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Quarta-feira, Março 11, 2026
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Cabo Verde vai apostar na economia azul e novas tecnologias

A ministra da Coesão Territorial cabo-verdiana defendeu que o seu país tem a ambição de apostar no desenvolvimento da economia azul como setor de exportação de serviços para os cidadãos, aproximar a diáspora e investir na transição digital.

Temos a ambição de desenvolver a economia digital, como um setor exportador de serviços, que funcione ao serviço do cidadão, como um acelerador da modernização da administração pública central e local, e um acelerador da aproximação da diáspora“, afirmou Janine Lélis, na abertura do 3.º Fórum da Cooperação Municipalista da Lusofonia, em Mindelo, ilha de São Vicente.

O fórum, criado pelo Fundo Galego de Cooperação e Solidariedade e organizado pela Associação Nacional dos Municípios Cabo-verdianos decorreu sob o lema “Desenvolvimento Local e a Localização dos ODS – Uma Visão Assente no Processo de Transição Digital dos Territórios“, e pretendeu, segundo os organizadores, promover intercâmbio de experiências entre autoridades dos países da lusofonia, no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Na intervenção, a governante cabo-verdiana sublinhou que neste contexto, a aposta nas novas tecnologias é também uma necessidade para garantir a produtividade de países como Cabo Verde, tendo em conta as suas características.

Esta transição digital será possível se os países entre os dois trópicos investirem o suficiente na formação, como condição para beneficiarem do processo de digitalização da economia, o que implica a conceção e execução de uma estratégia de desenvolvimento focalizada na inovação tecnológica“, disse Janine Lélis.

A ministra de Estado, da Defesa Nacional e da Coesão Territorial acrescentou que o Governo tem apostado neste setor para que Cabo Verde não esteja à margem da transição digital global através da implementação da Estratégia para Governação Digital, que tem subjacente a expansão da infraestrutura de conectividade, a educação e a capacitação profissional, numa estratégia cofinanciada pelo Banco Mundial em 30 milhões de dólares.

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Recordou que já em Abril deste ano foi aprovado em Conselho de Ministros o diploma que cria e regulamenta a Zona Económica Especial para a Tecnologia (ZEET), com um ‘hub’ na Praia, ilha de Santiago, e uma extensão na ilha de São Vicente, e que em ambas estão em construção parques tecnológicos para atrair empresas tecnológicas.

Estamos cientes que a nossa ambição é grande para o horizonte 2030 e igualmente estamos cientes da nossa força de vontade, das nossas capacidades e energias, que nos levarão a bom porto. Nesta caminhada, auguramos contar sempre com os nossos parceiros e acreditamos que deste encontro sairão recomendações que nos levem ao destino comum, do desenvolvimento sustentável dos nossos Estados“, afirmou a ministra.

Também na abertura do evento, o diretor-geral para as Relações Externas e com a União Europeia do governo regional da Galiza, Jesús Gamallo, destacou o propósito de “aproximação” daquela região autónoma espanhola “ao mundo dos países de língua portuguesa“, bem como a cooperação para o desenvolvimento e o foco em “cumprir com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável“.

Referiu que a área mais importante de cooperação entre o governo regional da Galiza e Cabo Verde centra-se nas pescas, apesar dessa relação bilateral ser mais ampla e acontecer desde 2004, com financiamento de 25 projetos nas ilhas do Maio, Santo Antão, Santiago e Fogo, em setores como o reforço institucional das câmaras municipais e o planeamento na gestão do território.

Desde 2006, a Fundação Centro Tecnológico e o Isecmar [Instituto Superior de Engenharias e Ciências do Mar] têm vindo a apoiar o Ministério das Pescas e instituições pesqueiras do país no desenvolvimento do setor da pesca artesanal, para o qual recebeu financiamento não só do Governo galego, mas também da própria União Europeia e da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento“, explicou Jesús Gamallo.

Este fórum pretendeu debater os ODS definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015 e que compõem uma agenda mundial para a construção e implementação de políticas públicas até 2030.

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Para Herménio Fernandes, presidente da Associação Nacional dos Municípios de Cabo-verdianos, que organiza o evento, a aceleração da modernização administrativa local, a qualificação dos serviços e a administração local aos cidadãos, empresas e a diáspora são prioritárias neste campo dos ODS.

