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Terça-feira, Abril 21, 2026
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Governo avança com concurso público internacional da Angola Telecom

O Governo angolano vai avançar com um concurso internacional “com vista à concessão de serviços públicos para a exploração da infraestrutura de transporte nacional e metropolitana da empresa Angola Telecom.

A medida tem como objectivo “captar o know how do sector privado para a gestão e exploração da infraestrutura, bem como a sua expansão. Visa ainda a “capacitação de quadros” afectos à empresa pública.

No despacho presidencial que aprova o procedimento lê-se que a medida foi tomada tendo em consideração que a rentabilidade das empresas públicas está “intimamente relacionada com a capacidade de unir sinergias com outros operadores privados, nacionais e internacionais, mediante a utilização de expedientes de parcerias público -privadas colocados ao seu serviço ou simplesmente a técnica concessória, visando o aproveitamento de valências e fundos de investidores, nacionais e estrangeiros, dinamizando a rentabilização e maximização dos seus proventos”.

Este concurso público tem em conta “a necessidade de alinhamento da estratégia do Executivo em dinamizar e rentabilizar o Sector Empresarial Público”.

Ao ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social é delegada competência, com a faculdade de subdelegar, para a aprovação das peças do procedimento, nomeação da comissão de avaliação do concurso, bem como da verificação da validade e legalidade de todos os actos praticados no âmbito do concurso público internacional, enquanto determina que a ministra das Finanças deve prestar todo o apoio técnico necessário para a formação e execução do processo.

Facebook lança salas de áudio ao vivo

Facebook lançou nesta segunda-feira as suas próprias salas de áudio ao vivo no estilo Clubhouse e uma maneira de encontrar e reproduzir podcasts na sua plataforma, marcando assim um avanço nos serviços de áudio da maior rede social do mundo.

O lançamento de um rival em potencial para o Clubhouse pelo Facebook segue o sucesso explosivo do aplicativo de áudio ao vivo apenas para convidados, que se tornou um sucesso enquanto as pessoas ficavam em casa durante a pandemia da Covid-19. O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, foi uma das celebridades do Vale do Silício que fizeram aparições no aplicativo, que recentemente se expandiu para usuários do Android.

O Facebook, que disse que quer fazer do áudio uma “mídia de primeira classe” nas suas plataformas, junta-se ao Twitter e à plataforma de mensagens Discord, que já lançou as suas próprias ofertas de áudio ao vivo. O Spotify estreou a sua própria versão, “Greenroom”, na última quarta-feira. Slack, LinkedIn e Reddit, da Microsoft também estão a trabalhar em productos semelhantes.

As figuras públicas e alguns grupos do Facebook nos Estados Unidos que usam iOS serão capazes de criar salas de áudio ao vivo, com até 50 alto-falantes e ouvintes ilimitados. Esses usuários também podem convidar pessoas sem um selo de verificação para falar, disse o Facebook em um blog. Usuários de iOS e Android podem ouvir as salas.

A empresa, que tem enfatizado o seu esforço para atrair criadores de conteúdo, disse que está a fazer parceria com as figuras públicas, incluindo músicos, jornalistas e atletas na implantação de salas de áudio ao vivo.

Os ouvintes poderão enviar “estrelas” da moeda virtual do Facebook aos criadores nas salas de áudio ao vivo. Zuckerberg disse que a empresa não terá um corte na receita dos criadores até 2023.

Em que posição Angola encontra-se no Ranking Mundial de Ecossistemas de Startups?

Nos últimos anos, o mercado angolano evoluiu muito no que concerne a criação de Startups com produtos no mercado, essa evolução aconteceu também devido ao grande impulso que as empresas locais começaram a dar a este aparato, tendo empresas como a Unitel, Standard Bank, Banco Nacional de Angola, Banco BAI e entre outros, programas próprios que incentivam a concorrência entre as Startups.

