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Sábado, Março 14, 2026
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Netflix planeia oferecer 50 jogos até ao final de 2022

Apesar da queda no número de subscritores e de um ‘corte’ em projetos de animação, a Netflix planeia continuar a focar-se na indústria dos videojogos e, alegadamente, planeia oferecer perto de 50 jogos aos membros do serviço até ao final de 2022.

Os utilizadores da Netflix têm neste momento acesso a 18 jogos, o que significa que nos próximos oito meses a empresa planeia lançar perto de 30 jogos para os membros do serviço.

Recordar que a Netflix tem adquirido também alguns produtores de videojogos nos últimos meses, nomeadamente a Next Games, a Boss Fight e ainda a Night School Studio.

BAD vai disponibilizar 9 milhões de euros para as startups africanas

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) vai disponibilizar 9,8 milhões de euros para “ajudar investimentos em capital de risco em startups africanas, desde a fase de criação até ao crescimento”, disse a instituição bancária em nota oficial.

Segundo o que foi revelado, 7 milhões desses valores serão suportados pelo BAD e 2,8 milhões pela União Europeia, por intermédio de uma parceria com a Organização dos Estados de África, Caraíbas e Pacífico.

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O incentivo económico vai ser para ajudar o Fundo de Inovação e Investimento Cathay-AfricInvest a garantir 110 milhões de euros para investir em mais de 20 iniciativas tecnológicas em toda a África Subsaariana, que vão se focar nas áreas de inclusão financeira, retalho e plataformas logísticas.

A Aprovação do banco é mais um marco na implementação do programa Boost África e da sua parceria com a UE, a OACPS e o Banco Europeu de Investimento“, disse Stefan Nalletamby, Director do BAD para o Desenvolvimento do Sector Financeiro, citado no documento.

De referir ainda que esse investimento do BAD “vem para acelerar a criação de uma nova classe de empresários africanos de sucesso, que vão servir de modelo para os inovadores mais jovens“, finaliza o documento.

 

Unitel anuncia a 4ª edição das bolsas de estudo do programa mulheres para o futuro

A operadora de telefonia móvel UNITEL lançou ontem(26) a 4ª edição do Programa de Bolsas de Estudo “Mulheres para o Futuro” referente ao ano académico 2022/2023, programa que se enquadra na estratégia de Responsabilidade Corporativa da empresa, bem como visa contribuir para a promoção da igualdade do género nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) em Angola.

Para essa actual edição, vão estar disponíveis 50 bolsas de estudo, para mulheres entre os 18 e os 25 anos idade, que pretendam matricular-se ou que já estejam a frequentar o ensino superior nas seguintes áreas de formação:

  • Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações
  • Engenharia de Informática
  • Engenharia de Telecomunicações
  • Engenharia Electromecânica
  • Ciência da Computação
  • Engenharia de Redes
  • Engenharia Mecatrónica
  • Engenharia Electrónica

Segundo a nota oficial do evento, na qual a redacção da MenosFios teve acesso, as bolsas de estudo serão atribuídas para a frequência em instituições de Ensino Superior legalmente reconhecidas pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, e cobrirá anualmente a matrícula, inscrição e propina, conferindo igualmente à bolseira um valor para gastos gerais (alimentação, transporte e livros). As beneficiárias contarão ainda, com o suporte de um mentor UNITEL durante a vigência da bolsa, para orientação de estudos e carreira.

Após o término dos estudos, as bolseiras que obtiverem bom aproveitamento (média final de, no mínimo 16 valores) estarão habilitadas para o programa TOP STUDENTS da empresa (6 meses de estágio remunerado). As estudantes que terminarem o estágio com aproveitamento de 75% ou acima, beneficiarão de um contrato de trabalho.

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As candidatas devem reunir os seguintes requisitos:

  • Ter nacionalidade angolana;
  • Ter até 25 anos de idade;
  • Não estar ou ter estado vinculada como bolseira de outras instituições, quer sejam públicas ou privadas;
  • Ter no mínimo 14 valores de média final tanto para o ensino médio bem como no exame de admissão à Universidade. Se já tiver iniciado os estudos em uma instituição de ensino superior, também deverá ter uma média de, no mínimo, 14 valores;
  • Não ser detentora de bacharelato ou licenciatura;
  • Ser candidata e/ou frequentar cursos universitários em instituições acreditadas na República de Angola e nas áreas referenciadas acima.

