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Terça-feira, Fevereiro 24, 2026
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Executivo destaca crescimento na inovação tecnológica

O secretário de Estado para as Telecomunicações e Tecnologia de Informação, Pascoal Alé Fernandes, destacou, em Luanda, o compromisso da Associação Angolana de Tecnologia de Informação e Comunicação (APETIC-Angola), em reunir gerações, promotores de tecnologia e a procurar soluções inteligentes para apoiar o Executivo na implementação de estratégias de inovação e progresso do sector.

O governante falava num evento que decorreu em Luanda, sob o lema “Unindo Ideias com Soluções Inteligentes” realizado por ocasião da comemoração do 3º aniversário da APETIC-Angola, e que contou com um espaço reservado ao simpósio em que foram abordados “As bases para o Desenvolvimento das startups e incubadoras do sector tecnológico nacional”.

Segundo Pascoal Alé Fernandes, à medida que se registam as transformações digitais que mudarão o futuro do país, esta associação permanece como um farol orientador ao lembrar que o poder da tecnologia pode superar os desafios mais complexos.

A busca incessante por soluções inovadoras e parcerias estratégicas por parte do Executivo angolano continua a reforçar o cenário tecnológico criando um ambiente de mercado favorável, aprimorando a atuação de associação e outras entidades no sector.

Esta cooperação, segundo disse, vem demonstrar o forte compromisso do Executivo em criar um ecossistema tecnológico robusto ao fomentar uma cultura de inovação para facilitar a convergência de ideias transformadoras da economia nacional.

Já o presidente da Direção Executiva da associação, João Cazola, fez saber que o objetivo da organização que dirige consiste em promover os profissionais, os estudantes, as empresas, os empreendedores, os promotores e todas as especialidades que intervêm na aplicação da tecnologia de informação e comunicação.

Em termos económicos, este ramo, hoje, deve ser encarado como um dos espaços do país que faz o seu melhor para o normal funcionamento das empresas. E, neste sentido, as políticas implementadas pelo Estado permitem que as mesmas ajudem as instituições de diferentes áreas a alcançarem os seus objetivos e tem contribuído para a redução de custos, bem como das importações.

Com a criação de softwares no país, esclareceu, alguns processos manuais foram automatizados, basta serem mapeados e criar os requisitos necessários para a sua operacionalidade.

O responsável anunciou que a associação vai, em breve, criar espaços de identificação de estudantes de escolas técnicas do ensino médio e superior, filiados à APETIC-Angola, para um período de estágio de pelo menos três meses na área de conserto de telemóveis nos mercados dos Congolenses e do Kicolo como forma de ajudar jovens interessados em empreender, neste ramo.

João Cazola, explicou que, a APETIC-Angola vai criar um acordo com muitos dos técnicos que operam naqueles espaços comerciais para apoiarem os jovens que ainda se encontram em ciclo de formação e não só, e que pensam em trocar experiências para desenvolverem atividades que consiste em dar resposta às questões relacionadas à componente técnica.

Em seguida ao acordo que vai ser estabelecido com os operadores poder-se-á apresentar um plano de mapeamento, que nesta altura já se encontra em elaboração, as necessidades das empresas e depois culminar para soluções mais imediatas na vertente técnica, operacional e dos problemas mais candentes.

Neste plano traçado pela organização, vão-se formar equipas multidisciplinares que poderão beneficiar de estágios para ajustar o conhecimento teórico ao prático junto dos técnicos existentes nos mercados para dar respostas essenciais às questões mais evidentes que a sociedade e as empresas enfrentam.

Startup Portugal e Djassi Africa vão levar 15 startups africanas ao Web Summit 2023

A Startup Portugal e a organização não-governamental (ONG) Djassi Africa assinaram um acordo que vai dar a 15 ‘startups’ ligadas a África a possibilidade de participarem no Web Summit, ao abrigo do programa Road 2 Web Summit.

“Esta parceria pretende facilitar a identificação de projetos empresariais de empreendedores sub-representados, incluindo os de origem africana, afrodescendentes, cidadãos de países africanos e outros grupos“, lê-se numa nota enviada à Lusa, salientando que a parceria visa promover a “inclusão, diversidade e impacto social”.