Mas claro que é importante esse desenvolvimento local, porém como estamos a ser vistos no mercado internacional também conta muito, o exemplo vivo é a participação que Angola tido no Seedstars World, onde Startups como a Jobartis, Tupuca, Wi-Connect entre outras, já estiveram a representar o país a busca de financiamento para as suas ideias.

Como estamos classificados ?

Angola entrou pela primeira vez no Ranking Mundial de Ecossistemas de Inovação para Startups, segundo o mais recente relatório elaborado anualmente pela empresa Startup Blink, que se dedica ao mapeamento de ecossistemas globais para Startups e inovação.

O Índice Global de Ecossistemas de startups, tem como objectivo fornecer informações gratuitas de qualidade para fundadores de startups tomarem decisões inteligentes sobre a realocação e o lugar certo para construir erguerem as suas startups, bem como dar-lhes visibilidade e atrair atores relevantes para dentro desses ecossistemas.

Dentro deste ecossistema mundial, Angola ocupa a posição 115, tornando-se o quarto país lusófono a estar presente no Ranking Mundial de Ecossistemas de Startups 2021 depois do Brasil, Portugal e Cabo Verde. Para além disso, o Índice Global de Ecossistemas de Startups indica que Angola também ocupa o 2º lugar para startups na África Central.

De certeza que ainda existe muito trabalho a ser feito localmente, a nível de legislação, financiamento bem como outros factores que possam ajudar a desenvolver o ambiente de negocio em Angola, tendo isso feito, acredita-se que o incentivo externo será maior e a economia do país sairá a ganhar.

Foram atribuídas as primeiras licenças a corretoras de moedas digitais em Portugal

Quem acompanha o mercado financeiro, mesmo que de longe, certamente já foi surpreendido pelos altos e baixos de moedas digitais na Internet, nas noticias e por ai fora. A mais famosa é o Bitcoin, mas muitas outras também já têm relevância e também a simpatia dos investidores. Muitos já sabem o que é uma criptomoeda e como funciona, caso não saiba precisas clicar aqui.

Sendo que as criptomoedas não são por norma emitida por governos, existe até então uma grande luta sobre a regularização dos mesmos, mas atualmente algumas empresas e até países já começam a aceitar as moedas criptomoedas nas suas opções de pagamento, e alguns países de língua oficial portuguesa já começaram a emitir licenças.

O Banco de Portugal atribui pela primeira vez licença a duas corretoras de criptomoedas. Dos cinco pedidos que o supervisor recebeu, só dois já receberam autorização, a espera pelos registos chegou aos nove meses.

Quase nove meses. Foi este o tempo que levou o Banco de Portugal a conceder licenças a corretoras de moedas digitais, como é o caso da bitcoin. Para já, são duas as empresas que obtiveram o respetivo registo junto do Banco de Portugal: a Criptoloja, com sede no Estoril e detida pela Smart Token Lda.; e a Mind The Coin, da Guimarães & Matosa, Lda., sedeada em Braga. Estas empresas prestam “serviços de troca entre ativos virtuais e moedas fiduciárias”, como o euro, segundo o Banco de Portugal.

Os dois registos foram concedidos numa altura em que os prazos estavam a terminar. Se não fossem concedidos, os registos acabariam por ser efetuados de forma tácita. Segundo a legislação, o supervisor tem seis meses para responder, mas o tempo é contado em dias úteis. Houve pedidos a chegar ao Banco de Portugal desde o final de setembro de 2020.

Trabalho remoto leva aumento de 78% em ataques cibernéticos em todo mundo

Dados apresentados pela Atlas VPN revelam que a nível mundial 78% das empresas experimentaram um aumento no volume de ataques cibernéticos por causa de uma mudança para o trabalho remoto. Dispositivos pessoais não reparáveis, comportamento errático dos funcionários e redes domésticas inadequadamente protegidas criam muitas brechas para os actores de ameaças explorarem.

