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Domingo, Abril 12, 2026
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Governo vai apostar na transformação tecnológica com o foco na Agenda Digital da CPLP

O Governo angolano quer que a estratégia para a transformação digital do país, no livro branco das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) 2019 – 2022, esteja alinhada com a implementação da Agenda Digital da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Essa informação foi revelada pelo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, falando na abertura do 30º Fórum Anual da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa (AICEP), salientando que a Agenda Digital da CPLP assenta, essencialmente, nas infraestruturas de comunicações eletrónicas, serviços digitais, segurança digital e na capacitação de quadros.

Em relação aos serviços digitais, Mário Oliveira referiu que a crise causada pela pandemia da Covid-19, no mundo, foi um teste involuntário às capacidades instaladas das redes de telecomunicações e todo o ambiente digital, com parceria do sector privado, em que o país esteve à altura dos desafios impostos.

As empresas do sector, sem exceção, tiveram que se reinventar para apoiar os cidadãos e impulsionar os demais sectores da vida nacional, onde se verificou, de igual modo, uma evolução significativa, desde a indústria ao retalho, banca aos seguros, energia até à saúde, passando estes sectores cada vez mais a ser liderados pelas empresas com forte pendor na economia digital”, disse.

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Em relação à Segurança Digital, o ministro destacou o reforço da confiança e segurança no uso das redes e serviços, tendo ainda sublinhado a inserção de matérias de combate aos crimes informáticos no novo Código Penal.

Mário Oliveira deixou claro que outras medidas foram tomadas pelo Executivo, para garantir a segurança na utilização das redes e serviços de comunicações eletrónicas, bem como na proteção de dados dos cidadãos e das organizações contra os ataques cibernéticos, com realce para a criação da Agência de Proteção de Dados, estando também na forja a preparação da Estratégia Nacional de Cibersegurança.

Destacou, igualmente, o reforço das instituições de formação e capacitação no domínio das Telecomunicações e Comunicações Electrónicas. O ministro sublinhou a dinâmica que a Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa (AICEP) implementa com a realização de vários serviços, sendo que dos 12 membros fundadores conta agora com 40 e os números continuam a crescer.

De informar que o AICEP está presente em 9 países espalhados pelos 5 continentes, abrangendo 3 por cento da população mundial e produzindo 4,6 por cento da riqueza global.

Para João Caboz Santana, presidente de direção da AICEP, em tempos de economia digital e do sector das Comunicações, há a necessidade de ligar todos, garantindo boa inclusão, desenvolvimento das nações digitais, com infraestruturas digitais de qualidade, robustas, resilientes e seguras.

Defendeu ainda o aumento e a sofisticação de meios para travar os ataques cibernéticos, através do financiamento do serviço público, quer postal, quer de telecomunicações, bem com o de televisão e do aumento da capacidade das redes.

Programa de verificação paga da Meta já está disponível na Europa

Depois de lançar o seu sistema de verificação paga nos EUA, Austrália e Nova Zelândia, a Meta anunciou que vai estender este programa ao Reino Unido, conta o site Engadget.

Serve recordar que este sistema de verificação pede aos utilizadores que paguem para ter o selo azul de verificado no Facebook e Instagram. O sistema é semelhante ao que vemos hoje em dia com a subscrição Blue no Twitter mas, no caso do Facebook e do Instagram, os utilizadores devem apresentar um documento de identificação.

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Este sistema ainda está em fase de testes, pelo que eventualmente deverá chegar a cada vez mais países e mercados onde a Meta está presente.

Mário Oliveira “Angola precisa caminhar para independência tecnológica”

Angola precisa caminhar para independência tecnológica onde se inclui o ciberespaço através da formação contínua dos quadros nacionais, defendeu o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira.

O dirigente que falava no I Fórum Expo sobre Cibersegurança, declarou ainda que “está provado que, regra geral, são as falhas humanas que permitem com que os hackers e outros malfeitores invadam as nossas redes e dela fazem situações que podem provocar perdas de milhões de dólares ano”.

Organizado pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), o evento reuniu peritos, especialistas, representantes de empresas públicas e privadas, com vista a discutir as estratégias de segurança das redes e sistemas de informação, visando aumentar as garantias de uma utilização livre, segura e eficiente do ciberespaço.

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Para o ministro Mário Oliveira, a existência de uma realidade de insegurança e CiberCrime, nos diversos sectores, levando a concluir uma alta exposição de informação, face à situação, onde se espera que o encontro ajude a congregar ideias para uma solução eficaz.

Por isso, o 1.º Fórum sobre Cibersegurança centrou-se numa mesa redonda com o tema: A visão das entidades públicas sobre o impacto dos ataques cibernéticos na sua atividade, onde serão ainda debatidas a importância da legislação angolana no combate ao CiberCrime, o impacto da prevenção do CiberCrime e o centro de operações de segurança ao serviço da CiberSegurança do governo, empresas pública e privadas.

