17.8 C
Angola
Sábado, Abril 11, 2026
Início Site Página 283

A Nigéria é a principal potência do comércio eletrónico em África?

Um dos trunfos da Nigéria sempre foi a sua população turbulenta de mais de 200 milhões de habitantes. Segundo estimativas amplamente aceites, a população da Nigéria constitui mais de 2% da população mundial. Mais de 50% da população da Nigéria vive em zonas urbanas.

Dezenas de milhões da população da Nigéria são utilizadores ativos da Internet. Estes factos resultam num mercado de comércio eletrónico em rápido crescimento que é difícil de ultrapassar. Embora o mercado seja composto principalmente por pequenas e médias empresas (PME), também tem um número saudável de grandes empresas que investiram fortemente no subsetor do comércio eletrónico.

Mentes criativas e resilientes
A Nigéria tem uma população criativa e jovem. Para prosperar com esta população numerosa, é necessário ter criatividade e resiliência. Isto traduziu-se numa demografia que apresenta sempre as melhores ideias para se destacar da multidão.

Por isso, não é invulgar que algumas das melhores ideias e empresas em fase de arranque tenham origem no país da África Ocidental.

Investimento
A embaixadora dos EUA na Nigéria, Mary Beth Leonard, revelou recentemente na Cimeira Tecnológica da Nigéria que as startups nigerianas angariaram mais de 60% do financiamento africano em 2021.

“as startups de tecnologia baseadas em África angariaram mais de 2,9 mil milhões de dólares. As startups nigerianas, que estão a criar novos produtos, serviços e plataformas, angariaram 1,7 mil milhões de dólares deste total ou cerca de 60% do mesmo. África possui um total de sete ‘unicórnios’ tecnológicos ou empresas avaliadas em mais de mil milhões de dólares.”

Embora o crescimento tenha sido constante, o crescentes investimentos verificado em 2021 é uma indicação clara da confirmação no mercado nigeriano. Quando aplicados corretamente, os investimentos maciços resultariam num impulso para o cenário do comércio eletrónico nigeriano.

Centros de dados
Nos últimos 10 anos, registou-se um crescimento significativo do número e da qualidade dos centros de dados na Nigéria. Também se registaram entradas de grandes operadores internacionais que adquiriram ou compraram participações nos operadores locais de centros de dados.

Em 2020, a Actis adquiriu o controlo acionista do Rack Centre, um centro de dados de nível III situado na zona de Oregun, em Lagos. A Equinix adquiriu a MainOne, operadores dos centros de dados MDX no eixo Lekki de Lagos, por 320 milhões de dólares, em 2021.

Em 2021, a Digital Realty (Interxion) investiu na Medallion, um dos mais antigos e fortes intervenientes no mercado, com sede em Victoria Island, Lagos. Em 2021, assistiu-se à entrada dos centros de dados de África no mercado nigeriano. Lançaram recentemente o seu centro de dados LOS1, localizado em Eko Atlantic City.

Entre os novos intervenientes no espaço nigeriano, existem planos para construir novos centros de dados em Lagos, Kano, Abuja e Port Harcourt. Estes centros acabarão por dar origem a um mercado de alojamento local muito robusto, que se traduzirá numa melhor experiência para o utilizador na Nigéria.

A Nigéria está a evoluir e terá evoluído significativamente, tornando-se indiscutivelmente o maior e mais forte mercado de comércio eletrónico em África.

Jovens angolanos devem apostar no empreendedorismo digital, incentiva especialista

Os jovens angolanos os jovens devem apostar no empreendedorismo digital, para melhor auxiliarem, tanto no presente, como no futuro, a impulsionar a economia nacional, segundo o docente universitário Hélder Chipindo.

O acadêmico que falava em discurso sobre o tema “Tecnologias digitais e empreendedorismo”, durante uma conferência promovida pelo Conselho Provincial da Juventude (CPJ) no Huambo, frisou que o empreendedorismo digital é possível combater o desemprego e promover o desenvolvimento sustentável.

Hélder Chipindo salientou que os jovens, enquanto força motriz e maior franja da sociedade angolana, têm a responsabilidade de colocar as tecnologias digitais ao serviço do empreendedorismo, na perspetiva de impulsionar o crescimento económico e responderem aos desafios da globalização.

MAIS: Um milhão de jovens empreendedores angolanos vão ser capacitados em Empreendedorismo Digital

Já o economista Júlio Tchimbilundo de Paiva, que também esteve presente no evento, reiterou a responsabilidade dos jovens diante das oportunidades de desenvolvimento socioeconómico do país e da província do Huambo, em particular, através da aposta na formação académica, na criatividade e o acesso ao crédito.

