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Sábado, Março 14, 2026
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FUNDECIT aberto para financiar projectos científicos e tecnológicos de investigadores e estudantes

A Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNDECIT) está actualmente aberta para o financiar projectos científicos e tecnológicos vindo de investigadores e estudantes do ensino superior em Angola, de acordo com as palavras da ministra Maria do Rosário Bragança Sambo.

O FUNDECIT é uma fundação criada no ano passado, tutelada pelo Ministério do Ensino Superior  Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), e tem como objectivo a promoção da política de governação da ciência, tecnologia e inovação, estabelecido no Plano  de Desenvolvimento Nacional (PND) 2018-2022.

A instituição visa implementar as políticas de ciência,  tecnologia e inovação e gerir os meios financeiros destinados à investigação científica  e desenvolvimento, incluindo os que  resultam da mobilização ou captação de recursos extra OGE, para o financiamento, de forma  mais efectiva,   das actividades de investigação científica e desenvolvimento,   bem como proceder à avaliação e acreditação das instituições que se dedicam à investigação científica e desenvolvimento tecnológico no país,   filiadas no sistema nacional de ciência tecnologia e inovação (SNCTI).

MAIS: Governo Angolano lança programa de apoio aos micro-empreendedores

Com a sua criação, o Governo Angolano pretende divulgar, na comunidade científica nacional,  nas instituições e na sociedade, o seu potencial  como novo actor nacional em ciência e desenvolvimento, recolher  aportes e mobilizar organizações e investigadores em prol do funcionamento e reforço da investigação.

Segundo ainda Maria do Rosário Bragança Sambo, o FUNDECIT é um marco  importante passo no financiamento à ciência, de forma a reforçar e tornar consistente o financiamento competitivo das instituições de ensino superior, das instituições de investigação científica e desenvolvimento e de actores singulares.

A criação da fundação,  adiantou, tem um grande valor  histórico,   pois representa o início das actividades de uma nova instituição pública encarregue directamente do financiamento da ciência e da implementação das políticas de ciências, tecnologia e inovação, perspectivando o fortalecimento do sistema científico angolano.

BFA Global e FSD África investem milhões de dólares para impulsionar startups climáticas em África

As multinacionais BFA Global e a FSD Africa anunciaram a criação de uma “launcher venture“, denominada TECA (Desencadeando a Ação Climática Exponencial, sigla em inglês), que terá como objectivo a criação de startups fintech com soluções que permitam a resiliência climática nas comunidades mais vulneráveis em todo o mundo, principalmente em África.

Com um investimento de 3,3 milhões de dólares nos próximos 4 anos, a TECA vai apoiar desde a fase de ideias até ao lançamento os empreendedores africanos pioneiros, expandindo assim o “pipeline” de oportunidades nas fintechs para o espaço de resiliência climática.

Com essa grande ajuda da FSD Africa, espera-se que haja uma aceleração no ecossistema em torno dos empreendimentos, envolvendo-se com várias partes interessadas para desbloquear capital, atrair talento e criar pontos de prova para estimular mais inovação para a resiliência climática no nosso continente.

Na FSD Africa, acreditamos que um sistema financeiro forte, justo e acessível é crucial para um futuro sustentável para o povo africano e o seu ambiente. Em particular, acreditamos que o financiamento pode desempenhar um papel importante no combate à vulnerabilidade climática e que, aproveitando o poder da inovação fintech, podemos ajudar a resolver as barreiras do mercado à construção de soluções de resiliência climática tão necessárias”

MAIS: Katapult procura as melhores startups agroalimentar e climáticas de África. Saiba como inscrever-se ao programa

O desafio para África é que esta inovação seja sufocada por um ecossistema fraco, refletido em baixo investimento em fase inicial. A nossa parceria com a BFA Global na TECA visa resolver esta questão com a origem, investindo e crescendo um oleoduto de empreendimentos de resiliência climática, ao mesmo tempo que ajuda a influenciar e expandir o conjunto de investimentos para este espaço.”, disse Juliet Munro, Director de Economia Digital da FSD Africa

Segundo o que foi revelado pelo  IPCC Sixth Assessment Report, no início deste ano, cerca de 3,6 mil milhões de pessoas vivem em contextos altamente vulneráveis às alterações climáticas, com alguns dos maiores impactos observados em áreas e comunidades em toda a África.

