19.7 C
Angola
Terça-feira, Fevereiro 24, 2026
Início Site Página 256

Moza Banco quer facilitar as transações em Moçambique através dos pagamentos digitais

O Moza Banco quer facilitar as transações em Moçambique através dos pagamentos digitais, método esse que está a revolucionar a indústria bancária no país, facilitando aos acessos aos serviços e promovendo a inclusão financeira e transformação digital.

Segundo Noormahomed Moosa, Gestor de Projetos no Moza Banco, em entrevista ao Kabum Digital, salienta que a referida instituição bancária é um dos principais bancos em Moçambique que disponibiliza os melhores serviços de pagamentos digitais, o que nos últimos tempos é uma fórmula para dinamizar as transações dos seus clientes.

Hoje em dia os pagamentos digitais são rápidos, convenientes e seguros“, disse o Gestor de Projetos, referindo que os mesmos estão, sem dúvida, a apresentar um novo dinamismo na banca, visto que apresentam rapidez, conveniência, segurança e rastreabilidade como vantagens.

Noormahomed Moosa frisa ainda que “os pagamentos digitais são acessíveis por uma grande parcela da população, incluindo aqueles que não têm acesso a serviços bancários tradicionais“.

MAIS: Moza Banco adere à plataforma de denúncias a fraudes eletrónicas

Pelo que o responsável revela, o Moza Banco tem se empenhado em disponibilizar uma ampla variedade de serviços e opções de pagamento digital para os seus clientes, com o objetivo principal de atender as necessidades da sociedade em constante transformação, assim como as tendências tecnológicas mundiais.

Atualmente o Moza Banco conta com quatro canais digitais que permitem aos clientes realizarem transações eletrónicas (financeiras e não financeiras), através de aplicativos móveis e dispositivos eletrónicos.

Sobre as inovações tecnológicas, Noormahomed Moosa explica que o Moza Banco já introduziu aos seus cartões e POS a tecnologia por aproximação designada “contactless”, dando mais segurança e rapidez nas transações.

Trata-se de uma nova experiência, para uma nova era de pagamento“, finalizou.

Consultório MenosFios: Como consultar e gerenciar as suas passwords guardadas no Android

A segurança do Android e dos serviços da Google estão interligados de forma muito orgânica. Sendo tudo uma oferta da mesma empresa, é normal que esta união aconteça e que ao longo do tempo os utilizadores se habituem a esta partilha e união.

Com uma dependência grande toca às passwords para o acesso aos serviços da Internet, importa assim ter mais informação. Desta forma, é essencial saber onde estão as passwords no Android, para assim as usar e até para as editar ou eliminar.

No Android, tudo gravita em torno da Google e dos seus serviços. É uma união natural e que ao longo dos anos tem funcionado de forma muito efetiva e útil, tornado este sistema o mais usado e o que está presente em mais smartphones.

Para olhar à segurança, a Google também resolveu integrar uma oferta sua e tem no Chrome uma ferramenta essencial. É aqui que tudo se concentra e que os utilizadores podem usar para aceder ou simplesmente gerir as suas passwords de forma simples e rápida.

     

Para o fazerem, os utilizadores devem abrir em primeiro lugar o Chrome. Aqui dentro, devem abrir o menu principal deste browser da Google, carregando nos 3 pontos presentes no topo direito desta app.

No menu apresentado, bastará abrir a opção Definições, para assim ter acesso às opções procuradas. Nesta nova lista que é apresentada, devem escolher a opção Gestor de Palavras-passe, para assim terem acesso à lista dos usernames e passwords que estão registos.

   

Qualquer um deles pode ser aberto e consultado. Basta carregar na entrada pretendida e esta é mostrada. Aqui dentro, podem copiar ou ver estes dados diretamente nesta interface. Caso pretendam, podem ir mais longe e editar ou eliminar estas passwords.

É desta forma simples e rápida que podem consultar as passwords que estão acessíveis no Google. O Chrome é a via para chegar à informação que a Google guarda e de que todos dependem para aceder aos serviços da Internet e as suas apps.

