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Sexta-feira, Abril 17, 2026
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Yetubit Exchange apresenta uma coleção de NFTs Pan-Africana exclusiva e inovadora

A Yetubit Exchange, corretora angolana de criptomoedas, acaba de lançar a coleção de NFTs (tokens não fungíveis) “Yetoshi Wakanda Club”. Com 10.000 unidades exclusivas e baseada na rede Ethereum, a coleção Pan-Africana promete revolucionar o mercado de NFTs e oferecer aos seus detentores acesso a eventos exclusivos, treinamentos, networking, fraternidade e, no futuro, a integração com a criptomoeda Yetucoin.

Como adquirir?

Cada NFT da coleção “Yetoshi Wakanda Club” tem o valor de 0.05 ETH. Para adquirir uma peça dessa coleção única, basta ter uma carteira Metamask e Ethereum. A Metamask é uma plataforma amplamente utilizada que permite aos usuários armazenar e gerenciar seus os ativos digitais de forma fácil e segura, facilitando a interação com aplicações baseadas na rede Ethereum, como é o caso da coleção “Yetoshi Wakanda Club”.

Além de estar disponível do seu website oficial, a coleção “Yetoshi Wakanda Club” também pode ser encontrada no OpenSea, o maior mercado de NFTs do mundo, e no Blur, ampliando ainda mais a sua visibilidade e acessibilidade. Essa presença em plataformas renomadas demonstra a seriedade e o potencial do projeto, que busca unir arte, tecnologia e a cultura Pan-Africana.

A coleção de NFTs “Yetoshi Wakanda Club” é uma iniciativa inovadora da Yetubit Exchange que visa promover a cultura Pan-Africana e oferecer experiências exclusivas aos seus detentores. Com a presença nos principais mercados de NFTs, como o OpenSea e o Blur, a coleção se destaca como uma oportunidade imperdível para quem deseja investir em ativos digitais e fazer parte de uma comunidade única e visionária.

Apenas 4% das pessoas aderiram ao Twitter Blue

O Twitter completou recentemente o lançamento global da subscrição Blue e, de acordo com os dados verificados pela Bloomberg, parece que a adesão ao serviço fica a desejar.

A publicação refere que apenas 4% das pessoas que visitaram o site dedicado ao Twitter Blue no último mês decidiram, de facto, subscrever o serviço. A estimativa é que, em março, cerca de 116 pessoas tenham subscrito o Blue.

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Ainda assim, trata-se de um aumento de 40% em relação aos membros totais do Twitter Blue que, em fevereiro, estavam nas 290 mil pessoas.

Empresários pedem uma maior aposta na transformação digital para indústria nacional

Os empresários angolanos sublinharam que as empresas nacionais devem emigrar para o digital, de modo a permitir otimizar e automatizar o processo de produção, principalmente no sector industrial.

Segundo os preletores, que falavam na conferência sobre “O futuro da digitalização da Indústria em Angola”, realizada na Expo-indústria/2023, frisaram que a digitalização permite conhecer o sector e melhorar a capacidade produtiva da empresa.

Nota-se muitos empresários com vontade de aplicar as tecnologias. É o momento oportuno para o país e as empresas migrarem. A tecnologia pode ajudar a reduzir o impacto ambiental. O futuro da digitalização angolana é brilhante”, disse o diretor da Cegid Primavera para a região Ibérica, América Latina & África Lusófona, Santiago Solanas.

Por isso, o gestor defende que a digitalização nas empresas é uma realidade, sendo que a aceleração do processo de transformação digital mostrou que o desenvolvimento da tecnologia é a condição básica para que empresas se mantenham competitivas.

Para garantir a sobrevivência dos negócios, continuou, as organizações são obrigadas a migrar para o digital.

Já o empresário José Simões, que também participou no debate, reiterou que é necessário acompanhar a nova dinâmica que o Governo vai introduzindo para digitalização, bem como deve-se ajudar as empresas a ter ferramentas que possam monitorizar os seus processos produtivos, tendo processos mais simples do que complexos.

