32.9 C
Angola
Sexta-feira, Agosto 29, 2025
Início Site Página 91

Projecto Angola Digital já beneficiou três mil crianças, revela INFOSI

O projecto Angola Digital já beneficiou mais de três mil crianças, no primeiro trimestre deste ano, em dez províncias do país, revelou o  director-geral do Instituto Nacional de Fomento da Sociedade de Informação (INFOSI), Andre Pedro.

Falando no Fórum Provincial sobre Governança da Internet, dirigida a membros do Governo Provincial da Huíla, o dirigente informou que o Angola Digital vai abrir, nos próximos tempos, dez novos centros em Luanda, como forma de atender a demanda de crianças e adolescentes em busca dos serviços de informática e internet.

Os centros do Angola Digital, explicou, são equipados com computadores e internet para o uso de alunos do ensino primário. No quadro da estratégia de inclusão digital do Executivo, referiu, o Instituto Nacional de Fomento da Sociedade de Informação instalou 136 pontos de acesso à internet gratuitos em todo o país.

No primeiro trimestre deste ano, o Angola Digital alcançou mais de mil crianças”, disse André Pedro.

MAIS: Banco Mundial apoia a aceleração digital em Angola

O Executivo, avançou, continua a apostar, por meio do INFOSI, na criação de condições para promover a inclusão digital das crianças desde cedo.

É preciso trabalhar para a inclusão de disciplinas de tecnologias no ensino primário. Temos estado a apelar ao Ministério da Educação no sentido de implementar disciplinas relacionadas com tecnologias, a partir do ensino primário, porque quanto mais cedo educarmos, melhores resultados teremos no futuro”, frisou.

Etiópia é o maior alvo de crimes cibernéticos em África

A Etiópia é o maior alvo do cibercrime em África e ocupa o segundo lugar a nível mundial, de acordo com o Índice Global de Ameaças para junho de 2024, publicado pela Check Point, que avaliou 112 países.

Outros países africanos que aparecem com destaque na lista são o Zimbabué, que ocupa o terceiro lugar a nível mundial, enquanto Angola e o Quénia ocupam o sexto e o nono lugar, respectivamente.

Sete países africanos estão no top 20 dos mais atacados, enquanto a maior economia do continente, a África do Sul, ocupa o 61º lugar, e o Egipto é o menos atacado dos países africanos inquiridos. Os rankings da Check Point destacam a importância crítica da preparação para a cibersegurança para as empresas e organizações africanas.

A empresa declarou que, apesar dos esforços contínuos para reforçar as defesas, o cenário de ameaças dinâmico e em evolução continua a representar riscos significativos.

Em junho de 2024, as principais famílias de malware com impacto em África incluíam o Phorpiex, famoso por orquestrar campanhas de spam em grande escala, particularmente activo em Moçambique, Nigéria e Zimbabué. Outro é o Expiro, um infector de ficheiros polimórfico que rouba informações do utilizador e do sistema, comprometendo a integridade dos dados na Nigéria e no Zimbabué.

MAIS: As etapas da arma preferida para os ataques dos cibercriminosos

O Qbot é um malware multifuncional que facilita o roubo de credenciais, a distribuição de ransomware e o acesso a backdoors, representando riscos significativos para as organizações na África do Sul e no Zimbabué.

E, por último, o FakeUpdates (SocGholish) é um malware de descarregamento que conduz a mais infecções através da implantação de outras estirpes de malware, incluindo ransomware, na África do Sul e na Nigéria.

A Check Point observa que as agências governamentais e militares, as instituições financeiras, os serviços públicos, as comunicações e a educação/investigação foram os mais visados.

cIssam El Haddaoui, diretor de engenharia para África da Check Point Security, afirmou que as estatísticas mostram que as organizações africanas devem adotar uma abordagem proactiva à cibersegurança. “Aproveitar a inteligência avançada contra ameaças, mecanismos de defesa robustos e planos abrangentes de resposta a incidentes são passos essenciais para mitigar os riscos colocados pelas ciberameaças.”

