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[Moçambique] Cornelder investe em tecnologias de ponta no controlo de acesso ao Porto da Beira

A Cornelder de Moçambique (CdM) investiu, recentemente, na instalação de um moderno sistema informático de controlo de acesso ao Porto da Beira, que deteta automaticamente as matrículas e os números dos contentores com recurso a câmeras.

Denominado Reconhecimento de Caracteres Ópticos (OCR, em inglês), o sistema funciona como um portal moderno e inteligente utilizado na gestão do fluxo de camiões em várias cidades americanas e europeias, e foi recentemente implementado no Terminal de Contentores do Porto da Beira.

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Com a instalação deste sistema, a CdM espera conferir maior eficiência no controlo dos principais acessos ao Porto da Beira, bem como automatizar o registo de contentores, matrículas dos camiões e imagens para fins de semana, reduzindo, desta forma, erros humanos.

“Recebemos um feedback positivo por parte dos usuários do recinto portuário, e reiteramos a nossa promessa de continuarmos a envidar esforços, no sentido de melhorar os nossos níveis de segurança”, fisou Jan De Vries, diretor executivo da Cornelder de Moçambique.

Encerrado um dos maiores mercados usados por cibercriminosos

Autoridades dos EUA, Reino Unido, Holanda, Austrália e vários países europeus levaram a cabo mais de 200 mandados de busca e detiveram 120 pessoas, desmantelando o Genesis Market, um dos maiores mercados do cibercrime.

No Genesis Market, era possível comprar bases de dados de passwords, detalhes de login, endereços de IP e outros dados que constituem a “impressão digital” das vítimas. Agora, uma operação concentrada em 17 países levou à detenção de mais de 120 responsáveis e o site passou a mostrar a mensagem: ‘Operation Cookie Monster. This website has been seized’, ou seja, ‘Operação Monstro das Bolachas. Este site foi apreendido’.

No lado do Reino Unido, a National Crime Agency detalha que o Genesis MArket tinha mais de 80 milhões de conjuntos de credenciais e impressões digitais à venda: “Durante demasiado tempo, os criminosos roubaram credenciais de membros inocentes do público (…) Queremos que os criminosos tenham medo por termos as suas credenciais agora, e temos”, afirma Robert Jones, diretor-geral do National Economic Crime Centre da NCA, à BBC.

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A página deste mercado estava disponível na web convencional, sem ser necessário recorrer à dark web, e apresentava uma interface cuidada, em inglês. À venda estavam credenciais de serviços como PayPal, Netflix, Amazon, eBay, Facebook, Uber ou Airbnb e os criminosos que comprassem a informação até podiam receber notificações da Genesis se as passwords fossem alteradas pelas vítimas. Jones explica que “era um site muito sofisticado, muito fácil de usar, com uma wiki a explicar o processo e acessível na web aberta e na dark web”, conta Jones.

Dependendo da quantidade de informação desejada, o conjunto de dados por utilizador podia ser comprado por menos de dólar. As autoridades responsáveis pela operação estimam que dezenas de milhares de cibercriminosos tenham comprado dados aqui e que o número de vítimas chegue aos dois milhões.

As autoridades da Holanda prepararam uma página (aqui) onde os utilizadores podem colocar o seu endereço de email e receber uma mensagem caso os seus dados se encontrem na base de dados do Genesis Market.

Jogos chegam ao Facebook Messenger

O Facebook anunciou que os utilizadores do Messenger vão poder desfrutar de jogos com outras pessoas enquanto estão em videochamadas.

Diz o site Engadget que os utilizadores do Facebook Messenger poderão desafiar família e amigos para partidas online em 14 títulos diferentes enquanto realizam as suas videochamadas. A empresa diz que há mais jogos para serem lançados em breve.

Esta nova funcionalidade já se encontra disponível para Android, iOS e também na ‘web’.

Web Summit desembarca no Médio Oriente e anuncia evento no Qatar em 2024

Ainda antes do primeiro Web Summit no Brasil, marcado para maio deste ano, Paddy Cosgrave acaba de confirmar que o evento de empreendedorismo vai realizar-se no médio oriente já em 2024. Qatar é o país escolhido.

A ideia de internacionalizar o Web Summit já tinha sido explicada por Paddy Cosgrave, com a garantia de que isso não descaracteriza a conferência e exposição de empreendedorismo e tecnologia, que saiu da Irlanda para Lisboa em 2016 e que se vai manter em Portugal até 2028, num acordo com o Governo e a Cidade de Lisboa para 10 anos.

Paddy Cosgrave confirmou no Twitter que o primeiro Web Summit no médio oriente vai realizar-se no Qatar em março de 2024.

Esta pequena empresa irlandesa sediará o seu primeiro Web Summit no Oriente Médio no Qatar em março de 2024“, explica o CEO do Web Summit num tweet, adiantando que “nos últimos anos, quase todos os países do Oriente Médio e vizinhos próximos têm sido participantes e parceiros ativos nos nossos eventos. Esses países incluem Arábia Saudita, Palestina, Egito, Jordânia, Catar, Emirados Árabes Unidos, Omã, Turquia, Irã, Israel e Bahrein. Vários dos seus líderes políticos falaram nos nossos eventos, mais recentemente a Rainha Rania da Jordânia em novembro em Lisboa“.