Responsável pelo ChatGPT admite que “IA pode correr muito mal”

O CEO da OpenAI, Sam Altman, foi o líder tecnológico mais recente a marcar presença perante o Congresso dos EUA, numa audiência que procurou perceber os potenciais perigos da tecnologia de Inteligência Artificial (IA).

Altman aproveitou a oportunidade para afirmar defender uma maior regulamentação do desenvolvimento da tecnologia, notando que pode de facto colocar alguns riscos.

Penso que se esta tecnologia correr mal, pode correr muito mal e queremos ser vocais em relação a isso, notou Altman de acordo com o site Ars TechnicaQueremos trabalhar com o governo para impedir que isso aconteça.

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Mais ainda, o líder da OpenAI e um dos responsáveis pela ferramenta ChatGPT considera que a colaboração com governos será crítica para mitigar os riscos de modelos cada vez mais poderosos.

Por exemplo, o governo dos EUA pode considerar uma combinação de exigências de licenciamento e de testes para o desenvolvimento e lançamento de modelos de Inteligência Artificial com capacidades acima de um determinado patamar, sugeriu Altman.

Governo vai apostar nas TICs para a modernização da governação e desenvolvimento social

O Governo Angolano definiu o sector das Telecomunicações e Tecnologias de Informação como fundamental no processo de modernização da governação pública, desenvolvimento social e económico, inclusão social, melhoria das condições de vida da população e acesso à informação.

A informação foi revelada num comunicado afeto ao Dia Internacional das Telecomunicações e da Sociedade de Informação, assinalado ontem(17), onde se salienta o papel primordial que as Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação desempenham no apoio ao processo de desenvolvimento socioeconómico, na luta contra a pobreza e na prossecução dos Objetivos do Milénio.

Como resultado do trabalho do Executivo, projetos, programas e ações desenvolvidas e em desenvolvimento têm produzido resultados satisfatórios, fundamentalmente na melhoria contínua da prestação regular e universal dos serviços públicos básicos de telefonia, acesso à Internet e serviços associados”, pode ler-se na nota.

O executivo frisa que no âmbito do Programa Espacial Nacional (PEN), no dia 12 de outubro de 2022 foi feito o lançamento em órbita do ANGOSAT-2 e, em janeiro último, o país testemunhou a inauguração e a entrada em funcionamento do Centro de Controlo e Missão de Satélites (MCC), uma infraestrutura inteligente capaz de operar vários satélites em simultâneo.

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O documento destaca ainda a criação de um Sistema de Observação da Terra (SOT), onde várias aplicações têm sido desenvolvidas, oferecendo benefícios reais à sociedade, onde se destacam sectores como o da Agricultura, Ordenamento do Território e o de exploração de recursos naturais.

A formação e capacitação de quadros constitui um pilar essencial na materialização dos programas, projetos, ações no sector das TICs, de acordo com a nota de imprensa, que dá conta que, recentemente, três angolanos mereceram destaque entre os dez melhores engenheiros com menos de 30 anos de idade na indústria espacial africana.

A comunicação em alusão ao Dia Internacional das Telecomunicações e da Sociedade de Informação dá a conhecer que Angola lidera o Comité de Satélite Partilhado da SADC e é o ponto focal da região junto da União Internacional das Telecomunicações para as questões relacionadas com as posições orbitais.

A solução tecnológica Tech-Gest foi selecionada para o Top 100 Global projetos de inteligência artificial focados nos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, bem como o Tech-Gest, serviço que faz recurso a imagens de satélites atualizadas e de alta resolução para o monitoramento de infraestruturas, gestão de ativos, deteção de mudanças, mapeamento do uso e ocupação dos solos.

Elon Musk considera trabalho remoto é ‘moralmente errado’

O empresário Elon Musk concedeu uma nova entrevista à CNBC aonde voltou a criticar o modelo de trabalho remoto, indicando que é injusto para com os trabalhadores que não podem fazê-lo.

“Acredito que as pessoas são mais produtivas quando estão a trabalhar em pessoa, afirmou Musk. Há algumas exceções, mas acredito que toda a noção de trabalho remoto é como a citação falsa de Maria Antonieta: ‘Eles que comam bolo’. Vais trabalhar de casa e as pessoas que fizeram o teu carro e que fazem a tua comida para ser entregue não podem trabalhar de casa? Isso parece-te moralmente correto? Não faz sentido. É um problema de produtividade mas também moral.

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Serve recordar que, assim que Elon Musk tomou controlo do Twitter, voltou atrás com a política de trabalho remoto que havia sido imposta pela empresa pela liderança anterior.