O memorando de entendimento tem a colaboração estratégica da Bantumen, uma publicação ‘online’ focada na cultura da lusofonia e “marca um passo importante para a concretização dos objetivos de responsabilidade social da Startup Portugal, nomeadamente no âmbito da promoção da inclusão, diversidade e impacto social”, lê-se no texto.

As ‘startups’ são empresas tecnológicas em fase inicial de atividade.

MAIS: Projeto Angola Startup Summit leva startup angolana ao Web Summit 2023

A Startup Portugal é uma organização que “visa fortalecer e expandir a sua ação na identificação e seleção de projetos para os seus programas de incentivos e políticas públicas de apoio ao empreendedorismo e inovação“, refere-se na nota.

E acrescenta-se: “Com foco especial em empreendedores portugueses de ascendência africana, bem como cidadãos de países africanos que residem em Portugal e outros grupos sociais sub-representados no ecossistema de ‘startups’ portuguesas“.

A união entre a Startup Portugal e a Djassi Africa “sinaliza uma nova era de oportunidades, colaboração e transformação no ecossistema empreendedor português, evidenciando a convicção de que a inclusão e a diversidade são fundamentais para um futuro mais equitativo“, conclui-se.

O Web Summit decorre em Lisboa de 13 a 16 de novembro deste ano.

Hacker e Cracker: Entenda as diferenças

Os termos “hacker” e “cracker” são frequentemente referidos na indústria de cibersegurança e, muitas vezes, são objeto de confusão para o público em geral.

Neste artigo, vamos explicar, de forma rápida e simples, essas distinções, delineando o papel de cada uma destas figuras no mundo digital.

O papel dos hackers no ciberespaço

Os hackers são especialistas que utilizam as suas capacidades para identificar vulnerabilidades em sistemas informáticos, trabalham para melhorar e corrigir tais falhas. Estes profissionais possuem competências em áreas como redes, segurança informática e hardware de sistemas.

Importa destacar que nem todos os hackers têm intenções maliciosas. Existem, de facto, diferentes categorias de hackers. Os chamados “hackers de chapéu branco” operam nos limites legais, focando-se em identificar e corrigir vulnerabilidades em sistemas, muitas vezes a pedido das próprias empresas. Estes hackers são frequentemente contratados por empresas para testar e aprimorar a segurança dos seus sistemas.

Crackers: Uma ameaça no universo digital

Por outro lado, os crackers são indivíduos que se dedicam a quebrar sistemas de segurança de computadores e redes, com intenções maliciosas. Estes hackers do mal conseguem acesso a dados privados de pessoas ou organizações e podem causar variados tipos de danos. Entre as ações mais comuns praticadas por crackers, encontra-se o roubo de informações de cartão de crédito, apropriação de dados pessoais e a venda, destruição ou encriptação de ficheiros importantes.

Embora os termos “hacker” e “cracker” possam ser usados de forma intercambiável em algumas circunstâncias, a distinção entre os dois é crucial. Enquanto os hackers podem atuar de forma ética e construtiva, os crackers possuem uma agenda mais destrutiva.

Conclusão

A compreensão clara das diferenças entre hackers e crackers é essencial num mundo cada vez mais digital. Com a crescente dependência de tecnologias e a proliferação de ameaças cibernéticas, é imperativo que os utilizadores estejam bem informados para garantir a sua proteção no ciberespaço.

Founder Institute Luanda abre as candidaturas para a 5ª edição do programa de aceleração de Startups

O maior programa de aceleração de Mundo de startups early-stage, Founder Institutee com presença regional cá em Angola, denominado Founder Institute Luanda (FIL), abriu as candidaturas para a sua 6ª edição do Programa de Aceleração “#angolavirtual2023”, para empreendedores que necessitem de mentoria, formação e financiamento.

Segundo o comunicado oficial, o programa é para todos aqueles empreendedores que querem “levar os seus sonhos a novas alturas”, bem como para empresários que procuram um processo estruturado para transformar os seus empreendimentos, alcançar resultados exponenciais a médio e longo prazo, ampliar a visibilidade e atrair financiamento semente.

