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Sexta-feira, Agosto 29, 2025
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Spotify. Pacote gratuito vai voltar a ter letras das músicas

O Spotify parece ter decidido voltar atrás na decisão de apresentar letras de músicas apenas para os subscritores do seu serviço de streaming.

A capacidade de ver as letras de música em reprodução no Spotify sempre esteve disponível para todos os utilizadores do serviço, independentemente se pagassem ou não pela subscrição.

No entanto, a empresa sueca decidiu em maio dar início a um teste em que exigia uma subscrição para ter acesso a esta funcionalidade. Parece que o teste não correu como o Spotify esperava e esta funcionalidade voltou a estar disponível para todos os utilizadores.

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Em comunicado enviado ao site Engadget, o Spotify refere que a empresa “está sempre a testar e a melhorar” o serviço, notando que “a disponibilidade de recursos pode variar entre planos, mercados e dispositivos”.

“Nas próximas semanas, vamos expandir a disponibilidade do Lyrics para utilizadores do Spotify gratuito para que mais pessoas possam aproveitar a visualização de mais letras a nível global”, pode ler-se no comunicado.

Angola Telecom e Huawei assinam acordo para acelerar digitalização no país

A Angola Telecom e multinacional chinesa Huawei assinaram recentemente um protocolo para a instalação de dois sites, que irão permitir o aumento da cobertura dos serviços de comunicação 2G, 3G e 4G, de modo a acelerar o processo de digitalização no país.

O acordo que foi assinado na última edição do Congresso Mundial de Telefonia Móvel, refere que o memorando de entendimento surge no âmbito do projecto piloto nacional de partilha de sites denominado “Iluminar Angola Better Conection – ABC”, que tem entre outros objectivos, levar os serviços 2G, 3G e 4G nas zonas de díficil acesso do território angolano, bem como para acelerar o processo de digitalização da economia angolana.

Foi ainda revelado que os sites são infra-estruturas de telecomunicações, que permitem às operadoras disponibilizarem os seus serviços móveis, como voz e internet, à população de forma mais abragente.

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De informar que a Angola Telecom vai sofrer uma reestruturação para promover a aceleração digital e a ascensão da banda larga, bem como a melhoria das condições sociais do capital humano, segundo o presidente do Conselho de Administração da Angola Telecom (PCA), Adilson Miguel dos Santos.

Falando durante o encerramento do Conselho de Direção Alargado da Angola Telecom 2024, que decorreu sobre o lema: Rumo à Modernização e Transformação, Guiando Angola Telecom para um Futuro Inovador, o gestor informou ser pretensão continuar a garantir o sucesso da empresa de telefonia.

Adilson Miguel dos Santos sublinhou ainda que a rede nacional de banda larga é uma infraestrutura que promoverá ganhos significativos para a economia nacional, fomento da inovação tecnológica e dinamização da produtividade de diversos serviços, sejam públicos ou privados.

Deterioração digital: A morte silenciosa da Internet

Ainda se lembra da última vez que precisou de consultar uma enciclopédia para esclarecer uma dúvida? À medida que a Internet foi ganhando cada vez mais peso nas nossas vidas, passámos a ter a informação na ponta dos dedos e a produção de conhecimento avançou para o mundo digital para poder tirar partido dos canais de distribuição online.

Mas quantas vezes já não deu por si a navegar em busca de informação importante e, ao clicar num link que deseja consultar, é subitamente levado para uma página que já não existe? Este fenómeno, chamado link rot (ou deterioração das ligações, numa tradução livre para português), demonstra o quão ‘frágil’ a Internet pode ser e novos dados levantam mais preocupações.

25% das páginas web criadas entre 2013 e 2023 já não estão acessíveis, porque uma página individual foi apagada ou removida de um website outrora funcional. Esta é uma das principais conclusões de um dos mais recentes estudos publicados pelo norte-americano Pew Research Center.

A tendência é ainda mais flagrante quando se olha para conteúdo online mais antigo. Os dados indicam que perto de 38% das páginas que existiam em 2013 já não estão disponíveis hoje. Por contraste, apenas 8% das páginas que existiam em 2023 já não estão disponíveis.