Saiam do pedestal moral com a treta do trabalho remoto, porque estão a pedir a todos para não trabalharem de casa enquanto eles o fazem, notou Musk.

iPhones vão reproduzir voz do usuário após 15 minutos de treino

A Apple planeia lançar novas funcionalidades para o iPhone com a atualização iOS 17, com algumas delas a serem voltadas para a acessibilidade. Entre elas estarão a live Speech e a Personal Voice.

A primeira é relativamente simples de explicar e permite aos utilizadores escreverem o que querem dizer para terem o texto convertido em áudio. Por outro lado, a Personal Voice funciona de uma forma um pouco diferente e será particularmente útil para quem tiver mais dificuldades em falar.

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Conta o site 9to5mac que, a partir de uma gravação de 15 minutos da voz de uma pessoa, o iPhone e o iPad podem recorrer à tecnologia de ‘machine learning’ para criar uma voz tão próxima quanto possível da do utilizador por via de uma voz sintética.

É provável que a Apple demonstre estas funcionalidades ao vivo em junho, quando tiver lugar o evento anual da empresa dedicado a developers – o WWDC.

Sunmax lança seis novos modelos de smartphones

A Sunmax lançou 6 novos modelos de smartphones para o mercado angolano, assim como uma linha reservada para embalar produtos e ainda outra dedicada à produção capaz de fabricar cerca de 500 mil telefones por mês.

Segundo o Presidente do Conselho de Administração do Suntak, que falava na apresentação dos seis novos modelos de smartphones da empresa, frisou que esses novos lançamentos é com o objetivo na expansão dos negócios, com a exportação para países da África Austral, com destaque para a Namíbia, Zâmbia e outros.

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Para Daniel Mafuta, que representa os distribuidores nacionais dos produtos da empresa, salientou tratar-se de uma vantagem para o mercado por proporcionar uma garantia de pós-venda de sete dias, com a hipótese de trocar o produto, assim como 12 meses de assistência técnica grátis.

De informar que a Sunmax é uma marca registada do grupo chinês Anxing International, que já investiu mais de 12 milhões de dólares na construção da fábrica que contém seis linhas de produção para com capacidade de montar 500 mil telefones/mês.

Montana se torna primeiro estado dos EUA a banir o TikTok

O governador do Montana, o republicano Greg Gianforte, assinou esta quarta-feira uma lei que proíbe o uso do TikTok, tornando-se no primeiro Estado norte-americano a restringir por completo a popular rede social chinesa.

Ganforte relatou a decisão através da sua conta no Twitter: “Para proteger os dados privados e pessoais dos cidadãos do Montana do Partido Comunista Chinês, bani o TikTok” no Estado.

O Congresso do Montana aprovou no mês passado um projeto de lei que visava proibir a plataforma, sendo propriedade da empresa chinesa ByteDance, nos dispositivos móveis de todos os seus habitantes.

A proibição do Montana é a mais dura aprovada até agora por um território dos EUA e vai além da proibição que o Governo federal e metade dos 50 estados do país implementaram para que funcionários públicos não possam ter o TikTok nos seus dispositivos eletrónicos.

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Vários setores nos EUA, incluindo a polícia federal (FBI), membros do Congresso e autoridades estatais levantaram preocupações sobre esta rede social, alertando que o TikTok pode ser utilizado por Pequim para fins de espionagem, já que a aplicação pertence a uma empresa com sede na China.

O país asiático tem leis de segurança que podem obrigar as empresas de tecnologia a partilhar dados com os seus serviços de inteligência, mas o TikTok e outras empresas argumentam que essas preocupações são absurdas e que implementaram várias medidas para proteger os dados dos seus utilizadores.

Em março, o Governo liderado por Joe Biden ameaçou a ByteDance da exclusão em todos os Estados Unidos, caso esta não venda as ações que possui na popular rede social.

O TikTok tem cerca de 100 milhões de utilizadores nos Estados Unidos e em pouco tempo tornou-se uma das redes sociais mais populares do mundo, principalmente entre os adolescentes.

UAN promove feiras virtuais para oferecer emprego aos estudantes

A Universidade Agostinho Neto (UAN) vai promover feiras virtuais para oferecer aos seus estudantes, várias oportunidades de emprego e de estágios, em inúmeras empresas do país.

A informação foi revelada pelo porta-voz da UAN, João Pires, falando a Rádio Nacional de Angola (RNA), reiterando que a feira virtual trará vários benefícios tanto os candidatos e as empresas que pretendem preencher o seu quadro de pessoal.

Um dos principais cariz das feiras virtuais, acrescenta o porta-voz, os estudantes poderão candidatar-se sem remeter documentos físicos as empresas afins, de acordo com o responsável.