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Segunda-feira, Abril 13, 2026
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BeReal aumenta limite diário de publicações na plataforma

Se, no verão passado, o BeReal era uma das aplicações do momento, com milhões de downloads conquistados, o cenário mudou, entretanto, estando o seu número de utilizadores, alegadamente, em baixo.

Esse facto terá levado a plataforma a tomar medidas, segundo reporta a BBC. Se, até agora, a regra passava por fazer com que cada utilizador partilhasse, apenas, uma imagem por dia – exigida num momento aleatório, levando-o a parar tudo o que estava a fazer -, o limite de ‘posts’ vai agora aumentar. Os criadores querem, agora, que aqueles que descarregaram a aplicação publiquem até três vezes ao dia.

Os utilizadores no Reino Unido serão os primeiros a testar esta nova funcionalidade, estando outros países já escalados para, também, seguir o exemplo.

MAIS: Instagram ganha funcionalidades inspiradas no TikTok, BeReal e Twitter

Até agora, uma notificação que alertava que “️É hora do BeReal” era um aviso de que o utilizador tinha apenas dois minutos para tirar uma fotografia e carregá-la – sem preparação, sem filtros. Mas, com esta nova atualização, e caso publique a tempo, poderá usar dois “Bónus BeReal”.

Estas fotografias ‘extra’ podem, portanto, ser publicadas nesse mesmo dia, à hora que desejar.

Bitcoin poderá valer 100.000 dólares até ao final de 2024

De acordo com as informações avançadas pela agência Reuters, a popular criptomoeda Bitcoin pode chegar aos 100.000 dólares até ao final do ano de 2024. A estimativa foi lançada pelo banco britânico Standard Chartered nesta segunda-feira (24). Segundo a instituição bancária sediada em Londres, a fase do chamado “inverno cripto” chegou ao fim, indicando assim que as moedas digitais estão a sair da fase negra.

Existem alguns fatores que podem contribuir para este crescimento. Geoff Kendrick, diretor de pesquisa de ativos digitais do Standard Chartered, disse que por um lado temos a instabilidade e turbulência no setor bancário tradicional e uma estabilização dos ativos de risco à medida que a Reserva Federal dos Estados Unidos encerra o seu ciclo de aumento de taxas e melhora o lucro da mineração de criptomoedas. O executivo adianta que:

Embora as fontes de incerteza permaneçam, acreditamos que o caminho para o nível de US$ 100.000 está a tornar-se mais claro.

Em novembro de 2021, os Bitcoins chegaram a valer quase 65.000 dólares, mas atualmente vida das criptomoedas não tem os melhores dias, tendo o valor caído a pique no geral. Contudo, nas primeiras semanas deste mês de abril o do valor Bitcoin já se encontrava acima dos 30.000 dólares, montante que não era alcançado desde junho de 2022.

MAIS: Bitcoin cai abaixo dos 20.000 dólares, o menor valor desde dezembro de 2020

Por sua vez, através da plataforma CoinMarketCap verifica-se que a mais popular criptomoeda vale atualmente 27.284,74 dólares.

São comuns as previsões acerca da valorização desta e de outras moedas digitais. E embora este seja um mercado volátil, há sempre algum padrão que permite estimar como vão correr as coisas no futuro. A Reuters recorda que, em novembro de 2020, um analista do Citi disse que o Bitcoin poderia chegar aos 318.000 dólares até ao final de 2022. Mas a criptomoeda fechou o ano em queda de cerca de 65% com um valor de ‘apenas’ 16.500 dólares.

Consultório MenosFios: Qual tecnológica recolhe menos dados dos utilizadores?

Atualmente, os dados dos utilizadores são o ouro da internet. Saber quem navega, o sexo, a idade, as preferências e compras, são essenciais para as empresas que vendem publicidade, como a Google e outras plataformas digitais. Então, qual será a empresa que recolhe menos e que mais cuidado tem com o utilizador? Respondemos essa pergunta no Consultório MenosFios de hoje.

Há um estudo que coloca lado a lado as 5 maiores empresas: Google, Twitter, Apple, Amazon e Facebook.