Por isso, as soluções requerem um desenvolvimento adicional significativo, visto que em grande parte ainda não são acessíveis ou disponíveis para as populações mais em risco.

A missão do TECA é lançar mais de 100 empreendimentos até 2026, incluindo pelo menos 60 em África, e onde estes empreendimentos ajudarão a construir a resiliência climática das comunidades vulneráveis e a criar oportunidades de investimento para outros intervenientes no ecossistema.

A primeira edição de empresários do TECA centrar-se-á na Economia Azul na África Oriental, nomeadamente atividades que geram meios de subsistência e serviços de ecossistemas de massas de água como oceanos, lagos e rios. As candidaturas para potenciais “foundersjá estão abertas.

Angola vai contar brevemente com uma escola de marketing e publicidade

Angola vai contar brevemente com a construção de uma escola de marketing e publicidade, projecto esse que vai ser implementado numa parceria entre o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) e o Centro de Formação de Jornalistas (CEFOJOR).

Essa informação foi prestada pelo secretário de Estado para a Comunicação Social, Nuno Albino, falando na abertura da II Conferência Nacional sobre Ética e Legislação Publicitária, que ocorreu na última semana, acrescentando ainda que o Governo Angolano reconhece o papel da indústria publicitária para o impulso da diversificação económica, por este facto, ser importante a formação e superação dos quadros para o mercado.

Para Nuno Albino a indústria da publicidade conquistou o seu espaço em Angola, sendo uma actividade que impulsiona a inovação nos produtos e serviços oferecidos e é geradora de emprego, aumentando o seu valor para a economia.

Apesar deste desenvolvimento,sublinha o Secretário de Estado, o mercado publicitário foi um dos sectores que ficou afectado com a crise e a pandemia da Covid-19, prejudicando assim, a tesouraria das empresas, que viram-se obrigadas a cortar despesas com a publicidade.

Quando a nova era da digitalização, Nuno Albino informou que o sector publicitário começa a ocupar, irreversivelmente, a vida das pessoas, facto que importa agora perceber o papel reservado à indústria publicitária, em particular as consumidas nas plataformas digitais e redes sociais. Por isso, avança que por via da formação venha a adaptar-se com mestria, tendo em atenção ao novo paradigma de mercado ancorado para a migração digital.

MAIS: Ministério das Telecomunicações cadastra empresas de publicidade e marketing

Ainda no evento, Nuno Albino revelou que o Executivo vai continuar a apoiar e incentivar o surgimento de mais actores no mercado publicitário, como anunciantes, as agências publicitárias, os veículos de comunicação, produtoras de som e vídeo, agências de promoção de vendas e relações públicas, gráficas e designers, no sentido de melhorar a oferta e a competitividade.

De informar que a II Conferência Nacional sobre Ética e Legislação Publicitária contou com a participação dos principais players do mercado nacional de marketing e da publicidade, directores provinciais de publicidade, deputados e representantes dos órgãos de comunicação social.

A conferência incindiu sobre vários tópicos, como “A publicidade Exterior em Angola”, “Os desafios da Publicidade online em Angola” e “Os Limites Éticos da Propaganda em Período Eleitoral”.

Jogos ‘Call of Duty’ terá forma criativa de ‘castigar’ batoteiros

A Activision continua empenhada em encontrar formas cada vez mais criativas para punir os jogadores que usem batota para terem vantagem em partidas online em jogos da série ‘Call of Duty’.

Ainda que não seja um mecanismo perfeito – uma vez que o sistema tem de conseguir detetar os batoteiros e assumir que o jogador não tem uma forma de detetar automaticamente os inimigos – deverá ainda assim desencorajar a utilização de algumas batotas.

