
O Governo de Cabo Verde iniciou ontem(06) a implementação da segunda fase do controlo biométrico nas fronteiras aéreas, esperando reforçar a segurança aeroportuária e fronteiriça.
O Ministério da Administração Interna avançou, em comunicado, que esta fase consiste na instalação de equipamentos de recolha de biometria facial dos passageiros nos postos de fronteira aérea, tanto à entrada como à saída do território nacional.
“Com este sistema, passará a ser possível, através da imagem do rosto do passageiro, fazer a comparação automática com a fotografia da página biográfica e do chip do passaporte, em tempo real e com recurso a tecnologia de ponta“, explicou a mesma fonte.
Com a implementação do Sistema Automatizado de Identificação Biométrica (ABIS nas fronteiras, o executivo referiu que a confirmação do reconhecimento da biometria facial passa a constituir um elemento determinante no processo de análise e controlo fronteiriço.
“A par da verificação das demais condições de entrada e saída do país, da validação da autenticidade do passaporte e dos dados do passageiro e da verificação de inexistência de medidas cautelares ou outras interdições legais“, indicou.
Em dezembro de 2020, o país começou a primeira fase do sistema, com a instalação de postos automatizados de fronteira (‘eGates’) em todos os aeroportos internacionais.
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O período experimental decorreu no Aeroporto Internacional Nelson Mandela na Praia, sendo que até ao final do mês será implementado nos demais aeroportos.
O Governo deu conta que esta etapa conta com a aprovação da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) e que representa “um importante reforço” dos critérios de segurança fronteiriça e com impacto na melhoria dos padrões de eficiência das Unidades de Fronteiras.
A par da elevação do nível de segurança, o executivo considerou anteriormente que os ‘eGates’ terão também um impacto direto e positivo na redução do tempo de espera dos passageiros (média de 10 segundos por pessoa).
A medida também vai minimizar a aglomeração de pessoas e outros constrangimentos à entrada do país, contribuindo assim para a valorização de Cabo Verde enquanto país e destino turístico seguros.
Cabo Verde conta com quatro aeroportos internacionais, nomeadamente na Praia, no Sal, na Boa Vista e em São Vicente, além de três aeródromos, em São Nicolau, no Maio e no Fogo.
Segundo as estatísticas dos transportes, divulgadas na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), o número de passageiros nos aeroportos e aeródromos de Cabo Verde cresceu 311,6% no segundo trimestre do ano, em relação a igual período do ano passado.
Entre abril e junho deste ano, registaram-se 484.428 movimentos de passageiros nos aeroportos e aeródromos de Cabo Verde, 366.747 a mais do que em igual período de 2021.





“Adotámos a nossa decisão na passada sexta-feira e inclui uma multa de 405 milhões de euros. Os detalhes vão ser publicados na próxima semana“, disse à agência de notícias France-Presse (AFP) um representante da Comissão Irlandesa de Proteção de Dados (DPC, na sigla em inglês).
Exactamente como o ataque não foi divulgado. E também não foi divulgado quantos dados foram roubados. Segundo a Samsung, trata-se de nomes, contactos, datas de nascimento e informações de registo dos produtos. Dados pessoais importantes, como números de seguro social (sistema americano semelhante aos números de atendimento ao cidadão) não teriam sido roubados. Além disso, os endpoints não são comprometidos.

