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Terça-feira, Abril 21, 2026
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Saiba como partilhar tweets no Instagram Stories

O Twitter tem feito melhorias em diversas áreas da sua plataforma, e isso incluiu o lançamento dos Spaces — para competir com o Clubhouse, novas funções pagas para criadores de conteúdo, e mesmo um novo processo mais acessível de verificação. Agora, uma actualização discreta no app para iOS está a tornar mais prático partilhar tweets no Instagram Stories.

Sem alarde da novidade, quem tem o costume (no iPhone e iPad) de usar o botão partilhar — disponível ao lado dos ícones de resposta, retweet e favorito da rede social — notou que o menu ganhou uma nova opção: o Instagram Stories. Ao invés de efectuar um printa no tweet da plataforma e publicar como imagem, agora os usuários dispõem de um processo mais prático para promover esse intercâmbio entre as plataformas.

Captura de tela mostrando a possibilidade de compartilhar tweets no Instagram Stories

Tão logo o interessado encontre um tweet que deseja levar para o Instagram Stories, basta clicar no ícone de compartilhamento e selecionar a plataforma de fotos. Será exibida a interface das publicações rápidas — já com a publicação do Twitter. Ela é inserida como um adesivo. Por enquanto, a função opera de forma estática, não leva à publicação original após o toque, por exemplo.

A função de publicar tweets no Instagram Stories não foi anunciada publicamente pela plataforma, e não está disponível para Android até o momento. O sistema operacional do Google, porém, recebeu recentemente uma busca aprimorada por mensagens diretas. Uma novidade do serviço que poderá criar diferenciação de recursos — quando lançada oficialmente — é o Twitter Blue, que prevê algumas ferramentas adicionais para a rede social mediante assinatura. Actualmente, em fase beta, e apenas na Austrália e Canadá.

Outro ataque cibernético Ransomware está em circulação

Em 2017 um grande ataque hacker atingiu alguns países europeus e chegou a afectar até algumas companhias dos Estados Unidos da América. Os computadores e sistemas de telefonia de hospitais e empresas de comunicação de pelo menos 12 países foram alvos de um grande ciberataque.

Mas parece que temos uma nova onda a decorrer, a empresa de tecnologia da informação Kaseya enviou um aviso sobre um “ataque cibernético em potencial” à sua ferramenta VSA, que é usada por TI para gerenciar e monitorar computadores remotamente. A Kaseya pediu aos clientes que desliguem seus servidores que executam o serviço: “é fundamental que você faça isso imediatamente, porque uma das primeiras coisas que o invasor faz é desligar o acesso administrativo ao VSA.

Sendo assim, o ataque cibernético pode atingir um grande número de empresas porque o VSA é amplamente usado por organizações para ficar de olho em suas próprias redes. A Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos EUA listou as empresas em um comunicado para seguir o conselho da Kaseya e disse que está a “tomar medidas para entender e resolver o recente ataque de ransomware à cadeia de suprimentos”.

Enquanto que, a Huntress Labs, a empresa de software de segurança cibernética com clientes que foram afetados pelo ataque, comentou acreditar que o grupo de hackers REvil está por trás do ataque de ransomware. Além disso, é o mesmo grupo que o FBI disse ter sido responsável pelo ataque à JBS Meats, que resultou no pagamento de resgate de 11 milhões de USD à empresa.

Movicel com nova estrutura accionista e com novo PCA

A Movicel acaba de sofrer uma alteração do capital social da empresa. O Estado agora assegura a maioria (57%) com quatro entidades – INSS (25%), Angola Telecom (18%), Infrasat (12%) e Correios de Angola (2%) – e entra uma nova entidade, a GAFP (38%), que de acordo com o apurado pelo Expansão, trata-se de um grupo económico de capital angolano com capacidade de investimento, que acredita que com uma nova gestão este pode ser um negócio rentável.

Este novo accionista também já está neste sector, tem uma participação de 30% na Infrasat, o que em termos práticos significa, mais 3% no capital da telefónica. Tem a promessa do Governo de que vai contar com o apoio das empresas públicas representadas no capital social para fazer mudanças estruturais e alterações profundas no modo de funcionamento da Movicel.

Na reunião da passada segunda-feira procederam-se também a alterações no conselho de administração, o afastamento previsível de Aristides Safeca, que era considerado pelos novos accionistas como um factor impeditivo de implantar um novo rumo à empresa, levou à nomeação de um novo PCA, Filipe Zola, que é actualmente director para a área financeira do INSS, tendo um passado ligado á banca, pois passou pelo BCI e pelo Banco Postal, trabalhou na General Electric nos Estados Unidos, e é agora quadro superior da Segurança Social.