________________________________________

Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Angola vai ajudar Moçambique na implementação da sua infraestrutura espacial

Moçambique vai contar com ajuda de Angola na implementação da sua infraestrutura espacial, segundo o diretor de Radiocomunicações e Fiscalização da Autoridade Reguladora de Moçambique, Martins Langa.

Falando no II workshop sobre “Quadro Regulatório e Economia Espacial”, realizado, em Luanda, pela Associação de Reguladores de Comunicação da África Austral (CRASA), o responsável frisou ser importante que cada país da região tenha um programa espacial estruturado e seguro, principalmente aqueles que já deram bons passos, como Angola.

A infraestrutura espacial pode complementar a expansão da banda larga móvel. Angola já deu passos bem grandes, talvez possa ensinar-nos a dar passos mais curtos, no sentido de ver qual é a possibilidade de Moçambique também entrar na era espacial”, disse o responsável.

Esta edição do workshop reuniu os países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), onde recomendaram a CRASA a promover o desenvolvimento dos recursos humanos para os ecossistemas envolvidos na comunicação espacial da região.

MAIS: Angola que reforçar cooperação intra-africana no âmbito espacial

Os participantes reconheceram o papel dos reguladores de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na criação de um ambiente favorável para as comunicações via satélite em conformidade com os Requisitos, Padrões de Segurança e Gerenciamento de Espectro universalmente aceites.

No encontro, os participantes sugeriram a elaboração de currículos académicos para responder às necessidades estratégicas espaciais.

A par disso, os participantes pediram inovações nos ecossistemas baseadas no espaço e conteúdos locais, relevantes para o contexto africano, de modo a melhorar os acordos que serão assinados na área espacial.

China propõe limite de 40 minutos na internet para crianças

O regulador do ciberespaço da China ordenou hoje aos fornecedores de dispositivos móveis que criem um modo específico para menores, visando limitar o uso por crianças e adolescentes a um máximo de duas horas por dia.

A administração do Ciberespaço chinesa disse ainda que menores de 18 anos devem estar impedidos de aceder a dispositivos móveis, incluindo telemóveis e computadores portáteis, entre as 22:00 e 06:00.

De acordo com a norma, este modo para menores deve ter uma função de troca automática, que permite ao utilizador aceder a uma versão adaptada à sua idade com um único clique e sair com a verificação e autorização dos pais.

Os utilizadores com idades entre 16 e 18 anos vão ter permissão para aceder a dispositivos móveis duas horas por dia. Para crianças entre os oito e 16 anos, o limite é uma hora, enquanto menores de oito vão ter permissão para apenas oito minutos.

MAIS: China: crianças terão apenas uma hora por dia para ter acesso aos jogos eletrônicos

Dependendo das “características físicas e mentais” de cada grupo, vão ser oferecidos conteúdos e informações “adequados ao seu desenvolvimento”, refere o documento, que sugere a audição de programas educativos e de músicas para menores de três anos.

Aplicações de partilha de vídeos curtos, semelhantes ao TikTok, estavam já obrigadas a oferecer um modo específico para menores, que limita o tempo de utilização e omite determinado tipo de conteúdo.

Em 2021, as autoridades chinesas restringiram a cerca de três horas por semana o acesso de internautas menores de idade a jogos em rede, visando “proteger efetivamente a saúde física e mental” e o “crescimento saudável” dos jovens.

As ações das principais firmas de tecnologia chinesas caíram após o anúncio, incluindo a aplicação de partilha de vídeos curtos Kuaishou Technology (-4%), a rede social Weibo (-5%) e o motor de busca Baidu (-4%).

Conheça a rede 5G mais rápida do planeta

Com o 5G a ser já uma realidade no dia a dia, estas redes estão a ganhar novas capacidades e a garantir aos utilizadores velocidade ainda mais elevadas. Para medir e avaliar esta realidade, a Ookla recolhe dados de todo o planeta e há um vencedor anunciado.

Apesar de ter os mesmos princípios e a mesma tecnologia em todo o lado, as redes 5G variam muito entre os operadores. Cada um, procura oferecer aos utilizadores as melhores velocidades e a menor latência possível, para uma melhor experiência de utilização.

