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Africell considera sector de telecomunicações importante para diversificação da economia

O administrador não executivo do Grupo Africell, embaixador J. Peter Pham, considerou que um sector de telecomunicações desenvolvido “é indispensável” para a diversificação da economia nacional.

“Eu penso que o aumento da velocidade, o aumento da acessibilidade, a melhoria das comunicações são necessários para qualquer país, onde quer que se encontre, no seu caminho de desenvolvimento, mas certamente para os países que procuram a diversificação é uma condição indispensável”, disse o académico e diplomata norte-americano.Segundo Pham, as infraestruturas e serviços de telecomunicações são “essenciais” para “atrair o investimento, especialmente à medida que o mundo se torna cada vez mais baseado no conhecimento, quando as pessoas trabalham mais virtualmente”. 

Mesmo “economias tradicionais baseadas nas [indústrias] extrativas e outras, é preciso acesso para a sua gestão, nada é puramente mecânico”, disse, exemplificando com os leilões de diamantes que se realizaram em Luanda, mas atraíram interesse mundial. 

A Africell foi a vencedora do concurso público internacional para a quarta licença universal de comunicações móveis em Angola, lançado pelo Governo angolano, com o objetivo de reformar o sector e de contribuir para o maior desenvolvimento da sua economia.

A Africell pretende criar em Angola uma rede móvel de alta velocidade e centrada em dados e telemóveis sofisticados a preços acessíveis, à semelhança do que faz no Uganda, Serra Leoa, Gâmbia e República Democrática do Congo, onde tem uma base estimada de 12 milhões de clientes.

Dados de 700 milhões utilizadores do LinkedIn colocados à venda

Em Abril de 2021 dados de 500 milhões de utilizadores do LinkedIn vazaram e estiveram a venda num fórum de hackers, depois de 2 meses praticamente a história volta a repetir-se, agora são cerca de 700 milhões de dados de utilizadores da maior rede social de profissionais, que estão a venda.

Analistas do Privacy Sharks encontraram os dados colocados à venda no RaidForums por um hacker que se autodenomina “GOD User TomLiner”. O anúncio, postado no dia 22 de Junho 2021, afirma que 700 milhões de registros o que representa mais de 92% do total de 756M utilizadores. A base de dados está à venda na dark web, com registos que incluem números de telefone, endereços físicos, dados de geolocalização, e salários inferidos. estão incluídos no cache, uma amostra de 1 milhão de registros como “prova”.

A empresa Privacy Sharks examinou a amostra grátis e viu que os registros incluem nomes completos, sexo, endereços de e-mail, números de telefone e informações do setor. Não está claro qual é a origem dos dados – mas a coleta de perfis públicos é uma fonte provável. Esse foi o motor por trás da coleção de 500 milhões de registros do LinkedIn que foram colocados à venda em abril. Ele continha uma “agregação de dados de vários sites e empresas”, bem como “dados de perfil de membros visíveis ao público”, disse o LinkedIn na época.

De acordo com o a rede social, nenhuma violação de suas redes ocorreu desta vez:

“Enquanto ainda estamos investigando esse problema, nossa análise inicial indica que o conjunto de dados inclui informações extraídas na rede social, bem como informações obtidas de outras fontes”, de acordo com o comunicado da empresa. “Isso não foi uma violação de dados da plataforma e nossa investigação determinou que nenhum dado privado de membro do LinkedIn foi exposto. A coleta de dados do LinkedIn é uma violação de nossos Termos de Serviço e estamos constantemente trabalhando para garantir que a privacidade de nossos membros seja protegida.”

Existem mais 200 milhões de registros disponíveis na coleção desta vez, em comparação do primeira, então é provável que novos dados tenham sido apagados e que seja mais do que uma repetição do grupo anterior de registros, acrescentaram os pesquisadores.

Angola Telecom regista prejuízos de 50 milhões USD em 2020

A Angola Telecom obteve prejuízos na ordem dos 32,4 mil milhões Kz (equivalente a 49,8 milhões USD) durante o exercício económico de 2020, conforme as contas da empresa divulgadas pelo Instituto de Gestão de Activos e Participação do Estado (IGAPE).

