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Quinta-feira, Fevereiro 19, 2026
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Países da CPLP incentivados a investir na digitalização da Educação

Os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) devem apostar na digitalização da Educação, proporcionando “aos estudantes as ferramentas adequadas para os desafios do futuro”, segundo o Secretariado Executivo da instituição, João Ima-Panzo.

O responsável que falava na abertura da 14.ª Reunião Técnica dos pontos focais da Educação da comunidade lusófona, que arrancou em São Tomé e Príncipe, no seu discurso lançou o desafio para se “refletir na digitalização da Educação”, sublinhando que “o mundo avança numa velocidade estonteante, bastante vertiginosa e a educação está voltada para o futuro”, que “deve captar para o seu seio as tendências sociais para a vida em sociedade no futuro, logrando a profissionalização dos quadros”.

Hoje, cada vez mais a digitalização é requerida, não só no sentido da organização escolar, mas como uma necessidade imperiosa no sentido de tomá-la como um objetivo pedagógico nas nossas escolas: educar para a digitalização, de modo que os nossos estudantes tenham as ferramentas necessárias à altura dos desafios do seu tempo”, precisou João Ima-Panzo.

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O representante do Secretariado Executivo sublinhou que “a educação no quadro da cooperação multilateral da CPLP é o espaço social no qual se faz desabrochar o desenvolvimento do capital humano, pressupondo que nela as pessoas atinjam o seu pleno potencial e contribuam para o crescimento dos povos e o desenvolvimento social, económico e ambiental”.

Destacou o Plano Estratégico de Cooperação Multilateral em Educação da CPLP, para o período 2022 – 2026 e o plano de ação 2022 – 2024, que forneceu “instrumentos importantes para a realização da cooperação no domínio da educação”, registando progressos, nomeadamente, com “o lançamento do projeto-piloto das escolas amigas da CPLP” para contribuir na promoção da língua portuguesa e os valores da paz e da democracia que norteiam a organização.

BAD vai investir nas tecnologias para apoiar projetos de tecnologia limpa

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) vai investir um capital de 15 milhões de dólares nas ações pioneiras de Classe C Green+ do Grupo Banco de Comércio e Desenvolvimento (Grupo TDB), de modo a alavancar e apoiar projetos de tecnologia limpa e de baixo carbono em vários países de África.

Segundo o que foi revelado, os valores vão vir do Fundo para as Tecnologias Limpas (CTF), onde apoiará, igualmente, a criação de um mecanismo de preparação de projetos para impulsionar o investimento em tecnologias limpas.

O CTF, que faz parte dos Fundos de Investimento para o Clima, tem fornecido recursos aos países africanos em desenvolvimento para estes poderem desenvolver tecnologias de baixo carbono com um potencial significativo de redução das emissões de gases com efeito de estufa a longo prazo.

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O TDB lançou os instrumentos de capital temático há pouco mais de um ano durante a COP27; o BAD saudou o anúncio com um investimento inicial de 15 milhões de dólares. As acçações es Green+ de classe C permitem ao Grupo TDB alavancar fundos quatro vezes superiores para apoiar transações qualificadas do sector público e privado, alinhadas com o clima e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Esses investimentos apoiarão os esforços do Grupo TDB para promover a ação climática e os ODS nos seus estados-membros, gerando reduções consideráveis nas emissões de gases de efeito de estufa a longo prazo.

Estamos muito satisfeitos por receber este investimento no nosso capital de risco pelo CTF através do nosso parceiro estratégico, o BAD. O novo capital apoia o crescimento verde da TDB e a agenda de ação climática e o nosso esforço para ajudar os Estados-membros a alcançar as suas Contribuições Nacionalmente Determinadas. Valorizamos o papel pioneiro do Banco Africano de Desenvolvimento, que gerou muito interesse por parte de outros investidores e catalisou este investimento, que se esforça por gerar impacto e retornos financeiros atrativos“, disse Admassu Tadesse, Presidente e Diretor-Geral do Grupo TDB.

Angola com várias infraestruturas para prestar serviços financeiros eletrónicos

Angola tem criado vários investimentos nas infraestruturas das tecnologias de informação e comunicação (TIC), permitindo a criação de carteiras móveis, que possibilita o depósito, consulta e levantamento, transferência instantânea de valores e compra de produtos diversos por via telefone.