Futuro da banca comercial será no digital e de inovação, defende KPMG Angola

Os bancos comerciais do futuro serão digitais, fornecendo uma combinação evolutiva de produtos e serviços empresariais, integrando-se vertical e horizontalmente em toda a cadeia de valor, segundo a Presidente do Conselho de Administração da KPMG Angola, Inês Filipe.

Falando durante a realização do XIV Fórum Banca, organizado pelo Jornal Expansão, frisou que o futuro sem banca digital não existe, salientando que as exigências dos clientes e a rápida melhoria das capacidades digitais, as novas fontes de concorrência e os objectivos de confiança, estão a forçar os bancoa a inovar de forma urgente.

Inês Filipe notou que a banca de futuro não será só digital, mas também de inovação e incorporação de novos produtos. Assim sendo, esta relação não pode ser disociada nunca dos novos modelos de negócios, da capacidade que as instituições têm para fazer ou não investimentos, e na capacidade dos seus recursos humanos com as valências necessários face às novas exigência do mercado.

MAIS: Bancos angolanos devem reforçar sistemas de segurança eletrónica, alerta IMA

Para a responsável da KMPG, a tendência dos negócios vai empurrar, inevitavelmente, os serviços bancários para o digital na qual os vectores fundamentais como cliente, dados, digitalização, tecnologia e cofiança, devrão estar intrinsecamente ligados ao sector financeiro.

A rapidez na transformação, confrome destacou, vai depender da estratégia de cada organização e neste altura já não se pode olhar para atrás nem dar um passo em falso. Com efeito, a transformação vai gerar um novo ambiente e com isto vão surgir também novas ameaças e novos riscos que devem ser combatidos, sendo a disrupção tecnológica um motor que vai ter um impacto negativo nas organizações, se estas não se preparem convenientemente nesta nova fase de operar.

Falha na CrowdStrike impactou 8,5 milhões de dispositivos

A CrowdStrike explicou que uma atualização de rotina da configuração de sensores do produto Falcon, lançado na última sexta-feira, ativou um logic error que levou os computadores com sistema operativo Windows a entrar num loop de reboot e a apresentar o ‘ecrã azul da morte’.

De acordo com a documentação técnica da CrowdStrike, “a actualização ocorreu às 04h09 UTC”, ou seja, às 06h09 de Luanda, e que as actualizações de configurações dos sensores são uma parte constante dos mecanismos de proteção da plataforma Falcon.

MAIS: CEO da CrowdStrike vai depor em comissão do Senado americano

Os ficheiros de configuração desta atualização são “referenciados como Channel Files” e são uma parte dos mecanismos de proteção de comportamento utilizado pela plataforma. As atualizações ao Channel Files “são normais como parte das operações do sensor e ocorrem várias vezes ao dia”, com a arquitetura a existir “desde a conceção do Falcon”. O Channel File 291 corrige o logic error.

A Microsoft indicou que cerca de 8,5 milhões de dispositivos foram impactados pelo incidente na CrowdStrike. A tecnológica de Redmond partilhou uma ferramenta que ajuda os administradores de IT a acelerar o processo de reparação dos clientes Windows e os servidores impactados.

Movicel e Africell perdem mais de 213 mil clientes em 12 meses

A Movicel e a Africell perderam conjuntamente 213.719 clientes em 12 meses, com base em dados recentes do Instituto Angolano das Comunicações (INACOM).

Segundo o que revela o semanário Valor Económico, a Movicel foi das operadoras mais afectadas, que persiste em dar sinais de profunda decadência, abeirando-se da falência. A empresa voltou a fechar o ano com uma perda de 18.513 clientes, decaindo dos 985.325, de 2022, para os 966.812. Agora a Movicel tem apenas 3,75% da quota do mercado.

Angola conta actualemnte com 25,9 milhões de subscritores de telefonia móvel e 8,8 milhões de cartões SIM com internet. A taxa de penetração de telemóveis na população está perto de 80%, mas a taxa de internet ainda está longe de ser a desejável e não chega a 30%. A região subsariana tem 70% de taxa de penetração de internet.