Os prejuízos foram inferiores em 21% face ao registado em 2019 (41,2 mil milhões Kz) e à semelhança do ocorrido naquele ano, os mesmos transitam para o actual exercício económico, conforme proposto pelo conselho de administração da empresa.As contas revelam que os Proveitos Operacionais totalizaram 19,9 mil milhões Kz no exercício de 2020, uma diminuição na ordem de 17,59% face ao exercício de 2019. Esta variação deveu-se essencialmente à mudança negativa registada na rubrica de prestação de serviços, ligada à actividade operacional desenvolvida pela empresa.

Neste quesito, importa lembrar que Angola Telecom está em fase de desinvestimento nos serviços prestados ao consumidor final e a repassar essa operação para terceiros de modos a focar nas operações de infraestruturas como avançado recentemente ao Jornal de Angola pelo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem.

Já os outros proveitos e ganhos operacionais sofreram uma redução pouco significativa. A diminuição da facturação de 2020 face a 2019 resultou na limpeza da base de dados da empresa (cancelamentos de linhas e de circuitos dos clientes e registou-se a desistência de alguns clientes). Refere o relatório, os Custos Operacionais, registaram um aumento de 4,37% face ao ano anterior. O Resultado Operacional atingiu valor negativo, quando comparado com o ano anterior e apresentou uma evolução negativa na ordem de 947,09% estando em 4.726 milhões Kz negativos.

Os Resultados Não Operacionais, registaram uma evolução negativa em 136,58% o que significa que houve menos correcções de anos anteriores, menos multas e penalidades contratuais comparativamente ao ano de 2019. Registou-se a reposição das provisões – cobrança duvidosa.

No que concerne aos activos se observa uma diminuição de 2,7%, ao sair de 120,3 mil milhões para 117,08 mil milhões Kz. Os passivos aumentaram de 223,9 para 253,2 que representam um valor de cerca de 13,5% do capital próprio e passivo.

Huawei: Paciente Advocacia Para Uma Angola Digital

Quando, em meados deste mês, vi o presidente da HUAWEI para a África Subsariana, Chen Lei  e o Ceo da Huawei Angola, Chu Xiaoxin, a serem recebidos pelo Presidente da República, não pude deixar de admirar a persistência que a gigante internacional de alta tecnologia de informação e comunicação tem tido para criar uma opinião institucional favorável a algo que é caro não só a essa empresa, mas também ao nosso país: a digitalização da sociedade e da economia.

Tomei contacto com a Huawei tão logo assumi o cargo de Secretário de Estado da Comunicação Social. Sabia então muito pouco sobre ela, a não ser que fabricava bons telefones celulares que causavam ciúmes aos rivais ocidentais. Nas conversas que fomos tendo no quadro da cooperação que tinha com o nosso ministério, conversa fluída porque comunicávamos em inglês, comecei a ver a dimensão da empresa. Mas, mais importante, comecei a entender que os seus objectivos comerciais encaixavam-se perfeitamente nos nossos objectivos estratégicos de caminhar o mais rápido possível para a digitalização do nosso país, promovendo o acesso universal e barato à internet, tornando-nos parte da “aldeia global” em que todos vivem à distância de um clique (conforme profecia de Marshall McLuhan) e dando o salto em direcção à qualidade dos processos de produção por via das tecnologias 3G, 4G e 5G. Na parceria com a Huawei, que se mostrava disposta a investir não só em infra-estruturas, mas também na formação de angolanos, vislumbrei os contornos de um acordo estratégico em que todos saem a ganhar. Eu mesmo me tornei um advogado dessa caminhada rumo à digitalização do nosso país. E fiquei realmente impressionado com a determinação dos executivos da Huawei em percorrer um longo caminho para levar essa mensagem de vantagens mútuas até ao Presidente da República.

Depois do término de funções, acompanhei com interesse o processo de advocacia que encetaram nessa direcção. Encontraram-se com o novo ministro do MINTTICS, ao qual mostraram a impressionante sede que estão a construir em Luanda; depois, com o Vice-Presidente, com a Primeira Dama e finalmente com o próprio Presidente da República. A razão do êxito desta caminhada, que culminou no gabinete do titular do Poder Executivo, foi essa impressão que também me tinham causado com a proposta de uma economia digital assente no desenvolvimento de infraestruturas de telecomunicações e na formação de talentos angolanos. Isto soa como música aos ouvidos dos governantes, principalmente quando a empresa apresenta condições para, a partir do próximo ano, capacitar dois mil angolanos anualmente num gigantesco centro de formação orçado em cerca de 60 milhões de dólares. Quando a isso se alia a inquestionável experiência da Huawei no sector, temos então a cereja em cima do bolo.