WhatsApp quer acabar com uma das maiores frustrações da app

Os utilizadores do WhatsApp sabem bem que, assim que trocam de telemóvel, têm também de migrar a respetiva conta na app de mensagens – assim como todo o histórico de conversas tidas na plataforma.

O seu número de telemóvel está na Internet? Peça à Google para remover

A Google é hoje uma das maiores e mais conhecidas empresas do mundo não só devido ao poderoso motor de pesquisa, como também devido aos vários trabalhos nas mais variadas áreas da tecnologia.

Com o aparecimento de várias leis no âmbito da proteção de dados, a Google passou a disponibilizar um formulário onde os utilizadores podem pedir a remoção de conteúdos.

Além da informação que já era possível remover, a Google informou recentemente que agora passa também a ser possível pedir a remoção de números de telemóvel, endereços de correio eletrónico, endereços físicos, etc.

Esta página agora disponibilizada ajuda a denunciar conteúdo que gostaria de remover dos  serviços da gigante das pesquisas, de acordo com a legislação aplicável.  Como se pode ver, é possível solicitar a remoção de conteúdo dos seguintes serviços:

  • Pesquisa Google
  • Blogger/Blogspot
  • Google Maps e produtos relacionados
  • Google Play: aplicativos
  • YouTube
  • Imagens do Google
  • Um anúncio do Google
  • Google Drive e Google Docs
  • Google Photos e Álbuns do Picasa
  • Google Shopping
  • (entre outro)

Para aceder a este formulário da Google basta que clique aqui. Depois é só indicar que tipo de conteúdo pretende remover e seguir o assistente da gigante das pesquisas.

Planos de Musk para o Twitter podem incluir despedimentos e ‘influencers’

O líder da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, tem ‘caminho aberto’ para adquirir o Twitter depois de ter conseguido reunir o montante necessário. Este montante, no qual o empresário investiu parte da sua fortuna, também foi reunido com ajuda de banqueiros e investidores que foram convencidos por Musk.

Entre estas sugestões está a possibilidade de despedir trabalhadores do Twitter e convidar influenciadores para criarem conteúdo, introduzindo também serviços de subscrição e mecanismos para monetizar ‘tweets’.

As informações disponíveis indicam que estas sugestões não foram incluídas no plano apresentado ao conselho de administração do Twitter, com Musk a procurar garantir o lucro da empresa.

[Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #20

Hoje é Sexta-Feira… Dia de as “As Melhores da Semana”, aquele vídeo curto que reúne as 5 notícias que tiveram mais engajamento na nossa plataforma, na última semana.

Para essa semana, como é habitual, tivemos várias matérias que receberam um  grande “feedback” da vossa parte, sejam aqui na plataforma bem como na página oficial do Menos Fios nas redes sociais.

 

MAIS: [Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #19

O artigo que dá conta sobre a quota de mercado de telefonia móvel de Angola do ano 2021 foi um dos tópicos que vocês deram um grande retorno na semana que está a terminar, pelo que está no nosso Top 5, assim como o facto de a Sonangol vai apoiar a criação de uma plataforma de ensino de programação, também a figurar nas matérias preferidas dessa mesma semana.

Mas como sempre, não vamos dizer o Top por completo, visto que o vídeo na íntegra já está disponível  no nosso canal oficial do Youtube. Então, para ver o vídeo é só clicar aqui.

Portal da AGT apresenta problemas e bloqueia a submissão do Imposto Industrial

O Portal do Contribuinte, plataforma web que visa reduzir a deslocação do contribuinte à uma Repartição Fiscal, voltou a apresentar problemas e erros no acesso para submeter a Declaração do Imposto Industrial das empresas do regime simplificado do Impostos sobre valor Acrescentado (IVA) durante essa semana, revela o Jornal Expansão.

Com as dificuldades da plataforma, os processos acumularam-se, nessa fase de final do mês, deixando muitas empresas à beira do incumprimento, visto que o prazo para submeter o documento é hoje, sexta-feira 29 de Abril.