As candidaturas deverão ser enviadas para o email [email protected] ou entregues numas das Lojas indicadas no site da UNITEL (www.unitel.ao), com os seguintes documentos:

1º Finalista do Ensino Médio:

  • CV actualizado
  • Formulário preenchido
  • Cópia de B.I
  • Cópia do NIF (caso tenha disponível)
  • Declaração de notas do ano anterior;
  • Certificado de notas do Ensino Médio e nota do exame de admissão (apresentar até ao dia 12 de Agosto)

 

2º Ensino Médio concluído:

  • CV actualizado
  • Formulário preenchido
  • Cópia de B.I
  • Cópia do NIF (caso tenha disponível)
  • Certificado de notas do Ensino Médio
  • Nota do exame de admissão (apresentar até ao dia 12 de Agosto)

 

3º Frequência do Ensino Superior

  • CV actualizado
  • Formulário preenchido
  • Cópia de B.I
  • Cópia do NIF (caso tenha disponível)
  • Nota do exame de admissão (frequência do 1º ano)
  • Declaração de notas dos anos anteriores (2º,3º e 4º ano)
  • Notas do ano em curso (apresentar até ao dia 12 de Agosto)

Para mais informações sobre o programa click em aqui.

Compra do Twitter por Elon Musk pode ameaçar liberdade de imprensa

A Federação Internacional de Jornalistas (FIJ), maior organização mundial da profissão, condenou hoje o projeto de aquisição do Twitter por Elon Musk, vendo na operação uma ameaça à liberdade de imprensa.

A aquisição, que já teve ‘luz verde’ do Conselho de Administração da rede social, “ameaça o pluralismo e a liberdade de imprensa e cria um terreno favorável à desinformação“, afirma a federação, que representa 600.000 jornalistas de 187 sindicatos e associações em 146 países.

Elon Musk, CEO da Tesla e do grupo aerospacial SpaceX, “é conhecido por desde há muito criticar as políticas de moderação de conteúdos do Twitter e pediu regularmente que a rede social fosse menos regulamentada“, indicou em comunicado a federação, com sede em Bruxelas.

MAIS: Elon Musk: Adquirir o Twitter é “importante para o futuro da civilização”

A compra do Twitter, que tem mais de 400 milhões de utilizadores em todo o mundo, “significa que passará a ser detido por uma única pessoa em vez de ter vários acionistas“, afirmou a FIJ, manifestando preocupação com esta concentração de poder.

A FIJ também teme que uma menor moderação de conteúdos possa “aumentar a desinformação e ameaçar o jornalismo de qualidade“.

Estamos preocupados com o facto de os planos de Elon Musk para o Twitter irem na direção errada, exacerbando as possibilidades de atacar os jornalistas e ameaçar o anonimato dos utilizadores“, apontou o secretário-geral da FIJ, Anthony Bellanger, citado no comunicado.

O Twitter anunciou na segunda-feira que aceitou a proposta de compra do empresário Elon Musk no valor de 44 mil milhões de dólares, cerca de 41 mil milhões de euros.

Elon Musk, o homem mais rico do mundo, ofereceu inicialmente 43 mil milhões de dólares pela empresa, dizendo depois que tinha assegurado um financiamento de 46,5 mil milhões de dólares para a aquisição.

Cabo Verde vai alargar seu programa de videovigilância

O Governo cabo-verdiano prevê alargar o programa “Cidade Segura”, baseado num sistema de videovigilância do espaço público, à localidade do Tarrafal, no extremo norte de ilha de Santiago, anunciou o primeiro-ministro.

Tarrafal é o próximo município a acolher o programa Cidade Segura, à semelhança da Praia [ilha de Santiago], São Vicente, Sal e Boa Vista“, anunciou o chefe do Governo, Ulisses Correia e Silva, depois de participar, na segunda-feira, nas comemorações do 105.º aniversário da criação daquele município, um dos mais turísticos do arquipélago.

