O WhatsApp lançou (finalmente) a capacidade de editar mensagens já enviadas – aquela que é sem dúvida a opção mais pedida pelos utilizadores da popular aplicação de mensagens.

O WhatsApp lançou (finalmente) a capacidade de editar mensagens já enviadas – aquela que é sem dúvida a opção mais pedida pelos utilizadores da popular aplicação de mensagens.


Foi lançado recentemente um projecto digital de ensino e investigação científica denominado “Super Zaia”, na cidade do Uíge, pelo núcleo provincial do Movimento Nacional de Jovens Universitários de Angola (MNJUA) na província.
Segundo o que foi revelado no acto de lançamento do projecto digital, o mesmo está focado nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e permite a investigação científica e o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem.
Para o coordenador provincial do núcleo do MNJUA no Uíge, Silas Zua, disse que o projecto digital de ensino e investigação científica terá um valor anual de 94 milhões de Kwanzas, para premiar os estudantes e professores que demonstrem melhores trabalhos de investigação científica, assim como a melhor instituição.
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O represetante salientou ainda que o valor máximo e mínimo do prémio varia de um milhão a 100 mil kwanzas, sendo que a instituição vai, nos próximos dias, realizar campanha de esclarecimento a instituições e associações de estudantes do ensino médio e superior sobre a importância do projecto.
Já o chefe do Serviço Provincial da Educação Especial no Uíge, Constantino Gama, que esteve também no acto de lançamento do projecto, reiterou que o projecto digital vai facilitar a investigação de trabalhos científicos dos estudantes na província.

Os países do G7 concordaram em avançar rapidamente na regulamentação da inteligência artificial (IA) generativa, como o ‘bot’ de conversação ChatGPT, para fazer face aos riscos crescentes de uma rápida proliferação.
Os líderes do grupo dos sete países mais industrializados do mundo e os seus parceiros na cimeira do fórum, que começou hoje na cidade de Hiroxima, no oeste do Japão, concordaram com a necessidade de estabelecer mecanismos regulamentados para gerir a IA e as tecnologias imersivas, bem como em desenvolver propostas individuais até ao final do ano, que serão, depois, agrupadas para esse fim.
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Na primeira sessão da cimeira, um almoço de trabalho, o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, anfitrião da reunião, apelou aos seus colegas do G7 para que “trabalhem no sentido de estabelecer rapidamente um quadro internacional” para regulamentar estas novas tecnologias.
“[A cimeira de Hiroxima] procura confirmar a unidade do G7 e reforçar o seu papel em prol de uma comunidade internacional caracterizada pela cooperação e não pela divisão e confrontação, e demonstrar contribuições ativas e concretas para este objetivo“, disse Kishida.
A inteligência artificial é um dos temas abordados durante as três sessões previstas para o primeiro dia da cimeira do G7 em Hiroxima, que decorre até domingo.

A ENSA – Seguros de Angola, SA, empresa líder no mercado de seguros angolano, foi alvo de um ataque de ransomware que resultou no acesso a mais de 2 terabytes de dados, incluindo dados de clientes, segundo informações que chegaram a redacção da Menosfios.