A equipa de investigadores que realizou este estudo explica que a deterioração digital ocorre em múltiplos espaços online: de ligações em websites governamentais e de notícias às secções de referências em páginas da Wikipédia.

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De acordo com a análise, 23% das páginas noticiosas e 21% das páginas de websites governamentais continham, pelo menos, um link ‘quebrado’ (isto é, não funcional). Já 54% das páginas da Wikipédia continham pelo menos um link na sua secção de referências que levava os utilizadores para uma página que já não existe.

Mas não é tudo: ao analisarem um extenso conjunto de publicações na rede social X (antigo Twitter), seguindo-as ao longo de três meses, os investigadores verificaram que quase um em cada cinco tweets já não estava publicamente disponível.

Em 60% dos casos, as contas que fizeram as publicações tornaram- se privadas, foram suspensas ou eliminadas. Nos restantes 40%, as publicações foram eliminadas por quem as fez, embora as contas se mantivessem activas.

As investigações que têm vindo a ser feitas nesta área ajudam não só a compreender a dimensão do problema, mas também as diferenças que existem entre diversos tipos de conteúdo online. Por exemplo, um estudo publicado em 2021 por uma equipa de investigadores da Harvard Law School, que analisou cerca de dois milhões de links externos em artigos no website do The New York Times desde a sua criação em 1996, revelou que 25% das ligações para conteúdo específico não estavam disponíveis.

A probabilidade de um link não funcionar aumenta com a ‘idade’ dos artigos. Segundo os dados, 72% das ligações que datavam de 1998 não estavam funcionais. Além disso, 53% de todos os artigos analisados com links para conteúdo específico tinham pelo menos um cujo acesso não era possível.

Alguns investigadores que participaram neste estudo já tinham demonstrado em 2014 que metade das ligações encontradas em opiniões judiciais do Supremo Tribunal dos Estados Unidos desde 1996 já não funcionavam. Este estudo, que analisou também o estado dos links usados em artigos académicos publicados na Harvard Law Review, verificou que 75% destas ligações estavam deterioradas.

Já nas redes sociais, um artigo publicado em 2012, a propósito da segunda conferência internacional sobre teorias e práticas em bibliotecas digitais, dava conta que, nas plataformas mais populares, 11% das publicações eram perdidas e 20% arquivadas no prazo de um ano. Em média, 27% eram perdidas e 41% arquivadas após dois anos e meio.

Tentar mitigar um problema com esta dimensão não é uma tarefa fácil. No entanto, existem projectos que querem fazer a diferença, como as iniciativas de preservação digital. Uma das mais conhecidas é a do Internet Archive com o seu WayBack Machine, que, até à data, tem um extenso arquivo com 835 mil milhões de páginas web.

O International Internet Preservation Consortium (IIPC) agrega entidades de todo o mundo que colaboram para preservar os conteúdos online. Estes projectos desempenham um papel fulcral para assegurar que o conhecimento, sobretudo aquele que existe apenas em formato digital, se mantém vivo.

O link rot (deterioração das ligações) não é um fenómeno novo, mas há medida que a Internet evolui, prolifera-se silenciosamente, colocando em risco toda a informação e conhecimento online que não esteja devidamente preservado. A resolução deste problema não é fácil, mas há iniciativas que estão a apostar na preservação digital como forma de o mitigar.

Ucall Revoluciona Atendimento ao Cliente com Novas Soluções de IA

A Ucall, empresa líder em Contact Center e Experiência de Cliente em Angola, anunciou o lançamento das suas novas soluções de negócio com Inteligência Artificial (IA) e a sua estratégia de inovação assente na vertente de tecnologia. O evento ocorreu durante a sua participação na FILDA – Feira Internacional de Luanda de 23 a 28 de Julho, na Zona Económica Especial.

