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BayQi inaugura Balcão de Apoio ao Cliente nos Correios de Angola para facilitar distribuição de mercadorias pelo País

A BayQi, plataforma angolana de comércio electrónico, inaugurou, na quarta-feira, 23, na sede dos Correios de Angola, no centro da cidade de Luanda, o seu primeiro Balcão de Apoio ao Cliente, com vista a dinamizar e tornar mais fácil a distribuição de mercadorias adquiridas na sua plataforma. O acto de inauguração contou com a presença da CEO da BayQi, Fátima de Almeida, de representantes da empresa pública Correios de Angola, convidados e jornalistas.
Para a fundadora, o novo balcão representa mais um passo significativo no plano de expansão da Startup angolana e vai permitir que muitas empresas, clientes particulares e famílias, sobretudo os que não têm endereço bem definidos, tenha um ponto para receberem mercadores adquiridas através do site ou do aplicativo da BayQi.


“O objectivo é trazer inclusão digital e dar oportunidade para todo mundo usar o e-commerce, principalmente para quem não tem endereço certo”, frisou Fátima Almeida.
Segundo Fátima Almeida, com o Balcão de Apoio ao Cliente, no centro da cidade, os utilizadores da plataforma ou empresas e particulares interessados em comercializar seus produtos via-BayQi, podem agora solicitar informações presencialmente, sobre o funcionamento da plataforma, pois contarão com apoio de técnicos preparados para o efeito.

A empresa que recentemente apresentou ao mercado do E-Commerce o serviço VISA, no âmbito do seu processo de globalização, permitindo que empresas, particulares e famílias possam comprar ou vender produtos em mais de 25 países do mundo, vai apresentar, em breve, outros pontos de recepção de produtos adquiridos na sua plataforma.

 “Além do Balcão Cliente a ser inaugurado na sede dos Correios de Angola, a BayQi anunciará em breve novos pontos para recepção de mercadorias. Esses serviços vão permitir criar vários postos de trabalhos directos e indirectos, e dar maior resposta aos clientes da plataforma, sejam empresas como particulares. Serão locais onde os nossos clientes poderão levantar o produtos adquiridos na BAYQI, quer através do nosso site ou do nosso aplicativo”, acrescentou  Fátima Almeida.

Como gerenciar as notificações no Android

Incapaz de se concentrar no seu trabalho ou relaxar com o seu programa de TV favorito por causa de notificações irritantes dos seus dispositivos? Alertas de redes sociais, anúncios e notícias que você não quer saber mas aparecem insistentemente? Algumas configurações simples o ajudarão a assumir o controle dessa sobrecarga de informações e colocar o mundo em espera. Nessa publicação, falamos sobre como gerenciar notificações num telefone ou tablet Android.

Existem muitas maneiras de personalizar o sistema no Android do que desactivar algumas ou todas as notificações: usuário pode escolher se deseja ver alertas numa tela bloqueada, se precisa de notificações pop-up, se deseja receber enquanto está a dormir e muito mais. O usuário decide.

Muitos fabricantes mudam as interfaces à sua maneira, portanto, o menu de configurações pode variar de um dispositivo para outro. No entanto, os princípios básicos são os mesmos.

Desativar notificações no Android de uma vez por todas

As configurações do seu smartphone contêm um menu separado para gerenciar alertas de aplicativos. Comece o seu caminho para o bem-estar digital ali mesmo.
• Abra Configurações (ou Opções );

• Insira Notificações na barra de pesquisa ou localize manualmente o item no menu;

• Selecione cada aplicativo e configure as suas notificações.

Muitos aplicativos disponibilizam configurações flexíveis para situações específicas. Por exemplo, em aplicativos de mensagens, você pode desabilitar alertas de canais e permiti-los apenas para bate-papos privados.

Para quem não tem muitos aplicativos instalados (ou tem algumas horas e muita paciência), esta é uma boa maneira de fazer com que as notificações do seu aplicativo funcionem para você. Definir as configurações de aplicativo por aplicativo pode ser entediante, mas você obterá resultados imediatos.

Além das suas configurações gerais, o Android tem um “modo de foco” programável. Você o encontrará em Bem-estar digital e controles dos pais e pode usá-lo para impedir que aplicativos enviem notificações.

No mesmo menu, a barra de ferramentas mostra quanto tempo usuário está a gastar em cada aplicativo e quantas notificações o aplicativo envia, uma estatística que ajuda a determinar quais os serviços estão a distrair você com mais frequência. Se você passar muito tempo nas apps de notícias, redes sociais ou jogos, por exemplo, defina um limite de quanto tempo você pode gastar – e, claro, enquanto um aplicativo é impedido de funcionar, também não pode enviar notificações.