Se até ao dia 29 não submetermos a declaração, no dia 30 estamos em incumprimento e sujeitos a penalizações“, disse uma fonte ao semanário angolano, acrescentando que “julguei que segunda-feira o problema estaria ultrapassado, só que até hoje [terça-feira] não se consegue fazer nada“.

MAIS: Portal do Contribuinte da AGT com problemas, e utentes não conseguem pagar os impostos

Ainda nessa semana, propriamente na Quarta-Feira, notou-se que muitas Repartições Fiscais, que no caso do Imposto Industrial podem receber as declarações, também estavam sem sistema, mostrando assim que tratava-se de um grande problema, visto que muitas empresas angolanas geram toda a informação através do Portal do Contribuinte.

Contactados pelo Jornal angolano, a AGT admitiu que recebeu algumas queixas dos utentes da plataforma web, mas não informou se devido a esses problemas técnicos equacionava a possibilidade de alargar o prazo da entrega da Declaração do Imposto Industrial das empresas do regime simplificado do IVA.

De acordo com os regulamentos jurídicos, a falta de apresentação da declaração do Imposto Industrial, ou a sua entrega após o prazo legal, está sujeita a multa de 300 mil Kz no caso dos contribuintes do regime simplificado e 600 mil Kz no caso das empresas do regime geral, cujo prazo termina no último dia útil de Maio (31).

Autoridade Tributária de Moçambique lança plataforma web para combater a corrupção no país

A Autoridade Tributária de Moçambique (AT) lançou uma nova plataforma de pagamentos de impostos, denominado Portal do Contribuinte, e que visa assegurar a transparência fiscal, bem como facilitar a mobilidade dos contribuintes e reduzir a corrupção no sector.

Esse novo modelo de pagamentos vem para disuadir as longas filas para pagar impostos, falhas no sistema e cobranças ilícitas, que faziam com que os contribuintes reclamassem, nos diferentes postos do território moçambicano, bem como também para reduzir a distância entre o Estado e o contribuinte.

O Portal do Contribuinte é o meio através do qual os sujeitos passivos irão interagir de forma dinâmica com a Autoridade Tributária, no cumprimento das suas obrigações fiscais, bem como acederem à sua informação fiscal, sem precisar de se deslocar às unidades de cobrança“, disse a Presidente da AT, Amélia Muendane.

MAIS: Moçambique: Tributação da economia digital só em Dezembro de 2022

Segundo ainda a gestora pública, nesta primeira fase de lançamento do Portal do Contribuinte a ferramenta vai incluir a administração do Impostos sobre valor Acrescentado (IVA)  e o Impostos Simplificado de Pequeno Contribuintes (ISPC), transmitindo uma comunicação remota entre a Autoridade Tributária e “o registo do contribuinte, submissão das declarações de IVA e ISPC, gestão da conta corrente do contribuinte, solicitação da certidão de quitação, consulta da situação fiscal do contribuinte e simulação de cálculo dos impostos“, integrando, dessa forma, à plataforma de tributação electrónica.

Como uma plataforma on-line, a mesma está ao alcance de qualquer cidadão moçambicano, em qualquer parte do país, a qualquer hora, diminuindo assim os constragimentos e reclamações.

Amélia Muendane assegurou ainda que essa transição tecnológica que a instituição que dirige tem estado a levar a cabo visa pôr fim a várias irregularidades que lesam o Estado Moçambicano, principalmente para o comércio informal e ilegal.

Em 2021, às perdas de receitas com registo, decorrentes de ilegalidades, no sector informal, estiveram na ordem de 11,6 milhões de meticais e, no presente ano, o país já perdeu, em dois meses, 9,7 milhões de meticais devido ao comércio ilegal“, disse a Presidente da AT.

Umas das empresas que já testou a operacionalidade e funcionalidade da plataforma é a Cervejas de Moçambique (CDM), que diz que “uma das vantagens que experimentamos é a facilidade que esta ferramenta trás para o cumprimento das nossas obrigações fiscais. Isto porque, a partir do conforto do seu escritório ou de casa, é possível aceder ao portal“, nas palavras de Hugo Gomes, representante da empresa.