O estudo mostra que 96% das empresas na França registaram um aumento significativo no número de ataques devido à mudança para um ambiente WFH (Work From Home- trabalho em casa). Os entrevistados eram de várias indústrias e 14 países diferentes.

O segundo país mais afectado é a Austrália, onde 89% dos profissionais de cibersegurança relataram que os ataques aumentaram devido aos funcionários que trabalham remotamente. O Reino Unido e o Japão dividem o terceiro e quarto lugar, com 86% dos entrevistados afirmando ter notado um salto significativo nas ameaças cibernéticas no último ano.

Cerca de 84% das empresas na Arábia Saudita, 83% nos Países Baixos, 82% na Singapura e 80% nos Emirados Árabes Unidos disseram que os ataques aumentaram substancialmente. O Canadá está na linha com a média global, onde 78% das empresas registaram um crescimento no volume de ataques cibernéticos por causa de um aumento de pessoas a trabalharem em casa.

Curiosamente, os Estados Unidos estão na parte inferior da escala, com 63% dos profissionais de cibersegurança relatando um aumento nas ameaças cibernéticas no último ano. Além disso, 79% dos entrevistados notaram que os ataques se tornaram mais sofisticados. Ou seja, os hackers estão dispostos a gastar mais tempo a criar ataques direcionados.

A Atlas VPN descobriu que mais de 5 bilhões de registros pessoais vazaram no primeiro trimestre de 2021, e houve 37 bilhões de registros de dados vazados em 2020, um crescimento de 140% em relação ao ano anterior.

Facebook desenvolve projecto para deteção de imagens manipuladas

Facebook está desenvolver um método para desmascarar as polêmicas deepfakes, nome dado a vídeos e imagens falsos que recriam o rosto e voz de personalidades para dar verosimilhança ao conteúdo verdadeiro.

A empresa vai aproveitar a sua tecnologia de Inteligência Artificial (IA), que é capaz de imitar a escrita de uma pessoa basta ter apenas uma palavra como base de estudo. Este sistema analisa a escrita do utilizador, e é capaz de converter qualquer outro texto que se pretenda para uma grafia similar.

Os investigadores que trabalham para o Facebook apresentaram um método que torna possível a eliminação de “deepfakes”, falsas imagens hiper-realistas editadas com base na inteligência artificial e na identificação da sua origem.

De acordo com Tal Hassner e Xi Yin, dois investigadores da rede social que trabalharam no assunto, juntamente com a universidade estadual do Michigan (Estados Unidos), o sistema “facilitará a deteção de ‘deepfakes’ e o seguimento de informações relacionadas”.

Apelidado de TextStyleBrush, este novo sistema é capaz de reconhecer por IA o estilo de escrita de cada utilizador, basta ter uma palavra como estudo. Feito isso, o sistema é capaz de replicar qualquer texto que se pretenda dentro dessa grafia, criando resultados verdadeiramente surpreendentes.

Por exemplo, se possui um texto numa determinada fonte que pretenda aplicar noutro conteúdo, o TextStyleBrush é capaz de recriar a mesma – até se esta fonte for algo digital, e não propriamente uma escrita manual.

Na fotografia, esta impressão digital pode ser utilizada para identificar o modelo de câmara utilizado; na informática, o objectivo é identificar o sistema de geração utilizado para produzir a mentira.

No final de 2019, a Google tornou públicas milhares de ‘deepfakes’ de vídeo, disponibilizando-as aos investigadores que desejassem desenvolver métodos para detetar imagens manipuladas.

Angola convida operadora queniana de telefonia a entrar para mercado nacional

O Ministro da Economia e Planeamento, Sérgio Santos, incentivou, quarta-feira, a empresa de telefonia queniana Safaricom a investir no mercado angolano, com vista a aumentar a competitividade e concorrência no sector das telecomunicações.