MAIS: Angola Telecom perdeu mais de 63% dos clientes desde 2019

Apesar desta nova era do mercado dos telemóveis, a Unitel, que pertence na totalidade ao Estado, através do Instituto Nacional de Gestão de Ativos (IGAPE) e da Sonangol, mantém a hegemonia, mas perdeu quota de mercado para 72% dos 25,9 milhões de subscritores atuais.

Atualmente, a operadora Africell opera apenas nas províncias de Luanda, Benguela e Huíla, mas já é a segunda maior operadora do mercado de telefonia móvel com 24% de quota, fazendo (quase) desaparecer a Movicel.

Em termos comparativos, nos últimos nove meses de 2023, o mercado de telefonia móvel cresceu 15,6% em relação ao período homólogo de 2022 (registava 21,8 milhões de utilizadores).

Elon Musk. “Nós teremos a IA mais poderosa do mundo” até ao final do ano

O multimilionário Elon Musk anunciou através da rede social X que uma das suas empresas, a xAI, deverá ser capaz de construir até ao final do ano a “IA mais poderosa do mundo”.

Musk recorreu à respetiva página na plataforma para agradecer aos trabalhadores da xAI, do X e também da Nvidia na construção do Memphis – um aglomerado de GPUs composto por 100 mil unidades do poderoso H100 da Nvidia dedicado ao treino de Inteligência Artificial.

Esta é uma vantagem significativa no treino do que será, em todas as métricas, a IA ​​mais poderosa do mundo até dezembro deste ano”, escreveu Musk.

Projeto “Cidadão Digital” capacita mais de 446 mil pessoas

O projeto CIDADÃO DIGITAL, que tem como objectivo a utilização segura dos canais digitais e a implementação da segurança financeira digital, sensibilizou mais de 466 mil cidadãos sobre a utilização segura dos canais digitais de pagamento, de Setembro de 2022 à data presente.

Os dados foram revelados em nota oficial, frisando que o projecto de responsabilidade social teve diversas estratégias  de sensibilização, incluindo apresentação audiovisual, em estabelecimentos comerciais e contacto com os cidadãos na via pública.

MAIS: Projeto “Cidadão Digital” vai capacitar 3.500 colaboradores do Grupo Cascais

O comunicado refere ainda que se prevê atingir 470 mil pessoas nesta segunda fase do projecto, que foi iniciada em Outubro de 2023.

O CIDADÃO DIGITAL é um projeto da EMIS com o apoio do Banco Nacional de Angola (BNA), que visa ainda dar a conhecer as “melhores práticas” de utilização e formas de se evitar as ameaças financeiras dos utilizadores nas plataformas digitais.

Podes saber mais sobre o projeto clicando aqui.

CEO da CrowdStrike vai depor em comissão do Senado americano

A Comissão de Segurança Nacional do Congresso dos Estados Unidos convocou George Kurtz, CEO da CrowdStrike, para depor sobre a falha que causou o apagão cibernético em milhares de PCs Windows pelo mundo. A Comissão também é responsável pelos assuntos de cibersegurança e proteção de infraestrutura dos EUA. Kurtz também pode ser convocado por outros órgãos do congresso americano.

Na carta de convocação, assinado por Mark Green, líder da Comissão de Segurança Nacional, e Andrew Garbino, chefe da Subcomissão de Cibersegurança, o órgão cita que o apagão de sexta-feira serve como um anúncio sobre os riscos de segurança associados à dependência de fornecedores únicos.

O texto também destaca que o incidente vai servir para melhorar a infraestrutura crítica e garantir que algo do tipo não ocorra novamente. Apesar da CrowdStrike ter publicado uma correção do erro ainda na sexta-feira — e a Microsoft liberado uma ferramenta para resolver a tela azul no Windows —, algumas empresas seguem com problemas para utilizar seus serviços dependentes do Windows. A Delta Airlines, companhia americana de aviação, seguia com telas azuis e voos cancelados na segunda-feira (22).

MAIS: CrowdStrike: Microsoft lança ferramenta de recuperação para ajudar a reparar máquinas

Os congressistas americanos dos dois partidos criticaram que há poucas empresas que actuam em sectores críticos da infraestrutura cibernética. Em sua defesa, a Microsoft jogou a culpa na CrowdStrike, já que o bug afectou apenas a versão do Falcon para Windows.