É que a Huawei já montou aeroportos totalmente automatizados onde tudo é feito por máquinas: check-in, transporte de passageiros na placa, e isto sem qualquer intervenção humana. Já tem fazendas onde tudo é operado pelas máquinas agrícolas controladas por pessoas sentadas em gabinetes a quilômetros de distância. Criou tecnologia, tudo isso em 5G, que detecta quem abate árvores nas florestas sem autorização ou quem caça animais em parques proibidos. Tecnologia esta que permite também a drones telecomandados verificar avarias em cabos de alta tensão ou condutas de água no meio do mato. Enfim, com um parceiro deste calibre torna-se possível sonhar com um país moderno, uma Angola digital.

A Huawei disse ao Presidente que quer contribuir para a transformação digital de Angola. É verdade que é o seu objectivo comercial. Mas também é um dos objectivos estratégicos do nosso país. Há aqui condições para um processo “win-win”, ou seja, onde todos ganham. Mais ainda para nós angolanos, que em termos numéricos somos poucos para ocupar efectivamente todo o nosso país, e necessitamos urgentemente de produzir o que precisamos para comer, de abastecer as indústrias e começar a fazer de Angola um país bom para se viver.

Telegram lança chamadas de vídeo em grupo

A rede social Telegram anunciou que está (finalmente) pronta para lançar a capacidade de realizar chamadas de vídeo em grupo, uma funcionalidade que foi anunciada há cerca de um ano e esteve originalmente prevista para 2020.

De acordo com a plataforma, os chats de voz em qualquer grupo podem virar videochamadas em grupo instantaneamente — basta tocar no botão de câmara para activar o vídeo. Além disso, é possível tocar no vídeo de qualquer participante para colocá-lo em tela cheia; se usuário fixar um vídeo, ele ficará em foco.

Qualquer utilizador poderá realizar chamadas de vídeo em grupo através da aplicação em qualquer dispositivo, sejam eles telemóveis, tablets ou computadores. Esta opção tem o limite de 30 participantes mas, a empresa espera expandir este número em breve.

O Telegram agora também permite partilhar a tela do seu dispositivo durante uma videochamadas em grupo — algo que a Apple oferecerá no FaceTime (do iOS 15) e que o WhatsApp nem sonha em oferecer, pelo menos por enquanto. Para partilhar a sua tela, basta tocar nos três pontinhos (no canto superior direito) e selecionar o que partilhar (no menu inferior que aparecerá).

IGAPE apresenta portal para leilão eletrónico do PROPRIV

O Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), apresentou nesta quinta-feira 24 de Junho, o Portal de Leilão Eletrónico do Programa de Privatizações (PROPRIV), numa conferência virtual que teve a duração de 1 hora, transmitida a partir da plataforma ZOOM e que contou com a participação de mais de 100 pessoas, entre empresários, jornalistas e demais interessados.

O referido evento teve como oradores, José Tavares, responsável do Departamento de Privatizações de Empresas do IGAPE, e Leonel Morgado, Técnico do Gabinete de Tecnologias e Informação da Administração Geral Tributária, que juntos mostraram aos presentes a importância da plataforma de leilão do PROPRIV, bem como, o seu funcionamento.

Para Leonel Morgado, que fez uma demonstração sobre o funcionamento do Portal PROPRIV, trata-se de uma plataforma electrónica, de fácil acesso e exploração que irá facilitar o processo de privatizações por via de leilões eletrónicos, e de igual modo, constitui um modelo inovador para o aumento de receitas do Estado através da venda de activos por esta via.
Durante a sua apresentação, o representante do IGAPE, José Tavares, fez um enquadramento sobre o Programa de Privatizações, explicou como irá funcionar o leilão eletrónico, dando nota de que serão privatizadas por esta via, numa primeira fase, seis activos, isto é, o Matadouro Modelar de Malanje, Fábrica de Tomate do Dombe Grande, Fábrica de Processamento de Tomate do Namibe, Entreposto Frigorifico do Dombe Grande, Entreposto Frigorífico do Namibe e Fábrica de Latas do Dombe Grande.