O ataque informático foi reivindicado pelo grupo de piratas BianLian, informando que têm em sua posse mais de 2.8 terabytes de dados relactivos a clientes, finanças, contabilidade, recursos humanos, negócios e e-mails internos da empresa angolana.
De informar que o grupo BianLian é conhecido por não encriptar os dados das vítimas, optando logo por roubar os dados e saltando directamente para a ameaça de os divulgar caso não paguem o que for pedido, num prazo de dez dias.
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O grupo diz já ter uma lista de 118 vítimas, com a maioria a serem empresas norte-americanas.
Curiosamente, também asseguram que os dados das vítimas que paguem nunca serão vendidos ou partilhados, uma vez que a isso arruinaria a sua reputação e o seu próprio modelo de negócio. O tipo de garantias que levantará sempre imensas dúvidas, e que não evitará que, por mais que digam o contrário, esses dados possam vir a ser divulgados – ou até roubados por outros grupos de hackers.
Os investigadores da NordVPN divulgaram relatórios sobre uma nova vulnerabilidade que permite o desbloquear de determinados smartphones à distância, sem a necessidade de instalar qualquer tipo de malware específico. O método descrito, denominado GhostTouch, foi descoberto por académicos das Universidades de Zhejiang, na China, e Técnica de Darmstadt, na Alemanha.
Acesso remoto a dados sensíveis
O GhostTouch possibilita que cibercriminosos desbloqueiem dispositivos móveis e tenham acesso a dados sensíveis, como palavras-passe e aplicações bancárias. Além disso, estes criminosos também podem instalar malware nos smartphones, de acordo com os investigadores. No entanto, é importante ressalvar que o hardware utilizado pelos atacantes precisa estar relativamente próximo da vítima para que o ataque seja realizado com sucesso.
Ataques mais comuns em bibliotecas e cafés
De acordo com especialistas, os locais mais comuns para esse tipo de ataque são bibliotecas, cafés e átrios de conferências, onde as pessoas costumam deixar os seus smartphones virados para baixo sobre a mesa. Os atacantes preparam antecipadamente o equipamento necessário e lançam o ataque remotamente, sem que o utilizador perceba que o seu aparelho foi comprometido.
Adrianus Warmenhoven, especialista em cibersegurança da NordVPN, sublinha: “Infelizmente, os locais mais comuns para a pirataria de ecrãs táteis são locais públicos como bibliotecas, cafés ou átrios de conferências, onde as pessoas colocam os seus smartphones virados para baixo sobre a mesa. Os atacantes preparam o equipamento debaixo da mesa com antecedência e lançam o ataque remotamente. O utilizador pode nem se aperceber que o seu aparelho foi pirateado.”
Vulnerabilidade em nove modelos de smartphones
Os investigadores afirmam que o ataque GhostTouch é possível a uma distância de até 40 metros, o que significa que os atacantes podem posicionar o hardware necessário debaixo da mesa e utilizá-lo para aceder aos dispositivos. Uma vez estabelecida a ligação, a distância entre os hackers e o smartphone alvo é irrelevante.
Até o momento, nove modelos de smartphones foram confirmados como sendo vulneráveis a este tipo de ataque, incluindo o iPhone SE (2020), Samsung Galaxy S20 FE 5G, Redmi 8 e Nokia 7.2. Durante o ataque, os utilizadores perceberiam que o smartphone estava a agir por conta própria, o que poderia levantar suspeitas.
Segundo a NordVPN, mais de 209 milhões de resultados surgem ao pesquisar a frase “o telefone se desbloqueia” no Google, indicando que o fenómeno não é tão incomum. Embora nem todos esses resultados estejam relacionados ao GhostTouch, alguns deles certamente podem ser atribuídos a essa vulnerabilidade recém-descoberta.
Medidas de proteção
Os especialistas recomendam que os utilizadores adotem medidas de proteção para evitar serem vítimas do GhostTouch. É fundamental garantir que o smartphone possua mecanismos de segurança, como códigos PIN, padrões de desbloqueio ou biometria. Essas medidas podem ajudar a evitar o acesso indesejado e a proteger dados sensíveis armazenados nos dispositivos.

A OpenAI lançou uma aplicação oficial da sua ferramenta de Inteligência Artificial (IA) ChatGPT na loja virtual App Store para iPhones e iPads.
A app é completamente gratuita e é capaz de manter o histórico de atividade do utilizador na Internet. Além disso, esta app também permite introduzir texto por via de voz. Infelizmente, de momento está presente apenas nos EUA, com a OpenAI a indicar que lançará em outros países “nas próximas semanas”.
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Consciente do interesse dos utilizadores Android numa app deste tipo, a OpenAI também notou que vai lançar “em breve” uma versão do ChatGPT para o sistema operativo da Google.

Angola conta agora com mais 25 formandos do curso profissional de web-jornalismo, uma iniciativa do programa Jornalistas do Futuro, do centro de formação profissional FINÁCIO.
Este primeiro grupo de web-jornalistas vem com o objetivo de fazerem face à nova era de informação digital trazida pela internet.
“Nos dias de hoje, o jornalista que se preze deve estar munido de novas ferramentas de tecnologias de informação e comunicação disponíveis na web”, disse o formador e especialista em web-jornalismo, Francisco Inácio.
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“Ao contrário do que muitos profissionais pensam, não se faz jornalismo na web do mesmo jeito que se faz na imprensa tradicional” disse, acrescentando que “técnicas de webwriting ajudam os jornalistas a adequarem o texto jornalístico às necessidades e especificidade do meio digital (internet)”, salientou o especialista.
Segundo o que foi revelado, a formação decorreu inteiramente no formato online através do aplicativo Zoom e da plataforma sul coreana de ensino a distância designada UBL 2.0. Foram formados 25 estudantes de jornalismo e profissionais de comunicação.
De referir ainda que além do curso de web-jornalismo, foram contemplados com certificados mais 35 formandos nas especialidades de marketing digital, empreendedorismo digital e plano de negócio.