Este sistema de videovigilância, inicialmente instalado na Praia, operado pela Polícia Nacional e que em 2020 foi alargado a mais quatro cidades nas ilhas de São Vicente, Sal e Boa Vista, permitiu prevenir cerca de 2.000 potenciais ocorrências em 2019 na capital, segundo dados anteriores do Governo.

De acordo com a informação do ministro da Administração Interna de Cabo Verde, Paulo Rocha, em fevereiro de 2020, antes dos efeitos da pandemia de covid-19, as mais de 300 câmaras de videovigilâncias instaladas na Praia registaram ainda 2.900 ocorrências “consumadas” e que foram tratadas posteriormente pela Polícia Nacional.

MAIS: Cabo Verde: Especialistas alertam o grande défice de cybersegurança no país

Na Praia, este sistema funciona durante 24 horas e é operado por 32 agentes policiais, em turnos de seis horas.

Em 2019, com recurso às imagens das câmaras de videovigilância, a Polícia Nacional conseguiu antecipar e prevenir cerca de 2.000 potenciais ocorrências. Digo prevenir porque são casos em que a intervenção precoce da Polícia Nacional permitiu que muitas delas degenerassem, evitando assim a consumação de ocorrências“, disse o ministro.

O governante sublinhou que o sistema de videovigilância que funciona na Praia, no âmbito do programa Cidade Segura, financiado pelo Governo chinês, tem permitido uma intervenção preventiva “rápida e célere” por parte da Polícia Nacional.

A segunda fase do projeto Cidade Segura foi financiada integralmente, ao nível dos equipamentos e serviços tecnológicos, pelo Governo da China, com quase 12 milhões de euros.

A segunda fase, lançada em 2020, envolveu o reforço do sistema em funcionamento na Praia (ilha de Santiago, Sul) desde junho de 2018 com cerca de 300 câmaras de videovigilância, e o alargamento à área da cidade do Mindelo (300 novas câmaras), na ilha de São Vicente, às cidades de Espargos e Santa Maria (total de 112 novas câmaras), na ilha do Sal, e à cidade de Sal Rei (60 novas câmaras), na ilha da Boa Vista.

Toda a componente tecnológica do projeto é garantida pela multinacional chinesa Huawei, cabendo ao Estado cabo-verdiano a construção, com verbas do Orçamento do Estado, dos centros de comando, que operam, com agentes da polícia, a rede de videovigilância.

Queres levar a tua startup para o próximo nível? Abertas as candidaturas para o Africa By IncubMe x MEA

Já estão abertas as candidaturas para a 2ª edição da Africa By IncubMe x MEA, um programa de incubação para startups tecnológicas do nosso continente a fim de demonstrar as capacidades dos jovens empreendedores, e que insere-se numa abordagem em consonância com a política prosseguida pelas autoridades argelinas e africanas para promover o empreendedorismo juvenil no continente.

O Africa By IncubMe x MEA é ainda um programa intenso de incubação e aceleração de 3 a 6 meses, que vai reunir empreendedores da África Central e do Oriente Médio na Argélia.

Essa 2ª edição do programa de aceleramento vai reunir startups argelinas e do resto do continente africano, para atingir 3 objetivos fundamentais, nomeadamente: tornar a Argélia num Centro de Inovação, economia do conhecimento e StartUps; permitir que empresas e grupos argelinos ativos na Argélia apoiem e beneficiem das soluções fornecidas por estas startUps inovadoras e dêem a conhecer o ecossistema de startups argelinas em todo o mundo.”

Eis as categorias do programa de incubação “Africa By Incubme X MEA” para 2022:
– Inovação aberta: são diferentes problemas levantados pelos nossos parceiros em diferentes áreas, para os quais precisas de encontrar a solução.
– Projetos Independentes: são startups e ideias inovadoras de todos os sectores.

 

MAIS: Tens uma startup de Inteligência Artificial? O SAIF África está à sua procura

A 1ª edição reuniu cerca de vinte startups africanas, para uma incubação que durou 4 meses na Argélia, e onde a edição de 2022 volta a ser patrocinada pelo Governo argelino.