A transição digital tem ainda um enorme impacto na aceleração da transição da economia do informal para a formal e na redução de desigualdades e da pobreza. Cabo Verde está a fazer uma caminhada interessante em matéria de transição digital“, apontou o autarca.

No entanto, ao nível dos municípios, considerou como urgente acelerar e declarar a Internet como um bem essencial, como já foi prometido pelo Governo, e massificar o seu uso e acesso em todos os espaços públicos.

A taxa de penetração da Internet nos espaços públicos é em média de 2,1%, uma taxa bastante baixa. Para inverter esta tendência, os municípios precisam acelerar a transição digital“, apontou.

Cinco razões para proteger uma pequena empresa contra ciberameaças

Os proprietários de pequenas empresas geralmente acreditam que as suas empresas não são tão interessantes como alvos para os cibercriminosos. De facto, por um lado, há menos benefícios potenciais para os cibercriminosos em um ataque a essas organizações. Por outro lado, as pequenas empresas têm orçamentos muito menores para segurança digital e, via de regra, não têm nenhum especialista em segurança da informação dedicado.

Isso aumenta muito as chances de um ataque bem-sucedido. Mas tudo isso são considerações teóricas. Vamos dar uma olhada em cinco razões reais pelas quais uma pequena empresa pode se tornar vítima de um ciberataque.

  • A existência de um mercado de acesso inicial

Os especialistas investigaram recentemente o mercado paralelo para acesso inicial à infraestrutura corporativa. De acordo com os resultados do estudo, a maioria dos anúncios publicados na darkweb oferece acesso a pequenas empresas. Na prática, isso significa que os invasores não perderão tempo ou recursos na preparação do ataque – eles simplesmente compraram o acesso de vendedores de acessos iniciais e o usam para infectar os seus computadores com malware ou roubar informações confidenciais.

  • E-mails maliciosos

Os e-mails de phishing e anexos maliciosos não são necessariamente enviados directamente aos funcionários de uma empresa. Às vezes, os invasores colectam endereços de e-mail relacionados a algum sector e, em outros casos, simplesmente os enviam para uma ampla lista de destinatários. De uma forma ou de outra, entre os destinatários de tais e-mails podem estar funcionários de qualquer empresa, inclusive PMEs.

MAIS: Os erros de cibersegurança mais comuns em startups

  • Malwares financeiros

O malware financeiro geralmente é usado para roubar credenciais de serviços bancários online ou de sistemas de pagamento. O tamanho da empresa a ser atacada não é tão importante para os invasores – até os dados de usuários individuais são de interesse deles. Além disso, de acordo com o relatório Financial Cyberthreats in 2021, as pequenas empresas representam uma grande parte das vítimas de grupos cibercriminosos como Zbot, SpyEye, CliptoShuffler e Emotet.

  • Epidemias em massa

A epidemia do WannaCry ocorreu há mais de cinco anos, mas o seu legado ainda é sentido hoje: qualquer vulnerabilidade que os especialistas chamam de “wormable” (que pode ser usada para espalhar malware em uma rede local), inevitavelmente causa hype na mídia. Se o malware tiver a funcionalidade de um worm, um único dispositivo infectado (por exemplo, um laptop infectado na casa de alguém) pode comprometer toda uma rede corporativa.

  • Ataques às cadeias de suprimentos

De vez em quando aparecem notícias sobre os novos pacotes maliciosos encontrados em vários repositórios de código. Os desenvolvedores de software podem incorporar esses pacotes  nos seus produtos e comprometer os seus clientes sem querer. A própria infraestrutura do desenvolvedor também pode ser hackeada para implantar malware no seu produto final. Como resultado, um programa que a sua empresa usa há anos pode se tornar subitamente malicioso. Isso é chamado de ataque à cadeia de suprimentos.

Para proteger uma pequena empresa das ciberameaças modernas, não é necessário comprar produtos de segurança caros com recursos desnecessários. Existem várias soluções para proteger uma empresa com vários funcionários, uma delas é a versão Kaspersky Small Office Security recém-actualizado.

O Kaspersky Small Office Security não requer um especialista para configurá-lo, o que é óptimo para proprietários de pequenas empresas que não possuem especialistas de TI dedicados em tempo integral. A solução permite proteger dispositivos nas plataformas Windows, Mac e Android e também servidores de arquivos. Possui um mecanismo anti-phishing moderno e tecnologias avançadas para proteção contra ransomware.