O Millennium bim assinalou recentemente o seu 27. Aniversário, percurso esse que a empresa diz que se confunde com a história do sistema financeiro em Moçambique.
“São vinte e sete anos dedicados a encontrar as melhores soluções para alavancar a economia e elevar a qualidade de vida”.
Uma nota do Millennium bim refere que a instituição celebra o último ano com mais de 100 prémios internacionais conquistados e que confirmam a empresa como o melhor banco moçambicano.
“Em 2022, e dada a conjuntura atual que levou o Banco a investir na arena digital, o banco foi premiado como “Melhor Banco Digital de Molambique” e “Banco Digital Mais Inovador de África”, prémios estes que enfatizam o esforço do Banco na prestação de serviços e produtos financeiros digitais de forma rápida e eficaz”, diz.
Segundo o Millennium bim, apesar da conjuntura económica desafiante, caracterizada pelo aumento da inflação à escala mundial, o ano de 2022 tem sido marcado por um crescimento contínuo da base de clientes, um sinal de vitalidade e de atratividade da marca “Millennium bim”, sendo de destacar a consolidação da gestão remota dos clientes e a forte evolução da oferta e adesão ao digital, reforçando assim a história de inovação do Millennium bim.
“Há que destacar que, desde fevereiro de 2022, o Millennium bim passou a ser o único banco em Moçambique com interoperabilidade com todas as redes de telefonia móvel, o que reflete o investimento do Millennium bim na tecnologia, com o principal objetivo de estar onde estão os clientes”.
Por ocasião da data, e numa mensagem para os funcionários, o Presidente da Comissão Executiva do Millennium bim, José Reino da Costa, afirmou “celebramos os 27 anos do Millennium bim com grande orgulho e satisfação, certos de que servimos os moçambicanos, empenhados na construção de soluções em função das necessidades dos nossos clientes, na certeza de que a nossa existência e significância é diretamente proporcional à diferença que fazemos no sector financeiro bancário nacional. Um bem-haja a todos os que fazem parte deste processo”.

Angola aumentou recentemente a taxa de cobertura da rede digital (rede de comunicação concebida para transmitir os dados sob forma digital) da população rural no país, no período 2018 – 2022, passando de 34,0%, em 2017, para 77,3%, no ano findo.
A informação foi revelada em documento do Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN 2018 – 2022), que tem o Desenvolvimento de Infraestruturas de Telecomunicações e Tecnologias de Informação como um dos objetivos primários, ressaltando que a uma grande pretensão de se aumentar a disponibilidade da comunicação, por via da rede móvel, a uma população angolana estimada em mais de 30 milhões.
Por isso, a taxa de teledensidade (índice que mede o número de acessos por grupo de cem habitantes) digital nacional passou de 20,7%, em 2017, para 27,2%, em 2022, de acordo com dados avançados pelo Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN).
Além desses domínios, há outros investimentos nas telecomunicações, em que se destaca a entrada em operação dos cabos submarinos internacionais SACS e Monet, sendo a primeira a ligação de África com as Américas, a partir do Atlântico Sul.
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Destaca-se também a entrada em operação do Centro Nacional de Monitorização do Espectro Rádio Elétrico, a Rede Fibra Óptica Nacional, de novos operadores de telecomunicações, a atribuição de licença 5G e a construção do satélite Angosat-2.
A expansão, pelo território nacional, da rede de mediatecas de Angola, no âmbito da massificação e inclusão digital, bem como dos projetos “N´gola digital” e “Angola Online” são outros feitos do Executivo a assinalar no período 2018 – 2022.
Na verdade, de acordo com dados oficiais, a entrada de Angola para o mundo digital começou há cerca de 30 anos, com as primeiras infraestruturas de telecomunicações, via satélite e micro-ondas e, numa fase posterior, via cabos de fibra óptica.

Os últimos relatórios financeiros da Apple têm dado conta de um aumento de receita proveniente de vendas do iPhone, o que aponta para a boa saúde do telemóvel. Agora, um relatório publicado pela Consumer Intelligence Research Partners (CIRP) indica que há cada vez mais utilizadores a abandonarem o Android em favor do iPhone.