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[Moçambique] Cidadãos queixam-se de falta de internet no Jardim Tunduru

Em novembro de 2017, o Ministro dos Transportes e Comunicações, que era Carlos Mesquita, inaugurou na cidade de Maputo, um sinal livre de internet instalado pela autoridade reguladora das comunicações, INCM, em colaboração com o Conselho Municipal de Maputo, no âmbito da implementação do projeto de praças digitais.

Na altura, o ministro disse que o funcionamento do sinal livre de internet tinha como objetivo atrair o público para o local, principalmente a camada estudantil, promovendo, dessa forma, a inclusão digital.

Seis anos depois da instalação do sinal livre de internet, vários utentes reclamam contra o facto de não conseguirem ter acesso.

Eu não consigo ter acesso à internet deste local! Sempre que estou aqui uso a minha internet particular. Só assim consigo trabalhar e fazer outras atividades”, disse Ema Gabriel ao CanalMoz.

Fernando Chambuze disse que é frequentador do Jardim Tunduru há mais de cinco anos. No princípio, teve acesso ao sinal de internet gratuita, mas deixou de a usar quando começou a ficar muito lenta devido ao elevado número de utilizadores, em 2018. E não sabe ao certo quando o sinal de acesso livre de internet deixou de funcionar.

Nos últimos tempos, vejo pessoas reclamando que não conseguem ter acesso à internet neste local, mas não sei quando começou”, disse.

MAIS: Moçambique tem problemas de base de infraestruturas de acesso à internet, reforçam os especialistas

Segundo o funcionário do Jardim Tunduru, Alberto Chabisso, o sinal de internet grátis funcionou devidamente naquele local durante um ano, em 2018. E noutros anos funcionava com dificuldades, até à paralisação definitiva.

Quando a internet começou a oscilar, apresentámos aos nossos chefes, mas não obtivemos nenhuma resposta satisfatória, por isso estamos até agora sem o sinal gratuito”, disse Alberto Chabisso.

A implementação do projeto de praças digitais tinha um custo inicial de 1.200.000,00 meticais. Deste valor, cerca de metade era o custo da aquisição dos equipamentos, e a outra metade era para serviços de instalação. E em serviço de internet seria gasto anualmente um valor total de cerca de 665.000,00 meticais, com um custo mensal de 55.401,85 meticais. Durante um ano, o projeto seria financiado pelo Governo. Findo o prazo, o Conselho Municipal beneficiário do projeto daria continuidade com fundos próprios.

O CanalMoz tentou entrar em contacto com o Conselho Municipal de Maputo, na pessoa de Nercio Duvane, que se mostrou indisponível para falar sobre o assunto.

Para além do Jardim Tunduru, foi instalado sinal grátis de internet em dezoito praças no país: Parque dos Poetas (Matola); Praça dos Trabalhadores (Inhambane), Praça do Município e Praça 3 de fevereiro (Beira); Jardim dos Namorados e Jardim da Piscina Municipal (Quelimane), Praça de Gúrúe (Gúrúe); Av. Eduado Mondlane e Jardim Parque (Cidade de Nampula); Jardim Josina Machel, Posto de Turismo, Jardim do Museu, Jardim da Escola Secundária da lha dê Moçambique e Fortaleza (Ilha de Moçambique); Praia de Wimbe (Pemba); Praça da Paz (Mueda); Praça da Liberdade (Lichinga).

Consultório MenosFios. Como fazer o download de vídeos ou fotos do Instagram

Quando desejamos fazer o download de um vídeo no Instagram não existe nenhuma opção para o descarregar. E mesmo as fotografias não podem ser gravadas para o computador. E estas podem ser úteis para projetos ou mesmo quando queremos partilhar em outras redes sociais e não temos um backup nos dispositivos.

Ferramentas como o IGDL servem para fazer download de vídeos, mas esta vai mais longe, ao permitir guardar praticamente todos os conteúdos da rede social: fotos do perfil, Reels em HD, vídeos normais e IGTV. Até pode fazer o download das Stories, antes que estas desapareçam passado 24 horas. As fotografias também podem ser facilmente guardadas com a ferramenta.