O economista encorajou as autoridades governamentais para a contínua implementação de políticas macroeconómicas, voltadas ao crescimento socioeconómico, fomento ao emprego, estabilidade de preços, combate à inflação, entre outros mecanismos, com foco no bem-estar social.

Quatro países da SADC eliminam as tarifas de roaming

Os utilizadores de telemóveis no Malawi, Zâmbia, Zimbabué e Botswana deixarão de ter de pagar taxas adicionais quando atravessarem as fronteiras. A iniciativa nos quatro países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) faz parte de um movimento para criar uma Área de Rede Única (ONA).

Na Comunidade da África Oriental (CAO) também está em curso uma iniciativa para a criação de mercados digitais únicos. Os viajantes transfronteiriços em África enfrentam tarifas geralmente elevadas de Internet e de roaming móvel.

Os blocos económicos regionais estão a liderar o estabelecimento de um quadro comum para um mercado digital unificado. O Mercado Comum para a África Oriental e Austral (Comesa), através de um programa centrado nas tecnologias da informação e das comunicações, está a implementar a Área de Rede Única para impulsionar o comércio digital.

O bloco Comesa planeia fundir e alinhar as redes de roaming em 29 países com outros blocos regionais até 2024.

Além disso, outros blocos regionais, como a Cedeao, na África Ocidental, e a Comunidade Económica e Monetária da África Central (Cemac), já demonstraram o seu empenho em eliminar as tarifas de roaming, enquanto na África Oriental, o Quénia, o Uganda, o Ruanda, o Sudão do Sul e, mais recentemente, a Tanzânia, estão a liderar o caminho com um quadro funcional que permite tarifas de roaming normalizadas para além das suas fronteiras.

Os relatórios mostram que estão a ser elaborados planos para incluir o Burundi e a República Democrática do Congo na Área de Rede Única da Comunidade da África Oriental, a fim de aumentar o âmbito do programa.

Aliança Africana para as Tecnologias de Informação e Comunicação, uma aliança liderada pelo sector privado de associações de tecnologias de informação e comunicação e de intervenientes importantes, registou um aumento do número de membros, o que reflete um maior investimento em infraestruturas e quadros regionais e transfronteiriços.

Todos estes esforços estão alinhados com a visão do Mercado Único Digital – um plano liderado pela União Africana para transformar África num continente digitalmente capacitado que pode aceder com segurança à Internet a preços acessíveis, até 2030.

Aplicativo de vídeo-chamadas Zoom vai chegar a televisões

Os detentores de uma televisão Bravia da Sony terão a capacidade de realizar reuniões virtuais através do Zoom disponível sob forma de app na loja virtual da Google para estes dispositivos.

Todavia, para conseguir participar em reuniões por via do seu ecrã de televisão, terá de adquirir a câmara Bravia Cam da própria Som – a qual permite ajustar as definições de imagem e som e ainda controlar a televisão por via de gestos com as mãos.

MAIS: Teams, Meet, Webex, ou Zoom: qual é o mais adequado?

De acordo com o site Engadget, a Sony adianta que a app do Zoom para televisões Bravia estará disponível no começo do verão.

Mesmo que as televisões da Sony sejam as primeiras a contar com esta app, acredita-se que eventualmente chegue também aos modelos de outras marcas.

WhatsApp permitirá silenciamento de chamadas desconhecidas

O WhatsApp anunciou duas novas funcionalidades de reforço à proteção da privacidade dos seus utilizadores. As novidades surgem como reforço da encriptação ponto a ponto, que continua a ser a base para a segurança das chamadas e mensagens feitas na rede social.

Uma delas é a possibilidade de ativar o sistema de silenciamento automático de chamadas recebidas de contactos desconhecidos na aplicação. A outra é a Verificação de privacidade, um conjunto de definições que o utilizador pode alterar, como, por exemplo, quem pode entrar em contacto consigo.

A Meta explica que a possibilidade de silenciar números desconhecidos foi criada para dar maior controlo aos utilizadores sobre as chamadas recebidas. Desta forma, o objetivo é ajudar a excluir automaticamente o spam, assim como fraudes e chamadas de pessoas que não conhece. Na prática, estas chamadas não vão tocar no smartphone, mas podem ser depois consultadas na linha de chamadas, pois poderá haver situações em que os contactos são legítimos e importantes.