Você não tem que desistir das redes sociais e outros serviços que o podem distrair totalmente. Você pode resolver o problema e gastar um pouco de tempo nas configurações. 

John McAfee, criador do antivírus McAffee, foi encontrado morto na prisão

Hoje o mundo acaba de receber mais uma péssima noticia, principalmente o sector tecnológico, pois John McAfee, criador do antivírus com seu sobrenome, foi encontrado morto nesta quarta-feira (23 de Junho de 2021) em uma cela em Barcelona, na Espanha, onde estava preso.

Os primeiros a anunciarem a morte foram os jornais espanhóis. Em seguida, o Departamento de Justiça da Catalunha confirmou a informação, de acordo com a agência Reuters. O empresário se envolveu em diversas polémicas nos seus últimos anos de vida, e foi preso preventivamente pelas autoridades espanholas.

Segundo as informações postas a circular, John McAfee, de 75 anos de idade, suicidou-se na tarde de quarta-feira em uma cela de prisão, poucas horas depois de uma decisão do Supremo Tribunal espanhol autorizando sua extradição para os Estados Unidos sob a acusação de sonegação de impostos. O sector perdeu um grande homem, mas de certeza ficou o seu legado e contribuições no sector tecnológico.

Governo avança com concurso público internacional da Angola Telecom

O Governo angolano vai avançar com um concurso internacional “com vista à concessão de serviços públicos para a exploração da infraestrutura de transporte nacional e metropolitana da empresa Angola Telecom.

A medida tem como objectivo “captar o know how do sector privado para a gestão e exploração da infraestrutura, bem como a sua expansão. Visa ainda a “capacitação de quadros” afectos à empresa pública.

No despacho presidencial que aprova o procedimento lê-se que a medida foi tomada tendo em consideração que a rentabilidade das empresas públicas está “intimamente relacionada com a capacidade de unir sinergias com outros operadores privados, nacionais e internacionais, mediante a utilização de expedientes de parcerias público -privadas colocados ao seu serviço ou simplesmente a técnica concessória, visando o aproveitamento de valências e fundos de investidores, nacionais e estrangeiros, dinamizando a rentabilização e maximização dos seus proventos”.

Este concurso público tem em conta “a necessidade de alinhamento da estratégia do Executivo em dinamizar e rentabilizar o Sector Empresarial Público”.

Ao ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social é delegada competência, com a faculdade de subdelegar, para a aprovação das peças do procedimento, nomeação da comissão de avaliação do concurso, bem como da verificação da validade e legalidade de todos os actos praticados no âmbito do concurso público internacional, enquanto determina que a ministra das Finanças deve prestar todo o apoio técnico necessário para a formação e execução do processo.

Facebook lança salas de áudio ao vivo

Facebook lançou nesta segunda-feira as suas próprias salas de áudio ao vivo no estilo Clubhouse e uma maneira de encontrar e reproduzir podcasts na sua plataforma, marcando assim um avanço nos serviços de áudio da maior rede social do mundo.

O lançamento de um rival em potencial para o Clubhouse pelo Facebook segue o sucesso explosivo do aplicativo de áudio ao vivo apenas para convidados, que se tornou um sucesso enquanto as pessoas ficavam em casa durante a pandemia da Covid-19. O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, foi uma das celebridades do Vale do Silício que fizeram aparições no aplicativo, que recentemente se expandiu para usuários do Android.

O Facebook, que disse que quer fazer do áudio uma “mídia de primeira classe” nas suas plataformas, junta-se ao Twitter e à plataforma de mensagens Discord, que já lançou as suas próprias ofertas de áudio ao vivo. O Spotify estreou a sua própria versão, “Greenroom”, na última quarta-feira. Slack, LinkedIn e Reddit, da Microsoft também estão a trabalhar em productos semelhantes.

As figuras públicas e alguns grupos do Facebook nos Estados Unidos que usam iOS serão capazes de criar salas de áudio ao vivo, com até 50 alto-falantes e ouvintes ilimitados. Esses usuários também podem convidar pessoas sem um selo de verificação para falar, disse o Facebook em um blog. Usuários de iOS e Android podem ouvir as salas.

A empresa, que tem enfatizado o seu esforço para atrair criadores de conteúdo, disse que está a fazer parceria com as figuras públicas, incluindo músicos, jornalistas e atletas na implantação de salas de áudio ao vivo.

Os ouvintes poderão enviar “estrelas” da moeda virtual do Facebook aos criadores nas salas de áudio ao vivo. Zuckerberg disse que a empresa não terá um corte na receita dos criadores até 2023.

