Depois de um 2020 fora de série, em que conquistou o Unitel Go Challenge e o Seedstars Luanda, a Sartup Sócia está pronta para atingir outros patamares.
Como vencedora da edição do Seedstars em Angola, a Sócia competirá por um lugar na final mundial. Para isso, deverá antes suplantar outras startups africanas e mostrar que está pronta para competir pela chance de ganhar $ 500k em investimentos no Seedstars World Competition 2020/21!
A equipe do Seedstars repartiu os países/startups em grupos e apenas uma startup de cada um dos episódios passará para a Final Regional.
O 1º episódio da competição regional em África teve 5 apresentações: Ruanda, Moçambique, Tanzânia, Senegal e Gana. O 2º episódio contou com: Mali, Malawi, Serra Leoa, Zimbabué e Nigéria.
A Sócia, a representar Angola, terá no painel startups do Burundi, Etiópia e Uganda. A apresentação deste 3º grupo começa hoje (3 de Março) às 15:00, poderá acompanhar directamente no canal do Youtube do Seedstars ou na caixa abaixo.
As apresentações das startups vencedoras das edições locais, ocorre de 1 à 5 de Março de 2021. No último dia, serão anunciados os representantes africanos para a edição mundial. O júri desta final também tem participação angolana, com Joel Epalanga (co-Fundador do KiandaHub e embaixador do Seedstars em Angola) a avaliar que startups melhor representarão o continente. Duas startups africanas já conquistaram o grande prémio, a Giraffe (da África do Sul) e a Agrocenta (do Gana).
As plataformas de ensino à distância ganharam ainda mais importância com o decretar de medidas de confinamente em quase todos os países do mundo. Algumas startups viram o seu valor a crescer. Este é o caso da “Descomplica” — uma plataforma de aulas de reforço e pré-vestibular online — que conseguiu arrecadar US$ 84 milhões para investir em sua faculdade digital e fazer aquisições de empresas que complementam seu portfólio de produtos.
Esta ronda de investimento, Series E — a maior de uma edtech na América Latina — foi co-liderada pelo Invus Opportunities, um fundo de venture capital americano que já investia na empresa, e pelo Softbank.
O sucesso não é uma novidade para a equipe da Descomplica, na ronda de investimentos anterior, em 2018, a Descomplica tinha conseguido arrecadar US$ 20 milhões com a Invus. O modelo da Descomplica atingiu ponto de equilíbrio (break even) em 2020, mas a startup precisava ainda de um estímulo para maximizar as suas receitas.
A startup foi Fundada em 2011 por Marco Fisbhen — um ex-professor de física – e funciona num modelo freemium, oferecendo alguns conteúdos mais básicos de graça, mas cobrando uma assinatura mensal de pouco mais de R$ 20 (cerca de 2300 Kwanzas) pelo acesso a aulas mais completas.
O crescimento da Descomplica
Os números são interessantes para esta startup brasileira, com mais de 5 milhões de estudantes a usarem mensalmente o conteúdo da Descomplica. A startup foi acrescentando diversas outras ofertas (como cursos para concursos públicos) até lançar a sua própria faculdade no ano passado: a Faculdade Descomplica, que oferece graduações e pós-graduações num modelo 100% online.
A faculdade já tem quatro cursos de graduação aprovados pelo Ministério da Educação no Brasil. Os cursos aprovados são: tecnólogo em recursos humanos, administração, contabilidade e pedagogia. Espera-se que a Faculdade Descomplica consiga cumprir o seu plano e acrescente outros 18 neste ano.
Os recursos obtidos nesta ronda série E, serão usados para investir na faculdade, lançar novos produtos, investir em tecnologia e fazer aquisições e fusões (M&As). Os alvos potenciais: empresas menores que agreguem novas ofertas ao portfólio.
Como confinamento, que esteve em alta em 2020, os eventos culturais foram limitados. Os fãs e artistas foram obrigados a procurar novas formas de interação. Olhando para isso, a UNITEL lançou no final de Fevereiro (dia 26) a aplicação de streaming “UNITEL Net Shows”, destinada para os amantes da Cultura/Arte.