Para o efeito, o governante angolano convidou os responsáveis da referida companhia a participarem de um seminário que deverá decorrer em Angola, nos próximos tempos, e aproveitarem o momento para estudar formas de criação de parcerias no país.Sérgio Santos endereçou o convite durante um encontro virtual bilateral, sobre esse assunto, tendo na ocasião referido que o mercado angolano regista 90% da economia no sector informal, pelo que os serviços dessa operadora constituirão ganhos para Angola.

Entretanto, o ministro da Economia e Planeamento reconheceu a necessidade e importância da ferramenta M-pesa, usada pela Safaricom para transacções financeiras por telemóvel, uma experiência quer as autoridades angolanas pretendem aproveitar.

No encontro, promovido pelo embaixador de Angola no Quénia, Sianga Abílio, a empresa queniana foi representada por Sitoyo Lopokoiyit , director Geral da M-pesa África, e por Ogugwa Adegbite, directora de Estratégia e Expansão Internacional do Mpesa África. 

A ferramenta Mpesa foi criada no Quénia, em 2007, e já é usada na Tanzânia, Egipto, Moçambique, República Democrática do Congo, Ghana e Lesoto.

Standard Bank faz parceria com a Microsoft para impulsionar a inovação digital em África

O Standard Bank e a Microsoft anunciaram uma parceria estratégica para acelerar a transformação digital da maior instituição financeira de África e impulsionar ainda mais o crescimento do continente.

O crescente investimento do Banco na nuvem da Microsoft permitirá a inovação, eficiência e resiliência necessárias para responder à dinâmica do mercado e às necessidades dos clientes.

Esta parceria se baseia no relacionamento de 30 anos entre as duas empresas e envolve a migração de cargas de trabalho, aplicativos e plataformas para o Microsoft Azure para impulsionar a eficiência organizacional, bem como a colaboração da força de trabalho com Azure, PowerApps, Workplace Analytics e Microsoft Teams.

“A estratégia de nuvem do Standard Bank enfatiza o impulso crescente dos serviços financeiros para oferecer experiências diferenciadas que os clientes atuais esperam”, disse Judson Althoff, vice-presidente executivo de Negócios Comerciais Mundiais da Microsoft.

Investir na nuvem permitirá que o Standard Bank alcance a sua estratégia de se transformar de uma empresa de serviços financeiros tradicional para uma empresa de plataforma digital, fornecendo serviços financeiros, além de serviços auxiliares e associados. Adoptamos uma estratégia que prioriza a nuvem, sustentada por segurança de ponta a ponta e insights baseados em dados que permitirão a transformação com resultados tangíveis ”, disse Sim Tshabalala, CEO do Standard Bank Group.

Como parte da parceria, as empresas acordaram:

  • Estabelecer uma aliança estratégica, para o Standard Bank e a Microsoft colaborarem na co-criação de soluções exclusivas através de novas tecnologias para atender às necessidades financeiras dos consumidores africanos. Por meio da Foundry, as empresas aspiram alcançar 100 milhões de clientes em África nos próximos cinco anos.
  • Reunir os seus recursos e know-how para fornecer aos jovens as habilidades digitais relevantes necessárias para garantir empregos prontos para o futuro e equipar as pequenas e médias empresas (PMEs) com habilidades e capacidades digitais para que possam aproveitar as vantagens da crescente mudança para as tecnologias digitais .

Aproveitando o poder e o alcance de ambas as organizações, a parceria também irá impulsionar o desenvolvimento de habilidades digitais, impulsionar o emprego de jovens e acelerar o crescimento das PMEs no continente africano.

O Standard Bank e a Microsoft, por meio da Foundry, criarão e executarão conjuntamente serviços digitais go-to-market relacionados a comércio, pagamento e soluções baseadas em risco (empréstimo e seguro). Eles também irão desenvolver ecossistemas que permitem o comércio digital para facilitar o crescimento de África.

