embora os números representem uma redução em 6,6% comparando com igual período de 2022, a situação ainda é descrita como alarmante.

“É pena que muitos empresas que são atacadas não disponibilizem essa informação, por questões, às vezes, de imagem, por questões internas”, declarou Eduardo Vicente.

Segundo o diretor-geral da Bravantic, o processo de transformação digital que muitos empresas estão a assistir em África torna o continente um terreno para ameaças cibernéticas.

“África cresce muito […] e, por vezes, neste processo, as coisas são feitas de um modo imediato e sem a consolidação na área da segurança”, observou a fonte, que aponta maior investimento na segurança e formação de quadros como fundamentais.

Segundo o anterior censo populacional realizado em 2017, dos cerca de 30 milhões de habitantes, um quinto da população moçambicana tem telemóvel, mas só 6% tem acesso à internet.

A percentagem de população com acesso a computador é de 4,4%. Em 2018, o Governo moçambicano aprovou uma resolução que ratifica a convenção da União Africana sobre cibersegurança e proteção de dados.

Em fevereiro do ano passado, um ataque cibernético deixou inoperacionais vários portais oficiais, mas, segundo as autoridades, a situação foi controlada após algumas horas.

Criado em 1996, o grupo Bravantic, de capital exclusivamente português, opera no Brasil, Angola, Cabo Verde e Emirados Árabes Unidos, além de Moçambique, assegurando soluções tecnológicas a empresas.

Threads vai ganhar três novas funcionalidades

Uma fuga de informação partilhada pelo site Business Insider indica quais são as funcionalidades que estão a caminho da nova rede social da Meta, a Threads. Apesar de serem três boas adições à plataforma, há mais uma funcionalidade por lançar que não será certamente do agrado dos utilizadores.

Alegadamente, a Meta planeia integrar a capacidade de enviar mensagens diretas tal como já acontece no Facebook, Instagram e até Twitter. A rede social de Elon Musk também servirá de inspiração para outra novidade, nomeadamente uma lista dos principais tópicos e tendências da rede social. Por fim, a terceira funcionalidade será uma capacidade melhorada de realizar pesquisas das publicações na rede social.

MAIS: Twitter está a bloquear ‘links’ para a rival Threads

Estas são boas notícias para os utilizadores da Threads e até para quem pretenda no futuro vir a adotar a plataforma. Infelizmente, parece que nem tudo são rosas e que – tal como o Twitter – a Meta também tenciona adicionar limites de visualizações.

Quem o diz é o próprio líder do Instagram, Adam Mosseri, numa publicação partilhada na Threads. “Os ataques de spam aumentaram, por isso vamos ter de implementar limites de visualização”, nota o executivo, indicando que a medida pretende combater o número de contas falsas.

Ainda não se sabe como será esta implementação, mas é possível que, caso seja bem feita, não impacte em demasia a experiência dos utilizadores da Threads.

FILDA 2023: Operadoras de telecomunicações mostram os seus produtos tecnológicos de última geração

Desde ontem(18) está a decorrer a 38° edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), a maior montra de negócios do país, e onde as operadoras de telefonia móvel do país apresentam os seus produtos tecnológicos de última geração.

 

UNITEL

Presente nesta edição, a UNITEL trouxe a mostra na sua stand os seus principais serviços, com destaque para o UNITEL EMPRESAS, UNITEL Money, Internet Residencial, Net Casa 4G, Net Casa 5G, Big Money (planos de dados com preços acessíveis, disponíveis no UNITEL Money), Tarifário BAZZA e App Spotify.

 

PARATUS ANGOLA

A Paratus Angola é uma das outras empresas no sector das telecomunicações na FILDA 2023, onde neste segundo dia fez o lançamento do seu terceiro DataCenter em Angola, com apresentação do CEO do grupo, Rolf Mendelsohn.

Segundo o que foi revelado no lançamento, o DataCenter Tier-IV é equipado com os melhores serviços e características tecnológicas ao nível mundial, o que já é uma novidade em Angola. De referir ainda, que a Paratus indica que este novo datacenter é uma evolução natural após ter construído, recentemente, outros datacenters de classe mundial, na Namíbia e Zâmbia.