A Aplicação está disponível gratuitamente nas duas lojas principais de aplicativos, Google Play e App Store, e contém conteúdos nacionais como:
filmes,
curtas-metragens,
eventos em directo,
shows,
passatempos,
documentários,
agendas culturais e muito mais.
Segundo a nota oficial da UNITEL, o objectivo é “impulsionar o aparecimento e a criação de uma indústria de produtores de conteúdos de vídeo e valorizar o conteúdo nacional desde o teatro ao cinema“
Com a pandemia que não vai sair das nossas vidas tão cedo e com o impacto terrível que teve nas economias dos países – no nosso país pior ainda pela já difícil situação pré-Covid – o desafio agora é retomar a produção de produtos dolorosamente necessários à sobrevivência dos cidadãos e ao mesmo tempo manter as regras de prevenção da Covid. Ou seja, aumentar a produção com menos gente a trabalhar, de forma urgente, porque os níveis de fome e miséria nunca foram tão altos como agora.
Créditos da imagem: 123rf.com
A tecnologia e o investimento nas infra-estruturas de tecnologias de informação mostram-se cada vez mais como o caminho mais viável, rápido e sustentável para se alcançar este objectivo. Desde a agricultura familiar e de alto rendimento à expansão que se afigura urgente da distribuição de água e energia para as famílias e as indústrias, passando pela segurança da circulação de pessoas e mercadorias, cada vez mais as tecnologias de informação e comunicação se convertem no caminho mais rápido e seguro. De sorte que, aquilo que antes parecia uma abordagem alternativa para o desenvolvimento – a expansão e modernização da rede e infra-estruturas de telecomunicações – hoje se posiciona como uma necessidade urgente se quisermos relançar a economia e reverter a situação de grave carência alimentar que assola o país.
O primeiro passo incide necessariamente em resolver o problema da conectividade em todo o país. A conectividade é, para a massificação tecnológica, o que as veias são para o corpo. É através dela que circulam as informações em voz e dados que a tornam viva, tal como o sangue circula pelas veias para fazer um organismo viver.
Por isso, no caso de Angola, é preciso que o sinal de telefonia móvel e da internet cubra todo o país. Nas minhas andanças por terra, já durante a pandemia, tenho verificado que na maior parte do traçado das estradas nacionais existe sinal, ou da UNITEL, ou da Movicel. Tirando alguns troços curtos, é possível estar conectado por voz e dados. Da mesma forma, todas as sedes municipais têm sinal. Já se nos afastarmos três ou quatro quilómetros das estradas ou das sedes municipais, ficamos sem sinal. Assim, a maior parte das fazendas no interior não têm sinal de conectividade. Tal como não têm água corrente pública nem energia eléctrica da rede (embora esta questão esteja a ser gradativamente resolvida com a extensão da energia da barragem de Laúca). Esse problema pode ser em grande medida sanado no imediato se as duas operadoras de telefonia móvel juntarem esforços e usarem as suas repetidoras em forma de rede única, em vez de separadas como actualmente fazem.
O segundo passo exige o alargamento das infra-estruturas de estradas, energia e água. Segundo, e não primeiro passo, como seria há pouco tempo atrás, porque a tecnologia pode hoje detectar e resolver com a mínima assistência humana avarias nos sistemas em grandes distâncias. Lá onde os técnicos costumavam passar o dia inteiro a caminhar, frequentemente em terrenos acidentados, debaixo de chuva ou sol forte, a tecnologia mudou isso. Os trabalhadores agora já podem inspeccionar linhas de distribuição de energia ou água canalizada com câmaras de alta definição, fixas ou montadas em drones, conectadas a uma rede 5G. Os feeds de vídeo são analisados por tecnologia IA, sendo complementados pela análise humana. As novas tecnologias permitem que os técnicos de manutenção inspeccionem a rede no conforto de uma sala de controlo. As inspecções que costumavam levar 20 dias podem ser concluídas em duas horas.