A Apple é conhecida pelo seu empenho na privacidade, afirmando mesmo que é um “direito humano fundamental”. Diferente da maioria das empresas Big Tech, a Apple diz que não é uma empresa dirigida por anúncios, o que significa que não precisa de recolher os seus dados para vender produtos, ainda que as mais recentes notícias possam fazer questionar tal afirmação.

Agora, um novo estudo mostra que, de facto, a empresa de Cupertino é a que recolhe menos dados em comparação com outras empresas.

Segundo a análise da StockApps, das cinco maiores empresas digitais, que incluem Google, Twitter, Apple, Amazon, e Facebook, a Google recolhe o maior número de dados relacionados com os seus utilizadores.

Enquanto a Google recolhe 39 pontos de dados por cada utilizador, a Apple apenas recolhe 12. Nesta análise importa também verificar um dado interessante: a análise da StockApp mostra que o Facebook recolhe apenas dois pontos a mais do que a Apple.

Na verdade, e como é referido no relatório da StockApp, o utilizador é que “dá ao Facebook esses dados.”

Tanto o Twitter como o Facebook guardam mais informação do que precisam. No entanto, com o Facebook, a maior parte dos dados que armazenam são informações que os utilizadores introduzem.

De acordo com o estudo, a Apple apenas armazena a informação necessária para manter as contas dos utilizadores.

A Apple está numa liga acima da Amazon na proteção da privacidade dos utilizadores. É a empresa mais atenta à privacidade que existe. A Apple apenas armazena a informação necessária para manter as contas dos utilizadores. Isto porque o seu website não depende tanto das receitas de publicidade como A Google, Twitter, e Facebook.

A StockApp diz que “cada uma destas empresas de dados centra-se numa categoria particular de dados e não na quantidade de dados. A Google recolhe mais tipos diferentes de informação para utilizadores individuais“.

A gigante das pesquisas precisa destes dados para vender publicidade direcionada, em vez de confiar em localizadores de terceiros.

Contra este tipo de recolha, principalmente aquela sendo feita de forma intrusiva, há algumas leis já a tentar regular. Contudo, há outras formas de podermos agir.

Para quem elaborou o estudo, uma dessas formas é usar aplicações que elas próprias tenham políticas de privacidade mais aguerridas. Um dos exemplos dados é a utilização do navegador DuckDuckGo em vez do Google Chrome.

Um dos grandes alertas, segundo a StockApp, é que o Google “mantenha os locais específicos dos utilizadores”, dizendo que é uma “grande preocupação”. Sim, porque mais que saber donde navega o utilizador, a Google quer saber onde está fisicamente essa pessoa, a sua morada.

Devido à sua importância na ligação dos perfis online e offline dos consumidores, os dados de localização são um tema muito debatido em matéria de privacidade de dados.

Portanto, além daquilo que o utilizador faz online, a Google quer saber onde está esse cidadão, onde mora, para onde se desloca, quais são os seus horários e muita outra informação que desenha o tipo de consumidor.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

China estuda utilização de impressão 3D para construir na Lua

A China planeia usar o seu programa de exploração espacial para testar a viabilidade do uso de tecnologia de impressão 3D na construção de edifícios na superfície da Lua, informou hoje a imprensa local.

A sonda Chang’e-8, cuja data de lançamento ainda não foi anunciada, vai ter como missão investigar o ambiente e a composição mineral da Lua, bem como verificar se a impressão 3D pode ser utilizada nestas superfícies, disse o cientista Wu Weiren, da Administração Espacial da China, citado pelo jornal oficial em língua inglesa China Daily.

Se quisermos estar presentes na Lua a longo prazo, temos que instalar estações com o uso de materiais lunares”, disse o especialista.

Várias universidades chinesas, como a Tongji e a Jiatong, começaram a estudar possíveis aplicações da tecnologia de impressão 3D no satélite natural da Terra.

A Chang’e-8 vai ser a terceira sonda a pousar na Luna, na próxima fase do programa de exploração lunar da China. A Chang’e-6 e a Chang’e-7 devem ser lançadas primeiro.