Os países africanos com os dados móveis mais caros

Os países africanos geralmente têm alguns dos dados móveis mais caros do mundo devido a vários factores, desde a indisponibilidade de infraestrutura de telecomunicações e alta tributação na indústria de telecomunicações africana pelos governos.

Muitas empresas de telecomunicações podem deter monopólios importantes e simplesmente cobrar mais pelos dados porque podem.

Em 2020, o preço médio de 1 GB de dados móveis em África era superior a USD 5, enquanto o preço na União Europeia (UE) estava mais próximo de USD 3,5, embora os dados estejam a ficar mais baratos, ainda há muitos países em África com preços de dados móveis incrivelmente altos.

Aumentar o acesso à internet é um alvo chave para muitas nações em desenvolvimento, pois promove o acesso à educação e acesso a serviços financeiros, entre outros benefícios. Dados baratos são, portanto, importantes para muitos países em desenvolvimento em África.

De acordo com Statista, aqui estão as 15 nações africanas com os dados móveis mais caros, classificados por quanto custa 1 GB de dados em dólares.

MAIS: Qual a velocidade de Internet que realmente necessita?

Os 15 países africanos com os dados móveis mais caros em 2021:

15. Guiné-Bissau – $4,41

14. Burkina Faso – $ 4,52

13. Togo – US$ 4,69

12. Cabo Verde – $ 4,78

11. Gabão – $ 4,82

10. Madagascar – $ 5,14

9. Mauritânia – $ 5,65

8. Gâmbia – $ 5,86

7. Seicheles – $ 8,64

6. República Centro-Africana – $ 9,03

5. Namíbia – $ 22,37

4. Chade – $ 23,33

3. Malawi – $ 25,46

2. São Tomé e Príncipe – $30,97

  1. Guiné Equatorial – $ 49,67

A Guiné Equatorial na costa oeste da África Central tem os dados móveis mais caros do continente, onde 1 GB custa quase USD 50, e é provavelmente o 1 GB de dados mais caro que você pode comprar em qualquer lugar do mundo.

O país tem uma população relativamente pequena de pouco menos de 2 milhões de pessoas e geralmente alta renda per capita devido ao país ser rico em petróleo. O salário médio em 2022 é de cerca de USD 700 por mês, com base em pesquisas.

Por outro lado, os países africanos com os preços mais baixos da Internet incluem o Sudão – onde um 1 GB de dados de banda larga custa USD 0,9 – seguido pelo Egipto (USD 1,3), Marrocos (USD 2), Ruanda (USD 2,1) e Camarões (USD 2,2). Custa USD 2,3 na Argélia, USD 3,28 no Senegal, USD 3,50 em Angola e USD 4,8 na Costa do Marfim.

INAPEM lança REDE INAPEM 2.0 para disponibilizar serviços de apoio às MPMEs nacionais

O Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias (INAPEM) lançou, na 37° edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), a plataforma “Rede INAPEM 2.0” que é uma bolsa de dados virtuais que reúne prestadores de serviços e disponibiliza acções formativas, para dotá-los de múltiplas competências necessárias na administração dos negócios.

Segundo o administrador Executivo do INAPEM Bráulio Augusto, que falava à margem do lançamento da solução tecnológica, que teve lugar no stand da exposição da “Startup Summit”, disse que está é ” uma grande oportunidade que as empresas e prestadores de serviços têm para encontrar nesta plataforma dados importantes para o crescimento dos seus negócios“.

a REDE INAPEM 2.0 se propõe a disponibilizar serviços de apoio às MPMEs no que concerne às necessidades mais gritantes, no domínio da Contabilidade, da Gestão de Projectos e Consultoria Jurídica“, frisou.

MAIS: INAPEM pede maior colaboração para reforçar o ecossistema de empreendedorismo digital nacional

Os membros integrantes da “Rede INAPEM 2.0” poderão usufruir entre outros benefícios de, pertencer a rede de prestadores de serviços criada para este efeito, conhecer oportunidades de negócios, aceder aos conteúdos formativos, constar no directório de prestadores de serviços de Angola, onde pode dar informações sobre os seus serviços a potenciais parceiros e clientes, e ceder a informação e notícias sobre o desenvolvimento dos prestadores de serviços em território nacional.