O mesmo se pode dizer da reparação de estradas. Com tecnologia 5G, os trabalhadores em salas com ar condicionado podem controlar remotamente as escavadoras e outros equipamentos de reparação. Numa mina na China, a gigante tecnológica Huawei montou uma rede 5G através da qual, contando com feeds de vídeo em tempo real de vários ângulos, os operadores controlam as escavadoras a partir de um lugar remoto com ar-condicionado, como se estivessem no local. Essa tecnologia pode também ser aplicada nas fazendas agrícolas de alto rendimento. Os operadores das máquinas de lavoura, semeadoras, colheita, etc., podem operá-las no conforto de uma sala, protegidos do sol, da chuva e de outras intempéries. O rendimento será certamente maior, e essa pode ser a via para produzir os alimentos que tanto precisamos para suprir o défice alimentar “que estamos com ele”, ao mesmo tempo que poupamos as divisas actualmente gastas na compra de alimentos cada vez mais caros.
Estes exemplos — há mais pelo mundo afora — servem para ilustrar como é estratégico e urgente investir nas novas tecnologias de informação no nosso país, numa altura que precisamos de encontrar fórmulas criativas e efectivas para reerguer a economia da paralisação imposta pela Covid 19. É claro que tudo isso passa por um massivo investimento em formação e capacitação dos recursos humanos do país. Mas com uma geografia humana em que mais de 60% da população tem menos de 30, isso não é um problema. Pelo contrário, é mais um passo em frente para a sustentabilidade de um desenvolvimento assente no uso inteligente e efectivo das novas tecnologias.
Artigo escrito por Celso Malavoloneke , publicado no MenosFios.com com a autorização da assessoria de imprensa do autor.
A qualidade de sono de uma pessoa, pode influenciar muito na sua saúde em todas as vertentes, e pelo que é recomendado, a pessoa dever ter no mínimo 8 horas de sono, mas nem sempre conseguimos controlar isso, mas hoje e, dia a tecnologia tem vindo a ajudar neste aspecto com aplicativos, smartwatches e smartphones que ajudam a monitorar o sono.
O monitoramento de sono no sistema Android parece estar um pouco atrasado em relação a Apple, e parece que a Google decidiu acelerar um pouco o processo, tornando sua API Sleep de baixo consumo publicamente disponível para os desenvolvedores.
Doravante, os desenvolvedores podem agora (teoricamente) usar o kit de ferramentas para atualizar os serviços existentes e criar novos aplicativos Android que oferecem mais dados, enquanto preservam a vida útil da bateria do seu telefone. Com a API em uso, você poderá ver um relatório regular de “confiança no sono” a cada 10 minutos e um relatório mais amplo do segmento de sono após a detecção do despertar.
Considerando que os vários sinais de sensor usados por aplicativos de rastreamento de atividade podem causar estragos na bateria do seu telefone, o Google diz que a API Sleep centraliza o processo de detecção de sono para aumentar o desempenho. O software resulta de uma colaboração com o aplicativo Sleep as Android , que também oferece recursos como pontuação inteligente e um sonar para rastrear seu sono à distância.
O Grupo de desenvolvedores do Google (GDG Cabinda) e a TchiowaHub realizarão no dia 27 de Fevereiro de 2021 pelas 09h00 no auditório da Instituto Superior Politécnico Lusíada de Cabinda , a segunda edição do Hackhaton em Cabinda. A primeira edição do Hackathon em 2020 teve como tema a Covid-19,nesta segunda edição será de modalidade livre onde serão apresentadas soluções sobre problemas reais da sociedade usando a tecnologia.
O evento está a ocorrer entre os dias 25 à 27 de Fevereiro de 2021
Os projectos mais promissores serão chamados para um treinamento intensivo onde poderão recebar mentoria para o melhoramento dos seus projectos bem como técnicas para fazer apresentação (pitch), nos dias 25 e 26 os projectos. E no dia 27 decorrerá a actividade presencial onde os concorrentes irão espelhar os seus projectos, terá o início das 09:00 até 15:30, a mesma contará com uma transmissão online nas páginas do Facebook da TchiowaHub e da GDG Cabinda , sendo que o número de presentes será limitado.