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Para o empreendedor e criador do Web Summit, “o número de startups e empreendedores da região que se deslocam anualmente a Lisboa para o Web Summit cresceu exponencialmente. Este é o momento certo para um Web Summit no Oriente Médio e estamos ansiosos para receber participantes e palestrantes de todo o mundo no Qatar em março de 2024“.

A criação daquilo que Paddy Cosgrave designa como “eventos regionais” do Web Summit chegou a estar envolta em polémica, mas o empreendedor tem sido sempre exímio em afastar a questão, e em garantir que todas as iniciativas beneficiam o evento anual, em Lisboa, que em 2023 está marcado para uma semana depois do habitual, de 13 a 16 de novembro.

O anúncio da realização do Web Summit no rio de Janeiro ainda em 2023 pode ter apanhado muitos de surpresa, mas Paddy Cosgrave garante que este também está a ser positivo para Lisboa, dizendo que nunca houve tantas startups brasileiras e participantes do Brasil na cidade. “Muitas empresas veem Portugal como uma porta de entrada para a Europa”, sublinhou na entrevista ao SAPO TEK.

A tecnologia é global e a maior parte das pessoas que vêm ao Web Summit são da Europa e dos Estados Unidos, e queremos tornar o evento mais global”, afirmou, lembrando que existiram conversas com o Japão e a cidade de Tóquio, ainda antes da pandemia de COVID-19, e que não sabe se essa linha vai ser retomada antes de 2024/25. “Nessa altura talvez vamos fazer alguma coisa no Médio Oriente e em África, estamos a trabalhar muito para encontrar a melhor localização antes de partilharmos as notícias”, acrescentou.

A confirmação para a abordagem ao médio oriente em março de 2024, uma data que é estranhamento próxima à escolhida para o Rio de Janeiro. O primeiro Web Summit fora da Europa está marcado para o Brasil, e a cidade do Rio de Janeiro, e vai realizar-se de 1 a 4 de maio.

O Web Summit teve início em Dublin em 2009, onde se manteve durante 5 anos. Em 2016 mudou-se para Lisboa, destacando as vantagens da cidade portuguesa, e em 2018 a organização assinou um contrato de garantia de permanência em Lisboa por 10 anos, com um apoio do Governo e da cidade de Lisboa de investimentos anuais de 11 milhões de euros. Deste valor, 3 milhões de euros são investimentos municipal e 8 milhões são assegurados pelo Governo.

Para além do Web Summit a empresa de Paddy Cosgrave organiza outros eventos internacionais de empreendedorismo como o Collision em Toronto, Canadá, o RISE em Hong Kong, o Corporate Innovation Summit e o Venture, ambos em Lisboa.

WhatsApp para Android vai mudar

O site WABetaInfo está a avançar com a notícia que o WhatsApp está a planear lançar um novo design para a versão Android da sua app, a qual poderá torná-la mais parecida à presente no iPhone.

De acordo com as informações disponíveis, o WhatsApp poderá estrear um novo design na versão Android que introduziu uma barra de navegação na parte inferior do ecrã. Recordar que, atualmente, a barra de navegação do WhatsApp para Android se encontra na parte superior do ecrã.

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O objetivo deverá ser criar alguma consistência entre as duas versões do WhatsApp, aproximando assim a experiência entre os utilizadores do Android e do iOS. Infelizmente, ainda não se sabe quando é que estas mudanças terão lugar.

Angola vai contar com regulamentação a Ética na Ciência, Tecnologia e Inovação

Angola vai contar brevemente com uma regulamentação a Ética na Ciência, Tecnologia e Inovação, com vista a assegurar os princípios gerais na execução de atividades investigativas e desenvolvimento experimental, transferência de tecnologia e inovação.

A proposta foi apresentada pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), durante o Workshop sobre Integridade e Ética na Investigação, e terá por finalidade monitorar a aplicação dos princípios éticos internacionalmente estabelecidos e aplicáveis ao exercício da pesquisa científica, em conformidade com Constituição e Convenções Internacionais.

Segundo o diretor nacional da Ciência, Tecnologia e Inovação do MESCTI, António Alcochete, o documento prevê atuar nas áreas de estudo das Ciências Naturais, Engenharia e Tecnologias, Ciências Médicas e da Saúde, Ciências Agrárias e Veterinárias, Ciências Sociais, Humanidades e Artes.

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O diretor frisou que a criação de um Código Geral de Ética em Ciência, Tecnologia e Inovação (CGECTI) está prevista no Plano de Ação em Ciência Tecnologia e Inovação do Ministério do Ensino Superior e tem como princípios gerais a transversalidade, a compatibilidade, a honestidade, a integridade, a formação e habilidades.

De informar que o Workshop sobre Integridade e Ética na Investigação teve como objetivo promover o intercâmbio de experiências em Ética da Investigação Cientifica e da Bioética entre académicos e investigadores da região africana e da América Latina e Caribe.