Filipe Zola não terá, no entanto, funções executivas, estas serão da responsabilidade de Paul Jalkaran, um quadro da Movicel há mais de 20 anos, ligado à área técnica, e que já fazia parte do conselho de administração na anterior estrutura, agora nomeado presidente da Comissão Executiva (PCE).

Esta comissão terá cinco elementos, existem ainda dois lugares disponíveis, transitam dois da anterior estrutura, sendo que é intenção da empresa contratar profissionais experientes neste sector, com experiência internacional. Já relativamente ao Conselho de Administração, serão também nomeados mais dois não executivos para completar o órgão.

AirCar: Carro voador faz viagem de teste

Em 2015 já circulavam informações sobre testes em carros voadores, uma realidade que começa a materializar-se cerca de seis anos depois, com um carro voador (Air Car) a fazer viagem de teste entre dois aeroportos.

Por agora é apenas um protótipo de um carro voador. A viagem de teste aconteceu entre o aeroporto de Nitra ao de Bratislava, na Eslováquia, e teve a duração de 35 minutos. Stefan Klein, o criador do modelo AirCar, foi o homem que foi ao volante do protótipo.

Air Car fez viagem de 35 minutos entre aeroportos…

A aterragem aconteceu às 06:05 (05:05 Horário de Angola) e é nesse momento que tudo se transforma. Com apenas um click num botão a avioneta transforma-se num automóvel desportivo… e tudo isto acontece em cerca de dois minutos. Com asas retrateis e superfícies de cauda dobráveis, o AirCar pode funcionar tanto na estrada quanto no céu, ao contrário de alguns eVTOLs que não podem ser conduzidos como veículos terrestres.

Microsoft: Saiba se o seu PC é compatível com Windows 11

Recentemente a Microsoft apresentou oficialmente o Windows, o sucessor do Windows 10 que já encontra-se no mercado a mais de anos. A nova versão contém uma nova interface, desempenho melhorado, bem como outros recursos. Caso queira saber detalhadamente sobre todos novos recursos do Windows 11 clique aqui.

Bem, já sabemos que a Microsoft colocará em breve a nova versão no mercado, a grande questão é: Todos nós teremos acesso ao mesmo?

Se estava a pensar no valor que teria de pagar para uma actualização do seu Windows, pode ficar descansado, a actualização para o Windows 11 será gratuita, mas de certeza que, isso irá depender muito das especificações de cada computador. Neste caso alguns cumprem os requisitos para ter o Windows 11 a correr nos seus computadores e outros não.

Como saber se posso ter o Windows 11 no meu computador?

A Microsoft atualizou seu aplicativo PC Health Check para mostrar mais informações sobre porque motivo o seu computador não consegue executar o Windows 11, para ajudar a lidar com a confusão que surge em torno da compatibilidade. Se você já baixou o aplicativo, ele deve ser atualizado automaticamente quando você for executá-lo novamente e, se você ainda não baixou, pode obtê-lo clicando aqui.

As notificações que a ferramenta emite ainda são claras em detalhes em alguns casos: “o processador não é compatível” não é realmente um item acionável, pois não diz por que sua CPU não pode executar o Windows 11. Se você preferir atualizar um ou dois componentes em seu sistema em vez de apenas sair e comprar um novo PC, você terá que fazer mais pesquisas.

Huawei assina acordo de parceria com a União Africana de Telecomunicações

A União Africana de Telecomunicações (ATU, sigla em inglês) assinou recentemente, na capital do Quénia, Nairobi, um Memorando de Entendimento (MoU) com a gigante da tecnologia Huawei, que fará com que países e organizações africanas desenvolvam capacidades para a transformação das TIC.

Sob o acordo, a Huawei fornecerá treinamento em desenvolvimento de habilidades, incluindo requalificação e requalificação para membros da ATU. O MoU também verá as duas organizações colaborarem para apoiar a inovação local, partilhar informações sobre as últimas tendências, desafios e soluções em África e a nível mundial, e expandir a economia digital, bem como a conectividade rural, no continente, através do aprofundamento da pesquisa.

“O MoU também verá as duas organizações colaborarem para apoiar a inovação local, compartilhar informações sobre as últimas tendências, desafios e soluções na África e globalmente, e expandir a economia digital, bem como a conectividade rural, no continente, através do aprofundamento da pesquisa”, disse John Omo, secretário-geral da ATU num comunicado emitido em Nairobi.