MAIS: Novo ataque ao WhatsApp consegue aceder a informações sensíveis

Relativamente à Verificação de Privacidade, estão disponíveis diferentes opções de proteção na rede social. A funcionalidade orienta os utilizadores, passo a passo, pelas definições de privacidade mais importantes. No mesmo local pode escolher o nível certo de proteção, navegando através de diferentes camadas de privacidade relativas às mensagens, chamadas e informações pessoais.

Pode começar por definir quem vê os seus dados pessoais, tais como quando está ou esteve online pela última vez, a foto de perfil, a biografia, o seu estado, e ainda a possibilidade de desativar os recibos de leitura das mensagens. Também pode definir quem pode entrar em contacto consigo, adicionar mais privacidade às conversas e proteções à própria conta.

Outras funcionalidades de proteção de privacidade anteriormente, inseridas no WhatsApp passam por trancar conversas recentes, que sejam mais sensíveis, com palavras-passe; as mensagens temporárias que desaparecem quando expiram; o bloqueio das capturas de ecrã para visualização única; e a possibilidade de manter a presença online privada. Também pode sair de grupos de forma silenciosa, a possibilidade de bloquear e denunciar utilizadores.

Conheça os valores milionários recebidos por grupos de hackers

O mercado de ransomware é um segmento que gera lucros na casa das centenas de milhões de dólares para os criminosos. Mesmo com os números de pagamento a cair em 2022, na comparação com anos anteriores, ainda estamos a falar de um tipo de golpe digital extremamente lucrativo e, também, danoso, o que aumenta a probabilidade de pagamento. Outra prova disso são os números acumulados pelas quadrilhas mais ativas dos últimos anos.

O ranking traz nomes conhecidos de quem acompanha o noticiário de segurança digital. O mais recente, inclusive, foi divulgado neste final de semana pelo governo dos Estados Unidos e colocou o grupo LockBit como o terceiro que teve mais lucros com o pagamento de resgates, com mais de US$ 90 milhões obtidos ao longo dos últimos três anos.

No primeiro lugar entre as quadrilhas que mais lucraram com ransomware está a gangue Ryuk, com US$ 150 milhões. Foi ela a responsável por golpes de destaque como o recebido pela cidade de Nova Orleans, nos EUA, ou pela empresa brasileira de transporte de valores Prosegur; em ambos os casos, foram necessárias paradas completas nas operações.

Já em segundo está o REvil, que entre as suas idas e vindas, acumulou mais de US$ 123 milhões. De origem supostamente russa, a operação de ransomware como serviço atingiu a multinacional de alimentos JBS e também realizou ataques contra celebridades como Madonna e Donald Trump. Uma das ações mais notórias, entretanto, foi o golpe contra a cadeia de suprimentos da fornecedora de software Kaseya, considerado um dos maiores do tipo na história da internet.

Confira a lista compilada pelo InCyber, com base em relatórios públicos divulgados por agências governamentais e empresas de segurança digital:

  • Ryuk: US$ 150 milhões;
  • REvil: US$ 123 milhões;
  • LockBit: US$ 91 milhões;
  • Darkside: US$ 90 milhões;
  • Maze/Egregor: US$ 75 milhões;
  • Cuba: US$ 43,9 milhões;
  • Conti: US$ 25,5 milhões;
  • Netwalker: US$ 25 milhões;
  • Dharma: US$ 24 milhões.

Ataque DDoS deixou marcas no Outlook e OneDrive, revela a Microsoft

Não é anormal os serviços na Internet terem problemas pontuais e que afetam os utilizadores. Tudo depende da escala e do que as empresas conseguem garantir para se protegerem deste tipo de ataques que os hackers e outros agentes maliciosos conseguem gerar.

A Microsoft esteve exposta a um problema destes, no início de junho, o que deixou vários dos seus serviços inacessíveis por várias horas. Do que a empresa descreveu, afetou o Outlook na web, o OneDrive e outras propostas da empresa.

Origem foi num ataque de DDoS em larga escala

Agora, e com muito mais informação sobre o que se passou, a Microsoft detalhou o problema e como o conseguiu mitigar. Revelou que se tratou de um ataque de negação de serviço distribuído (DDoS) e que foi resolvido pela empresa de forma rápida.

Do que a Microsoft descreveu, os ataques “impactaram temporariamente” a disponibilidade de alguns serviços. Acrescentou ainda que estes foram criados principalmente para gerar “publicidade” para um grupo de agentes maliciosos, que a empresa apelidou de Storm-1359.