A empresa angolana tem que perceber que cada vez mais que o valor vai ser dado pelo mercado, vamos ter que trabalhar a parte dos custos internamente. Se o empresário começar a medir o desperdício e perceber variações, primeiro vai tentar conhecer as causas e reduzi-las, depois tentar valorizar”, afirmou.

Quem também esteve presente no debate foi o responsável da indústria do Grupo Carrinho, Joaquim Coimbra, que destacou a aposta em tecnologia de ponta para poder garantir que os produtos “saiam com qualidade e de forma mais rápida para o consumidor final”.

A mudança digital é muito importante porque o industrial não pode perder tempo para ir atrás de coisas pequenas que poderia ter resolvido num clique, podendo ter a perceção que necessito para se ter aquilo que se necessita para produção, permitindo ter mais autonomia e eficiência nos nossos processos”, enfatizou.

A 5ª edição da Expo-indústria/2023, que decorreu de 29 de março até 1 de abril, na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, teve lugar numa aérea de dois mil metros quadrados de exposição e conta com 238 expositores nacionais e internacionais.

Entre os principais sectores em exposição, destaca-se a construção civil com 22%, comércio e distribuição (12%), os sectores têxteis e restauração com 11% cada, artesanato (10%), petróleo e gás e o agronegócio com 8%, respetivamente, sendo a banca e seguros, a indústria imobiliária com cinco por cento cada

[Moçambique] Introdução de novos sistemas dificulta a compra online de energia elétrica

A instalação de novos sistemas digitais é um dos motivos que tem causado problemas na compra de Credelec via online, o que obriga a Eletricidade de Moçambique (EDM) manter as lojas abertas ao público por muito tempo.

Consoante ao problema e às reclamações por parte dos clientes, a empresa pública de produção e distribuição de energia elétrica fala de uma falha no sistema, no âmbito da estabilização e desenvolvimento do mesmo.

O sistema que estamos a usar já vem desde 2010; já está ultrapassado. O que aconteceu é que os nossos sistemas redundantes, sendo as nossas lojas online, demoraram entrar, e a solução que os técnicos encontraram, de imediato foi reiniciar os sistemas, o que teria causado essa falha que culminou com a paragem de venda de energia elétrica por um determinado período”, explicou Luís Amado, porta-voz da EDM.

Aos clientes que possam ter sido prejudicados, sob ponto de vista de materiais, com a falha do sistema, a EDM assegura que está a estudar uma forma de compensação e afirma que já fez anotações de algumas supostas ocorrências.

Os que de facto foram afetados são aqueles clientes que tiveram rutura de energia naqueles dias. Por ficarem muito tempo sem energia, estes tiveram transtornos materiais. Em relação à compensação, a EDM pode ver caso a caso, e assim que se provar iniciamos os pagamentos”, informou Luís Amado.

A empresa, diz ainda, que há necessidade de implementar novas infraestruturas a nível tecnológico para evitar problemas do género.

Claramente, a infraestrutura que temos hoje não vai suportar os seis milhões e quinhentos mil clientes. Estamos a implementar um projeto grande, que é de estabilização e ampliação de sistemas e infraestruturas para o suporte ecológico de várias iniciativas que o processo envolve”, reiterou Luís Amado.

A empresa moçambicana revelou ainda que deve entrar em funcionamento, ainda este ano, um Call Center mais dinâmico para responder a inquietações de mais clientes, no âmbito do acesso universal à energia elétrica.

De referir que o projeto de digitalização da EDM arrancou em 2020 e conta com um financiamento de 29,5 milhões de dólares fornecidos pelo Banco Mundial.

Itália bane ChatGPT por suspeitas de violações a leis da privacidade

A entidade reguladora de Itália decidiu banir o ChatGPT, ferramenta de Inteligência Artificial (IA) desenvolvida pela OpenAI e que se tem tornado cada vez mais popular entre os utilizadores.

Conta o site Político que, além deste bloqueio, o regulador italiano decidiu abrir uma investigação à OpenAI, justificando a decisão com suspeitas de violações a leis da privacidade dos dados dos utilizadores.