O programa Chang’e (em homenagem a uma deusa que, segundo uma lenda chinesa, vive na Lua) começou com o lançamento de uma primeira sonda em 2007.

O país asiático investiu milhares de milhões de dólares no seu programa espacial nas últimas décadas.

A China enviou o seu primeiro astronauta para o espaço em 2003. No início de 2019, aterrou uma nave espacial no outro lado da Lua, uma estreia mundial. Em 2020, trouxe de volta amostras da Lua e finalizou o Beidou, o seu sistema de navegação por satélite, um concorrente do GPS norte-americano.

Em 2021, a China aterrou um pequeno robô em Marte e planeia enviar humanos para a Lua até 2030.

Windows 10 chegou ao fim?

O processo de migração para o Windows 11 já foi iniciado, levando a que os utilizadores mudem do Windows 10 para esta nova versão “Windows 11”. Este é uma tarefa que ainda via demorar alguns anos, mas que tem já uma data bem definida para terminar, o dia 14 de outubro de 2025.

Agora, e para colocar mais um peso formal nesta decisão e nesse momento, a Microsoft revelou mais sobre o fim programado para o Windows 10. Anunciou que a build 22H2, a última a ser lançada, foi a última para este sistema e que não vão existir mais atualizações no futuro.

De forma clara, e ao revelar que não vão existir mais atualizações para este sistema, a Microsoft mostra também o que será o futuro. Não vão chegar mais novidades a este sistema e todos os esforços da empresa vão estar focados no Windows 11 e nos seus desenvolvimentos futuros.

Ainda assim, e como esperado, a Microsoft não vai abandonar este sistema de forma imediata. Vão continuar a ser garantidas todas as atualizações mensais de segurança, bem como as necessárias correções que venham a surgir ao longo do tempo, até ao dia 14 de outubro de 2025.

O esforço dos utilizadores e das organizações deve agora ser focado na migração do Windows 10 para a versão seguinte. Ainda existe muito tempo até ao final de 2025, o que permite preparar uma transição suave e livre de problemas.

INAPEM e IFC assinam acordos para canalizar apoios as startups

O Instituto Nacional de Apoio as Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) e o International Finance Corporation (IFC) assinaram um acordo de cooperação que visa capitalizar o programa de incubação da instituição angolana para canalizar apoios aos potenciais projetos que se encontram em fase de estágio, mas com dificuldades de progressão a partir da sua criação.

A parceria foi assinada no primeiro dia da 2ª edição do Angola Startup Summit, que vai de 27 a 29 de abril e está a decorrer sob o lema “Inovação e Tecnologia como vetores de imersão das startups em Angola”, onde para Carlos Katsuya, representante do IFC em Angola, o “acordo firmado vai poder trazer a experiência que a IFC tem em diversos mercados ao redor do mundo promovendo o empreendedorismo, trabalhando com pequenas e medias empresas e trabalhando com incubadoras com planos de negócios. O IFC vai suportar estas empresas através da acessória.

Por outro lado, Carlos Katsuya diz que “as startups – e as startups digitais em particular – têm vindo a demonstrar potencial de quebrar fronteiras e introduzir inovação em setores-chave da economia, mas muitas vezes lutam para ter acesso a apoio. Através desta parceria, o IFC trabalhará com um player chave no ecossistema do empreendedorismo de Angola e apoiará diretamente as startups digitais, ajudando-as a crescer, inovar e criar empregos”.

MAIS: Acelera Angola e IFC lançam programa para acelerar o crescimento das startups

De informar que esse memorando entre as duas instituições insere-se no programa de incubadoras de Angola do IFC, sendo lançado em novembro passado, com o apoio da União Europeia. O programa tem como objetivo ajudar incubadoras e aceleradores existentes a expandir a sua cobertura e impacto bem como trabalhar com o governo nacional para resolver obstáculos legais e regulamentares que atrasam o desenvolvimento de startups e empreendedores.

Sobre esta edição do Angola Startup Summit, a mesma tem como objectivo de manter e fomentar o surgimento de novas startups, através da troca de experiências, realização de negócios, bem como cooperação com instituições universitárias, potenciais investidores, aceleradoras e incubadoras.

