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WhatsApp vai lançar aplicativo para smartwatches da Google

É possível que em breve consiga usar o WhatsApp diretamente através do seu relógio equipado com Wear OS. O site 9to5google está a avançar com a notícia de que a Meta lançou uma app oficial do WhatsApp para este sistema operativo da Google.

A versão beta 2.23.10.10 do WhatsApp para Android contém pistas de que a aplicação passará a estar disponível no WhatsApp – permitindo aos utilizadores aceder a conversas, ler mensagens e até responder por via de mensagens de texto ou de voz.

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Além desta novidade, a mais recente versão beta do WhatsApp contém a capacidade de editar mensagens já enviadas, o que indica que esta funcionalidade muito aguardada não deve demorar a chegar aos utilizadores.

Projecto de instalação de mini-hídrica vence 2ª edição da Feira de Inovação Tecnológica do Uíge

Um sistema de irrigação agrícola, fornecimento de energia elétrica e água potável às comunidades rurais a partir de uma mini-hídrica inovador, que funciona através de um painel solar foi o grande vencedor da 2ª edição da Feira de Inovação Tecnológica (FIT) do Uíge.

Em segundo lugar ficou o aplicativo para a promoção do turismo no país Dalta Zona, ao passo que o projeto televisivo para exibição da história nacional em desenhos animados ocupou a terceira posição.

Entre os projetos tecnológicos apresentados pelos estudantes, destaque para soluções tecnológicas nas áreas da educação, saúde, gestão do Serviço de Proteção Civil e Bombeiros, controlo de água, cérebro humano, telefonia móvel e outros projetos.

MAIS: Centro Tecnológico do Uíge cria aplicativos para combater ataques cibernéticos

Dos oito primeiros classificados, apenas três plataformas venceram o concurso, classificação que permitirá a participação, em setembro deste ano, em Luanda, no concurso nacional.

Os classificados receberam diplomas de participação, telefones móveis, computadores, kits da Zap e outros equipamentos eletrónicos.

O concurso foi uma iniciativa do Centro Tecnológico do Uíge (CFTU), em colaboração com a Associação de Jovens Voluntários Empreendedores de Engenharia Informática (AJVEEI), contou com a participação de 25 concorrentes.

Consultório MenosFios: Como restringir que o WhatsApp oiça as suas conversas sem o seu conhecimento

Os últimos dias têm sido difíceis para os utilizadores do WhatsApp com telemóvel Android, com um engenheiro a vir a público para denunciar um erro na app que faz com que o microfone do dispositivo seja ativado sem o conhecimento do utilizador.

Entretanto, o WhatsApp já veio a público comentar a situação, notando que entrou contacto com o engenheiro responsável pela denúncia e que, desde então, está a procurar resolver o assunto com a Google tendo em conta que se trata de um erro verificado no sistema operativo Android.

Enquanto este erro não é resolvido, não tem de estar sujeito a que o telemóvel ouça as suas conversas sem o seu conhecimento – e no Consultório MenosFios de hoje vamos mostrar uma forma de impedir que o WhatsApp o faça alterando uma opção nas definições da app.

Para o fazer terá de ir às Definições do telemóvel e entrar na área de Privacidade. Uma vez nesta nova página deverá ir a Gestor de permissões e, na parte do Microfone, indicar que o WhatsApp só deverá ter acesso ao microfone do telemóvel quando a app estiver a ser utilizada.

Ao escolher esta opção continuará a conseguir realizar chamadas de voz/vídeo e também enviar mensagens de voz, ao mesmo tempo que garante que o microfone não é ativado quando não estiver a usar o WhatsApp.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Angola “não está mal” na defesa do ciberespaço, considera Ministro das Telecomunicações

Angola “não está mal” quanto à defesa do seu ciberespaço, mas as ações ainda são individuais e é preciso congregar esforços, segundo o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira.

O dirigente que falava no 1.º Fórum e Expo sobre Cibersegurança, disse que atualmente não há condições para apresentar taxativamente o estado da situação em Angola, porque “as empresas estão a fazer de forma individualizada”.

“Não há uma concentração de dados que nos permita aferir o país no seu todo, mas de forma particularizada podemos dizer que não estamos mal, estamos no bom caminho, há que agora unir as forças no sentido a que possamos num observatório nacional de cibersegurança dar o tratamento da informação, que nos permite olhar o país no seu todo, no que à defesa do ciberespaço diz respeito”, sublinhou.