Essa opinião foi defendida pelo secretário de Estado para as Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Pascoal Alé Borges, falando na abertura da “5ª Conferência de Transformação Digital“, enfatizado que os serviços de inovação tecnológica na área financeira possibilitam a redução do uso da moeda física.

O dirigente sublinhou que os serviços de inovação tecnológica permitem, igualmente, a extensão em todo o país de operações e comércio em locais em que não existem os serviços bancários tradicionais.

MAIS: Bancos nacionais devem aumentar capacidades da digitalização financeira, alerta BNA 

Pascoal Borges salientou ainda que o crescimento exponencial das TICs no sector permitiu a adoção da capilaridade (movimento ou dispersão) das redes de telecomunicações e do serviços móveis, pelos operadores de comunicações eletrónicas e fintechs.

A adoção de capilaridade das redes de telecomunicações e serviços móveis pelos operadores, sustentou o secretário de Estado, serviu para estabelecer e criar oportunidades de negócios, gerando deste modo novos postos de emprego de serviços.

As TICs, como instrumento de promoção do Governo Eletrónico e da Sociedade de Informação e do Conhecimento, impõem também uma nova atitude na relação de proximidade entre o Executivo e os cidadãos.

São Tomé e Príncipe vai instalar câmara de vigilância em toda capital

O Governo são-tomense vai instalar câmaras de vigilância em toda a capital do país que serão monitorizadas pelo centro de comando operacional da Polícia Nacional para reforçar a segurança interna, anunciou esta quarta-feira, o ministro da Defesa são-tomense.

Desde agosto que a Polícia Nacional são-tomense instalou câmaras em alguns pontos da cidade, particularmente no aeroporto, no âmbito das medidas de reforço de segurança da 14.ª cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) realizada no arquipélago.

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Agora estamos a trabalhar num projeto que vai apetrechar toda a nossa cidade capital com câmaras de vigilância“, disse o ministro da Defesa e Administração Interna, Jorge Amado, em declarações a imprensa, no final de uma visita ao comando policial, na capital são-tomense, segundo a Lusa.

WhatsApp desenvolve funcionalidade para nome de usuário

Algumas pessoas começaram a notar no ano passado sinais de que o WhatsApp daria a opção de adicionar um nome de utilizador. Entretanto, pouco se tem sabido sobre esta novidade, mas, aparentemente, é algo que ainda está a ser planeado.

Diz o site WABetaInfo que o WhatsApp ainda se encontra a desenvolver esta funcionalidade, a qual permitirá que os utilizadores partilhem este nome específico em vez do respetivo número de telemóvel. Tudo em nome de mais segurança e privacidade.

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Alegadamente, a capacidade de adicionar um nome de utilizador já se encontra presença na mais recente versão beta do WhatsApp, o que indica que o lançamento parece estar cada vez mais próximo.

Angola deve criar universidade das novas tecnologias, defende especialista

Angola deve desenvolver estratégias para capacitar os jovens em matéria de digitalização, criando uma universidade para as novas tecnologias, na opinião do presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Severino.

Falando no final da sessão de auscultação pública do Projeto de Aceleração Digital de Angola (PADA), iniciativa do Governo Angolano que está a ser implementada em parceria com o Banco Mundial, o dirigente defendeu a universalização das competências, sugerindo igualmente às empresas ligadas às novas tecnologias a criarem uma associação, com apoio do Banco Mundial (BM), com o propósito de elaborarem um projeto para a criação de uma universidade direcionada às ciências tecnológicas, com o objetivo de atender aos grandes desafios da digitalização no país.

As universidades vão fazer o que podem, até porque têm as disciplinas nessa matéria, mas nós queremos um exercício mais abrangente, que seria criar uma universidade das novas tecnologias”, disse o Presidente da AIA.

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José Severino acrescentou ainda que é importante que o país implemente o Projeto de Aceleração Digital, para se poder recuperar e superar a situação tecnológica atual.

O responsável disse, ainda, que a iniciativa de criação de uma universidade “é útil e proveitosa, tendo em vista a necessidade de acelerar o crescimento do país”, e, neste caso particular, seria uma ajuda à solução de alguns problemas estruturais existentes na sociedade.

Hoje temos as novas tecnologias, e esta ferramenta vai ajudar-nos a sair de forma mais rápida da crise”, finalizou.

