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[FT2017] O Estado de Arte das Telecomunicações em Angola

Decorreu ontem (dia 19 de Maio de 2013) o Fórum Telecom edição 2017 (FT2017), realizado pelo Jornal Expansão que teve lugar no HCTA, com o  tema “ O Estado de Arte das Telecomunicações em Angola”. A abertura do mesmo foi efectuada por Carlos Rosado de Carvalho (Director do Jornal Expansão), onde durante a sua apresentação falou do estado actual das telecomunicações , tendo demonstrado que Angola não é um dos países com custos mais elevados dentro de África, onde foi visível durante os cenários apresentados.

Empresas estrangeiras que operam no mercado angolano também tiveram o seu momento, estamos a falar da PWC que esteve representado pelo seu director (Michael Hardit) que abordou acerca das “Tendencias no sector das telecomunicações e na regulação”. Esteve presente ainda conceituada Huawei representada pelo seu CTO (Gaving Wang), que abordou acerca da “Conectividade e Competividade” .

Representantes da Huawei

Já na recta final, organizou-se a mesa redonda onde estiveram representantes da MS TELCOM (Roger Ferreira), Unitel (Almicar Safeca), Angola Cables (Antonio Nunes), DSTV (Eduardo Continentino ) e Eduardo Fraústo (EMIS) tendo sido moderada por Carlos Rosado de Carvalho.

Roger Ferreira, PCE da MSTELCOM

Durante a mesa redonda foram discutidos vários aspectos relativamente ao nosso pais e não só, desde estado actual das telecomunicações em Angola, a produção e armazenamento de conteúdos nacionais, o motivo dos custos elevados das telecomunicações no nosso pais, e os benefícios que o satélite angolano vai trazer.

Os participantes tiveram oportunidade de efectuar algumas perguntas à mesa, onde a Unitel destacou que já está a trabalhar na implementação do Ipv6, e que também está a evidenciar esforços para daqui há alguns anos Angola ter o 5G. Já a Angola Cables falou dos seus conhecidos cabos submarinos e dos esforços que tem feito para tornar Angola no Hub das telecomunicações.

Dentro dos próximos dias a MenosFios abordará cada um dos temas falados neste fórum para que os nossos leitores saibam afinal como está o “O Estado de Arte das Telecomunicações em Angola“.

Mais imagens do evento:

Google Assistant agora está disponível no iPhone

À primeira vista, parece não ter lógica, visto que a Apple tem o seu próprio assistente virtual denominado Siri, mas agora a Google decidiu lançar a sua versão do seu assistente virtual “Google Assistant” para iPhone.

Actualmente, o assistente do Google é considerado um assistente de voz mais poderoso em comparação com a versão actual do Siri, visto que ele permite ao usuário efectuar consultas mais complexas e tem integrações de terceiros. Ele também permite ao usuário controlar os seus dispositivos conectados.

Palavras de Scott Huffman (vice-presidente de Engenharia da Google): “Hoje, estou animado para anunciar que o Google Assistant está disponível para o iPhone “, agora todos usuários podem fazer o download do Assistente do Google na App Store.

No momento, o Assistente do Google só funciona em inglês, tornando-o muito menos atraente para usuários internacionais. Essa é a principal vantagem do Siri quando comparado aos seus competidores como Alexa da Amazon, o Cortana da Microsoft e o Google Assistant.

Android Go, uma versão optimizada para smartphones

Durante o o primeiro dia da conferencia Google I/O 2017, a Google apresentou uma versão optimizada do Android denominado “Android Go”, que será para smartphones de baixo custo com uma memoria RAM de 1GB ou menos.

Esse novo versão do Android, foca-se em dispositivos com especificações de hardware muito baixas, usuários com conectividade limitada e recursos multi línguas, onde a A Play Store vai destacar aplicativos que podem ser executados nesses dispositivos baratos.

Esses aplicativos devem ter menos de 10 MB, funcionam bem quando você não está conectado à Internet e suporta dispositivos com sistemas lentos em um chip e pouca RAM.

Por exemplo, esse sistema operativo terá o YouTube Go, que vai ser uma versão optimizada do aplicativo do YouTube, onde existe uma nova funcionalidade de pré-visualização para poder ver o vídeo antes mesmo de carregar o vídeo.