Juntando-se ao FIL, os founders vão estar conectados a uma vasta rede de empreendedores, mentores e investidores de todo o mundo através da ampla presença global do Founder Institute, além de destacar que os mentorados vão beneficiar-se de um currículo comprovado e passo a passo, concebido para orientar os empreendedores pelos desafios de construir um negócio de base tecnológica bem-sucedido.

MAIS: Founder Institute Luanda realiza workshop sobre “Mentoria de Negócios”

Destacar ainda que o programa de aceleração vai disponibilizar insights e orientação de mentores experientes e especialistas do setor que navegaram pelo cenário das startups.

Ressaltar ainda que “Founder Institute Luanda – FILuanda”, lançou o 1º Programa de Aceleração em Angola em Outubro de 2018, e onde nas duas primeiras edições realizadas foram graduados 19 Empreendedores (Founders) e criadas 19 Startups. Da sua lista de portfólios de startups nacionais, passam nomes como AngoWaste, Kimpovi, Narisrec, Nawabus, Yetubit e muitas outras.

Para mais informações sobre o programa cliqua aqui.

Threads ganha funcionalidade de reposts e novidades no feed

A nova rede social da Meta, a Threads, continua a lançar funcionalidades para a plataforma e, entre as novidades mais recentes, está um separador de ‘Reposts’ nos perfis dos utilizadores dedicados a publicações partilhadas de outros utilizadores.

Outra novidade é uma mudança ao feed ‘Following’, que também passará a exibir publicações partilhadas por outros autores. Estas novidades foram anunciadas pelo próprio responsável pela Threads e Instagram, Adam Mosseri.

MAIS: Threads perde 82% dos usuários ativos um mês após lançamento

Duas atualizações para a Threads que valem a pena mencionar: Estamos a lançar um novo separador de Reposts no vosso perfil onde podem ver as publicações que partilharam num único sítio. Com base nos vossos feedbacks, vamos também adicionar reposts ao vosso feed Following”, pode ler-se no comunicado lançado por Mosseri.

Huawei e MINTTICS oferecem 10 mil vagas gratuitas nos cursos da área das telecomunicações e tecnologias

O Centro Tecnológico da Huawei, em parceria com a Huawei e o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), está com inscrições abertas para 10 mil vagas gratuitas nos cursos da área das telecomunicações, tecnologias e comunicação.

O ciclo formativo ira abranger de setembro a dezembro de 2023, onde a ação de formação que prevê capacitar cerca de 10 mil técnicos, resulta do acordo de cooperação recentemente rubricado entre as duas instituições, e visa contribuir para o desenvolvimento técnico e tecnológico do país, através da formação e capacitação de jovens talentos e especialistas angolanos.

Assim, entre os meses de setembro e dezembro, serão ministrados no formato híbrido (presencial e virtual), sendo o presencial em Luanda – Talatona, no Centro Tecnológico da Huawei, três (3) cursos intensivos, nomeadamente:

a) Operações de DataCenter em Nuvem;

b) HCIA-Datacom;

c) Big Data.

MAIS: MINTTICS e Huawei formam jovens em telecomunicações e tecnologias de informação

Podem candidatar-se à ação formativa, indivíduos que reúnam os seguintes requisitos principais requisitos: nacionalidade angolana com idade não superior a 45 anos, ter concluído o ensino médio ou frequência universitária em áreas como telecomunicações, tecnologias de informação e comunicação, falar e escrever corretamente o inglês.

Para o efeito, as candidaturas devem ser feitas através do link: https://lead23.itel.gov.ao, no período de 21 a 25 de setembro de 2023, seguindo todos os passos e documentação exigidos. A ação formativa contempla o seguinte:

  1. De 4 – 15 de SETEMBRO·HCSA Treinamento de Operações de DataCenter em Nuvem
  2. De 18 – 29 de SETEMBRO· HCSA Treinamento de Operações de DataCenter em Nuvem
  3. De 2 – 13 de OUTUBRO·Formação HCIA-Datacom
  4. De 16 – 27 de OUTUBRO·Formação HCIA-Datacom
  5. De 6 – 17 de NOVEMBRO· Formação HCIA-Datacom
  6. De 20 – 24 de NOVEMBRO·Treinamento em Big Data
  7. De 27 de NOVEMBRO a 1 de DEZEMBRO·Treinamento em Big Data
  8. De 4 – 8 de DEZEMBRO· Treinamento em Big Data
  9. De 11 a 15 de DEZEMBRO· Treinamento em Big Data