Mário Oliveira salientou que a preocupação agora é a criação de legislação, para a defesa do ciberespaço, nas leis comuns e genéricas, que falam da proteção de dados, dos crimes informáticos, mas Angola precisa de “caminhar para aquilo que é um quadro legal para a defesa do ciberespaço”.

MAIS: Angola vai ter agência de segurança cibernética para prevenir ataques

O Ministro frisou ainda que a defesa do ciberespaço tem sido feita setorial e empresarialmente, daí a necessidade da criação de um observatório e de sistemas de respostas rápidas aos crimes informáticos.

O 1.º Fórum sobre Cibersegurança juntou vários especialistas para discutirem estratégias, visando aprofundar a segurança das redes e dos sistemas de informação com objetivo de aumentar as garantias de uma utilização livre, segura e eficiente do ciberespaço, por parte de todos os cidadãos e das entidades públicas e privadas.

Organizado pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), o evento contou com presença e intervenções do ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, bem como dos titulares das pastas das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, das Finanças, Vera Daves de Sousa, Energia e Águas, João Baptista Borges, e do governador do Banco Nacional de Angola, José de Lima Massano.

Jovens do Uíge incentivados a apresentarem soluções tecnológicas viáveis

Os jovens da província do Uíge são incentivados a apresentar ideias e soluções tecnológicas viáveis que possam ajudar no desenvolvimento social, económico e tecnológico de toda a circunscrição.

Esse apelo veio da vice-governadora para o sector Político, Social e Económico da província, Sónia Domingos, falando na abertura da 2.ª edição da Feira Provincial de Inovação Tecnológica do Uíge, que contou com a presença de mais de 25 expositores, 20 dos quais locais e 5 provenientes de Luanda, todos formados em diferentes cursos nos Institutos Técnicos Profissionais da província e do país.

“O Centro Tecnológico do Uíge, criado há um ano, é um indicativo que demonstra o desejo do governo em apostar no apoio à formação técnica e profissional dos jovens, para que em pouco tempo, estes, apresentem algumas soluções”, disse a governante.

Esta 2ª edição da Feira de Inovação Tecnológica reuniu mais de vinte e cinco expositores, entre inventores e criativos, em colaboração com a Associação de Jovens Voluntários Empreendedores de Engenharia Informática (AJVEEI) e o Instituto de Tecnologia de Informação de Luanda (ITEL).

Segundo o que foi revelado por Virgílio Cordeiro João, diretor do Centro Tecnológico do Uíge, essa exposição vem com o intuito de incentivar a juventude na descoberta de várias opções de investimentos no ramo das TICs. Já a vice-governadora para o Sector Político, Social e Económico no Uíge, Sónia Arlete, considerou a realização da feira uma aposta da província do Uíge na nova era das TICs.

Linda Yaccarino é a nova CEO do Twitter

No dia de ontem, começou a circular rumores de quem realmente assumiria o cargo de CEO do Twitter, a especulação sobre quem assumiria o cargo de CEO no Twitter começou ontem, quando o próprio Elon Musk, proprietário do Twitter e atual CEO, anunciou no Twitter que havia encontrado alguém para assumir o cargo.

Mas hoje finalmente a confirmação surgiu e é uma Mulher que estará no topo da direção do Twitter, a mesma que até então era a Presidente do NBCUniversal, uma empresa de publicidade e parcerias, que anunciou que está a deixar a empresa, com efeito imediato.

O até então CEO do twitter Elon Musk, diz que permanecerá como presidente e “CTO, supervisionando produtos, software e sysops”.

Acredita que teremos mudanças no Twitter?

Angola ganha solução tecnológica para prevenir processos corrosivos

Uma solução tecnológica para prevenir o desgaste sofrido por uma peça metálica foi recentemente lançada em Angola, para manutenção das estruturas e aumentar o tempo de vida útil.

Denominado “Tecnologia Anticorrosiva Rustless”, o projeto é de autoria da empresa Rustless, sedeada no Brasil, mas com representação nos Estados Unidos, Canadá, México, Turquia, Portugal e que a partir de agora passa a funcionar no país.