No futuro, todas as versões do Android serão enviadas com uma variante do Android Go, visto que o Android está a tornar-se cada vez mais poderoso. Android Go parece ser um movimento inteligente para fazê-lo correr em telefones baratos e redes lentas.

Os primeiros smartphones com essa versão serão lançados até ao final deste ano, infelizmente a Google ainda não disse quem são os parceiros ou detalhes destes smartphones.

Acompanhe em Directo o fórum sobre o estado das telecomunicações em Angola

O primeiro fórum sobre o actual estado das telecomunicações em Angola será realizado nesta sexta-feira, em Luanda, no HCTA, Talatona e com duração de quatro horas, das 9:00 até às 13:00.

O fórum que está a ser realizado pelo jornal Expansão, contará com vários orgãos ligados à sectores das telecomunicações no país, bem como Membros do governo, empresários, gestores, quadros superiores, académicos, consultores e outros agentes.

o fórum pode ser acompanhado em direito e online através do site do jornal Expansão- www.expansao.co.ao a partir de um smartphone, tablet, notebook ou ainda a partir de um PC.

A organização garante que a cimeira da Tecnologia de Informação e Comunicação angolana seja transmitida via streaming. Estarão presentes representantes da Angola Cables, Unitel, Movicel, MSTelcom e DSTV, Multitel, Zap, Anglobal, Huawei e muito mais.

AGENDA

  • 08h30/09h00 Recepção dos Participantes
  • 09h00/09h05 Boas-vindas | Carlos Rosado de Carvalho | Director | Expansão
  • 09h05/09h30 Sessão de Abertura | José Carvalho da Rocha | Ministro das Telecomunicações
  • 09h30/10h30 Painel Speakers
  • 09h30/10h00 “Tendências no sector das telecomunicações e na regulação”
  • | Michael Hardt | Director | PwC
    10h00/10h30 “Conectividade e Competitividade”
  • |Ian Ellis | Senior ICT expert| Huawei South Africa
    10h45/11h00 Coffee-Break
  • 11h00/12h00 Mesa Redonda

 

  • O Estado da Arte das Telecomunicações em Angola
    Amílcar Safeca | Administrador | UNITEL
    António Nunes| CEO | ANGOLA CABLES
    Eduardo Continentino |PCA | DSTV
    Eduardo Fraústo | Director | EMIS
    Gianvittorio Maselli | PCE | MOVICEL
    Manuel António | PCC | ANGOLA TELECOM

Veja ao vivo:

Novo Bilhete de Identidade terá microprocessador de dados

Os Angolanos terão um novo Bilhete de Identidade, na qual onde vai constar números de identificação fiscal, segurança social e do boletim de nascimento, além de elementos tecnológicos de maior segurança.

A alteração tem como principal objectivo o reforço dos elementos de segurança do Bilhete de Identidade. Depois dessa alteração, o documento terá alterações de “características visíveis e a introdução de um microprocessador de dados“.

O outro objectivo desta alteração, é reduzir o número de cartões necessários para que o cidadão se apresente perante instituições públicas e privadas, bem como melhorar o nível de segurança do mesmo.

A substituição destes novos documentos deverá ser feita mediante caducidade, extravio ou deterioração. Estes novos terão um tempo de vida útil de dez anos,  relativamente ao material de feitura do BI. Nos casos dos cidadãos que têm o BI vitalício terão igualmente cinco anos para os substituir.

Ainda não foram avançadas as informações técnicas sobre o funcionamento do novo Bilhete de Identidade, mas a equipe do Menos Fios esta atenta, em breve iremos trazer mais informações acerca do assunto.

Ransomware – um desafio iminente para as empresas africanas

Actualmente no mundo digital e não só, o tema mais debatido tem sido o vírus WannaCry,  “Ransomwaremais famoso da actualidadeUm tipo de vírus de computador que se estabelece no dispositivo de um usuário e mantém seus dados reféns até que o utilizador pague uma quantia que ronda os 300 USD.

Muitas empresas em todo o continente estão silenciosamente a lutar com a forma de se proteger contra essa ameaça, mas têm medo de denunciá-lo por medo de causar danos à reputação. Muitos relatórios de segurança descrevem o ransomware como uma batalha e um desafio iminente para as empresas africanas.