Foi revelado também que a Rede INAPEM 2.0 sucede a anterior versão 1.0, destacando-se nela a integração de novas funcionalidades e serviços no domínio de apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas, como as grandes melhorias aplicadas nesta ferramenta digital.

O membro do Conselho de Administração do INAPEM salientou ainda que a sua instituição continuará a imprimir esforços junto dos seus parceiros para melhor servir os operadores do ecossistema das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs).

Angola conta com Centro Nacional de Monitorização das Comunicações

O Centro Nacional de Monitorização das Comunicações, instituição destinada a regular e monitorar o mercado das comunicações no país, foi inaugurado esta terça feira em Luanda.

A concepção da instituição, que vai empregar 30 profissionais com especialidades especificas na área de gestão, monitorização e controlo da conformidade dos serviços de comunicação em todo o território nacional, custou aos cofres do Estado dez milhões de dólares americanos (4.2 mil milhões de Kwanzas).

O Centro Nacional de Monitorização das Comunicações, tutelado pelo Instituto Angolano das Comunicações (INACOM), visa gerir e de forma harmoniosa as frequências radioelétricas ao nível da navegação marítima, aeronáutica, rádio, televisão, bem como telefonia móvel e à banda larga móvel para acessar a Internet, a fim de evitar interferências capazes de prejudicar e afectar o normal funcionamento das mais diversas actividades comerciais.

Instalado em um edifício de 3 pisos, cujas obras tiveram início em finais de 2021, a infra-estrutura está enquadrada no programa de normalização, regulação e modernização do sector das comunicações em Angola.

MAIS: Angola presente na Conferência Mundial de Desenvolvimento de Telecomunicações

A propósito da inauguração da instituição, o  ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, disse que uma das missões é evitar as interferências de utilizações indevidas do espectro da comunicação por entidades não autorizadas.

De acordo com Manuel Homem, o centro é um marco para o país, pois garante mais segurança, quer do ponto de vista dos serviços aeronáutica que têm utilização de frequências, como ao nível dos serviços marítimos, das telecomunicações e de todas as entidades que utilizam serviços à nível das comunicações electrónicas.

Manuel Homem precisou que os equipamentos conseguem fazer uma varredura do perímetro num raio de 180 quilómetros, identificando  tudo o que acontece do ponto de vista de operação de telecomunicações.

Conforme o ministro, centros do gênero serão instalados brevemente nas demais províncias do país, tendo destacado que as de Cabinda, Cunene, Huambo, Benguela e Huíla contam já com serviços similares. Participaram do evento, os presidentes dos Conselhos de Administração da ANGOP, TPA, TV Zimbo e demais convidados.

Ex-hacker da CIA condenado a 80 anos de prisão por divulgar segredos

Um júri do tribunal de Manhattan considerou Joshua Schulte culpado de todas as nove acusações que pendiam sobre ele, num cúmulo de 80 anos de prisão. O antigo especialista em segurança informática da Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA) é acusado de ter revelado à WikiLeaks documentos e código fonte de ferramentas de espionagem usadas pela agência.

O procurador do Departamento de Justiça Damian Williams apelidou a conduta de Schulte como “um dos atos de espionagem mais nocivos da história dos EUA”, com a fuga de informação que incluía “algumas das ferramentas de espionagem mais críticas” a serem reveladas ao público e às nações adversárias.

O caso data de 2017, quando a WikiLeaks começou a divulgar milhares de documentos e código-fonte de ferramentas da CIA. A informação foi então publicada num conjunto de dados que viria a ser conhecido como ‘Vault7’. A fuga de informação continha especificações de vulnerabilidades de dia zero exploradas pela CIA para espiar os seus alvos. Inicialmente, a WikiLeaks comprometeu-se a não divulgar estas falhas antes de falar com os criadores do software.

As vulnerabilidades diziam respeito aos sistemas operativos iOS, Android, Windows e até ao das smart TV da Samsung. No entanto, a organização terá demorado a contactar os fabricantes e acabou por avançar com a divulgação na mesma.

MAIS: Hacker rouba meio milhão de euros em reservas falsas de Hotel em Lisboa

Sean Roche, diretor da CIA para a Inovação Digital, comparou a fuga de informação a um “Pearl Harbour digital”, explicando que a agência teve mesmo de encerrar a maioria das operações em curso enquanto avaliava o impacto das revelações.

