
Angola vai contar nos próximos tempos com Centro Tecnológico Ambiental, situado na capital do país, Luanda, com objetivo de dar um passo importante no quadro da concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2030.
A infraestrutura orçada em 15 milhões de dólares, está a ser construído pela empresa Frontline Capital Services, uma greentech angolana que recolhe fundos de investimento privado, exclusivamente para a área do ambiente, financiando projetos de operadores privados e públicos com métricas diferentes daquelas utilizadas na banca comercial.
Segundo o diretor-geral da Frontline Capital Services, João Paulo Rosa, em entrevista ao Jornal de Angola, a decisão de se construir o Centro Tecnológico em Angola se deve ao facto de o país ter um grande potencial para influenciar toda a região subsaariana do continente no domínio ambiental com recurso à tecnologia e meios de financiamento fora dos padrões do sistema bancário.
Pelo que conta o responsável, um projeto de sustentabilidade ambiental não consegue pagar uma taxa de juros de 28 por cento e necessita de novos modelos de financiamento, que passam pelos créditos de carbono, títulos verdes e um conjunto de investimentos privados de impacto social e ambiental que lhes permita fazer valer o seu compromisso e execução dos seus projetos.
O responsável considera irónico o facto de o maior operador privado de geração de créditos de carbono africano esteja sediado em Paris (França), “ele deveria estar sediado aqui em Angola, que é um país que, neste momento, tem um potencial enormíssimo para geração de créditos de carbono, não só com base nos projetos com recurso de extração, mas também com base em projetos de carbono azul, que estão neste momento a ser altamente rentáveis ao nível do mundo”.
Neste sentido, avançou o gestor, Angola e África, em geral, têm a capacidade de gerar receitas extraordinárias com base nos projetos que já existem e também noutros que, na prática, podem otimizar para aumentar exatamente esse registo de crédito de carbono.


O Governo angolano criou, formalmente, o Prémio Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, para estimular e reconhecer a contribuição de investigadores científicos, inventores e inovadores angolanos e estrangeiros residentes em território nacional, que se destacam nesta área, para o desenvolvimento sustentável do país.
Zimbabué concedeu finalmente à Starlink uma licença para operar no país da África Austral. O Presidente afirmou que a prioridade da economia digital e a importância emergente da tecnologia nas “nossas atividades quotidianas exigem que o governo lidere a partir da frente, proporcionando um ambiente em que o investimento em tecnologia seja promovido”.
O Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) vai instalar, nos próximos tempos, uma Academia de Cibersegurança, que terá a missão de combater os ataques cibernéticos no país.



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