As novas soluções incluem o ChatBot (com IA) e o Speech Analytics (com IA). Estas, oferecem ganhos imediatos de eficiência e eficácia no monitoramento das interações entre o cliente e a empresa, automatizando actividades simples do dia a dia que garantem um melhor desempenho, eficiência e respostas em tempo real aos clientes, melhorando a sua experiência e alavancando o negócio com um elevado nível de precisão e rapidez.

ChatBot (com IA): A Revolução da Interacção Automatizada

Projectada para revolucionar a forma como as empresas interagem com os seus clientes. Esta solução simula conversas humanas através de mensagens de texto ou voz, utilizando IA avançada para entender e responder automaticamente às perguntas e solicitações dos usuários de maneira natural e eficiente. Esta solução permite um atendimento 24/7, aumentando a satisfação do cliente e optimizando os recursos da empresa.

Speech Analytics (com IA): A Análise Avançada de Conversações

Esta ferramenta poderosa permite a análise detalhada das conversações, pois possui um software avançado capaz de armazenar, transcrever e analisar as informações contidas em chamadas telefônicas e interações de chat, incluindo Web Chat, WhatsApp e
Facebook. Com essa solução, as empresas podem obter insights valiosos sobre a satisfação do cliente, identificar tendências e padrões de comportamento, e melhorar continuamente os seus processos de atendimento.
As novas soluções proporcionam uma vantagem competitiva no mercado e reforçam a estratégia da Ucall, alinhada à inovação tecnológica e à experiência do cliente. Este lançamento marca uma nova era para a empresa, que, como líder do sector, se compromete em continuar a prestar um serviço diferenciado, potencializando o desempenho das equipas e elevando a competitividade com soluções automatizadas
baseadas em Inteligência Artificial.

Durante a FILDA, os visitantes puderam interagir, em tempo real, por meio de demonstrações das soluções, destacando e validando a sua eficácia e aplicabilidade. Além dessas inovações, a Ucall oferece uma gama de serviços consolidados, incluindo outras soluções de negócio: Cobranças, Experiência de Cliente, Outsourcing de RH, Contact Center e Data and Business Control.

WhatsApp lança funcionalidade para mensagens parecido ao Instagram

O WhatsApp está a preparar-se para introduzir uma nova forma de reagir a mensagens enviadas pelos seus contactos, nomeadamente pressionando duas vezes rapidamente.

Há algum tempo que os utilizadores do Instagram conseguem reagir a mensagens rapidamente desta forma e, ao que parece, o WhatsApp também contará com esta capacidade.

MAIS: WhatsApp. Funcionalidade de partilha de ficheiros entre contactos por perto vai chegar ao iPhone

Sabe-se que a funcionalidade passou a estar presente na versão beta do WhatsApp para Android e, como refere o site WABetaInfo, deverá chegar à versão final da app de mensagens dentro em breve.

Notar que com dois toques rápidos conseguirá reagir a uma mensagem com um coração e, caso pretenda reagir com outro emoji, terá de pressionar durante alguns momentos e escolher manualmente a reação que deseja.

INFOSI. Angola instalou mais 130 pontos de serviço grátis de internet

Angola instalou 136 pontos pontos de serviço grátis de internet no país, que têm servido de capital importância, sobretudo para os jovens, segundo revelou o Director-Geral do do Instituto Nacional de Fomento da Sociedade da Informação (INFOSI), Andre Pedro.

Falando no Fórum sobre Governança Digital, dirigido a gestores públicos e privados da província da Huíla, destacou que os pontos de internet são uma responsabilidade social que visa promover programas de inclusão digital, no sentido de despertar a consciência das pessoas.

Os pontos de acesso de internet surgem no âmbito do projeto “Angola Online”, implementado pelo INFOSI.

MAIS: “Angola Online” vai ganhar mais de 50 novos pontos de internet grátis

A atividade dos utilizadores do projeto Angola Online consiste fundamentalmente em pesquisas científicas de matérias escolares e outras formações, correspondência entre órgãos do Estado, assim como redes sociais e música.