Para utilizar, deve copiar o link da rede social com o post que deseja gravar no computador. No entanto, a caixa de endereço não é universal, terá de selecionar a aba correspondente ao tipo de conteúdo, seja um vídeo ou foto, por exemplo, depois colar o endereço na caixa. Em baixo vai encontrar os resultados para download.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde mostramos como podes fazer o download de vídeos ou fotos do Instagram. Agora, pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Angola conta com mais de 23 milhões de assinantes de telefonia móvel

Angola conta atualmente com um total de 23.977.537 de utilizadores de telefonia móvel, segundo dados do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS).

Pelos números divulgados pelo MINTTICS, isto representa 76,47 por cento da população angolana, quase seis milhões a mais dos últimos números revelados no início de 2022, acrescentando ainda que reafirma o compromisso de continuar a apostar mais na construção de infraestruturas de Telecomunicações.

MAIS: Conheça a quota de mercado de telefonia móvel de Angola do ano de 2022

Na nota, reforça ainda do comprometimento em assegurar que as condições essenciais para a utilização dos serviços de comunicações eletrónicas estejam disponíveis, de uma forma regular para população e a preços acessíveis.

Para o Diretor Nacional das Telecomunicações e Tecnologias de informação, Matias Borges, Angola tem mais de sete milhões de utilizadores de Internet e mais de dois milhões de subscritores de televisão por assinatura, bem como cerca de 22.000 quilómetros de fibra óptica, uma infraestrutura importante para o fornecimento dos serviços de comunicações eletrónicas.

Tens um projeto inovador? Candidata-se ao AfricaTech Awards 2023

Estão abertas as candidaturas para as três categorias – tecnologia climática, fintech e tecnologia de saúde – da segunda edição dos AfricaTech Awards, uma iniciativa para destacar as startups inovadoras em África e que abordam os principais desafios de desenvolvimento ligados às alterações climáticas, cuidados de saúde e inclusão financeira.

Os founders podem candidatar-se até ao dia 23 de março, onde os vencedores dos prémios terão acesso a líderes e executivos de topo na indústria tecnológica e maior visibilidade entre os investidores globais, incluindo a IFC, realizadora do evento e um dos maiores investidores de capital de risco em mercados emergentes.

A edição inaugural dos prémios, lançada no ano passado, atraiu mais de 300 candidaturas de projetos inovadores, com o WEEE Centre a ganhar o prémio de melhor startup na categoria tecnologia climática, o Click2Sure em fintech e o Chefaa em health tech.

Nos últimos tempos, o empreendedorismo tecnológico mostra que pode ajudar a impulsionar o crescimento económico em África e promover a inovação e a competitividade em sectores-chave da economia, incluindo os serviços financeiros, a logística, o comércio, a energia e a agricultura.

O empreendedorismo tecnológico pode ajudar a moldar o futuro de África, contribuindo para os esforços dos países para enfrentar os principais desafios ligados às alterações climáticas, segurança alimentar, resiliência à saúde e inclusão financeira“, disse Makhtar Diop, Diretor Executivo da IFC.

MAIS: Startups nigerianas vencem primeira edição do Africa Tech Awards

No entanto, os ecossistemas tecnológicos da África são mal servidos por investimentos de capital privado, recebendo apenas 1% do financiamento global de capital de risco em 2022. Com iniciativas como os AfricaTech Awards, esperamos ajudar startups inovadoras a atrair mais investimento privado, mostrando as oportunidades dinâmicas e crescentes no sector de tecnologia do continente“, finalizou.