A publicação Vice cita Sean Roche, que considera que o ex-hacker “colocou em perigo imediatamente as relações que tínhamos com outras partes do governo e com parceiros vitais em governos estrangeiros, que enfrentaram riscos muitas vezes para nos apoiar. E colocou os nossos oficiais e instalações, domésticos e no estrangeiro, em perigo”.

As motivações de Schulte parecem ser de ódio em relação à CIA e aos seus agora ex-colegas. O hacker tem ainda um caso em tribunal a decorrer, onde é acusado de posse de material de exploração infantil, que os investigadores alegam ter encontrado no seu portátil aquando das buscas.

FILDA 2022: Operadoras de telefonia mostram seus produtos tecnológicos de última geração

Desde o último Sábado(16) está a decorrer a 37° edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), a maior montra de negócios do país, e onde as operadoras de telefonia móvel do país apresentam os seus produtos tecnológicos de última geração.

A redacção da MenosFios esteve no 4° dia do evento, que esteve com a atenção virada  à banca comercial e a inclusão das tecnologias no desenvolvimento económico, notou que as principais operadoras de telefonia móvel estão aproveitar a feira para dar a conhecer a sociedade os seus serviços mais inovadores.

A UNITEL faz destaque na FILDA os serviços “NetCasa”, 5G, Bazza, Unitel Empresas e Unicanda, onde o Director-Geral da UNITEL, Miguel Geraldes, avançou que com o serviço “Bazza”, os uuários podem falar 60 minutos grátis todos os dias, entre clientes deste serviço.

Sobre o Unitel Money, a empresa destaca que com esse serviço além de facilitar os movimentos financeiros, ajudam a reduzir as filas nos ATMs e bancos comerciais, enquanto que o “Unitel empresa” oferece soluções inovadoras desenhadas para atender os desafios e necessidades das pequenas, médias e grandes empresas e o “Unicanda” é também um serviço virado para o agro-negócio.

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Quem também está presente na FILDA é a Africell, com apenas três meses no mercado, conta já com 2 milhões de clientes, e na sua stand no evento apresenta vários produtos, com destaque para o “5G”.

O director comercial da empresa, Luís Mendes, reconhece que em pouco tempo a empresa está a conquistar o mercado, sendo que até no final deste ano prevê actuar nas províncias de Benguela e Cuanza-Sul.

Na Filda, a empresa está a comercializar vários produtos entre saldos de dados, assim como telemóveis a preços baixos.

Nos próximos tempos, a operadora vai desenvolver acções para melhorar a qualidade dos serviços.

Moçambique. “Sala do Futuro” introduz novas técnicas de ensino no país

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Moçambique, Daniel Nivagara, quer ver docentes da área de Ciências, Tecnologias, Engenharias e Matemática (STEM) a tornar a iniciativa “Sala do Futuro” importante, de modo a contribuir no desenvolvimento sócio-económico da sociedade civil do país, principalmente na aplicação de novas técnicas de snsino integrado que permitem a utilização de tecnologias, ensino experimental e a promoção de prácticas cooperativas e colaborativas.

O Dirigente que falava durante a visita de trabalho a “Sala do Futuro“, no campus da Universidade Pedagógica de Maputo, a primeira das quatro previstas no país, disse que o mesmo é um espaço multidisciplinar que serve de oficina pedagógica para o ensino integrado em STEM, equipada com kits de ciências, robótica e quipamentos digital que permite a integração de várias áreas do saber em único espaço através de novos métodos de ensino para o desenvolvimento de competências para aprendizagem baseada na resolução de problemas da realidade.

Daniel Nivagara informou ainda que o projecto “Sala do Futuro” foi desenhado para a aplicação de novas técnicas de ensino integrado e permite a rápida comutatividade entre o sistema clássico, utilização de tecnologias, ensino experiemntal e a promoção de práticas cooperativas e colaborativas para a maximização dos resultados de aprendizagem e de resposta aos novos estímulos com que a juventude se depara.

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Com a implementação do projecto “Sala do Futuro“, prevê-se a melhoria na aprendizagem em todos os sistemas de ensino de Moçambique (Ensino Superior, Educação Profissional e Ensino Geral), de modo a atrair mais estudantes na área de STEM, bem como aumentar a investigação, o gosto por está área e sua relevância na vida dos moçambicanos.

De informar ainda que este plano foi pensado para um trabalho em rede, com a realização de sessões de formação síncronas, filmagens dos professores para a posterior partilha de aulas com os orientadores, ou para realizar conteúdos multimédia a serem utilizados com outros colegas e alunos.