Para os organizadores, esta segunda edição será mais ambiciosa e mais unificadora graças ao empenho dos parceiros deste programa de incubação, como Djezzy, Castel, Cisco, Nestlé. Société Générale Algérie, BH Advisory, Embaixada da Suíça e Roche”.

Para submeteres a sua candidatura click em aqui.

 

Moçambique adere à plataforma de recolha de dados do Banco Africano de Desenvolvimento

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) escolheu Moçambique para aderir a um sistema digital de supervisão de dados conhecidos como projecto RASME (Remote Appraisal Supervision, Monitoring and Evaluation), tornando o sexto país africano a beneficiar-se da ferramenta que melhora a recolha de dados relacionados com os projectos em áreas remotas.

O RASME é um programa do BAD em parceria com a Geo-Enabling do Banco Mundial para a Monitorização e Supervisão das equipas KoBoToolbox. Com a adesão de Moçambique, o programa vai oferecer a recolha de dados digitais a ser utilizado para o projecto RASME, onde baseia-se na plataforma KoBoToolbox, que é uma solução TIC de código aberto desenvolvida por investigadores afiliados à Iniciativa Humanitária de Harvard.

Essa iniciativa utiliza dispositivos móveis e computadores pessoais de modo a permitir ao pessoal do Banco a recolha remota de dados digitais do projecto directamente do campo, isto tudo em tempo real, e onde a crise provocada pelo Covid-19 acentuou a necessidade de ferramentas de recolha de dados à distância.

MAIS: Os governos africanos e a digitalização para a inovação

A adesão de Moçambique a plataforma foi presenciada pela Ministra da Economia e Finanças do país, Carla Louveira, bem como do gestor nacional do BAD, César Mba Abogo.

A operacionalização da RASME irá reforçar a capacidade de supervisão e monitorização da implementação de projectos e apoiar um processo de toamda de decisão mais eficaz“, disse Carla Louveira.

Segundo ainda o que foi revelado no lançamento oficial, essa implementação do RASME vai ser impulsionada pelo departamento de IT Corporativo do BAD, em parceria com a equipa do Banco Mundial da iniciativa Geo-Enabling for Monitoring and Supervision (GEMS) – Fragility, Conflict, and Violence (FCV) em parceria com a fundação KoBoToolbox.

O Banco Africano de Desenvolvimento está determinado a apoiar a África a reconstruir corajosamente, mas de forma inteligente, prestando maior atenção ao crescimento de qualidade. Isto força o Banco a reiniciar-se constantemente e ainovar para enfrentar os desafios que o continente enfrenta. O RASME faz parte deste reinício, deste espírito de inovação que caracteriza a nossa instituição e que, neste caso, é apoiado pela eficácia deste recurso que temos visto na experiência de outras instituições “, disse Abongo.

De informar que em Novembro de 2021 a RASME de Desenvolvimento Africano foi implantada em cinco países da região da África Central, nomeadamente, Gabão, Camarões, Chade, República Democrática do Congo (RDC) e República Centro-Africana.

Governo Angolano lança programa de apoio aos micro-empreendedores

O Governo Angolano lançou recentemente o Programa de Apoio ao Micro Empreendedorismo (PAME), que visa apoiar os jovens empreendedores em várias províncias do país, como Luanda, Benguela, Huíla, Huambo, Moxico e Uíge.

Segundo as informações que a redacção da MenosFios teve acesso, o projecto foi lançado pelo RETFOP (Projecto de Revitalização do Ensino Técnico e da Formação Profissional de Angola) juntamente com o apoio do INEFOP (Instituto Nacional do Emprego e de Formação Profissional), em convénio com o KixiCrédito.

O PAME tem como plano de fundo apoiar o empreendedorismo e a criação de pequenos negócios no seio da juventude angolana, para o sucesso das iniciativas empresariais desenvolvidas por jovens, dos 18 aos 35 anos de idade, e que tenham certificado do Ensino Médio Técnico ou Certificado de Formação Profissional do INEFOP.