O “Angola Online” conta ainda com o apoio de várias empresas nacionais tecnológicas, com destaque para a Angola TelecomTV Cabo, Internet Technologies Angola (ITA), UNITEL e a Zap Fibras, no âmbito das suas responsabilidades sociais, ao passo que nas áreas suburbanas serão instalados através do sistema VSat, ou seja, por via satélite e em cada ponto de acesso instalados 100 megabytes, para um alcance de 100 metros de distância, acoplados com para-raios.

Angola vai ganhar armazenamento de dados em nuvem ilimitado

Angola vai contar com um sistema virtual ilimitado de armazenamento de dados (nuvem) em 2025, revelou o Director-Geral do Instituto Nacional de Fomento da Sociedade de Informação (INFOSI), Pedro André.

Falando no Fórum Sobre Governança Digital, o responsável afirmou que essa nuvem ilimitada vai permitir uma prestação de serviço de caracter  científico e desenvolvimento tecnológico mais amplo, atendendo todos os seguimentos da sociedade angolana e proteger melhor a sociedade de informação.

MAIS: PARATUS lança serviço que permite armazenar dados na nuvem de forma automática

Em seu discurso, dirigido a gestores públicos e privados da província da Huíla, André Pedro revelou também que no país entraram em funcionamento mais de 10 centros do projecto Angola Digital, que se juntam aos 66 existentes em escolas primárias, designadas salas de informática devidamente equipadas com computadores e internet.

De informar que o armazenamento em nuvem é um modelo de computação que permite guardar dados e arquivos na internet por meio de um provedor de computação afim em que o usuário acessa usando a internet publica ou uma conexão de rede privada.

Meta remove 63.000 contas nigerianas vinculadas ao crime cibernético

A Meta Platforms, empresa-mãe do Facebook, Instagram e WhatsApp, removeu 63 000 contas nigerianas associadas aos famosos “Yahoo Boys” (como os burlões são chamados na Nigéria), anunciou a empresa no seu Relatório de Ameaças Adversas do 1º trimestre de 2024, publicado na quarta-feira.

O anúncio surge apenas uma semana depois da Comissão Federal da Concorrência e da Proteção do Consumidor ter multado a Meta em 220 milhões de dólares por várias violações dos regulamentos relativos à proteção de dados.

As contas, que foram apagadas nas últimas semanas, eram utilizadas para esquemas de sextorsão financeira e distribuição de guiões de chantagem, segundo o que foi revelado.

De acordo com o Meta, “a sextorsão financeira é um crime sem fronteiras, alimentado nos últimos anos pelo aumento da actividade dos Yahoo Boys, cibercriminosos vagamente organizados que operam em grande parte a partir da Nigéria e que se especializam em diferentes tipos de burlas.

“Removemos cerca de 63.000 contas na Nigéria que tentavam atingir as pessoas com esquemas de sextorsão financeira, incluindo uma rede coordenada de cerca de 2.500 contas.

“Também removemos um conjunto de contas, páginas e grupos do Facebook geridos pelos Yahoo Boys – proibidos ao abrigo da nossa política de Organizações e Indivíduos Perigosos que estavam a tentar organizar, recrutar e treinar novos burlões.”

MAIS: Nigéria suspende imposto sobre cibersegurança

Destacando o processo utilizado durante a investigação, A Meta disse que constatou que a maioria das tentativas de burla não tiveram êxito, embora algumas tivessem como alvo menores, referindo que esses casos foram comunicados ao Centro Nacional para as Crianças Desaparecidas e Exploradas (NCMEC).

A Meta revelou que também partilhou informações com outras empresas de tecnologia através do programa Lantern da Tech Coalition, que foi criado para ajudar a travar estas fraudes em diferentes plataformas.

A Meta disse ainda que tinha removido cerca de 7.200 activos na Nigéria, incluindo 1.300 contas do Facebook, 200 páginas e 5.700 grupos que forneciam recursos relacionados com burlas.