Cidade japonesa recorre ao ChatGPT para ajudar na governação

Nos últimos meses temos visto a ferramenta de Inteligência Artificial (IA) da OpenAI, o ChatGPT, a ser usada para as mais variadas finalidades, mas, no caso da cidade de Yokosuka no Japão, podemos ter um vislumbre do futuro destes sistemas.

Conta o The Japan Times que o governo local desta cidade japonesa, localizada na prefeitura de Kanagawa, anunciou que começará a usar o ChatGPT em tarefas administrativas. O objetivo? Aumentar a eficiência e melhorar o fluxo de trabalho de forma a que os trabalhadores do município se possam concentrar em outras funções.

MAIS: Rússia lança concorrente do ChatGPT

Notar que o ChatGPT será usado em tarefas como resumir frases, procurar novas ideias e também verificar erros ortográficos.

Outro fator que levou o governo municipal a considerar a utilização do ChatGPT deve-se à população envelhecida do Japão, com a necessidade acrescida de uma maior eficiência a ter levado à decisão de recorrer à Inteligência Artificial.

Zimbábue vai criar moeda digital associada ao ouro

No ano passado, a taxa de inflação, no Zimbabué, foi superior a 90%, fruto de um problema que não é, de todo, recente. Perante este cenário e numa tentativa de o transformar, o Banco da Reserva do Zimbabué teve uma ideia: criar uma moeda digital cujo valor estará ligado ao do ouro.

O Zimbabué vai criar uma moeda com curso legal e vai permitir que os cidadãos do país troquem um determinado montante de dólares zimbabweanos (ainda por definir) pela moeda digital.

“O que temos notado é que a procura de moeda estrangeira, além de ser impulsionada pela necessidade de importar bens e serviços no Zimbabué, é também para uma reserva de valor.”

Explicou o governador e presidente do conselho de administração, John P. Mangudya.

MAIS: Zimbabué envia satélite para o espaço

Tendo em conta a incerteza económica do Zimbabué e considerando que o país detém reservas de ouro, este servirá de porto seguro, muito também por não ser um método prático para servir, de forma tangível, transações monetárias.

John P. Mangudya, governador e presidente do conselho de administração do Banco da Reserva do Zimbabué
John P. Mangudya, governador e presidente do conselho de administração do Banco da Reserva do Zimbabué

Esta não é a primeira vez que se liga uma moeda criptográfica ao ouro – por exemplo, existe a Gold Coin (GLC) e a Meld Gold (MCAU). Contudo, o Zimbabué está a estrear o conceito de basear o valor de uma moeda digital no valor do ouro detido numa reserva nacional. Até aqui, as moedas digitais baseavam-se em reservas privadas ou no próprio valor internacional do ouro.

O Banco da Reserva do Zimbabué considera que se trata de um material concreto, acessível pelo governo e de valor suficiente para transmitir confiança aos investidores.

Consultório MenosFios: Como colocar foto inteira no perfil do Facebook

Apesar do Facebook não permitir a utilização de imagens inteiras como destaque no perfil, há alternativas por meio de edições em aplicativos disponíveis no Google Play. Entre eles, está o InShot. Ele é gratuito e ainda oferece vários recursos de edição tanto de fotos quanto de vídeos. Portanto, é uma boa dica para você melhora as suas imagens nas redes sociais.

No Consultório MenosFios de hoje vamos mostrar como utilizar o InShot e colocar uma foto inteira no seu perfil do Facebook.

A primeira iniciativa e baixar o aplicativo seja no Google Play ou no App Store. Totalmente gratuito.

Em seguida, clique no ícone foto e baixe a sua imagem de preferência, a escolhida para ser a de destaque no seu perfil.

Com a imagem no aplicativo, você terá várias opções de edição. Aí, deixe a criatividade falar mais alto e faça os ajustes da sua escolha.

Depois de todos os ajustes, clique em salvar.

Depois é só abrir o Facebook e clicar no Menu, que fica no lado inferior direito. Toque no seu nome para abrir o perfil. Clique no ícone da câmera fotográfica, que fica ao lado da sua foto de perfil atual. Acione selecionar foto do perfil. Localize a foto que você editou no InShot e toque em salvar. Prontinho! A sua foto inteira estará no seu perfil do Facebook!