MAIS: ChatGPT: Plataforma Angolana concede o fácil acesso ao serviço de Inteligência Artificial

Além disso, o regulador também citou preocupações relacionadas com recolha de dados, cibersegurança e também disseminação de desinformação.

Serve recordar que foi encontrada recentemente no ChatGPT uma vulnerabilidade que expôs conversas dos utilizadores com a IA.

Quénia vai lançar o seu primeiro satélite operacional para abril

O Quénia lançará o seu primeiro satélite operacional nos Estados Unidos no próximo dia 10 de abril com a empresa americana SpaceX, anunciou o Ministério da Defesa e a agência espacial queniana.

O satélite irá “fornecer dados precisos e regulares” que serão úteis na “agricultura e segurança alimentar, gestão de recursos naturais e de catástrofes, e monitorização ambiental“, lê-se na declaração.

Potência económica da África Oriental, o Quénia está a atravessar uma seca histórica após várias épocas de chuvas fracas.

O satélite, Taifa-1 (“Nation-1” em suaíli), “foi concebido e desenvolvido por uma equipa de investigadores quenianos“, detalha a declaração.

MAIS: Facebook pode ser julgado no Quénia, decide tribunal

O lançamento será feito a partir da base aérea norte-americana de Vandenberg, na Califórnia, a bordo de um foguete SpaceX Falcon 9, e, segundo o Ministério da Defesa e a agência espacial, constitui “um marco significativo para o programa espacial do Quénia e espera-se que contribua significativamente para impulsionar o crescimento do desenvolvimento de satélites, análise e processamento de dados e capacidades de desenvolvimento de aplicações da economia espacial nascente” do país.

Em 2018, o Quénia enviou o seu primeiro nano-satélite.

Em 2022, pelo menos 13 países africanos tinham construído 48 satélites, segundo a Space in Africa, uma empresa nigeriana que monitoriza os programas espaciais africanos.

O Egito foi o primeiro país do continente a enviar um satélite para o espaço, em 1998.

Angola apresenta na ONU investigação sobre ciência e tecnologia no país

Angola apresentou recentemente o seu relatório sobre a Revisão da Política de Ciência, Tecnologia e Inovação, onde o foco da referida revisão foi o sistema nacional de inovação, o empreendedorismo inovador, o mapeamento do ecossistema de inovação e novas tecnologias digitais no país.

A apresentação da investigação foi feita pela ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Bragança, na 26ª Sessão da Comissão das Nações Unidas de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento (CSTD), informou que este processo, envolve não só as políticas sob responsabilidade do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, mas todas as áreas do Governo que impactam a inovação.

Maria do Rosário Bragança frisou que na inovação o enfoque vincula-se diretamente à diversificação económica, através da ampliação das capacidades produtivas da economia para a produção de bens e serviços inéditos no país e a consequente geração de empregos.

O estudo foi feito com o apoio da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

MAIS: Fórum distingue o contributo da mulher angolana na tecnologia nacional

O documento apresentado concluiu que é necessário mudar a orientação estratégica sobre a Ciência, Tecnologia e Inovação atualmente focalizado na ciência para um enfoque mais virado à tecnologia e inovação com vista a diversificação económica.

Sublinhou ainda que as políticas científicas, tecnológicas e de inovação devem ser consideradas como um instrumento para as políticas industriais e económicas.

De acordo com o relatório, o Governo deve prestar apoio estratégico na aquisição e desenvolvimento de tecnologia, através de uma abordagem orientada para a procura, aumento do financiamento a curto e longo prazo para o sistema nacional de inovação e impulsionar a aprendizagem tecnológica, inovação, bem como a diversificação económica.

‘Trancar’ conversas de WhatsApp? Funcionalidade a caminho

O site WABetaInfo avistou a chegada de uma nova funcionalidade ao WhatsApp, a qual permitirá aos utilizadores da app de mensagens manterem o conteúdo de algumas conversas um pouco mais seguro.

