A Microsoft irá envolver o Governo Nacional, os Ministérios, os Departamentos e as Agências através da Autoridade das TICs num quadro de trabalho mutuamente benéfico que será finalizado em fevereiro de 2024, de acordo com o acordo assinado na quarta-feira.
A Autoridade das TICs é responsável pela racionalização e simplificação da gestão de todas as funções das TICs no governo. O acordo visa melhorar a transformação digital do Quénia, ajudando o governo a cumprir os objetivos do Plano de Economia Digital do Quénia.
Tal inclui a utilização da tecnologia e a melhoria da eficiência na prestação de serviços de administração pública eletrónica aos cidadãos.
“Gostaria de agradecer à Microsoft por esta oportunidade, que chegou na altura certa. Prevemos que, no final desta relação, teremos aumentado a nossa sensibilização para a cibersegurança, as nossas capacidades digitais e desenvolvido áreas técnicas importantes para uma economia digital próspera”, segundo Stanley Kamanguya, Diretor Executivo da Autoridade das TICs.
Kamanguya afirmou que a relação permitirá à Autoridade contribuir para o desenvolvimento de competências digitais, entre outros pilares das TICs, assegurando uma economia digital saudável.
Kunle Awosika, Diretor do Sector Público da Microsoft em África, afirmou que a Microsoft estava satisfeita por participar na relação, que tentará proporcionar um ambiente aberto e propício para que os departamentos governamentais tomem decisões sobre tecnologia e plataformas de nuvem através da Autoridade das TICs.
“Através do acordo-quadro que será desenvolvido, esperamos garantir que este MoU se torne frutífero para os benefícios mútuos das nossas instituições”, disse aos jornalistas.
Phyllis Migwi, Country Manager da Microsoft no Quénia, também elogiou o acordo e afirmou que irá cooperar com as autoridades para apoiar a estratégia de economia digital do governo.
” Com mais de 20 anos de experiência no Quénia, acreditamos que esta parceria irá reforçar a agenda de transformação digital”, afirmou.



A Microsoft anunciou que, na última década, procedeu ao pagamento de 63 milhões de dólares em recompensas aos investigadores de segurança que participam nos seus programas de recompensa por bugs.
A forte presença do Estado no sector das telecomunicações, onde é acionista indireto de sete empresas e dono de outras três, prejudica a concorrência do sector, segundo um estudo da Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) relativo a 2021, que recomendava a redução da participação do Estado no sector. Mas de lá para cá, a presença do Estado até aumentou já que reforçou a sua posição na Unitel, mas também na Movicel.




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