Os AfricaTech Awards 2023 fazem parte da estratégia da IFC para apoiar ecossistemas tecnológicos em mercados emergentes, fornecendo às startups o capital, a experiência de mercado e as redes de que precisam para escalar. Em novembro de 2022, a IFC anunciou uma plataforma de capital de risco de US$ 225 milhões para apoiar empreendedores de tecnologia na África, Oriente Médio, Ásia Central e Paquistão. Além disso, a IFC recentemente expandiu o IFC Startup Catalyst Program em US$ 60 milhões para ajudar fundos semente, incubadoras e aceleradoras a financiar e orientar startups em estágio inicial e prepará-las para investimentos em estágio posterior.

Os vencedores dos Prémios AfricaTech serão anunciados na Viva Technology 2023, de 14 a 17 de junho, em Paris. A Deloitte, parceira de conhecimento, ajudará a selecionar as 15 melhores startups em cada categoria de sector. Após uma segunda rodada de revisão pelo painel de jurados da premiação, as três melhores startups de cada categoria serão convidadas a se juntar à Viva Technology em Paris e apresentar as suas soluções inovadoras diante de uma audiência global de investidores, representantes do governo e executivos de tecnologia de ponta.

Para obter mais informações sobre o AfricaTech Awards clica em aqui.

Governo vai investir nas tecnologias ligadas à televisão digital e à escola virtual

O Governo Angolano vai investir nas tecnologias ligadas à televisão digital, à escola virtual e ao satélite angolano, segundo ministra da Ação Social, Família e Promoção da Mulher, Ana do Sacramento Neto.

A dirigente que falava na plenária da sexagésima sétima sessão da Comissão Sobre o Estatuto da Mulher, que decorre em Nova Iorque, disse que Angola vai apostar numa sociedade de inovação tecnológica, acompanhando assim o desenvolvimento na área das novas tecnologias.

Ana do Sacramento Neto frisou que a aposta traduz-se também na implementação de projetos de reabilitação das infraestruturas das telecomunicações, comunicações rurais, Angola Online e as tecnologias, para garantir a criação de um ambiente digital seguro.

No âmbito do plano da inovação e mudança tecnológica, o Governo angolano implementou o programa de promoção da inovação e transferência de tecnologia que integra projetos de inovação start“, disse a Ministra.

Destacou ainda o programa de incubação e a criação de incubadoras de empresas em algumas instituições do ensino superior, envolvendo a participação das mulheres.

MAIS: Africell vai fornecer serviços de televisão digital e dinheiro móvel

Ana do Sacramento Neto avançou que o satélite angolano, denominado ANGOSAT-2, cuja operacionalização conta com a participação de mulheres, vem gerando excelentes oportunidades em matérias espaciais.

Esclareceu que no subsistema do Ensino Superior e ao desenvolvimento da investigação científica têm sido implementados programas e projetos de promoção da equidade do género e do empoderamento das mulheres.

Como resultado, realçou que o acesso de mulheres e meninas às novas tecnologias de informação e educação digital registou um aumento no que respeita aos cursos de Engenharia e Ciências da Computação.

O nosso Governo olha com preocupação para as mulheres e meninas que se encontram no meio rural, porque não acompanham as dinâmicas sociais no mesmo ritmo que as do meio urbano”, esclareceu.

WhatsApp vai receber novos emojis

Uma das próximas atualizações para o WhatsApp contará com uma série de novos emojis, os quais fazem parte do pacote Unicode 15.0.

Diz o site WABetaInfo que estes emojis estão presentes na versão beta do WhatsApp para Android, o que significa que já estão disponíveis para os utilizadores desta versão da aplicação de mensagens.

Tendo em conta que os emojis já estão presentes na versão beta, é bastante provável que fiquem disponíveis na versão final do WhatsApp muito em breve. Recordar que estes mesmos emojis já estão previstos para a próxima versão do iOS para iPhone.

Angola no top 10 dos países com melhores preços nas telecomunicações

Angola deu um grande salto no sector das telecomunicações, revelam os dados da União Internacional das Telecomunicações (UIT) relativos a 2021 e que constam no relatório de 2022. No espaço de um ano, o custo das telecomunicações (medido pelo seu peso no Rendimento Bruto Nacional (RNB per capita), caiu para mais de metade.