Microsoft detalhou o que aconteceu neste problema

Ainda mais importante é a informação de que não foi detetada nenhuma evidência de que os dados dos utilizadores tenham sido acedidos ​​ou comprometidos. Numa declaração posterior da Microsoft, a empresa confirmou que o grupo Anonymous Sudan foi o responsável pelos ataques.

Não ficou claro quantos clientes da Microsoft foram afetados pelos ataques ou se o impacto deste ataque DDoS foi global. A empresa acredita que o Storm-1359 provavelmente dependia de uma combinação de servidores privados virtuais e infraestrutura de cloud alugada para realizar a sua operação maliciosa.

Economia digital é tema da edição 2023 da FILDA

O Ministério da Economia e Planeamento em parceria com o grupo Eventos Arena apresentou ontem(19) as projeções em relação ao número de participantes, países e sectores da 38ª Edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA) a decorrer de 18 a 22 de julho, e que terá como tema “Economia digital: a nova fronteira da economia mundial”.

O evento, que contou com a presença da redação do MenosFios, serviu de antevisão a maior montra de negócios do nosso país, que na edição de 2022 será realizado no novo parque de exposições da Zona Económica Especial Luanda-Bengo.

Segundo o presidente Conselho de Administração do Grupo Arena, Bruno Albernaz, sublinhou que o evento prevê reunir 750 empresas, devendo ser realizado num período em que se comemora os 30 anos de diplomacia entre Angola e os Estados Unidos da América. Esta edição propõe-se, igualmente, a abranger as últimas tendências e tecnologias voltadas para a criação de negócios inovadores, bem como em disseminar a cultura empreendedora e a inovação, entre empresários, investidores e visitantes.

A grande novidade é a participação dos Estados Unidos, que pela primeira vez participa na feira oficial”, reforçou.

Bruno Albernaz aponta que outra novidade é o regresso do Brasil, com a participação da Associação dos Empresários Brasileiros e a Embaixada do Brasil em Angola.

MAIS: Startups nacionais em destaque na FILDA 2022

O empresário fez saber que, neste momento, existem oito países confirmados entre Portugal, Itália, Indonésia, Turquia, Estados Unidos da América, Alemanha, Brasil e Japão.

Em relação ao número de empresas, Bruno Albernaz diz que, nesta altura, existem 550 participações confirmadas, com a garantia de atingir as 750 empresas pretendidas nas próximas semanas.

Para esta edição, a economia digital surge como a grande bandeira, naquela que é a fronteira para que o desenvolvimento seja de facto efetivo e para podermos ter muito mais resultados, tendo em conta as nossas intenções de negócio”, acrescentou.

Nokia 1100 ainda é o telemóvel mais vendido da história

Os telemóveis de consumo essenciais no nosso dia a dia, e fabricantes lutam para conquistar o maior número de consumidores para que cada lançamento seja ainda maior que o antecessor, em que procuram trazer novas funcionalidades, características exclusivas e sistemas operacionais mais polidos.

Veja a lista dos 10 telemóveis mais vendidos na história.

  • 10. iPhone XR, XS e XS Max – 151,1 milhões de unidades vendidas

Um ano após a estreia do iPhone X em 2017, a Apple apostou numa nova estratégia com o lançamento da dupla iPhone XS e iPhone XS Max com acabamento premium e o lançamento do iPhone XR como alternativa mais acessível.

Os modelos conquistaram o público e, em especial, o iPhone XR se destacou cada vez maior à medida que o seu preço despencava, a ponto de ainda ser uma opção de compra em 2023, quase cinco anos após o seu lançamento oficial.

  • 9. Linha iPhone 11 – 159,2 milhões de unidades vendidas

A representar o sucessor da linha iPhone XS, o trio iPhone 11 foi apresentado em 2019 com a mesma estrutura de lançamento do ano anterior composto por um modelo comum e dois modelos premium, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max.

  • 8. iPhone 7 e 7 Plus – 159,9 milhões de unidades vendidas

Conhecidos por deixar uma grande parcela do público irritada com a retirada do conector P2 para auscultadores, a estreia do iPhone 7 e 7 Plus em 2016 ainda provou que decisões agressivas da Apple nem sempre podem impactar negativamente as vendas do aparelho.

  • 7. Nokia 3210 – 161 milhões de unidades vendidas

Outro modelo icónico da marca, o Nokia 3210 lançado em 1999 destacou-se imediatamente por ser o primeiro telemóvel popular com antena interna, que o tornou o dispositivo ainda mais cômodo e facilitou o seu uso no dia a dia.

O aparelho contava com três jogos pré-instalados, incluindo Snake (o jogo da cobra), corpo fino e carcaça intercambiável para diferentes cores.

