O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MTTICS), Manuel Homem, indicou, nesta quinta-feira (24), a necessidade da implementação de um programa de literacia digital para fazer face ao acentuado crescimento de crimes cibernéticos.
Dados disponíveis indicam que o país regista, em média mensal, um mínimo mil infracções cibernéticas, com destaque para clonagem de cartões de crédito, transferências ilícitas via internet banking, venda simulada de produtos via Internet, espionagem e incitamento à violência.
Consta ainda das transgressões, o acesso ilegítimo de programas, sabotagem e falsidade informáticas, inutilização do sistema informático, ameaças virtuais, fraude de computadores e programa espião. O sector da banca totaliza 6,9% dos ataques, enquanto os telemóveis suportaram 34,9 por cento, devido à inobservância de medidas de segurança por parte dos usuários.
Os dados apontam, igualmente, que Angola é o segundo país que mais ataques cibernéticos registaram no continente africano, de uma lista liderada pela Nigéria.
De acordo com o ministro, que falava na abertura da webinar sobre crimes informáticos à luz no novo Código Penal, há, igualmente, necessidade de a difamação, por via das novas tecnologias, ser considerada um ilícito para que se possa regular o uso das novas tecnologias.
“O governo aposta na criação contínua de condições técnicas que permitam o país a estar cada vez mais preparado para enfrentar os desafios digitais e trazer garantias e confiança para os cidadãos e empresas”, reforçou.
Manuel Homem acrescentou que as tecnologias de informação em Angola têm crescido, tendo em conta a aposta do governo nos últimos anos.
O ministro informou que o país conta com mais de seis milhões de utilizadores de Internet.
“Naturalmente, hoje, com o investimento do Executivo nas novas tecnologias, regista-se o alargamento da base para que os cidadãos tenham, cada vez mais, acesso e que se crie novos hábitos que proporcionam os comportamentos, muitas vezes, inadequados.
No seu entender, é necessário criar e regular um paradigma orientador para a convivência pacífica e construtiva na utilização das novas tecnologias.





No despacho presidencial que aprova o procedimento lê-se que a medida foi tomada tendo em consideração que a rentabilidade das empresas públicas está “intimamente relacionada com a capacidade de unir sinergias com outros operadores privados, nacionais e internacionais, mediante a utilização de expedientes de parcerias público -privadas colocados ao seu serviço ou simplesmente a técnica concessória, visando o aproveitamento de valências e fundos de investidores, nacionais e estrangeiros, dinamizando a rentabilização e maximização dos seus proventos”.
Nos últimos anos, o mercado angolano evoluiu muito no que concerne a criação de Startups com produtos no mercado, essa evolução aconteceu também devido ao grande impulso que as empresas locais começaram a dar a este aparato, tendo empresas como a Unitel, Standard Bank, Banco Nacional de Angola, Banco BAI e entre outros, programas próprios que incentivam a concorrência entre as Startups.
Quem acompanha o mercado financeiro, mesmo que de longe, certamente já foi surpreendido pelos altos e baixos de moedas digitais na Internet, nas noticias e por ai fora. A mais famosa é o
O estudo mostra que 96% das empresas na França registaram um aumento significativo no número de ataques devido à mudança para um ambiente WFH (Work From Home- trabalho em casa). Os entrevistados eram de várias indústrias e 14 países diferentes.
Os investigadores que trabalham para o Facebook apresentaram um método que torna possível a eliminação de “deepfakes”, falsas imagens hiper-realistas editadas com base na inteligência artificial e na identificação da sua origem.