Em Novembro de 2016, cinco países africanos estiveram na lista dos 10 países no mundo que sofreram mais ataques- Botswana, Malawi, Namíbia, Uganda e República  Democrática do Congo. Angola não fez parte da lista dos mais atacados do ano passado.

Pagar por resgate é uma opção perigosa“- para começar, não há garantia de que seus arquivos serão devolvidos ou de que o malware será removido ou se o hacker irá explorá-lo novamente dentro de seis meses. Mas, apesar deste aviso, as empresas geralmente baseiam sua decisão em como o conjunto de dados envolvido é vital para as operações da empresa.

As empresas americanas admitiram publicamente que pagaram dezenas de milhares de dólares para ter seus arquivos de volta e com bitcoins cada vez mais popular na África, não vai ser surpreendente se os bancos e outras entidades corporativas que são alvo de sucesso, seguirem o caminho das americanas por causa do que poderia acontecer se eles não conseguissem acessar os arquivos.

Opera pretende investir US$ 100 milhões para aumentar economia digital africana

A Opera, criadora do browser homônimo, anunciou nesta terça-feira (9) que pretende investir em África cem milhões de dólares durante os próximos dois anos para auxiliar no crescimento da economia digital.

A empresa espera usar o investimento para acelerar a adoção da internet no continente e fortalecer o ecossistema online com parceiros locais. De acordo com a Opera, a África está no caminho de se tornar um continente digital com a rápida adoção da internet móvel.

O navegador Opera Mini tem sido um facilitador chave no processo de transformação digital em África. Recentemente, a companhia alcançou a marca de cem milhões de usuários mensais em África e agora está se a concentrar em fazer a próxima geração de browsers e atender as necessidades dos usuários africanos.

“Os usuários do Opera em África receberão conteúdo totalmente personalizado e local no navegador, o ponto de entrada para sua experiência na internet”.

A Opera avançou ainda que as maiores barreiras dos consumidores para a adopção da internet na maioria dos países africanos são a falta de consciência e conhecimento digital, de conteúdo local relevante e de acessibilidade. Para atrair mais internautas de primeira viagem, a companhia disse estar a investir em um mecanismo de inteligência artificial para usuários de smartphones que garantirá uma boa experiência de descoberta de conteúdo.

Actualmente, a Opera tem operações na Cidade do Cabo (Nigéria), em Joanesburgo (África do Sul) e está a se expandir com novos escritórios em Lagos (Nigéria) em Nairobi (Quênia).

Participe no concurso internacional de negócios criativos

O concurso internacional de negócios criativos é muito mais do que apenas uma competição, é uma iniciativa global que ajuda os empresários das indústrias criativas a desenvolver suas ideias de negócios, conectá-las aos investidores, aos mercados globais e fortalecer suas capacidades inovadoras para o mercado.

Como funciona o concurso internacional de negócios criativos?

A cada ano, os parceiros de todo o mundo organizam competições nacionais do concurso internacional de negócios criativos. Neste caso, o parceiro nacional em Angola é o Acelera Angola, que será o ponto de entrada dos Angolanos para competir como finalista na Creative Business Cup em Copenhaga.

Os vencedores nacionais de todo o mundo, competem uns contra os outros na Creative Business Cup, em Copenhaga, Dinamarca, em Novembro durante a Semana Global de Empreendedorismo. As startups que não competem nas finais internacionais também são bem-vindas para se juntarem a nós em Copenhaga, mas não serão elegíveis para competir pelo título como o melhor empreendedor criativo do mundo.

Indústrias criativas são definidas como:

  • Design;
  • Arquitetura;
  • Produção de conteúdo e TICs;
  • Jogos;
  • Propaganda e Publicidade;
  • Livros e impressos;
  • Música;
  • Filmes & vídeos;
  • Arte a artesanato;
  • Rádio & TV;
  • Parques de diversão e apresentações;
  • Gastronomia;
  • Actividades recreativas e de lazer.
  • Mobile Apps
  • Tecnologias ambientais
  • Cuidados de Saúde e Biotecnologia

Os interessados deverão submeter inscrição contemplando o máximo dos seguintes tópicos:

  • Base para negócios;
  • Mercado e consumidores;
  • Descrição do produto/serviço;
  • Situação competitiva;
  • Organização e equipa gestora;
  • Análise de riscos;
  • Necessidades financeiras;
  • Estratégia de saída (para investidores).