Samuel Chen, vice-presidente da região da Huawei para África elogiou a ATU pela liderança e promoção das TICs em África. “A ATU está desempenhando um papel crítico na região, apoiando os países membros com suas políticas e estratégias, compartilhando as melhores práticas, construindo capacidade e impulsionando a inovação e estamos muito satisfeitos por poder apoiá-los”.

Um relatório de 2019 da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) sobre economias digitais estabeleceu que a África e a América Latina juntas representam menos de 5 por cento dos data centers mundiais. Se não for tratada, concluiu o relatório, as divisões agravarão as desigualdades de renda existentes. Isso, juntamente com o facto de que nos países menos desenvolvidos apenas uma em cada cinco pessoas usa a Internet, em comparação com quatro em cada cinco nos países desenvolvidos, é parte da motivação para a parceria Huawei-ATU.

Fundada em 1987, a Huawei é fornecedora líder global de infraestrutura e dispositivos inteligentes de tecnologia da informação e comunicação (ICT). Temos mais de 197.000 funcionários e operamos em mais de 170 países e regiões, atendendo a mais de três bilhões de pessoas em todo o mundo.

Hoje é o Dia Mundial das Redes Sociais. Qual é a sua favorita?

O Dia Mundial das Redes Sociais acontece a 30 de junho. A data foi criada pelo site Mashable em 2010, como uma forma de reconhecer a revolução digital que fez dos media um ambiente social.

As redes sociais seriam um sucesso em qualquer momento da história. Acontece que surgiram na primeira década do século XXI, pouco antes de se ter desencadeado uma sucessão de crises financeira, dívidas soberanas, económica que atingiram e endureceram a maior parte dos indivíduos nas suas vidas, consciência e discurso.

UTILIZE AS REDES SOCIAIS, MAS EM SEGURANÇA.

De facto, a cada dia que passa as redes sociais ganham mais importância. Apesar de certas redes sociais pioneiras como o Myspace já não serem relevantes, outras tornaram-se obsessões, como o Facebook e o Twitter. As próprias empresas reconheceram a importância das redes sociais, recorrem à sites como o LinkedIn para contratar trabalhadores. SnapchatWhatsappInstagram, Clubhouse, Tik Tok são outros exemplos de plataformas sociais populares.

O destaque dos encontros vai para a partilha de conhecimentos sobre as áreas transversais às redes sociais e sobre as especificidades destas.

De fato, a cada dia que passa elas ganham mais importância. Apesar de certas redes sociais pioneiras como o Myspace já não serem relevantes, outras tornaram-se obsessões, como o Facebook e o Twitter.

As redes sociais são, hoje, uma das grandes atracções na Internet. Jovens, adultos e idosos utilizam estes meios para compartilhar informações pessoais e discutir ideias em torno de um mesmo interesse, de uma maneira rápida e eficiente. A utilização das redes sociais pode também alguns perigos como a exposição dos seus utilizadores e o uso da sua identidade.

Em Angola as redes sociais mais utilizadas são: o Facebook, o Whatsapp, o Instagram, Tik Tok e Twitter. A certeza que temos é de que cada vez vivemos num mundo menor e interligado.

Africell considera sector de telecomunicações importante para diversificação da economia

O administrador não executivo do Grupo Africell, embaixador J. Peter Pham, considerou que um sector de telecomunicações desenvolvido “é indispensável” para a diversificação da economia nacional.

“Eu penso que o aumento da velocidade, o aumento da acessibilidade, a melhoria das comunicações são necessários para qualquer país, onde quer que se encontre, no seu caminho de desenvolvimento, mas certamente para os países que procuram a diversificação é uma condição indispensável”, disse o académico e diplomata norte-americano.Segundo Pham, as infraestruturas e serviços de telecomunicações são “essenciais” para “atrair o investimento, especialmente à medida que o mundo se torna cada vez mais baseado no conhecimento, quando as pessoas trabalham mais virtualmente”. 

Mesmo “economias tradicionais baseadas nas [indústrias] extrativas e outras, é preciso acesso para a sua gestão, nada é puramente mecânico”, disse, exemplificando com os leilões de diamantes que se realizaram em Luanda, mas atraíram interesse mundial. 

A Africell foi a vencedora do concurso público internacional para a quarta licença universal de comunicações móveis em Angola, lançado pelo Governo angolano, com o objetivo de reformar o sector e de contribuir para o maior desenvolvimento da sua economia.

A Africell pretende criar em Angola uma rede móvel de alta velocidade e centrada em dados e telemóveis sofisticados a preços acessíveis, à semelhança do que faz no Uganda, Serra Leoa, Gâmbia e República Democrática do Congo, onde tem uma base estimada de 12 milhões de clientes.