Estes recursos, observou a Meta, ofereciam guiões e guias para fraudes e partilhavam ligações para colecções de fotografias para a criação de contas falsas. Para proteger os utilizadores, especialmente os adolescentes, o Meta revelou que implementou definições de mensagens mais rigorosas para utilizadores com menos de 16 anos (menos de 18 em determinados países) e apresenta avisos de segurança para incentivar um comportamento cauteloso em linha.

“Também financiamos e apoiamos o NCMEC e a Missão Internacional de Justiça na execução do Projecto Boost, um programa que dá formação a agências de aplicação da lei em todo o mundo sobre como processar e atuar em relação aos relatórios do NCMEC.

“Realizámos várias sessões de formação até agora, incluindo na Nigéria e na Costa do Marfim, tendo a nossa sessão mais recente tido lugar no mês passado.”

OpenAI pode falir em 2024 graças ao ChatGPT, revela investigação

O site The Information avançou com a informação de que a OpenAI deverá ter perdas na ordem dos 5 mil milhões de dólares em 2024 e, de acordo com a publicação, poderá colocar a empresa à beira da falência.

Ainda que seja improvável que a OpenAI – uma das empresas mais mediáticas na área da Inteligência Artificial (IA) – possa ir à falência, os detalhes revelados pela publicação revelam os elevados custos da OpenAI.

MAIS: OpenAI lançou versão mais pequena e eficiente da sua IA

Alegadamente, a empresa gastará (por ano) 7 mil milhões de dólares a treinar a sua tecnologia de IA e mais 1,5 mil milhões de dólares com funcionários. Há também o facto de os custos operacionais do ChatGPT por dia serem de 700 mil dólares. Tudo somado, é provável que a OpenAI necessite de mais uma ronda de investimento para se manter à tona.

Serve notar que, mesmo que a OpenAI se tenha tornado uma das empresas mais conhecidas na área da IA, gigantes tecnológicas como a Meta, a Google, a Amazon e também a X estão entre outras ‘players’ a ter em conta.

25% dos pontos WiFi abertos em Paris são inseguros

Os peritos da Kaspersky analisaram 47.891 registos de pontos de acesso Wi-Fi em locais populares e olímpicos em Paris. Quase 25 por cento destas redes apresentam uma encriptação fraca. Ou não a utilizam. Isto torna os utilizadores vulneráveis ao roubo de dados pessoais e bancários. Apenas seis por cento das redes utilizam o mais recente protocolo de segurança WPA3. As redes são vulneráveis a ataques de interceção, descodificação ou cracking.

Muitas redes implementam o WPS

20% Percentagem das portas de acesso Wi-Fi ainda estão configuradas com o WPS. Este é um algoritmo desatualizado e facilmente decifrável. Isto torna os dispositivos altamente susceptíveis a ataques WPS que podem levar à perda de dados.

“Enquanto os atletas treinam para o verão desportivo em França, os cibercriminosos prepararam uma recepção desagradável para os milhões de pessoas que se dirigem aos hotéis, zonas de adeptos e eventos em Paris”.quão seguro é o wi-fi em paris-02“Podem criar pontos de acesso falsos. Ou comprometer redes legítimas. Isto para intercetar e manipular a transmissão de dados”. É o que diz Amin Hasbini, chefe da unidade de investigação META na equipa GReAT (Global Research and Analysis Team) da Kaspersky.

Vulnerabilidade ao crime

As redes Wi-Fi abertas e mal configuradas são particularmente atraentes para os criminosos, uma vez que permitem o roubo de palavras-passe, detalhes de cartões de crédito e outros dados sensíveis dos utilizadores.

A utilização de uma rede privada virtual (VPN) proporciona uma camada extra de segurança para quem acede a redes Wi-Fi abertas. Uma VPN encripta a ligação à Internet e cria um túnel seguro entre o dispositivo e a Internet.

Esta encriptação impede os cibercriminosos de intercetar dados, mesmo em redes não seguras. Ao mascarar o endereço IP e encriptar todos os dados transmitidos, uma VPN garante que as informações pessoais e financeiras permanecem protegidas durante a utilização de uma rede Wi-Fi pública.