A visão do evento
A equipe do GDG Cabinda pretende facilitar um encontro entre as entidades ligadas as tecnologias e não só, bem como a população afim de terem o conhecimento do talento local das Tecnologias de Informação e Comunição, com o crescimento do acesso a internet mesmo com as dificuldades existentes programadores e entusiastas tem encontrado formas criativas de aprenderem novas habilidades. O Hackhaton é uma competição de tecnologia que envolvem pessoas interessadas em solucionar problemas e desenvolver soluções inovadoras.
De certeza que muitos angolanos já conhecem a plataforma Spotify, a plataforma de streaming de música que possui mais 217 milhões de usuários ativos mensais em todo mundo, que incluem assinantes e usuários da versão gratuita do aplicação. A plataforma decidiu agora dar uma olhada estratégica em África, com um lançamento para mais 39 nações africanas numa questão de dias.
Dentre os países constam: Angola, Benim, Botsuana, Burkina Faso, Burundi, Capo Verde, Camarões, Chade, Comores, Jibuti, Guiné Equatorial, Estwani, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné e Guiné Bissau. Os restantes são Costa do Marfim, Quénia, Lesoto, Libéria, Madagáscar, Malawi, Mali, Mauritânia, Maurícias, Moçambique, Namíbia, Nigéria, Nigéria e Ruanda. Outros incluem São Tomé e Príncipe, Senegal, Seicheles, Serra Leoa, Tanzânia, Uganda, Zâmbia e Zimbabué.
Para esta expansão, a empresa anunciou que irá também introduzir novas características e actualizar o seu catálogo de podcasts para se adaptar a novos mercados.
Como os angolanos usavam o Spotify sem o serviço estar disponível em Angola?
Antes desta última expansão, os utilizadores do mercado angolano só tinham acesso ao serviço de streaming via VPN, outros registravam as suas contas como utilizadores de outros países como Portugal, Brasil, etc.
Actualmente em África, o mercado de streaming de música tem concorrentes como Audiomack, Youtube Music, Apple Music, Shazam, Deezer e plataformas locais como o MTN MusicTime e Boomplay.
O programa de Apoio à Inovação da África Austral (SAIS) e Seedstars anunciaram o segundo lote de quinze startups que fazem parte do Programa de Preparação para o Investimento (IRP) 2019-2020. Os participantes foram escolhidos pelas suas soluções tecnológicas focadas no SDG (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e foram seleccionados para passar pelo IRP e estarem mais prontos para receberem um investimento. Uma das startups seleccionadas é a “Bankada” que também constou da lista dos 10 finalistas no concurso Seedstars Luanda 2020.
Com o objectivo de aumentar o financiamento recebido pelas startups na região da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), a SAIS e a Seedstars desenvolveram o Programa de Preparação para o Investimento destinado a melhorar a qualidade dos empresários, e poupar tempo tanto aos fundadores como aos investidores no processo de angariação de fundos. Isto é feito através de programas educacionais, reforço do ecossistema e actividades em rede, com foco nos seguintes 10 países: Angola, África do Sul, Botswana, Namíbia, Tanzânia, República Democrática do Congo (RDC), Malawi, Maurícias, Moçambique e Zâmbia.
Mais de 300 candidaturas
A organização revelou que recebeu mais de 300 candidaturas, 158 startups foram convidados a participar na Academia Online Seedstars.
Com base na candidatura, frequência e após um processo de entrevistas, feito pela equipa de Investimento Seedstars, 20 startups foram então seleccionadas para participar no Programa de Preparação para o Investimento (IRP). A primeira parte do IRP consistiu num módulo de um mês, centrado em métricas chave para o negócio, que visava aumentar a robustez das startups e prepará-las para a angariação de fundos.
Startups participantes… [ Fonte: Seedstars via Comunicado de Imprensa ]
Os Mentores
A organização preparou 2 meses de mentoria para assegurar que as startups recebam um apoio adaptado às especificidades de cada negócio. Os mentores participantes são Eric Osei, Christos Kritikos, Kabeer Chawla, Nuno Veloso, Nicolas Bry, Jovin Hurry, Jini Sebakunzi, Andrew Herweg, Sameer Jooma, Sean Clancy, Jesus Kiteque, e Ali Mohdi.