Segundo o fundador da tecnologia Rustless, Jefferson Tasca, que falava na apresentação da solução tecnológica, disse que a mesma a conta com patente técnica e científica registada em 153 países, estando em operação em 8 países, atendendo comercialmente 23 países.

Quanto a Angola, a tecnologia chega para efetivar as operações, pelo “trazemos benefícios do uso da tecnologia para estruturas metálicas expostas aos mais variados tipos de corrosivos”.

“Angola vive um momento de transformação, que combina com a nossa tecnologia, por ser a única no mundo capaz de paralisar processos corrosivos ativos e prevenir a formação de novos processos corrosivos”, disse o responsável.

MAIS: Angola ganha plataforma tecnológica que vai fornecer serviços de Gestão Empresarial

Jefferson Tasca salienta ainda que a referida tecnologia amplia a vida útil do metal em navios, plataformas de petróleo, ou seja, onde existe qualquer tipo de estrutura metálica.

Já o diretor executivo e representante da marca em Angola, Benedito Marlon Agostinho, considera a Rustless como sendo uma tecnologia que olha mais para a energia limpa e contra a poluição do meio ambiente.

“De uma forma inteligente, combatemos a corrosão em todos os metais. Pode ser aplicado em torres, pontes e navios. A tecnologia aumenta 9 níveis de vida do metal a ser protegido. Em Angola existe muita ferrugem e isso é que fez trazer a tecnologia para o país”, informou.

Acrescentou que existe pouca manutenção e as empresas “ainda usam a forma catódica de proteger os seus metais contra ferrugem, que é pintando, lixando, mas com o anticorrosivo conseguimos apresentar uma solução independentemente do tipo de estrutura”.

O empresário assegura que nesta altura estão a trabalhar com os portos de Luanda e Cabinda para estudar a implementação da referida tecnologia.

TikTok bloqueia acesso a desafio perigoso

O TikTok está novamente a ser alvo de atenções depois de um desafio altamente perigoso ter começado a circular entre os utilizadores da plataforma, tendo levado até um jovem de 13 anos a ser hospitalizado em Espanha.

O desafio em questão é conhecido como o “K.O.” e consiste em levar os participantes a tentarem estrangular-se durante o máximo de tempo possível. Naturalmente, este desafio é altamente desaconselhável, e já foi motivo de alerta por várias entidades sanitárias – incluindo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA.

MAIS: TikTok vai banir desinformação sobre alterações climáticas

Entretanto, o TikTok pronunciou-se oficialmente sobre o sucedido, indicando que decidiu bloquear as pesquisas e as hashtags usadas para pesquisar vídeos deste desafio.

“A segurança e o bem-estar da nossa comunidade são a nossa prioridade e não permitimos conteúdos que encorajem ou promovam o suicídio, ou a automutilação. Não são disponibilizados resultados de pesquisa ou hashtags relacionados com este desafio, o que significa que, quando alguém pesquisa #BlackOutChallenge ou algo semelhante, é-lhe mostrada uma mensagem que o encaminha para o nosso Centro de Segurança”, pode ler-se no comunicado enviado pelo TikTok aos meios de comunicação.

Innovation Awards 2022: Abertas as candidaturas ao prémio de inovação e startups

Já estão abertas as candidaturas ao INNOVATION AWARDS 2023, evento que tem como objetivo reconhecer e distinguir as mais brilhantes organizações privadas e públicas, startups e projetos na região dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) que utilizam a tecnologia e processos de inovação para promover a competitividade e a modernização dos mercados nos países onde operam.

Para a edição deste ano, serão distinguidas 6 categorias, as quais contemplam um total de 20 prémios, com destaque para Corporate Innovation, Inovação e Inclusão Financeira, Ecossistema de Empreendedorismo e Inovação, Startups, Apps e Especial.

Segundo o que foi revelado pelo comunicado do evento, enviado a redação da MenosFios, são elegíveis organizações públicas e privadas, Startups e Projetos que reúnam os requisitos previstos no Regulamento, que pode ser consultado clicando em aqui.

As candidaturas encerram no dia 15 de maio, e podem ser submetidas através do site acima, cumprindo determinados critérios de elegibilidade estipulados no regulamento, que serão posteriormente analisadas pelo júri para a elaboração da shortlist que será publicada no dia 20 de maio de 2023, para que a votação do público decorra até a dia 15 de junho.