MAIS: Jovens mulheres angolanas capacitadas em empreendedorismo

Todos os candidatos do PAME vão beneficiar de um microcrédito e de um acompanhamento de gestão dos seus negócios de empreendedorismo, e o mesmo prevê a capacitação de técnicos e quadros do INEFOP através da transferência de conhecimento sobre acompanhamento de processoas de apoio ao empreendedorismo, assegurada pelo KixiCrédito, que é a entidade bancária pela operacionalização do programa.

De referir ainda que o programa prevê  também que 40% dos beneficiários sejam mulheres. Saiba mais sobre o programa clicando em aqui.

República Centro-Africana é o primeiro país da África a tornar o Bitcoin meio de pagamento

A República Centro-Africana (RCA) se tornou o primeiro país da África a adotar o Bitcoin como meio de pagamento, após a Assembléia Nacional do país a aprovar a Lei Bitcoin por unanimidade.

Com a aprovação da Lei, o uso do bitcoin como meio de pagamento passa a ser regulamentado na RCA, onde essa mesma lei define regras específicas para o uso de criptomoedas, bem como as penas para crimes neste mercado.

Esse país africano é um dos doze países que utilizam o franco centro-africano no continente, moeda controlada pela França. O franco CFA, no entanto, é mal-visto por muitos países por ser uma ferramenta de controle francês.

MAIS: Bitcoin: Apenas 0,01% dos utilizadores controlam 27% das moedas em circulação

O projeto de lei que torna o bitcoin moeda oficial partiu do próprio governo, em uma lei apresentada pelo Ministro da Economia Digital, Serviços e Telecomunicações Gourna Zacko, bem como do Ministro das Finanças e do Orçamento Calixte Nganongo.

A princípio, o projeto de lei estabelece o quadro jurídico para a regulação de criptomoedas, bem como o uso do bitcoin como moeda oficial na RCA.

A aplicação da proposta legal implica a aceitação como meio legal de pagamento estabelecido através de legislação específica. Essa lei visa levar a RCA para um caminho de desenvolvimento e desempenho econômico, um campo dinâmico popular entre os investidores em todo o mundo e sempre presente como ativos completos nos portfólios do maior jogadores financeiros.

Segundo os termos da lei, comerciantes e empresas poderão fazer pagamentos em criptomoedas no dia-a-dia. Além disso, o uso do bitcoin e seus pares no pagamento de impostos também seria possível, desde que feito através de entidades autorizadas pelo governo.

A nova lei de criptografia também fez provisões para infratores que quebram as leis. De acordo com um relatório, os infratores poderiam ser presos por até 20 anos e multado entre 100 milhões a 1 bilhão de francos CFA.

PayPay disponibiliza novos serviços internacionais aos clientes

A plataforma digital angolana PayPay disponibilizou novos serviços internacionais aos seus clientes, na sua última actualização, trazendo assim uma experiência operacional mais unificada aos seus usuários.

Sobre os novos serviços disponíveis na PayPay estão a Netflix, XBOX, Steam, Nintendo eShop, o iTunes e o Spotify, todos com referência de pagamentos da Europa, propriamente de Portugal.

Segundo o que foi revelado a redacção da MenosFios, por fontes ligadas a empresa, esses novos serviços vem para oferecer mais comodidade, agilidade, centralização e diversão aos utilizadores e parceiros.

De informar que a PayPay é uma plataforma digital e totalmente interativa, utilizável em telemóveis e que permite efectuar pagamentos, transferência e receber dinheiro com recurso ao número de telefone e código QR, bem como consultar saldo da conta bancária e permitir, igualmente, associar a uma carteira digital.

A mesma é autorizada pelo Banco Nacional de Angola, e onde toda a operacionalidade na plataforma é assegurado por uma forte equipa de engenheiros informáticos, bem como são apoiados pelo provedor principal do aplicativo. As manutenções ao sistema e actualizações estão igualmente asseguradas por essa mesma equipa de engenheiros, e onde a segurança física e lógica dos produtos criptográficos respeitam os requisitos de segurança relevantes da empresa.