As 15 startups seleccionadas
O segundo grupo de startups seleccionadas para esta segunda fase do programa SAIS IRP é composto por:
We Deliva SA. – Deliva é uma Plataforma de Encomenda e Entrega de Alimentos que fornece aos Clientes, Motoristas, Restaurantes e Grossistas ferramentas para expandir e escalar os seus negócios.
Sparco Inc. – especializada na construção de ferramentas para permitir às empresas recolher dinheiro dos seus clientes em qualquer lugar e também dar acesso a um conjunto de empresas de entregas.
Mangwee – uma plataforma móvel de transferência e remessa de dinheiro, que permite às instituições de ensino processar pagamentos.
Adongo Blockchain Ltd – Plataforma descentralizada de troca de anúncios online que torna a publicidade digital rápida, fácil, acessível e orientada para os dados.
Flamingoo Foods Company Ltd – Utilizando tecnologia de ponta em matéria de clima, a startup prevê que áreas são deficitárias e excedentárias a nível alimentar e reage proactivamente à insegurança alimentar.
NOBLE AGRITCH – desenvolve tecnologias agrícolas de baixo custo e feitas à medida, utilizando recursos disponíveis localmente para aumentar a produtividade.
Genietech Group ( beautyApp) – Plataforma de orientação para a escolha de produtos e serviços de beleza, ligando os requerentes de serviços ou produtos de beleza e bem-estar aos seus fornecedores
BrillantTS Africa [C32-PEX] – A próxima geração de pagamentos digitais alternativos e plataforma bancária aberta e aplicação móvel para o próximo bilião de milhões abaixo e fora da banca.
ACE Smart Technologies Ltd – EdTech fundada na Zâmbia que lançou com sucesso um portal de eLearning em parceria com Zamtel e ECZ com mais de 25.000 alunos.
Astech-Congo – Umoja Funding – promete manter os utilizadores ligados às suas escolas ou universidades, onde quer que estejam e em tempo real a partir do seu smartphone graças à Shule online.
Masenze Strategic Advisors – Acesso acessível e de baixo custo a informações jurídicas práticas, relevantes e de fácil utilização através de plataformas de chat, tais como o facebook messenger.
SUMET – Digitalize a distribuição de FMCG ligando fornecedores e retalhistas informais, poupando o seu dinheiro, esforço e tempo através de IA baseada em dados
VOID – Tecnologia e Comunicação – UBI é uma plataforma que liga as pessoas à sua cidade. A qualquer hora e em qualquer lugar, através de soluções que tornam o dia-a-dia simples e directo
BANKADA – os pedidos de entrega ao domicílio e de táxis de passageiros são resolvidos num sistema digital. O mesmo táxi que transporta passageiros também entrega mercadorias com mais de 2 Kgs.
GWork – Tornamos as equipas remotas nas pequenas e médias empresas(PMEs) mais inteligentes, assegurando que estão continuamente a aprender com o seu comportamento e a melhorar o seu desempenho.
No final de Março, as 15 startups participarão num Roadshow do Investidor onde terão a oportunidade de apresentar os seus projectos e encontrar-se com investidores.
O empreendedorismo (digital e não só) tem sido um tópico com destaque crescente nos últimos anos. Mas, para conseguir elevar o patamar de uma ideia/projecto/empresa… muitos empreendedores ficam limitados por falta de fundos. Foi esse problema que a Deya prometeu resolver na altura do seu lançamento em 2017.
Praticamente 3 anos depois, a startup angolana Deya veio com uma notícia que poderá fazer a plataforma crescer: na sua primeira ronda de financiamento pré-semente a Deya conseguiu mais de $50,000 USD (valor exacto não divulgado) junto a um grupo de investidores anjos.
A Deya é a primeira plataforma de financiamento colectivo (crowdfunding), projectada para para os PALOP (com foco para Angola), que tem como missão ajudar a impulsionar o acesso ao financiamento para causas de impacto social e posteriormente projectos empreendedores, tornando-se o ponto de encontro rápido e seguro entre angariadores de fundos e financiadores/doadores.