A Plataforma de Leilão do PROPRIV foi desenvolvida pela Administração Geral Tributária (AGT), e servirá para a realização de leilões eletrónicos de alguns activos enquadrados no Programa de Privatizações (2019-2022).

Google passa a avisar quando pesquisas não são fiáveis

A Google anunciou que vai passar a ter um aviso para os utilizadores que pesquisem por termos que conduzam a resultados que podem vir a alterar rapidamente. Nesta primeira fase, a funcionalidade aplica-se a resultados em Inglês dos EUA, mas deverá ser estendida a outros idiomas e países em breve.

O alerta parece estar focado em pesquisas por eventos recentes ou que estejam a mudar rapidamente. No texto apresentado, o título mostra que “parece que estes resultados estão a mudar rapidamente” e por baixo uma nota explica que “se o tema é novo, pode levar algum tempo até que os resultados de fontes fiáveis sejam adicionados”.

Uma das primeiras pessoas que notou o aviso do Google foi a pesquisadora Renee DiResta, que tem como foco de estudo justamente a desinformação e como as narrativas se espalham. Há poucos dias, no Twitter, DiResta postou que foi a primeira vez que viu essa resposta da Pesquisa Google, afirmou ser um passo positivo para a empresa comunicar que algo é novo/recente e destacar que “os fatos não são todos conhecidos ou o consenso sobre o que aconteceu ainda está a ser formado”. A pesquisadora fazia uma busca por uma história de guerra cultural de última hora.

Na publicação de blogue onde anuncia a novidade, a Google explica que “embora a Pesquisa tente sempre mostrar os resultados mais fiáveis que podemos fornecer, algumas vezes a informação de confiança simplesmente não está online ainda. Isto é particularmente verdade para notícias de última hora ou temas emergentes, quando a primeira informação publicada não é a mais confiável”.

A Google está a tentar, desta forma, avisar os utilizadores para o cenário em que existam ‘vazios de dados’ ou alturas em que pessoas com más intenções possam ‘sequestrar’ algumas palavras-chave, condicionando dessa forma os resultados apresentados nas pesquisas e servindo de manipuladores da opinião pública.

Apesar de boas impressões sobre a novidade, ainda há algumas dúvidas, por exemplo, sobre quais fontes o Google considera confiáveis ​para um determinado resultado de pesquisa. Também não há um critério claro sobre quantas fontes confiáveis ​​precisam ser avaliadas antes que um tópico de notícias de tendência questionável perca o rótulo de não confiável.

Angola Telecom regressa como accionista da Movicel

A Angola Telecom vai regressar ao capital social da Movicel depois de ter saído no final de 2019, tendo com base a enorme dívida que a empresa tem com a telefónica nacional, tendo inclusive já recebido avisos de corte.

Segundo jornal Expansão, a situação financeira da Movicel é nesta altura muito delicada, não é apenas a Angola Telecom que ameaça cortar os serviços, mas também alguns operadores internacionais já estão a paralisar o fornecimento de serviços, o que justifica alguns dos problemas que a operadora tem tido na qualidade técnica e cobertura da sua rede.

MovicelNa última reunião de accionistas foi dado um prazo de duas semanas ao conselho de administração para que arranjasse uma solução, uma engenharia financeira, de forma a manter operacional a empresa. De acordo com as informações recolhidas pelo Expansão, é necessária uma injecção de capital a curto prazo que ronde os 100/150 milhões USD, com a necessidade urgente de 40 milhões USD.

Os sócios têm empurrado para o INSS a responsabilidade de “meter” dinheiro fresco na empresa, havia uma promessa anterior de injectar 100 milhões de dólares, mas com a mudança da liderança no Instituto, a posição é que a Segurança Social só admite pôr dinheiro na empresa por aumento de capital, sendo que cada um dos accionistas tem que acompanhar de acordo com a sua quota.

A estratégia do Estado para a reunião da próxima semana é assumir a maioria do capital por intermédio de 4 entidades, INSS (25%) e Correios (2%) mantêm os seus percentuais, entrando a Angola Telecom (18%, a mesma quota que tinha no momento de saída) e a Infrasat (12%).

Juntas garantiam 57% do capital, sendo que 8% ficariam para os pequenos accionistas, nomeadamente a Lusa Pulsaris Electrónica que está ligada ao actual presidente do Conselho de Administração, ficando os restantes 35% para a entrada de uma nova identidade, ainda em processo de negociação. Esta poderia ser totalmente nova ou agregar também os interesses de alguns dos actuais accionistas.