Buscou também experiências regionais e globais que irão possibilitar a criação em Angola de referências, recomendações e normas de ética em ciência, tecnologia e inovação.

Diversificação da economia nacional deve ser através da inovação científica e tecnológica

A diversificação da economia nacional deve ser através da inovação científica e tecnológica, segundo a secretária de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Alice Ceita de Almeida.

A Secretária de Estado que falava durante o primeiro workshop sobre integridade e ética na investigação científica, explicou que, consciente dos desafios do Ensino Superior, Angola abraçou um amplo Projeto de Desenvolvimento de Ciência e Tecnologia (PDCT 2018 – 2024), cofinanciado pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), que aposta na inovação científica e tecnológica.

A governante revelou que foi constituído, ainda, o Programa UNi.Ao, financiado pela União Europeia, para apoiar o Sistema de Ensino Superior angolano na produção de conhecimentos e promoção da inovação, implementado pela Agência de Cooperação Técnica Francesa, com duração de cinco anos (2019 – 2024), através da criação de novos cursos de pós-graduação e fundos para a investigação em áreas relevantes.

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O Fundo para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico lançou, em 2022, três editais recolhendo um total de 199 candidaturas para financiamento, que estão em fase final de avaliação”, concluiu.

Importa realçar que neste primeiro workshop os participantes debateram princípios éticos, ética e integridade na investigação, liberdade, princípios e responsabilidades na investigação e planeamento ético na condução de um projeto de investigação.

Da agenda de trabalhos constaram, igualmente, temas ligados à proteção de dados pessoais, regulamento da ética na ciência e tecnologia, experiências do Fundo Nacional de Investigação, do Research Foundation da África do Sul, da Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal e da Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Brasil.

TikTok vai ser investigado no Vietname

O governo do Vietname anunciou que, a partir de maio, vai conduzir uma investigação aprofundada às operações do TikTok no país de forma a garantir que a empresa cumpre os regulamentos no que diz respeito à moderação de conteúdo, pagamentos de impostos e políticas comerciais.

“O TikTok, o Facebook e o YouTube são redes sociais que atravessam fronteiras com ‘standards’ internacionais. Mas, quando operam no Vietname, a plataforma tem de obedecer a regulamentos locais no que diz respeito a conteúdo e obrigações fiscais”, pode ler-se no comunicado de um dos membros do governo, Le Quang Tu Do, de acordo com a Reuters.

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Em comunicado enviado à publicação, a divisão do TikTok a operar no Vietname adiantou que, no dia 24 de abril, serão implementadas novas medidas de transparência para as regras da plataforma.

Yetubit Exchange apresenta uma coleção de NFTs Pan-Africana exclusiva e inovadora

A Yetubit Exchange, corretora angolana de criptomoedas, acaba de lançar a coleção de NFTs (tokens não fungíveis) “Yetoshi Wakanda Club”. Com 10.000 unidades exclusivas e baseada na rede Ethereum, a coleção Pan-Africana promete revolucionar o mercado de NFTs e oferecer aos seus detentores acesso a eventos exclusivos, treinamentos, networking, fraternidade e, no futuro, a integração com a criptomoeda Yetucoin.

Como adquirir?

Cada NFT da coleção “Yetoshi Wakanda Club” tem o valor de 0.05 ETH. Para adquirir uma peça dessa coleção única, basta ter uma carteira Metamask e Ethereum. A Metamask é uma plataforma amplamente utilizada que permite aos usuários armazenar e gerenciar seus os ativos digitais de forma fácil e segura, facilitando a interação com aplicações baseadas na rede Ethereum, como é o caso da coleção “Yetoshi Wakanda Club”.

Além de estar disponível do seu website oficial, a coleção “Yetoshi Wakanda Club” também pode ser encontrada no OpenSea, o maior mercado de NFTs do mundo, e no Blur, ampliando ainda mais a sua visibilidade e acessibilidade. Essa presença em plataformas renomadas demonstra a seriedade e o potencial do projeto, que busca unir arte, tecnologia e a cultura Pan-Africana.

A coleção de NFTs “Yetoshi Wakanda Club” é uma iniciativa inovadora da Yetubit Exchange que visa promover a cultura Pan-Africana e oferecer experiências exclusivas aos seus detentores. Com a presença nos principais mercados de NFTs, como o OpenSea e o Blur, a coleção se destaca como uma oportunidade imperdível para quem deseja investir em ativos digitais e fazer parte de uma comunidade única e visionária.

Apenas 4% das pessoas aderiram ao Twitter Blue

O Twitter completou recentemente o lançamento global da subscrição Blue e, de acordo com os dados verificados pela Bloomberg, parece que a adesão ao serviço fica a desejar.

A publicação refere que apenas 4% das pessoas que visitaram o site dedicado ao Twitter Blue no último mês decidiram, de facto, subscrever o serviço. A estimativa é que, em março, cerca de 116 pessoas tenham subscrito o Blue.

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Ainda assim, trata-se de um aumento de 40% em relação aos membros totais do Twitter Blue que, em fevereiro, estavam nas 290 mil pessoas.