A Ookla é conhecida por oferecer no seu serviço a informação sobre as diferentes redes destes operadores. Ao mesmo tempo, recolhe dados de utilização dos utilizadores e complementa os seus mapas e informação partilhada.

A mais recente análise feita às redes 5G descobriu qual o país com a mais rápida e com melhor qualidade de serviço oferecido. Foi nos Emirados Árabes Unidos que foram registadas velocidades médias de download 5G de 557,63 Mbps no segundo trimestre de 2023.

Se olharmos mais em detalhe, temos a operadora etisalat by e&, localizada nos Emirados Árabes Unidos, que tem a rede 5G mais rápida do mundo. Esta consegue velocidades médias de 680,73 Mbps. Também a du, outra operadora desse país, está entre as principais no 5G com uma velocidade de download de 453,93 Mbps.

Os Emirados Árabes Unidos são seguidos pela Coreia do Sul (501,56 Mbps), Qatar (465,62 Mbps), Brasil (447,30 Mbps) e Singapura (388,55 Mbps) nos países com as redes 5G mais rápidas. Importa referir que estes dados são referentes ao segundo trimestre de 2023.

Singapura normalmente está no topo destas listas quando se fala de redes de banda larga fixa mais rápidas. No entanto, os Estados Unidos e a Índia não conseguiram entrar nos 10 principais lugares da tabela de resultados com as suas redes 5G.

 

Angola ganha uma rede sísmica de última geração

Angola conta agora com uma rede sísmica composta por cinco estações, constituídas por sensores de última geração que ajudam a transmitir em tempo real para o servidor central do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INAMET), bem como informações de movimentação da crosta terrestre (placas tectónicas).

Distribuídas pelas províncias do Bengo, Cuanza Sul, Lunda Norte, Moxico e Huíla, os sensores sísmicos tecnológicos vêm no âmbito do Projeto de Modernização do INAMET, onde possibilitam o monitoramento sísmico instigando a preservação de vida e o apoio aos diferentes sectores socioeconómicos, em especial ao de construção civil.

De informar que na última semana, o INAMET registou recentemente um abalo sísmico de classe leve, com magnitude de aproximadamente 3.1 MW (na escala de Ritcher) ocorrido no dia 14 deste mês pelas 00:41 horas (horário local), cujo epicentro localizou-se no município da Gabela, província do Cuanza Sul.

MAIS: INAMET vai beneficiar-se de modernização tecnológica para antecipar ocorrências

Graças a nova tecnologia, também observou-se a ocorrência de um abalo sísmico intenso, com magnitude de 6.7 MW (na escala de Ritcher) com uma profundidade de 190 km, cujo epicentro localizou-se em Neuquen, Argentina.

O evento foi registado pelo INAMET às 03:05 horas (horário local) e de acordo com os relatos da imprensa Argentina não foram identificadas vítimas ou danos materiais graves na região de Neuquem.

Expansão dos serviços em Angola depende da partilha de infraestruturas de telecomunicações

A partilha de infraestruturas de telecomunicações possibilita a expansão rápida e consistente dos serviços para todo o território angolano, inclusive em zonas remotas, sendo que isso é o que precisamos agora”, segundo o administrador da Anglobal, Paul da Gama.

Falando numa nota de imprensa divulgada pela ANGOP, o gestor salienta que o desenvolvimento da economia digital nas suas diversas formas dependem significativamente de telecomunicações eficientes e apesar dos desafios logísticos, o mercado angolano nesta área apresenta uma notável evolução.

Paul da Gama frisa que num mundo tão competitivo como nos dias a partilha de conhecimento, tanto como a partilha de infraestrutura torna-se vital para evolução e progressão de indicadores fortemente identificados a nível da disponibilidade dos serviços tendo como condição a qualidade dos serviços no que concerne as telecomunicações.

MAIS: Partilha das infraestruturas entre as operadoras do sector das telecomunicações é uma obrigação

Com muito para se fazer pretende-se aumentar a penetração dos serviços moveis com destaque para as áreas rurais, mas com o altíssimo custo de infraestrutura leva consequentemente a um preço elevado onde as operadoras o fazem no intuito de recuperar o seu investimento. As empresas de telecomunicações em áfrica podem vivenciar uma redução nas despesas de capital ate 60% reduzindo as necessidades individuais o que consequentemente reduzira o período de retorno de investimento.