Windows 11 , o que a Microsoft trouxe de novo?

Ontem a Microsoft veio trazer ao mundo a sua nova proposta, o Windows 11. Num evento de 45 minutos, a Microsoft mostrou o que a sua equipe tem estado a preparar. Os rumores já indicavam que trava-se do novo Windows e o evento veio confirmar.

A Microsoft considera o Windows 11 como a próxima grande revolução da empresa, que contou um pouco da história do seu sistema operativo durante o evento. Vamos assim conhecer ainda mais este novo sistema operativo.

Para quem quiser acompanhar o evento na íntegra, deixamos aqui o vídeo oficial da Microsoft:

Mas, se quer ganhar tempo, deixamos aqui os pontos de destaque:

Nova Interface

O Windows 11 traz um novo menu Iniciar centralizado, quem prestou atenção ao Windows 10X, a versão que estava a ser desenvolvida especialmente para dispositivos com dois ecrãs, notará as semelhanças. A nível gráfico há também a aposta nos cantos arredondados e os ícones, mais coloridos e animados.

Um dos destaques do Windows 8/10 foi extinto, o recurso “Live Tile” não estará disponível no Windows 11.

Para quem reclama da forma que as janelas estão dispostas no Windows, ficará feliz com o novo modo de organizar as janelas.

Desempenho melhorado

As actualizações automáticas terão um tamanho menor (40% a menos), a Microsoft reviu a forma como essas actualizações são geridas, tornando-se menos intrusivas para o utilizador.

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Adeus Skype

Se é defensor do Skype, não leia esta parte, pois o Windows 11 será totalmente integrado com o Microsoft Teams, um autentico adeus ao Skype.

Android no Windows

Uma das novidades mais aplaudidas durante a apresentação foi a reestruturação da loja da Microsoft que passa a integrar aplicações Android no sistema, acessíveis pela loja e com origem na Amazon.

Actualização gratuita

Se estava a pensar no valor que teria de pagar para uma actualização do seu Windows, pode ficar descansado, a actualização para o Windows 11 será gratuita.

Ministro Manuel Homem preocupado com os crimes cibernéticos

O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MTTICS), Manuel Homem, indicou, nesta quinta-feira (24), a necessidade da implementação de um programa de literacia digital para fazer face ao acentuado crescimento de crimes cibernéticos.

Dados disponíveis indicam que o país regista, em média mensal, um mínimo mil infracções cibernéticas, com destaque para clonagem de cartões de crédito, transferências ilícitas via internet banking, venda simulada de produtos via Internet, espionagem e incitamento à violência.

Consta ainda das transgressões, o acesso ilegítimo de programas, sabotagem e falsidade informáticas, inutilização do sistema informático, ameaças virtuais, fraude de computadores e programa espião. O sector da banca totaliza 6,9% dos ataques, enquanto os telemóveis suportaram 34,9 por cento, devido à inobservância de medidas de segurança por parte dos usuários.

Os dados apontam, igualmente, que Angola é o segundo país que mais ataques cibernéticos registaram no continente africano, de uma lista liderada pela Nigéria.

De acordo com o ministro, que falava  na abertura da webinar sobre crimes informáticos à luz no novo Código Penal, há, igualmente, necessidade de a difamação, por via das novas tecnologias, ser considerada um ilícito para que se possa regular o uso das novas tecnologias.

“O governo aposta na criação contínua de condições técnicas que permitam o país a estar cada vez mais preparado para enfrentar os desafios digitais e trazer garantias e confiança para os cidadãos e empresas”, reforçou.

Manuel Homem acrescentou que as tecnologias de informação em Angola têm crescido, tendo em conta a aposta do governo nos últimos anos.

O ministro informou que o país conta com mais de seis milhões de utilizadores de Internet.

“Naturalmente,   hoje, com o investimento do Executivo  nas novas tecnologias, regista-se o alargamento da base para que os cidadãos tenham, cada vez mais, acesso e que se crie novos hábitos que proporcionam os comportamentos, muitas vezes, inadequados.

No seu entender, é necessário criar e regular um paradigma orientador para a convivência pacífica e construtiva na utilização das novas tecnologias.