Dados de 700 milhões utilizadores do LinkedIn colocados à venda

Em Abril de 2021 dados de 500 milhões de utilizadores do LinkedIn vazaram e estiveram a venda num fórum de hackers, depois de 2 meses praticamente a história volta a repetir-se, agora são cerca de 700 milhões de dados de utilizadores da maior rede social de profissionais, que estão a venda.

Analistas do Privacy Sharks encontraram os dados colocados à venda no RaidForums por um hacker que se autodenomina “GOD User TomLiner”. O anúncio, postado no dia 22 de Junho 2021, afirma que 700 milhões de registros o que representa mais de 92% do total de 756M utilizadores. A base de dados está à venda na dark web, com registos que incluem números de telefone, endereços físicos, dados de geolocalização, e salários inferidos. estão incluídos no cache, uma amostra de 1 milhão de registros como “prova”.

A empresa Privacy Sharks examinou a amostra grátis e viu que os registros incluem nomes completos, sexo, endereços de e-mail, números de telefone e informações do setor. Não está claro qual é a origem dos dados – mas a coleta de perfis públicos é uma fonte provável. Esse foi o motor por trás da coleção de 500 milhões de registros do LinkedIn que foram colocados à venda em abril. Ele continha uma “agregação de dados de vários sites e empresas”, bem como “dados de perfil de membros visíveis ao público”, disse o LinkedIn na época.

De acordo com o a rede social, nenhuma violação de suas redes ocorreu desta vez:

“Enquanto ainda estamos investigando esse problema, nossa análise inicial indica que o conjunto de dados inclui informações extraídas na rede social, bem como informações obtidas de outras fontes”, de acordo com o comunicado da empresa. “Isso não foi uma violação de dados da plataforma e nossa investigação determinou que nenhum dado privado de membro do LinkedIn foi exposto. A coleta de dados do LinkedIn é uma violação de nossos Termos de Serviço e estamos constantemente trabalhando para garantir que a privacidade de nossos membros seja protegida.”

Existem mais 200 milhões de registros disponíveis na coleção desta vez, em comparação do primeira, então é provável que novos dados tenham sido apagados e que seja mais do que uma repetição do grupo anterior de registros, acrescentaram os pesquisadores.

Angola Telecom regista prejuízos de 50 milhões USD em 2020

A Angola Telecom obteve prejuízos na ordem dos 32,4 mil milhões Kz (equivalente a 49,8 milhões USD) durante o exercício económico de 2020, conforme as contas da empresa divulgadas pelo Instituto de Gestão de Activos e Participação do Estado (IGAPE).

Os prejuízos foram inferiores em 21% face ao registado em 2019 (41,2 mil milhões Kz) e à semelhança do ocorrido naquele ano, os mesmos transitam para o actual exercício económico, conforme proposto pelo conselho de administração da empresa.As contas revelam que os Proveitos Operacionais totalizaram 19,9 mil milhões Kz no exercício de 2020, uma diminuição na ordem de 17,59% face ao exercício de 2019. Esta variação deveu-se essencialmente à mudança negativa registada na rubrica de prestação de serviços, ligada à actividade operacional desenvolvida pela empresa.

Neste quesito, importa lembrar que Angola Telecom está em fase de desinvestimento nos serviços prestados ao consumidor final e a repassar essa operação para terceiros de modos a focar nas operações de infraestruturas como avançado recentemente ao Jornal de Angola pelo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem.

Já os outros proveitos e ganhos operacionais sofreram uma redução pouco significativa. A diminuição da facturação de 2020 face a 2019 resultou na limpeza da base de dados da empresa (cancelamentos de linhas e de circuitos dos clientes e registou-se a desistência de alguns clientes). Refere o relatório, os Custos Operacionais, registaram um aumento de 4,37% face ao ano anterior. O Resultado Operacional atingiu valor negativo, quando comparado com o ano anterior e apresentou uma evolução negativa na ordem de 947,09% estando em 4.726 milhões Kz negativos.

Os Resultados Não Operacionais, registaram uma evolução negativa em 136,58% o que significa que houve menos correcções de anos anteriores, menos multas e penalidades contratuais comparativamente ao ano de 2019. Registou-se a reposição das provisões – cobrança duvidosa.

No que concerne aos activos se observa uma diminuição de 2,7%, ao sair de 120,3 mil milhões para 117,08 mil milhões Kz. Os passivos aumentaram de 223,9 para 253,2 que representam um valor de cerca de 13,5% do capital próprio e passivo.