Contudo, esse apontar de dedo da Microsoft não deve mudar o debate sobre a dependência de serviços em poucas empresas. De facto, a combinação entre o domínio do Windows nas companhias e da CrowdStrike no sector de cibersegurança para plataformas em nuvem foi o que levou o bug a ser tão prejudicial para vários serviços no mundo.

Lina Khan, directora da Comissão Federal de Comércio (FTC, órgão americano), disse na sexta que o incidente mostra como a concentração de empresas podem criar sistemas frágeis. Khan é especialista em antitruste e deve ampliar o trabalho da FTC contra as big techs.

MSTelcom e Emerson firmam parceria para automação em Angola

 

A MSTelcom, uma subsidiária do Grupo Sonangol, escolheu a Emerson para fornecer o seu portfólio completo de automação para clientes industriais e de energia em Angola, avançando os objectivos do país na liderança da produção de hidrocarbonetos.

O nosso trabalho em conjunto fará a ponte entre a experiência em tecnologia de informação da MSTelcom e o portfólio de automação avançada da Emerson,” disse Mathias Schinzel, presidente da Emerson no Médio Oriente e África.

A sua colaboração teve como objectivo expandir a capacidade da MSTelcom para oferecer serviços de engenharia a clientes industriais e de energia.

Juntos, pretendemos ajudar a modernizar a infraestrutura energética e industrial de Angola com as mais recentes inovações para um desempenho sustentável e fiável, ajudando a reforçar a liderança global de Angola na produção de energia através da transformação digital.

Esta aliança permite à MSTelcom fornecer as mais recentes tecnologias de automação para ajudar os clientes a melhorar a produção de energia, a disponibilidade de equipamentos, a optimização da produção, a segurança e a sustentabilidade ambiental. Líderes como a Sonangol reconhecem cada vez mais a automação como um fator chave para maximizar o desempenho da produção, incluindo a recuperação de petróleo e gás, ao mesmo tempo que avançam com os seus compromissos de redução de emissões.

O portefólio da Emerson fornecerá automação avançada à MSTelcom, apoiando a sua liderança em serviços de engenharia e comunicações e a sua visão de inovação e sustentabilidade contínuas.

Esta parceria com a Emerson é um marco significativo que permitirá à MSTelcom incorporar soluções de automação de ponta e melhorar a nossa eficiência operacional, fornecendo aos nossos clientes software e tecnologias de automação líderes na indústria,” disse Felisberta de Jesus, presidente do conselho executivo da MSTelcom.

Consultório MenosFios. Como poupar recursos colocando o Edge em segundo plano

Agora que o Internet Explorer terminou, o Microsoft Edge vai certamente ganhar um fôlego muito maior e conquistar ainda mais quota de mercado.

Com novidades e melhorias, o Edge consegue ser mais rápido no seu arranque e no acesso às páginas web. Para o conseguir, a Microsoft coloca-o a ser executado mesmo quando o utilizador termina a sua utilização. Assim, está sempre disponível para ser usado.

Este comportamento nem sempre é desejado, uma vez que o Edge está constantemente a consumir recursos, que poderiam ser usados noutros processos. Este comportamento pode ser alterado, bastando para isso abrir as definições do browser da Microsoft.

No Edge, devem abrir o menu (3 pontos horizontais à direita) e escolher a opção Definições. Aqui dentro, os utilizadores devem procurar do lado esquerdo o separador Sistema e desempenho. Devem selecionar esta entrada e depois procurar a zona Sistema.

Aqui dentro, os utilizadores vão encontrar a opção “Continuar a executar extensões e aplicações em segundo plano quando o Microsoft Edge for fechado”. Esta deverá estar ativa, bastando desativar e reiniciar o browser.

Nesse momento, o Edge irá realmente ser fechado e todos os seus processos terminados. Assim, poupa recursos e até bateria. Será também simples reverter esta configuração, bastando repetir estes passos e ativar a opção.

______________________________

Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.