MAIS: PayPay África eleita a melhor fintech de Angola no Innovation Awards

A cerimónia de premiação dos INNOVATION AWARDS 2023 será realizada no formato híbrido, no dia 24 de junho durante a Innovation Week.

Sobre a edição passada, registaram-se 22 projetos nomeados de Angola, Cabo Verde e Moçambique, e um total de 3.745 votos do público, tendo-se consagrado os seguintes vencedores: Prémio Melhor Projecto de Transformação Digital: Property Pactual Fund -Digital Real Estate (Angola); Prémio Melhor Projeto no Segmento de Telecomunicações e Tecnologia de Informação: Unitel T+ (Cabo Verde); Prémio Solução de Cibersegurança: Cetim Tecnologia (Angola); Prémio Cultura de Inovação: Unitel T+ (Cabo Verde); Prémio Melhor Fintech & Solução de Pagamentos Móveis: PayPay África (Angola); Prémio Melhor Startup/Solução: Teledoutor (Angola); Prémio Melhor App do Sector Não-Financeiro: Nha Taxi (Cabo Verde); Prémio Sponsor do Ecossistema: Unitel T+ (Cabo Verde); Prémio Melhor Programa de Ideação e Competição de Startups: 928 Challenge (CPLP); Prémio Melhor Programa de Aceleração e Incubação: IdeaLab (Moçambique); Prémio Empreendedor do Ano: Edmilson Ângelo/Changes 1´s Life (Angola).

Para qualquer esclarecimento ou pedido de informação adicional, contactar através do e-mail [email protected].

Zero Trust: a segurança no centro de todas as decisões

O modelo Zero Trust é uma abordagem proativa que coloca a segurança em primeiro lugar, em todas as interações na rede. Isto é especialmente importante num mundo cada vez mais conectado, onde a segurança informática tornou-se uma das principais preocupações para as empresas de todos os tamanhos e sectores.

À medida que as empresas tentam garantir a segurança das suas redes e dados, muitas estão a adoptar o modelo de segurança Zero Trust- confiança zero, em tradução livre, baseado na ideia de que não se deve confiar automaticamente em nada, nem nos utilizadores, nem nos dispositivos ou aplicações, mesmo que estejam no perímetro de segurança da rede. Em vez disso, a segurança deve ser estabelecida na comunicação entre cada elemento da rede e em cada solicitação de acesso aos dados.

Segundo os especialistas, a abordagem Zero Trust exige uma mudança de mentalidade, colocando a segurança no centro de todas as decisões de negócios e tecnologia. A autenticação e a autorização são as chaves, nesta abordagem, com todas as solicitações de acesso a serem verificadas e autenticadas antes de serem concedidas.

Isso significa que os utilizadores precisam de ser validados através de múltiplos fatores de autenticação, além de terem permissões limitadas com base na necessidade de acederem a dados específicos. O Zero Trust expressa a evolução do próprio paradigma da segurança, que passa de uma defesa fundada no perímetro da rede, para uma focada em utilizadores, ativos e recursos da organização.

Segundo a WatchGuard, 82% dos líderes de TI, reservam cerca de 1% a 6% do orçamento anual, para a adoção da segurança Zero Trust.

Uma das grandes vantagens deste modelo é criar um apouo para o trabalho remoto ou híbrido, nomeadamente porque ajuda a prevenir ou reduzir os danos e riscos de negócio resultantes de uma violação; identifica/protege dados e identidades comerciais sensíveis; satifaz os requisitos regulamentares; e aumenta a confiança no mercado, relativamente à postura de segurança e procedimentos de uma organização junto das suas diferentes partes interessadas- liderança, funcionários, parceiros e clientes.

Na abordagem Zero Trust, a identidade torna-se um fator crítico que ajuda a estabelecer regras e políticas com base nas necessidades de acesso do indivíduo. O modelo zero trust destaca-se por oferecer um nível de segurança elevado, pois assume que não se pode confiar automaticamente no dispositivo ou utilizador na rede.

Para a IBM, às organizações que adotam o modelo Zero Trust podem economizar até 43% em custos com violação de dados. A Check Point é da opinião de que, ao utilizar um modelo Zero Trust, os dados de uma organização estarão protegidos, independentemente da localização ou dos dispositivos.