Segundo os números divulgados pelo Ministério da Economia e Planeamento, o evento tem confirmada a participação ativa de 13 países e 16 províncias angolanas, sendo realizado mais uma vez na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, numa área de exposição de 28 mil metros quadrados.

Dos sectores da comunicação de Portugal às tecnologias alemãs, a FILDA 2023 vai tornar-se num evento no qual mil 307 empresas (o dobro das 624 do ano transato), das quais 139 estrangeiras vão tentar mostrar o seu potencial de internacionalização multissectorial. Sexta e sábado serão os dias de maior número de visitantes na exposição, segundo a organização.

Mais uma vez, espera-se que várias startups nacionais estejam em evidência no evento, dando a conhecer ao mercado angolano as suas inovações tecnológicas e familiarizar os potenciais clientes com os produtos e serviços à disposição no mercado e feitos por entidades nacionais.

Para boa parte dos “founder” nesta edição do FILDA 2023, pretendem atrair potenciais investidores e garantir a consolidação das criações dos empreendedores nacionais, na maior parte das vezes desconhecidas e longe das grandes montras de negócios.

EUA publica plano de implementação de estratégia de cibersegurança

A Casa Branca publicou um plano para a implementação da Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (NCSIP) dos EUA, sendo introduzida em março deste ano. O NCSIP, publicado na quinta-feira, 13, foi projetado para garantir a transparência e a coordenação entre as agências do governo federal dos EUA na realização da visão definida na estratégia. Essa visão é para uma mudança fundamental na forma como os EUA alocam papéis, responsabilidades e recursos no ciberespaço e aumentam os incentivos para investimentos de longo prazo em segurança cibernética.

O NCSIP detalha mais de 65 iniciativas federais de “alto impacto” para atingir os objetivos da Estratégia Nacional de Segurança Cibernética, cada uma das quais é atribuída a uma agência responsável e tem um cronograma para conclusão. Estes abrangem tarefas como propor nova legislação e modernizar os sistemas de tecnologia.

As iniciativas se assentam em cinco pilares:

  • Defender a infraestrutura crítica: inclui a Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura (CISA) liderando um processo para atualizar o Plano Nacional de Resposta a Incidentes Cibernéticos para garantir que o governo aja de maneira coordenada durante um incidente cibernético.
  • Perturbação e desmantelamento de operadores de ameaças: Entre as iniciativas neste pilar, espera-se que o FBI fortaleça a capacidade da Força-Tarefa Conjunta de Investigação Cibernética Nacional (NCIJTF) para coordenar campanhas de remoção e interrupção com maior velocidade, escala e frequência.
  • Moldar as forças do mercado para impulsionar a segurança e a resiliência: um elemento-chave aqui é o trabalho da CISA com as partes interessadas para avançar na lista de materiais de software (SBOM), reduzindo as lacunas na escala e na implementação.
  • Investir num futuro resiliente: Isso inclui o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) concluindo a padronização de um ou mais algoritmos criptográficos de chave pública resistentes à computação quântica.
  • Forjar parcerias internacionais para buscar objetivos comuns: Uma das iniciativas neste pilar é que o Departamento de Estado publique uma Estratégia Internacional de Ciberespaço e Política Digital que incorpore atividades bilaterais e multilaterais.

A administração Biden acrescentou que esta é a primeira iteração do plano de implementação, “que é um documento vivo que será atualizado anualmente”. O Gabinete do Diretor Nacional Cibernético (ONCD) será o responsável pela coordenação das atividades do plano e fornecerá um relatório anual ao presidente da República e ao Congresso Nacional sobre o andamento da implementação.

“O governo espera implementar este plano em colaboração contínua com o setor privado, sociedade civil, parceiros internacionais, congresso e governos estaduais, locais, tribais e territoriais”, comentou a Casa Branca. No início desta semana, a Microsoft revelou haver descobrido uma campanha chinesa de ciberespionagem que comprometeu pelo menos 25 organizações, incluindo o governo dos EUA. Com agências de notícias internacionais.