A acessibilidade à internet subiu 7 pontos percentuais, entre 2017 e 2021, passando de 26% para 33% (33 em cada 100 angolanos teve acesso à internet) e aproxima-se da média africana de 40%. E o peso de um pacote de dados e voz de baixo custo para telemóvel está próximo dos 2%, que é a meta de conectividade digital a atingir em 2030, estipulada pela agência das Nações Unidas que se dedica às tecnologias de informação e comunicação.

No início de 2023, a UIT e o gabinete do enviado do secretário-geral da ONU para a Tecnologia anunciaram metas ambiciosas para a conectividade digital universal e significativa até 2030. A acessibilidade de preços, definida como a disponibilidade de acesso à banda larga a um preço inferior a 2% do RNB per capita mensal, foi identificada como prioridade para assegurar que todos possam beneficiar plenamente de conectividade.

O preço médio global dos serviços de banda larga móvel (medido pelo preço do pacote de dados móveis mais baixo relativamente ao RNB per capita) era de 1,9% em 2021. Em Angola situava-se nos 2,4%, muito abaixo da média africana de 7,1%, com grande disparidade entre países, que vão dos 38% no Níger aos 0,66 da Tunísia, o país com os custos de internet mais baixos no continente (ver infografia).

Já no que toca à acessibilidade, Angola deu passos mais tímidos, com uma subida de um ponto percentual por ano desde 2019, após três grandes saltos em 2016, 2017 e 2018, fixando-se nos 33%, 7 pontos percentuais abaixo da média do continente africano. A acessibilidade é medida pela proporção de indivíduos que utilizaram a internet a partir de qualquer local nos últimos três meses. O acesso pode ser feito através de uma rede fixa ou móvel.

Como o serviço de internet fixo exige avultados investimentos em infraestruturas, a banda larga móvel, que permite o acesso à internet a partir de um smartphone, tornou-se referência para a utilização global, uma vez que proporciona um acesso relativamente barato em comparação com o serviço fixo, sublinha a UIT. São também os serviços móveis que têm feito avançar a internet nos países em desenvolvimento, onde ainda “há muitas pessoas a viver na escuridão digital”, segundo Doreen Bogdan- -Martin, diretora do Gabinete de Desenvolvimento de Telecomunicações da UIT.

É precisamente nos serviços de internet fixa que Angola regista menos avanços, com uma conectividade de 0,79% (por 100 pessoas), muito abaixo da média global de 18%, embora o país esteja acima da média africana de 0,70%. As Seicheles e as Maurícias, dois pequenos territórios, lideram em África, com 39% e 25%, e Sudão do Sul está na cauda, com 0,0019%.

Mas é nos custos com o acesso às telecomunicações que Angola registou mais avanços nos últimos anos, segundo os dados da UIT, que ainda não reflete a entrada do quarto operador móvel, Africell, em 2022, já que só vão até 2021.

Angola fecha o top 10 dos países com custos mais baratos em África, ao lado da África do Sul, com 2,4%. Este indicador é medido pelo peso de um pacote de dados móveis e de voz de baixo consumo relativamente ao Rendimento Nacional Bruto per capita. O top 10 é liderado pela Tunísia (0,66%), seguido pelo Egipto (0,78%) e Marrocos (1,1%), três países do norte de África.

Guilherme Massala, engenheiro informático e colaborador do portal Menos Fios, especializado em novas tecnologias, assume que a descida dos custos das telecomunicações é uma evidência e não há como não reconhecê-lo. Ainda assim, o preço das telecomunicações continua a ser um “calcanhar de Aquiles para muitas famílias”. Isto, a par de problemas de falta de cobertura, inclusive em Luanda e em zonas urbanas, impede muitas famílias e empresas de acederem a um serviço com enorme potencial para melhorar a sua renda e os seus negócios.