  • 6. iPhone 5S – 164,5 milhões de unidades vendidas

Embora o iPhone 5s tenha representado poucas mudanças em relação ao iPhone 5 do ano anterior, a estreia do botão Home com rápido Touch ID para autenticação com biometria, o lançamento do Apple Pay, a chegada do iOS 7 redesenhado e a sua bateria de maior duração foram fatores que impulsionaram o interesse de quem ainda não migrou do iPhone 4 ou 4S.

  • 5. iPhone 6S e 6S Plus – 174,1 milhões de unidades vendidas

Ao combinar as vendas do iPhone 6s e do iPhone 6S Plus lançados em 2015, a Apple conquista a quinta posição de telemóveis mais vendidos no mundo com maior interesse do público por um iPhone de ecrã maior.

  • 4. Série Nokia 105 – 200 milhões de unidades vendidas
A linha Nokia 105 começou em 2013 com a estreia de um telemóvel que repetia a fórmula da marca nos anos anteriores, A empresa apostava num telefone muito barato com bateria de longa duração, rádio FM e lanterna.
  • 3. iPhone 6 e 6 Plus – 220 milhões de unidades vendidas

O lançamento do iPhone 6 e iPhone 6 Plus conquistou o público com o seu novo design de alumínio com cantos arredondados, abandonou o visual de quinas retas utilizados desde o iPhone 4, e menor espessura num smartphone da Apple com 6,9 mm para o modelo menor.

Os modelos da Apple sofreram com o chamado “bend gate”, uma falha de estrutura que tornava o aparelho mais suscetível a danos na região dos botões de volume. Mesmo com o grave problema, a dupla vendeu 220 milhões de unidades.

  • 2. Nokia 1110 – 250 milhões de unidades vendidas

Ao provar que não se mexe em equipa está a ganhar, o Nokia 1110 foi lançado dois anos após o sucesso estrondoso do Nokia 1100 e, para a surpresa de todos, foi capaz de se aproximar do impressionante volume de vendas do antecessor. Lançado em 2005 e fabricado até 2007.

  • 1. Nokia 1100 – 255 milhões de unidades vendidas

Com impressionantes 255 milhões de unidades vendidas, o Nokia 1100 conquistou os países subdesenvolvidos pela alta durabilidade e pelo preço baixo, se tornou o primeiro aparelho de muitos consumidores por apostar em duas características de grande importância.

A Nokia manteve a sua fabricação durante seis anos até aposentá-lo de vez, marcou a história da telefonia mundial e tornou-se no telemóvel mais vendido no mundo.

Aplicativo de mobilidade Heetch chega a província do Huambo

A Heetch Angola, subsidiária da startup francesa Heetch que é responsável pelo desenvolvimento de uma aplicação que permite chamar um motorista para deslocações privadas a qualquer hora, anunciou recentemente a sua expansão a província do Huambo.

Segundo o comunicado oficial enviado a redação da MenosFios, esta expansão vem mais uma vez provar o Heetch como o aplicativo de mobilidade mais usado no país, após ter iniciado operações em Benguela e Huíla no final do ano passado, continuando assim a missão de transformar a mobilidade no país tornando-a mais positiva para todos, dando início mais uma aventura que a empresa espera que seja tão bem sucedida como as anteriores.

Estamos bastante entusiasmados com a abertura de mais uma cidade neste país que tão bem nos acolheu. Posso afirmar que já começamos bem, fomos recebidos de forma hospitaleira, e já constatamos haver interesse pelo serviço que oferecemos. Ouvimos o chamado do Huambo e agora que chegamos, esperamos que os habitantes desta linda cidade retribuam a nossa aposta descarregando o aplicativo e tornando-o parte do seu quotidiano“, pode ler-se no comunicado.

MAIS: Aplicativos de mobilidades existentes em Angola são ilegais, garante Governo

De informar que a Heetch começou a operar em Luanda no auge da pandemia da covid-19, no fim de 2020, mas conseguiu crescer em poucos anos e é hoje já uma alternativa de mobilidade para milhares de angolanos, que têm neste tipo de negócio uma fonte alternativa de rendimento, e em muitos casos até a sua única forma de sustenta.

Só na capital, já há muito que ultrapassou a fasquia das 6 milhões de corridas realizadas. O potencial de crescimento deste mercado hoje é um facto inegável, por isso trabalha em proximidade com as autoridades competentes para a regulação do sector, para que os direitos dos motoristas sejam garantidos e que os passageiros possam viajar em segurança.