Em que posição Angola encontra-se no Ranking Mundial de Ecossistemas de Startups?

Nos últimos anos, o mercado angolano evoluiu muito no que concerne a criação de Startups com produtos no mercado, essa evolução aconteceu também devido ao grande impulso que as empresas locais começaram a dar a este aparato, tendo empresas como a Unitel, Standard Bank, Banco Nacional de Angola, Banco BAI e entre outros, programas próprios que incentivam a concorrência entre as Startups.

Mas claro que é importante esse desenvolvimento local, porém como estamos a ser vistos no mercado internacional também conta muito, o exemplo vivo é a participação que Angola tido no Seedstars World, onde Startups como a Jobartis, Tupuca, Wi-Connect entre outras, já estiveram a representar o país a busca de financiamento para as suas ideias.

Como estamos classificados ?

Angola entrou pela primeira vez no Ranking Mundial de Ecossistemas de Inovação para Startups, segundo o mais recente relatório elaborado anualmente pela empresa Startup Blink, que se dedica ao mapeamento de ecossistemas globais para Startups e inovação.

O Índice Global de Ecossistemas de startups, tem como objectivo fornecer informações gratuitas de qualidade para fundadores de startups tomarem decisões inteligentes sobre a realocação e o lugar certo para construir erguerem as suas startups, bem como dar-lhes visibilidade e atrair atores relevantes para dentro desses ecossistemas.

Dentro deste ecossistema mundial, Angola ocupa a posição 115, tornando-se o quarto país lusófono a estar presente no Ranking Mundial de Ecossistemas de Startups 2021 depois do Brasil, Portugal e Cabo Verde. Para além disso, o Índice Global de Ecossistemas de Startups indica que Angola também ocupa o 2º lugar para startups na África Central.

De certeza que ainda existe muito trabalho a ser feito localmente, a nível de legislação, financiamento bem como outros factores que possam ajudar a desenvolver o ambiente de negocio em Angola, tendo isso feito, acredita-se que o incentivo externo será maior e a economia do país sairá a ganhar.

Foram atribuídas as primeiras licenças a corretoras de moedas digitais em Portugal

Quem acompanha o mercado financeiro, mesmo que de longe, certamente já foi surpreendido pelos altos e baixos de moedas digitais na Internet, nas noticias e por ai fora. A mais famosa é o Bitcoin, mas muitas outras também já têm relevância e também a simpatia dos investidores. Muitos já sabem o que é uma criptomoeda e como funciona, caso não saiba precisas clicar aqui.

Sendo que as criptomoedas não são por norma emitida por governos, existe até então uma grande luta sobre a regularização dos mesmos, mas atualmente algumas empresas e até países já começam a aceitar as moedas criptomoedas nas suas opções de pagamento, e alguns países de língua oficial portuguesa já começaram a emitir licenças.

O Banco de Portugal atribui pela primeira vez licença a duas corretoras de criptomoedas. Dos cinco pedidos que o supervisor recebeu, só dois já receberam autorização, a espera pelos registos chegou aos nove meses.

Quase nove meses. Foi este o tempo que levou o Banco de Portugal a conceder licenças a corretoras de moedas digitais, como é o caso da bitcoin. Para já, são duas as empresas que obtiveram o respetivo registo junto do Banco de Portugal: a Criptoloja, com sede no Estoril e detida pela Smart Token Lda.; e a Mind The Coin, da Guimarães & Matosa, Lda., sedeada em Braga. Estas empresas prestam “serviços de troca entre ativos virtuais e moedas fiduciárias”, como o euro, segundo o Banco de Portugal.

Os dois registos foram concedidos numa altura em que os prazos estavam a terminar. Se não fossem concedidos, os registos acabariam por ser efetuados de forma tácita. Segundo a legislação, o supervisor tem seis meses para responder, mas o tempo é contado em dias úteis. Houve pedidos a chegar ao Banco de Portugal desde o final de setembro de 2020.

Trabalho remoto leva aumento de 78% em ataques cibernéticos em todo mundo

Dados apresentados pela Atlas VPN revelam que a nível mundial 78% das empresas experimentaram um aumento no volume de ataques cibernéticos por causa de uma mudança para o trabalho remoto. Dispositivos pessoais não reparáveis, comportamento errático dos funcionários e redes domésticas inadequadamente protegidas criam muitas brechas para os actores de ameaças explorarem.

O estudo mostra que 96% das empresas na França registaram um aumento significativo no número de ataques devido à mudança para um ambiente WFH (Work From Home- trabalho em casa). Os entrevistados eram de várias indústrias e 14 países diferentes.