Vem aí o ChatGPT Business

A nova versão paga do ChatGPT deverá oferecer mais controlo para utilização em ambientes empresariais. Não há dúvida de que muitas organizações já estão a utilizar o ChatGPT para uma variedade de fins.

No entanto, em termos de privacidade de dados, essa pode não ser a melhor ideia. Ou seja, existe uma grande ambiguidade sobre como, onde e quando o ChatGPT utiliza os dados das pessoas. Este facto já levou a Itália a proibir temporariamente o ChatGPT. Em suma, até agora, o ChatGPT não é exatamente uma aplicação que deva ser amplamente utilizada numa organização, especialmente em combinação com dados sensíveis.

Criar mais privacidade para o ChatGPT Business

A OpenAI está obviamente ciente destes problemas e está a trabalhar em soluções para os mesmos. No dia 1 de março, por exemplo, já tinha sido anunciado que a OpenAI deixaria de utilizar os dados dos clientes para fins de formação através da sua API. Isto ainda é possível, mas por defeito esta funcionalidade está desativada. Trata-se, portanto, de uma opção para os utilizadores. Além disso, os dados provenientes da API também serão mantidos por 30 dias a partir desse dia para mostrar o uso indesejado e o uso indevido do ChatGPT posteriormente. Depois disso, a OpenAI elimina estes dados. Note-se que isto se aplica apenas aos dados provenientes da API. Não inclui o próprio ChatGPT.

Para o ChatGPT Business, que, segundo a OpenAI, deverá estar disponível dentro de alguns meses, a empresa não vai manter esta separação. Por outras palavras, o ChatGPT Business seguirá as mesmas diretrizes que a OpenAI define para os dados que chegam através da API. Assim, por defeito, a OpenAI não utiliza estes dados para treinar o seu modelo. Pelo menos, isso já torna a questão da privacidade muito menor para as empresas.

Para além de um maior controlo sobre os dados, a OpenAI também fala no seu próprio blogue sobre a sua intenção de utilizar o ChatGPT Business para permitir que as organizações façam uma gestão adequada dos seus utilizadores finais. O que se pretende exatamente com isto não é claro no anúncio. Uma interpretação lógica seria a disponibilidade de um ambiente de gestão no qual o administrador pode especificar exatamente que funcionário pode fazer o quê com o ChatGPT Business. Mas, de momento, isso não passa de pura especulação.

Outras atualizações

Para além do anúncio casual do ChatGPT Business, a OpenAI tem mais novidades para partilhar. Por exemplo, a partir de hoje, é possível desativar o histórico de conversações. Todas as conversas iniciadas após esta desativação deixarão de ser utilizadas pela OpenAI para melhorar os seus modelos linguísticos. Além disso, também deixarão de ser visíveis no painel lateral. No entanto, o histórico de conversações continuará a ser guardado durante 30 dias antes de ser permanentemente eliminado.

A última atualização de hoje inclui uma opção de exportação. Esta opção destina-se a facilitar o envio de dados do ChatGPT para si próprio. Também deverá clarificar melhor o tipo de informação que o ChatGPT armazena de si.

Em suma, pode dizer-se que a OpenAI está a ouvir o que se passa no mercado no que diz respeito à aceitação do ChatGPT. Já fez o mesmo antes com a introdução de plugins para o ChatGPT, para dar aos modelos, acesso a mais e melhores dados. É claro que também terão de o fazer, caso contrário não poderá continuar a ser um sucesso. Porque é certamente um sucesso até à data.

Nunca houve uma aplicação de consumo que atingisse a marca dos 100 milhões de utilizadores ativos mais rapidamente do que o ChatGPT. Só precisou de dois meses para o fazer. Se o ChatGPT Business vai fazer o mesmo (deixar de lado as implementações da Microsoft e outras) é, naturalmente, a questão que se coloca. Em todo o caso, existe agora uma versão com mais em conta a privacidade dos dados do que anteriormente.