Apple vai aumentar armazenamento dos iPhones

Novos rumores partilhados no blogue sul-coreano Naver indicam que a Apple tem algumas melhorias preparadas para os modelos Pro da próxima geração de telemóveis – conhecida por enquanto como iPhone 16.

Entre estes rumores temos a informação de que os modelos Pro do iPhone 16 contarão com uma opção de 2TB de armazenamento, mais do que os 1TB que estavam disponíveis na configuração mais avançada dos últimos iPhones.

MAIS: [Rumor] Apple planeia desenvolver dois iPhones com ecrãs dobráveis

Esta não deverá ser a única novidade presente nestes modelos topo de gama do iPhone, sendo que também estarão equipados com o novo processador A18 Pro, 8GB de memória RAM e um novo tipo de ecrã OLED que deverá permitir desfrutar de maior luminosidade e ângulos de visionamento.

O anúncio oficial da série iPhone 16 está prevista mais para o final do ano, entre o mês de setembro e outro.

Falta de financiamento é o principal entrave ao crescimento das startups, revela especialista

A falta de financiamento é um dos principais problemas que tem surgido e ameaçado ameaças à sobrevivência das startups angolana, segundo o responsável por um dos vários aplicativos de mobilidade no País, Ivan Mugimbo.

Falando em entrevista ao Jornal Expansão, Ivan Mugimbo frisa que as startups têm vindo a ganhar espaço em diferentes sectores da economia nacional, fazendo uma boa avaliação do seu desempenho no mercado.

Acho que as startups têm dado aqui uma grande oportunidade à população angolana, porque permitem às pessoas ter o autoemprego. Esse é um dos maiores fatores que a tecnologia tem trazido. Hoje já não é necessário ter um emprego convencional, através de soluções digitais, startups, temos muitos jovens que sustentam as suas famílias com estes negócios. As startups, essas tendências tecnológicas, são uma vantagem mesmo para a população. As startups permitem também a criação de emprego para outras pessoas à volta“.

Ainda na sua abordagem, o gestor da Yango destaca a falta de internet como uma das maiores dificuldades que nós temos aqui. Em tom de exemplo, reitera que para calcular o preço da corrida, no caso da mobilidade, a necessidade ter uma internet muito estável e, às vezes, há falhas.

Recebemos algumas reclamações por os preços não estarem a ser bem calculados, porque às vezes no meio da viagem o condutor ou o passageiro fica sem internet. A internet em Angola ainda não está no nível que deveria estar para acompanhar a massificação das startups. Isso impacta negativamente o serviço“.

MAIS: Apenas 2% das startups em Angola receberam financiamento por Venture Capital

De informar que muito recentemente o estudo sobre o “Ecossistema de Empreendedorismo e Startups de Angola” já havia revelado que os impostos, a falta de financiamento e de regulação são os principais problemas das startups nacionais.

A investigação mostrou ainda que entre os principais desafios das startups no país destacam-se a falta de apoio especializado para dar-lhes competência, de capacidade de desenvolvimento de produtos e de dinheiro ou liquidez.

O relatório informou também que o crescimento da taxa de acesso à internet, entre 2019 a 2022, e, consequentemente, do número de subscritores em cerca de 48 por cento como fatores influenciadores positivos do crescimento do ecossistema digital de startups em Angola.

Líder de Cibersegurança do Parlamento Europeu renuncia por temor de pirataria eleitoral

A poucos meses das eleições de junho, o responsável máximo pela cibersegurança do Parlamento Europeu vai deixar o seu cargo antecipadamente, perante as críticas de que a assembleia está a ter dificuldades em lidar com as crescentes ameaças cibernéticas.

Pascal Paridans, responsável máximo pela segurança das TICs, deverá abandonar o cargo até à votação na UE, após uma decisão do Presidente e dos Vice-Presidentes do Parlamento Europeu. Paridans é o mais alto funcionário da instituição responsável pelas políticas de cibersegurança.

Em dezembro, o jornal POLITICO noticiou que uma análise interna revelou que a cibersegurança do Parlamento Europeu “ainda não cumpre os padrões da indústria” e “não está totalmente em linha com o nível de ameaça” colocado por hackers patrocinados pelo Estado e outros grupos de ameaça.

A falta de segurança dos sistemas informáticos deixa a instituição e os seus funcionários eleitos expostos a ciberataques, violações de dados, ingerência e sabotagem por parte de grupos de hackers que procuram perturbar a política da UE.