Interrupções da Internet atingem sites e apps em todo mundo

Uma onda de breves interrupções da Internet atingiu esta quinta-feira (17/06) sites e aplicações de dezenas de instituições financeiras, companhias aéreas e outras empresas em todo o mundo.

A Bolsa de Hong Kong disse, numa publicação no Twitter, que o seu site estava a enfrentar problemas técnicos, que estava a investigar e 17 minutos mais tarde informou que estava de volta ao normal.

Os websites de monitorização da Internet, incluindo ThousandEyes, Downdetector.com e finger.com mostraram dezenas de interrupções, incluindo de companhias aéreas com sede nos Estados Unidos.

Muitas das interrupções foram relatadas por pessoas na Austrália que tentavam fazer operações bancárias, reservar voos e aceder aos serviços postais.

O Australia Post, o serviço postal do país, disse no Twitter que uma “interrupção externa” tinha tido impacto em vários dos seus serviços, e que embora a maioria tivesse voltado a estar online, continuavam a monitorizar e a investigar.

Muitos serviços estavam a funcionar após cerca de uma hora, mas as empresas afetadas disseram que estavam a fazer horas extraordinárias para evitar mais problemas.

Os serviços bancários foram gravemente perturbados, com os sites do Westpac, Commonwealth, ANZ e St George todos em baixo, juntamente com o website do Reserve Bank of Australia, o banco central do país. O Reserve Bank cancelou uma operação de compra de obrigações devido a dificuldades técnicas enfrentadas por vários bancos que iriam participar.

As breves interrupções do serviço de Internet não são incomuns e apenas raramente são resultado de ‘hacking’, mas as interrupções têm destacado o quão vital um pequeno número de empresas de bastidores se tornou para gerir a Internet.

Zona Económica Especial relança Parque Industrial

 

Um parque industrial é geralmente localizado fora das zonas residenciais de uma cidade. Normalmente, deve ser capaz de se concentrar dedicada infraestrutura(engenharia, tecnologia e economia), uma área deve ser delimitada para redução dos custos advindos da montagem das estruturas industriais.

Quanto as zonas industriais no nosso país, tem marcado alguns passos não muito significativos nos últimos cinco anos, particularmente na província de Luanda, para o aumento efetivo da sua capacidade interna de produção e montagem de bens industriais, desde eletrodomésticos a mercadorias ligeiras, cuja disponibilização ao público se prevê iniciar brevemente.

Com a criação, em 2009, da Zona Económica Especial Luanda-Bengo (ZEE), no município de Viana, o sector industrial tende a ganhar um  impulso, deixando entre os consumidores um misto de alívio e expectativa em relação ao aumento da oferta e a qualidade dos produtos.

Só nos últimos dois anos, por exemplo, aumentou, sobretudo na capital do país, a diversidade de produtos fabricados em unidades industriais, por técnicos angolanos. São, em concreto, milhares de produtos que estão prestes a “inundar” o mercado nacional, como fogões, televisores, tablets, telefones celulares e automóveis,  produzidos no quadro do programa de diversificação económica e de melhoria do ambiente de negócios.

Trata-se, essencialmente, de bens fabricados num cenário de recessão, por causa da crise petrolífera e do impacto negativo da pandemia da COVID-19, com a finalidade de aumentar a diversidade e a concorrência do mercado. De acordo com especialistas, o surgimento do parque industrial da ZEE abre novas perspetivas para a economia de Angola, que já teve, na década de 70, centenas de fábricas e indústrias a funcionar em diferentes áreas, como a da produção de café e algodão, com potencial para alimentar o mercado africano, europeu e sul-americano.

A ZEE foi criada em 2009, com a missão específica de atrair investimentos nacionais e estrangeiros, bem como incentivar o desenvolvimento e a diversificação da economia, por via do aumento da produção. Desde a sua criação, conta hoje com fábricas de montagem de automóveis, material de construção civil, plástico, pivôs de irrigação agrícola e cabos de fibra óptica, entre outros empreendimentos.