Por outro lado, Jorge Ferrão, reitor da Universidade Pedagógica de Maputo, sublinhou que a satisfação pelo facto de a sua instituição ser pioneira no estabelecimento da “Sala do Futuro” em Moçambique, reafirmando o compromisso de transformar o epsaço numa referência para a produção de novas técnicas de produção científica.

A intenção é explorar as componentes de ciências e robótica, tecnologia para integração das áreas de STEM, e transformá-las para uma geração que num futuro próximo possa servir o país, região e planeta. É importante que todos saibam que Moçambique faz parte do mundo global“, frisou o académico.

A “Sala do Futuro” é também uma experiência aplicada, digital e interactiva, que combina tecnologia e inovação, trabalhos colaborativo e conjunto entre estudantes em sessões remotas e presenciais, comentário para professores e palestrantes aprimorarem os seus métodos de snsino e comunicação em tempo real.

Camarões implementa rede de telecomunicações de emergência

A rede de telecomunicações projectada especificamente para ajudar os Camarões a coordenar a resposta a emergências deve ser totalmente implementada até o final do ano e será lançada nacionalmente de acordo com o ministro dos Correios e Telecomunicações do país, Minette Libom Li Likeng.

A Rede Nacional de Telecomunicações de Emergência (NETN), com um custo de USD 155 milhões, financiada pelo Exim Bank of China, está a ser construída pela empresa de telecomunicações chinesa ZTE Corporation.

A taxa de implementação do projecto agora é de 90,69%, disseram autoridades, já que a ZTE espera concluir as obras até o final do ano. A NETN será gerida por pessoal do Ministério que foi formado pela ZTE.

O NETN compreende cinco componentes principais: sistema de comunicações de emergência, sistema de vigilância por vídeo, instalação de videoconferência, sistema de polícia eletrônica e sistema de rádio troncalizado. Também está ligado a dez centros regionais.

O ministro Li Likeng disse que a infraestrutura vai permitir que Camarões responda melhor a emergências, incluindo crime, crises de saúde, terrorismo e desastres naturais. ” O sistema de rádio troncalizado permitirá que os serviços governamentais gerenciem emergências de maneira confidencial e segura, sem depender ou pressionar as redes públicas.”

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Ao usar o número gratuito 112, qualquer pessoa, independentemente de ter um cartão SIM ou não, pode fazer uma chamada de emergência e se conectar ao NETN.

“Um plano nacional de telecomunicações de emergência foi elaborado não só para mitigar o déficit de recursos de telecomunicações sofrido pelas principais administrações responsáveis ​​por essas questões (emergências e desastres), mas também para garantir a disponibilidade de telecomunicações operacionais, como e quando necessário, em resposta a situações de emergência em todo o país,” disse o ministro Li Likeng.

TPA ganha um canal exclusivo para noticias

A Televisão Publica de Angola (TPA) lançou, esta segunda-feira, em Luanda, o seu canal TPA-Noticias, que irá funcionar 24 horas por dia.

A cerimónia de lançamento do canal teve lugar no Centro de Produção de Camama, com a presença do ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem.

Ao falar no evento, Manuel Homem informou a importância do novo canal, os seus desafios e a vertente da formação de quadros capazes para manter o canal no ar, com a qualidade desejada.

O ministro destacou ainda que estes avanços na TPA são fruto da iniciativa do Presidente da República, que há três anos autorizou, um investimento de 35 milhões de dólares para a modernização das infra-estruturas e a aquisição de equipamentos tecnológicos, para um melhor serviço aos cidadãos.

É neste contexto de investimento que está a ser lançada a TPA Notícias, com meios tecnológicos de última geração”, informou.

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Têm de ser capazes de fazer notícias que todos percebam, com variados programas de entrevistas e debates”, adiantou, acrescentando que está em marcha um plano de formação de quadros de alto nível para alguns trabalhadores da TPA. “O programa de capacitação e formação técnica vai continuar até que todos dominem às técnicas, apesar de um grupo já ter passado pelo Centro de Formação de Jornalistas, Espanha e Portugal para o efeito”, frisou o Ministro.

Foi ainda revelado que a TPA vai inaugurar futuramente canais especializados em Cultura e Desporto, a serem incluídos no Canal 2 e na Palanca TV.