O segundo país mais afectado é a Austrália, onde 89% dos profissionais de cibersegurança relataram que os ataques aumentaram devido aos funcionários que trabalham remotamente. O Reino Unido e o Japão dividem o terceiro e quarto lugar, com 86% dos entrevistados afirmando ter notado um salto significativo nas ameaças cibernéticas no último ano.

Cerca de 84% das empresas na Arábia Saudita, 83% nos Países Baixos, 82% na Singapura e 80% nos Emirados Árabes Unidos disseram que os ataques aumentaram substancialmente. O Canadá está na linha com a média global, onde 78% das empresas registaram um crescimento no volume de ataques cibernéticos por causa de um aumento de pessoas a trabalharem em casa.

Curiosamente, os Estados Unidos estão na parte inferior da escala, com 63% dos profissionais de cibersegurança relatando um aumento nas ameaças cibernéticas no último ano. Além disso, 79% dos entrevistados notaram que os ataques se tornaram mais sofisticados. Ou seja, os hackers estão dispostos a gastar mais tempo a criar ataques direcionados.

A Atlas VPN descobriu que mais de 5 bilhões de registros pessoais vazaram no primeiro trimestre de 2021, e houve 37 bilhões de registros de dados vazados em 2020, um crescimento de 140% em relação ao ano anterior.

Facebook desenvolve projecto para deteção de imagens manipuladas

Facebook está desenvolver um método para desmascarar as polêmicas deepfakes, nome dado a vídeos e imagens falsos que recriam o rosto e voz de personalidades para dar verosimilhança ao conteúdo verdadeiro.

A empresa vai aproveitar a sua tecnologia de Inteligência Artificial (IA), que é capaz de imitar a escrita de uma pessoa basta ter apenas uma palavra como base de estudo. Este sistema analisa a escrita do utilizador, e é capaz de converter qualquer outro texto que se pretenda para uma grafia similar.

Os investigadores que trabalham para o Facebook apresentaram um método que torna possível a eliminação de “deepfakes”, falsas imagens hiper-realistas editadas com base na inteligência artificial e na identificação da sua origem.

De acordo com Tal Hassner e Xi Yin, dois investigadores da rede social que trabalharam no assunto, juntamente com a universidade estadual do Michigan (Estados Unidos), o sistema “facilitará a deteção de ‘deepfakes’ e o seguimento de informações relacionadas”.

Apelidado de TextStyleBrush, este novo sistema é capaz de reconhecer por IA o estilo de escrita de cada utilizador, basta ter uma palavra como estudo. Feito isso, o sistema é capaz de replicar qualquer texto que se pretenda dentro dessa grafia, criando resultados verdadeiramente surpreendentes.

Por exemplo, se possui um texto numa determinada fonte que pretenda aplicar noutro conteúdo, o TextStyleBrush é capaz de recriar a mesma – até se esta fonte for algo digital, e não propriamente uma escrita manual.

Na fotografia, esta impressão digital pode ser utilizada para identificar o modelo de câmara utilizado; na informática, o objectivo é identificar o sistema de geração utilizado para produzir a mentira.

No final de 2019, a Google tornou públicas milhares de ‘deepfakes’ de vídeo, disponibilizando-as aos investigadores que desejassem desenvolver métodos para detetar imagens manipuladas.

Angola convida operadora queniana de telefonia a entrar para mercado nacional

O Ministro da Economia e Planeamento, Sérgio Santos, incentivou, quarta-feira, a empresa de telefonia queniana Safaricom a investir no mercado angolano, com vista a aumentar a competitividade e concorrência no sector das telecomunicações.

Para o efeito, o governante angolano convidou os responsáveis da referida companhia a participarem de um seminário que deverá decorrer em Angola, nos próximos tempos, e aproveitarem o momento para estudar formas de criação de parcerias no país.Sérgio Santos endereçou o convite durante um encontro virtual bilateral, sobre esse assunto, tendo na ocasião referido que o mercado angolano regista 90% da economia no sector informal, pelo que os serviços dessa operadora constituirão ganhos para Angola.

Entretanto, o ministro da Economia e Planeamento reconheceu a necessidade e importância da ferramenta M-pesa, usada pela Safaricom para transacções financeiras por telemóvel, uma experiência quer as autoridades angolanas pretendem aproveitar.

No encontro, promovido pelo embaixador de Angola no Quénia, Sianga Abílio, a empresa queniana foi representada por Sitoyo Lopokoiyit , director Geral da M-pesa África, e por Ogugwa Adegbite, directora de Estratégia e Expansão Internacional do Mpesa África. 

A ferramenta Mpesa foi criada no Quénia, em 2007, e já é usada na Tanzânia, Egipto, Moçambique, República Democrática do Congo, Ghana e Lesoto.