Paridans disse ao POLITICO que a decisão do Parlamento de encurtar o seu mandato surgiu “como uma reflexão” entre ele e o Secretário-Geral Alessandro Chiocchetti.

“A Mesa tomou a decisão”, disse Paridans. “Não fiquei surpreendido”.

Duas pessoas com conhecimento da decisão disseram que os funcionários públicos de topo da instituição estavam preocupados com o fraco historial de Paridans na proteção do Parlamento contra piratas informáticos e violações de dados.

“O cenário cibernético mudou radicalmente, por isso a nossa abordagem também tem de mudar”, disse um membro do pessoal do Parlamento Europeu, que concedeu o anonimato devido à sensibilidade do tema.

A decisão do Parlamento Europeu coloca uma pressão considerável sobre a instituição para encontrar um substituto para liderar os seus serviços de cibersegurança, numa altura em que as ameaças aumentam antes da votação de junho.

Com as próximas eleições em países democráticos importantes, como os Estados Unidos, o Reino Unido, a Índia e toda a União Europeia, os funcionários estão em alerta máximo para que inimigos geopolíticos como a Rússia e a China tentem fazer pender os votos a seu favor através de desinformação e ciberataques.

O número de ciberataques às instituições da UE “está a aumentar acentuadamente”, segundo o relatório interno divulgado pelo POLITICO. A UE deve preparar-se “para enfrentar ameaças semelhantes” às que os políticos, os parlamentos e os governos de toda a Europa tem enfrentado nos últimos anos, afirmou o relatório.

A porta-voz adjunta do Parlamento Europeu, Delphine Colard, disse que a instituição não comenta questões relacionadas com o pessoal.

Huawei na linha da frente contra ciberataques

Huawei OceanCyber Data Security Appliance | Huawei Enterprise

O Huawei OceanCyber Data Security Appliance, em colaboração com as plataformas de armazenamento primário, backup e arquivo da Huawei, funciona como uma defesa definitiva que protege efetivamente os seus dados contra-ataques de ransomware.

Estes ataques são cada vez mais comuns e o armazenamento seguro dos dados pode e deve funcionar como uma última linha de defesa. Segundo dados de março de 2023, os ciberataques de ransomware em Portugal sofreram um aumento de 120%. O ransomware é um tipo de software malicioso que, após instalado nos sistemas das vítimas, furta e/ou cifra dados considerados relevantes.

Segundo o estudo “Developing Ransomware Resilience With Multilayer Network, Storage, And Data Protection Architecture” realizado pela IDC em fevereiro de 2023 e patrocinado pela Huawei, os danos causados por ataques chegam a valores de centenas de milhares de euros e múltiplos dias sem serviço. O mesmo estudo acrescenta que, em 2022, as empresas foram afetadas, em média, durante mais de cinco dias por um ataque de ransomware.

As soluções de armazenamento devem servir não só para guardar os dados, mas também estarem dotadas de mecanismos para os proteger. O armazenamento é a última linha de defesa e também o último recurso para a recuperação dos dados em caso de um ataque bem-sucedido.

De forma transversal, as plataformas de armazenamento de dados Huawei apresentam um conjunto de funcionalidades, de modo a poderem garantir a total proteção de dados.

Após os dados serem guardados nos sistemas de armazenamento primário (como no OceanStor Dorado) ou de backup (como no OceanProtect) é possível:

• Criar uma zona segura e imutável com o Write Once Read Many (WORM);
• Criar uma imagem imutável com os Secure Snapshot;
• Garantir uma cópia fisicamente isolada, através da combinação de tecnologias de replicação e de air-gap;
• Utilizar mecanismos de encriptação.

A combinação destas funcionalidades com os mecanismos de defesa proativos da plataforma Huawei OceanCyber, que recorre a tecnologias avançadas – como a Inteligência Artificial e análise de big data -, ajuda a evitar que ameaças de ataque ransomware se infiltrem nos sistemas de armazenamento de dados de uma organização, mantendo os dados intactos.

Este equipamento tem uma taxa de identificação de ransomware de 99,9% e oferece ainda um elevado desempenho de análise de dados de/até 50 TBytes/hora. Em conjunto, estas capacidades permitem que os sistemas de armazenamento intersetem e detetem rapidamente ataques de ransomware, iniciando assim uma proteção proativa para permitir que as cópias de dados retidas estejam limpas e não infetadas.