Darwin da Costa eleito para Direção da Associação Africana de IXP

A internet tornou-se uma parte essencial da vida moderna, mesmo havendo lugares em que as pessoas não possuem o acesso tão facilitado, mas hoje em dia existem organizações que ajudam na sua melhor distribuição bem como a definição de políticas para o seu melhor funcionamento e governação.

A Associação IXP Africana (Af-IX) é um grupo de pontos de troca de Internet (IXP), onde operadores de toda a África estão reunidos por uma necessidade comum de coordenar e trocar conhecimento. Os IXPs são serviços centrais de infraestrutura da Internet que permitem que as redes se interconetam e troquem tráfego diretamente, criando assim uma fonte de largura de banda rápida, local e económica.

Segundo as eleições realizadas recentemente para a eleger a direção da Associação Africana de IXP, entre os novos membros consta o Angolano Darwin da Costa que fará parte desta nova direção por um período de dois anos, em companhia dos demais membros eleitos, onde totalizam nove (9) pessoas.

Novos membros eleitos

De lembrar ainda que antes de fazer parte deste novo desafio, Darwin da Costa já exerce ainda os cargos de Diretor Adjunto do PDWG (Policy Development Working Group) da AFRINIC, Diretor Geral do grupo AONOG (Angolan Networks Operators Group), é membro do Conselho Consultivo Técnico da AAPSI (Associação Angola de Provedores de Serviços de Internet), tendo o mesmo passado ainda por empresas como a Angola Cables e Sinfic.

Consultório MenosFios: 6 dicas para aumentar a velocidade da internet do seu router

Para ter uma internet mais rápida não é preciso ser um génio da informática. Também não é preciso um investimento avultado. Pelo menos é isso que a Selectra, especializada na comparação de tarifas de energia e telecomunicações, garante ao elaborar um guia com seis dicas para melhorar a velocidade da internet em casa.

Quem utiliza a internet diariamente entende o quão frustrante pode ser ter problemas com a navegação e, inclusive, as consequências que podem daí advir num contexto profissional”, indica a Selectra. É que, apesar de ser natural que a velocidade da internet não seja sempre a mesma, é importante estar atento a eventuais problemas que podem estar relacionados com equipamentos ou com os pacotes de telecomunicações.

Porém, antes de seguir para uma mudança de operador, vale a pena olhar para estas quatro dicas e descartar, primeiro, questões que podem ser resolvidas em casa.

1 – Faça uma gestão controlado do seu consumo de internet

É daquelas pessoas que tem sempre dezenas de páginas web abertas em simultâneo? Então é hora de começar a pesquisar por ordem de necessidade. Isto é, para evitar uma sobrecarga de consumo, é preferível realizar uma tarefa de cada vez invés de acumular dezenas de sites de pesquisa por ler.

E o mesmo serve para downloads, visto que é preferível deixá-los para outra altura que não o momento em que precisa do seu computador para fins laborais.

2 – Certifique-se que o seu router é um dos mais recentes

Se o router que tiver na sua casa for o mesmo há vários anos ou tiver recentemente alterado a velocidade da sua internet, é importante que se certifique se o router não terá de ser trocado também. Para isso, deverá entrar em contacto com a sua operadora para que ela o ponha ocorrente da situação.

3 – Tenha atenção ao local onde coloca o router

Num local alto, central e sem obstáculos. É assim que deve estar posicionado o aparelho para que nada interfira com a sua ligação e possa desempenhar a sua função a 100%. Caso tenha também alguma antena, certifique-se de que esta se encontra em posição vertical.

4 – Pondere a necessidade de arranjar um amplificador

Tem uma casa grande? Confirme então se o router tem potência suficiente para cobrir toda a área. Se der conta que alguns locais não têm acesso a um bom sinal, o melhor será recorrer a um amplificador de modo a alargar a área de cobertura e melhorar assim a sua experiência de navegação.