De informar que muito recentemente a operadora de telefonia móvel Africell acusou a Unitel de “extorsão”, pôr cobrar preços muito altos no acesso a infraestruturas, cuja partilha está definida por lei, nomeadamente o decreto presidencial Nº 166/14 de 10 de julho.

Segundo o que foi revelado pelo Jornal Expansão, essa atitude da Unitel fez com que a Africell falha-se o arranque da comercialização duas vezes.

Banco Mundial vai continuar a apoiar a transformação digital em Angola

O Banco Mundial vai continuar a apoiar a transformação digital em Angola, através da iniciativa emblemática Economia Digital do Grupo Banco Mundial para a África (DE4A), apoiando assim a Estratégia de Transformação Digital para a África (2020–30), preparada pela União Africana.

A informação foi revelada durante a 3ª edição do Fórum do Instituto de Modernização Administrativa (IMA), pela especialista em Desenvolvimento Digital Naomi Halewood, salientando que o objetivo é examinar os caminhos pelos quais os países podem acelerar o processo de transformação digital, aproveitando as oportunidades para avançar, mitigando os riscos e, ao longo do processo, aumentar o desenvolvimento inclusivo em Angola.

A especialista alertou para a criação de infra-estrutura digital com base sólida na estrutura política, legal e regulatória do sector, com autonomia acrescida num futuro próximo, infra-estrutura de conectividade internacional de última geração altamente desenvolvida, vários operadores de rede em cada segmento do mercado, com potencial de crescimento, cabo de fibra óptica de propriedade de empresas de energia e ferrovias abertas para o uso por operadoras de telecomunicações, por meio de regulamentação de partilha.

MAIS: Empresários pedem uma maior aposta na transformação digital para indústria nacional

Naomi Halewood defendeu, ainda, a implementação de planos governamentais para alienação de ações do Estado nas empresas de telecomunicações selecionadas, potencial significativo para Angola se tornar num centro de distribuição digital para a região de África Serviços Públicos Digitais: principais forças e oportunidades, legislação abrangente de proteção de dados.

Uma estratégia forte de Governo Eletrónico (2013 – 2017) que define metas, objetivos, projetos, programas e o Plano Estratégico do IMA (2022 – 2027), bem como a existência de uma agência governamental que lidera projetos digitais do Governo, iniciativa de identificação digital ambiciosa, oferta expandida de serviços digitais por meio de portais, aplicativos e sistemas”, esclareceu a especialista.

A 3ª edição do Fórum do Instituto de Modernização Administrativa decorreu no último dia 27 de julho, reunindo diversos atores do sector público e privado em prol da modernização do Estado.

Esta edição voltou a abordar a digitalização e interoperabilidade da Administração Pública Angolana, promovendo a participação de vários atores do processo de conceção, operação e de decisão das distintas iniciativas ao nível da prestação dos serviços públicos.

Governo vai continuar a apostar em infraestruturas para assegurar futuro tecnológico

O Governo angolano vai continuar a apostar em infraestruturas para assegurar o futuro tecnológico do país, segundo o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira.

Falando na chegada em Angola do maior sistema de cabos submarinos do mundo, o 2África, Mário Oliveira frisou que com a referida ligação, Angola vai registar melhorias em diversos segmentos, como de conhecimento, desenvolvimento, ciência, economia digital, melhoria do emprego e “um futuro melhor para todos”.

Um país só se constrói com conhecimento, consciência, desenvolvimento e também com uma grande liderança. O nosso país tem uma grande liderança e a prova disso é o apoio que nós demos à Unitel, de formas a abraçarmos esse grande projeto que é o 2África”, disse o Ministro.

MAIS: João Lourenço: Ligação por fibra óptica insere Angola na rede única africana

O dirigente salientou que, com a infraestrutura, o sector está a pôr em prática o que se encontra plasmado no livro branco das telecomunicações e tecnologia de informação, “nomeadamente na transformação de Angola numa “hub” importante para as telecomunicações em africanas.