Em comunicado enviado pela equipe da Deya, detalha-se que o investimento possibilitará à startup melhorar o desenvolvimento da sua plataforma nos próximos meses, para ser mais robusta e com melhor experiência para os utilizadores, bem como implementar o seu modelo de negócio, começando assim a gerar receita para impulsionar o seu crescimento.
Equipa Deya: Morato Custódio, Vanda de Oliveira, Ricardo Figueiredo (da esquerda para a direita)
“Estou muito entusiasmada com o sucesso desta ronda de financiamento, pois durou quase um ano até fecharmos as negociações com os investidores ajos desta ronda. Este financiamento pré-semente é importante porque vai permitir-nos desenvolver nova propriedade intelectual para a plataforma e expandir a oferta da Deya para que os seus utilizadores (individuos e organizações) possam tirar o maior valor possível, e assim possibilitar maior crescimento de forma exponencial da plataforma.” revela a co-fundadora da Bantu Makers e CEO da Deya, Vanda de Oliveira.
Quanto a Deya conseguiu angariar até ao momento?
Desde o seu lançamento, já foram angariados através da Deya mais de Kz15,000,000 para projectos de impacto social. A startup, que neste momento opera nos modelos de doação e recompensa, já está também a desenhar a implementação do modelo de equity (capital), a ser lançado ainda este ano, para permitir que negócios inovadores e PMEs possam levantar financiamento através desta modalidade de financiamento colectivo.
A equipe da Deya partilha ainda um estudo do Banco Mundial (2013) que dá conta que há oportunidade para que mais de 344 milhões de pessoas nos países emergentes possam participar em serviços de financiamento colectivo, e o continente africano tem um potencial de mercado de $2.5bn até 2025.
Dominar a África Subsariana nos próximos 5 anos
Os planos de expansão da Deya foram revelados pela sua CEO, Vanda Oliveira, que deixou claro que pretendem ser uma referência nos próximos 5 anos.
“A beleza do crowdfunding é a possibilidade de individuos, empresas e organizações poderem angariar fundos sem a intermediação de bancos ou outras instituições tradicionais de financiamento e neste potencial que estamos a trabalhar para tornar a plataforma de referência neste sector para África subsariana nos próximos cinco anos. Este financiamento é primeira fase de fazer cumprir este objectivo” – Vanda de Oliveira.
Hoje em dia, a informação existente nas instituições é um dos seus maiores activos, pois existem dados ou informações que só dizem respeito a instituição e não devem estar ao alcance de pessoas externas que podem fazer mau uso ao apropriarem-se delas.
Nos últimos anos algumas instituições públicas do nosso país mostraram-se vulneráveis a ataques cibernéticos, dentre elas temos os casos mais recentes que aconteceu com a Sonangol, Imprensa Nacional, e o ITEL(Instituto de Telecomunicações).
O mais novo caso…
O Ministério das Finanças comunicou recentemente, segundo o Jornal de Angola, que a plataforma tecnológica de apoio às suas actividades com acesso aos emails e pastas partilhadas foi alvo de um ataque cibernético na passada quinta-feira, 17 de Fevereiro, com origem e motivações não identificadas.
Os outros serviços foram afectados?
Felizmente não, os sistemas de arrecadação de receitas (SIGT, ASYCUDA, Portal de Serviços, Portal do Munícipe, Portal do Contribuinte e Sistema Integrado de Gestão Financeira do Estado – SIGFE) bem como os portais institucionais encontram-se em pleno funcionamento.
Os serviços de processamento de salário e o de arrecadação de receitas do Estado são dos muitos que não foram afectados pelo ataque cibernético, de origem desconhecida.
O Serviço de Tecnologias de Informação e Comunicação das Finanças Públicas – SETIC está a identificar o alcance da perturbação e os potenciais constrangimentos causados nos postos de trabalho e organismos tutelados, principalmente o programa de desmaterialização da correspondência interna e externa. As equipas do SETIC estão desde então ininterruptamente engajadas na solução e normalização do sistema de e-mails e da pasta de documentos partilhados, mitigando assim os impactos de tal situação na produtividade dos funcionários das Finanças Públicas.