Como refere a publicação, a funcionalidade permite aos utilizadores ‘trancar’ conversas de WhatsApp, sendo que ficam apenas acessíveis com a introdução de uma palavra-passe, por reconhecimento facial ou de impressões digitais.

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Naturalmente, quem deverá beneficiar mais com esta funcionalidade são quem costuma partilhar dispositivos com outras pessoas que, até aqui, podem conseguir ‘espiar’ determinadas conversas.

Esta funcionalidade foi avistada na versão 2.23.8.2 da beta do WhatsApp para Android, pelo que se encontra neste momento a ser testada com perspetiva de ser lançada na versão final da aplicação.

Cabo submarino de fibra óptica melhora acesso à internet em Cabinda

A população de Cabinda, propriamente os jovens e empresas, estão agora melhores servidos no acesso à internet com a chegada do cabo submarino e a sua interligação à malha nacional de cabo de fibra óptica.

Segundo a sociedade civil, que falavam numa reportagem da ANGOP, frisaram que beneficiam da rede digital através da fibra óptica, com múltiplas facilidades, com destaque para os moradores da Urbanização 4 de abril, que já contam com o sinal do Sistema do Cabo Submarino Norte da Unitel, um projeto ambicioso que veio impulsionar as telecomunicações na região.

O referido cabo submarino é no âmbito da rede planeada de fibra óptica, que liga as províncias de Cabinda e Zaire, através de duas rotas distintas. O Cabo Submarino de Fibra tem cerca de 1145 km de comprimento e uma capacidade de conceção de 93,4Tbit/s.

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Para assegurar ligações de rede de alta fiabilidade nas águas turbulentas do estuário do rio Congo, o sistema adota uma conceção protegida de 1 + 1. Um segmento repetido ligará Cacongo e N’zeto; enquanto que um segmento não repetido ligará Cabinda e Soyo, ambas cidades de grande relevância na produção de petróleo de Angola.

De informar ainda que, na província de Cabinda e no âmbito da melhoria dos serviços, a respetiva operadora de telefonia efetuou em maio último a extensão do sinal de 4G no município mais ao norte daquele território, Buco-Zau, tendo antes feito na sede Cabinda e comuna de Malembo, bem como na comuna de Dinge, no município de Cacongo.

ChatGPT: Plataforma Angolana concede o fácil acesso ao serviço de Inteligência Artificial

A Yetubit Exchange, corretora angolana de criptomoedas, tem o prazer de anunciar o lançamento da sua nova plataforma, a Tech Angola utiliza a API do ChatGPT, esta plataforma tem como objetivo criar consciencialização sobre a inteligência artificial no país e permitir que os angolanos possam usufruir das potencialidades do ChatGPT de forma simplificada e sem burocracias.

A plataforma foi concebida para atender às necessidades da crescente comunidade de entusiastas de tecnologia em Angola, e é um passo significativo no desenvolvimento e na popularização da inteligência artificial no país. Ao permitir o acesso fácil e sem barreiras ao ChatGPT, a Tech Angola proporciona aos utilizadores uma ferramenta poderosa e versátil para o aprendizado, a comunicação e a resolução de problemas do dia a dia.

Como aceder a plataforma?

A Tech Angola foi desenvolvida com foco na acessibilidade e na facilidade de uso, de modo que até mesmo os utilizadores com pouca experiência em tecnologia possam explorar as funcionalidades do ChatGPT, para testar clique aqui. A plataforma oferece um ambiente amigável e intuitivo, e conta com um suporte ao cliente dedicado para auxiliar os utilizadores nas suas dúvidas e necessidades. Além do ChatGPT, a Tech Angola lançará em breve novos produtos e serviços de inteligência artificial na sua plataforma.

O nosso teste

O lançamento da Tech Angola marca uma nova era para a Yetubit Exchange, que amplia o seu portfólio de produtos e serviços, solidificando-se como uma empresa inovadora e comprometida com o desenvolvimento tecnológico em Angola. A plataforma é um passo importante para a promoção da inclusão digital e a difusão do conhecimento sobre inteligência artificial, contribuindo assim para um futuro mais promissor e tecnologicamente avançado no país.