Mário Oliveira destacou que, com o referido cabo, o país dará o seu contributo na melhoria das comunicações nos países fronteiriços.

O ministro lembrou que ainda neste mês de julho foi inaugurada mais uma ligação em fibra óptica com a Zâmbia e com a República Democrática do Congo (RDC).

Com mais esta infraestrutura, disse, o país estará em condições de melhorar as ligações com esses países e dar corpo a uma rede africana que está a ser construída com a colaboração de todos os países africanos.

Pelo que foi revelado, o cabo do consórcio 2Àfrica tem mais de 45.000 km de comprimento, projetado para fornecer conectividade internacional contínua para aproximadamente 3 bilhões de pessoas, representando 36% da população global e conectando três continentes, África, Europa e Ásia.

O sistema, que está previsto para entrar em operação em 2024, prevê entregar mais do que a capacidade total combinada de todos os cabos submarinos que atendem África, atualmente, com uma capacidade de até 180 Tbps (Terabits por segundo) nos segmentos principais do sistema.

 O projeto é um consórcio com a Vodafone, WIOCC, China Mobile International, MTN, Orange, Telecom Egypt, STC e a Meta (Facebook).

Programa do CMC de apoio às startups, pequenas e médias empresas com balanço positivo

O “Programa Emergentes”, lançado para apoiar Startups, pequenas e médias empresas (PME), com elevado potencial de crescimento no mercado, teve um balanço positivo visto que vai captar financiamento junto do mercado de capitais, contribuindo, desta forma, para a diversificação das fontes de financiamento, promovendo a inclusão das Pequenas e Médias Empresas (PME) no mercado de capitais e potenciando o crescimento dos diversos sectores da economia.

Essa informação foi revelada por Vanessa Simões, Presidente do Conselho de Administração da Comissão do Mercado de Capitais (CMC), falando na 17.edição do Banca em Análise, estudo que se tem assumido como uma das principais iniciativas da Deloitte Angola, frisando que o Programa Emergentes foi desenhado e é implementado em parceria com aceleradoras, incubadoras e consultoras, tendo por objetivo a preparação das PMEs.

Segundo a PCA, após o processo de candidaturas, foram registadas cento e trinta e quatro empresas das diversas províncias do país, destacando a província de Luanda com um peso de 75%, Benguela com 7%, Huíla e Namibe com 4%, igualmente, nos diferentes sectores de atividade, com as prestadoras de serviços em maior representatividade, com o peso de 77%, seguindo o sector da agricultura e pecuária com 5% e o sector do comércio com 4%.

MAIS: Programa “Emergentes” orientado para apoiar Startups com mais de 130 candidaturas

De acordo com Vanessa Simões, o programa encontra-se em fase de seleção das dez startups que apresentam maior robustez, com vista a beneficiarem do programa de mentoria, perspetivando-se uma futura admissão dos projetos no segmento do mercado de PME da BODIVA.

Portanto, do ponto de vista operacional, faz-se um balanço positivo do programa uma vez que, até ao momento, decorre nas expectativas iniciais, o que nos faz acreditar que as empresas conseguirão alcançar o fim último do programa, sendo o de se financiarem junto do mercado de capitais“, disse.

Lançado no ano passado, o Programa Emergentes destina-se a apoiar as pequenas, médias empresas (PME) e statups, com elevado potencial em diversos estágios de crescimento, bem como aprimorar as práticas de governação e gestão, maturação dos seus produtos e serviços, de forma a habilitá-las a emitir instrumentos financeiros no mercado de capitais.

De acordo com a subdiretora do Gabinete de Desenvolvimento da CMC, Juceline Paquete, o programa enquadra-se no âmbito da missão desta instituição de regular, fiscalizar, supervisionar e promover o mercado de capitais, em Angola. Com duração de três anos, avançou, a iniciativa realiza-se também no quadro das ações de promoção do mercado de capitais, permitindo que a economia angolana tenha mais e diversificadas opções de financiamento (crowdfunding e capital de risco), potenciando o crescimento sustentável.