Cronograma do Concurso:

  • Inicio das Candidaturas: 15 de Maio de 2017
  • Encerramento das candidaturas: 30 de Junho de 2017
  • Identificação e comunicação dos finalistas pelo Pré-Júri: 15 de Julho de 2017
  • Período de Imersão para os 10 finalistas: 24 a 26 de Julho de 2017
  • Apresentação do vencedor CBC Angola pelo Júri: 31 Agosto de 2017
  • Finais em Copenhaga: 16 de Novembro de 2017

Quais são os prémios?

Os prémios estão por definir e serão brevemente publicados no website oficial da Creative Business Cup (www.creativebusinesscup.com). Contudo, poderá consultar também, na mesma página o valor dos prémios das edições anteriores.

Requisitos para candidatura:

As candidaturas deverão ser submetidas por email ([email protected]) em ficheiro PDF, acompanhadas por um video explicativo do projecto, no formato: mpg, wmv; avi – Resolução mínima obrigatória: 1280×720 pixels (720p) – Duração: 5 minutos a contar com a ficha técnica – Música e/ou sonoplastia: não aplicável – Imagens/ fotografia: originais (se utilizadas)

Sugere-se ainda que o nome do arquivo conste de alguns detalhes  sobre a candidatura e Projecto, por exemplo: CBCAngola_2017_Nome do Projecto.PDF ou CBCAngola_2017_Nome do Projecto.Avi

 

Jornal Expansão realiza o fórum sobre o estado actual das telecomunicações

De certeza que muitos dos Angolanos andam no alheio acerca do estado das telecomunicações no nosso país, deste modo, está a ser realizado, o “FÓRUM TELECOM” dedicado ao tema “O Estado de Arte das Telecomunicações em Angola”,  uma iniciativa do jornal EXPANSÃO.

Neste fórum, estarão reunidos Membros do governo, empresários, gestores, quadros superiores, académicos, consultores e outros agentes do sector das telecomunicações. O evento acontecerá amanhã (dia 19 de Maio de 2017) com início previsto para as 8h30 e conclusão as 13h00,  no Hotel Convenções de Talatona. Está previsto um amplo debate sobre o sector das tecnologias de informação e comunicação em Angola, visando apontar caminhos, sugerir medidas de política e acções que  possam contribuir para a afirmação no País.

Estarão presentes representantes da Angola Cables, Unitel, Movicel, MSTelcom e DSTV, Multitel, Zap, Anglobal, Huawei e muito mais.

A equipe da Menos Fios estará lá para todas as  informações relevantes em debate neste fórum.

Hoje é celebrado o “Dia Mundial da Internet”

Dia Mundial da Internet celebra-se a 17 de Maio. A data visa fazer uma reflexão sobre as potencialidades e desafios das novas tecnologias na vida dos cidadãos.

A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em janeiro de 2006 e é também conhecida como Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação. A Internet é hoje um enigmático mundo dentro do mundo, é um sítio em que as pessoas não conseguem descrever com certezas onde começa e muito menos onde acaba.

Origem da Internet

A Internet nasceu como um projecto militar (nos EUA) e veio para assegurar as comunicações em caso de ataque nuclear, mas essa situação nunca aconteceu e a Internet tornou-se numa ferramenta imprescindível na vida de milhões de pessoas.

O advento da internet originou uma grande mudança no dia-a-dia das pessoas, na forma como comunicam entre si, como procuram e recebem informação, compram bens e serviços, entre muitas outras ações do quotidiano.

Em Angola o acesso a internet registou grandes avanços em diversos sectores, na educação, nas empresas e na sociedade em si. Promoveu e ajudou-nos no contacto com outras pessoas; permitiu no desenvolvimento de estudo; facilitou no desdobramento de outras redes e entre outros avanços que o país registou.

Desafios da Internet

Frequentemente a internet origina diferentes tipos de discussões públicas, que resultam do facto de muitos dos conteúdos que estão disponíveis na internet não serem verdadeiros ou não estar devidamente atribuída a autoria de um determinado conteúdo, como por exemplo, a utilização de imagens e textos. A partilha de conteúdos sem autorização dos autores é outro tema que levanta polémica na internet.