5 – Mude para o 5GHz

Primeiro que tudo, perceba se o seu router tem as opções 2,4GHz e 5GHz para se ligar à rede Wi-Fi. Se de facto tiver acesso a essas duas, opte pelo 5GHZ já que este consegue atingir até 287 Mbps, ao contrário da primeira opção que anda entre os 50-60 Mbps.

6 – Opte por um dos canais menos saturados

Os routers europeus utilizam 13 canais que operam entre 2401 e 2483 MHz. No entanto, a probabilidade de estar a utilizar o mesmo que o do seu vizinho é muito elevada. Assim, se quiser aumentar a velocidade de internet da sua casa, um dos truques a que pode recorrer é analisar o estado dos canais à sua volta, através de aplicações como o Wifi Analyzer, e mudar para aquele sendo mais recomendado para si.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Serviço de pagamentos móvel M-Pesa chega a Etiópia

O serviço de pagamentos móvel M-Pesa, da Safaricom, foi lançado na Etiópia na quarta-feira, num impulso para a operadora de telecomunicações do Quénia que procura dinamizar o crescimento numa das maiores economias da África.

A Safaricom, subsidiária da Vodacom sul-africana e da Vodafone britânica, lançou a rede de voz e dados no país do Corno de África no ano passado, conquistando mais de dois milhões de clientes ativos. A companhia introduziu o M-Pesa no Quénia em 2007, depois do que o serviço cresceu e tornou-se no maior gerador de receitas da empresa, sendo também oferecido na República Democrática do Congo, Egipto, Ghana, Quénia, Lesotho, Moçambique e Tanzânia.

MAIS: M-Pesa atinge um marco de USD365 mil milhões

O M-Pesa é conhecido por ser um divisor de águas para a inclusão financeira“, disse o presidente executivo da Safaricom Etiópia, Stanley Njoroge, anunciando que a companhia vai continuar “a ampliar os serviços que os nossos clientes recebem da plataforma”. A Safaricom tornou-se no primeiro provedor privado de telecomunicações da Etiópia após o Governo ter liberalizado, em 2019, o sector há muito dominado pela estatal Ethio Telecom.

A aposta da empresa reside na expectativa de que a Etiópia, com cerca de 120 milhões de habitantes e uma das populações mais jovens de África, vai impulsionar o crescimento nos próximos anos. Analistas disseram que o mercado oferece enormes oportunidades, mas também exige grandes investimentos que vão colocar a Safaricom sob pressão para obter resultados rápidos.

[Moçambique] Uso das TICs trouxe benefícios mas também impôs desafios

O uso massivo das TICs, principalmente da internet, trouxe não apenas benefícios, como também impôs novos desafios relativos à segurança de dados e proteção da vida provada, das instituições e da soberania do Estado.

Quem assim o diz é a secretária permanente do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Nilsa Miquidade, falando em Maputo, na abertura da segunda edição do Fórum de Governação da Internet em Moçambique, destacando o papel primordial desta que é uma plataforma de debate inclusiva, criada com o objetivo de promover a auscultação pública sobre as linhas orientadoras de gestão e desenvolvimento da internet no país.

Sublinhou que, por reconhecer a complexidade dos desafios impostos pela expansão das TICs e a sua importância no desenvolvimento social e económico, o Governo tem vindo a adotar várias medidas e ações para garantir o progresso tecnológico sustentável para todos.

“O Governo está a criar, reestruturar e adequar diversas instituições do sector das TICs para responder às necessidades específicas do novo modelo de desenvolvimento baseado em tecnologias digitais, com tendência à estandardização das atuações e decisões”, disse.

Miquidade afirmou igualmente que Moçambique, África e o mundo vivem hoje os efeitos da sociedade de informação, de conhecimento ou tecnológico, que se caracteriza pelo uso massificado das TICs, em que a internet se apresenta como o meio de convergência técnica incondicional.

Afirma ser convicção do pelouro que superintendente a área das TICs que no próximo Fórum de Governação da Internet, com a experiência dos anteriores, haja evidências de que parte dos problemas que hoje preocupam a sociedade moçambicana tenha sido ultrapassada.