Globalmente, de acordo com o relatório da UIT de 2022, estima-se que a percentagem de utilizadores da Internet será duas vezes mais elevada nas zonas urbanas do que nas zonas rurais em 2020. Uma menor utilização rural é em parte resultado da falta de infraestruturas, mas há fatores adicionais em jogo. “As zonas rurais têm geralmente níveis de rendimento mais baixos, e a população tem frequentemente níveis de educação mais baixos e níveis mais baixos de competências em TIC, todos eles negativamente correlacionados com a utilização da internet”, refere a agência das Nações Unidas.

INE apresenta o relatório sobre Cibersegurança em Angola, Iº trimestre 2021

A Cibersegurança é a prática de proteger ativos de informação tais como computadores, servidores, dispositivos móveis, sistemas eletrónicos, entre outros, contra ameaças cibernéticas ou ataques maliciosos. Sendo que a ameaça cibernética entende-se como toda prática que coloca em risco a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados pessoais ou dados de uma organização podendo ser prejudicial em pequena, ou grande escala dependendo da sensibilidade da informação e da gravidade do ataque.

Os resultados apresentados no relatório feito pelo Instituto Nacional de Estatística (INE)  referem-se aos dados recolhidos no primeiro trimestre de 2021 no Inquérito ao Emprego em Angola (IEA), na secção 19 sobre Cibersegurança e Serviços Digitais.

Os dados recolhidos mostram que, da população com 15 ou mais anos de idade, estimada em 17 274 534 pessoas, 20,6% tem acesso à rede/internet e 33,6% possui telemóvel, computador ou tablet.

  • Entre a população de 15 anos e mais de idade que declarou já ter ouvido falar sobre cibersegurança e crimes cibernéticos, 78% entende que cibersegurança se refere a segurança do computador, tablet ou telemóvel, ou que são ações e técnicas para proteger sistemas; cerca de 60% entende que cibersegurança se refere a segurança em pagamentos pela Internet e 36% entende que seja o PIN, palavra passe ou senha. Cerca de 3% apesar de já ter ouvido falar sobre cibersegurança, não faz a mínima ideia do que significa.
  • Sobre o entendimento de crimes cibernéticos, entre a população de 15 anos e mais de idade que declarou já ter ouvido falar sobre cibersegurança e crimes cibernéticos, cerca de 84% o entendem como sendo o roubo de dados e informações em computador, tablet ou telemóvel; cerca de 67% entende como ataque que impossibilita o acesso à internet ou ao computador; cerca de 60% entende como a violação ou invasão da identidade ou do perfil nas redes sociais; e cerca de 4% já ouviu falar, mas não sabe o que significa.
  • Um pouco mais de seis porcento (242 257 pessoas) da população de 15 anos e mais que já ouviu falar sobre cibersegurança e crimes cibernéticos, sofreu algum ataque informático. Entre a população, que já sofreu algum ataque informático, o grupo etário mais afetado é de 55 – 64 anos com cerca de 11%, e o menos afetado é o grupo etário 45 – 54 anos (cerca de 4%).
  • Um pouco mais de quatro porcento (4,4%) da população de 15 anos e mais que já ouviu falar sobre cibersegurança e crimes cibernéticos, declarou que nos últimos 12 meses sofreu alguma violação ou invasão de privacidade de dados, o que corresponde a 164 528 pessoas. Não se verifica diferenças significativas, quer em nível de sexo como de área de residência.
  • A província de Luanda, na distribuição percentual da população de 15 anos e mais do país que já ouviu falar sobre cibersegurança e crimes cibernéticos e que nos últimos 12 meses sofreu alguma violação ou invasão de privacidade de dados, lidera com cerca de 61%. Isto significa que, o maior número de pessoas que sofreu alguma violação ou invasão de privacidade de dados nos últimos 12 meses no país reside em Luanda.
  • Menos de 2% (1,2%) da população de 15 anos e mais, que já ouviu falar sobre cibersegurança e crimes cibernéticos, sofreu perdas financeiras devido ao pagamento pela internet, concentrando-se, maioritariamente, na área urbana, com 1% contra 0,3%, área rural.

O IEA é um inquérito que teve o seu início em 2019, tem a prerrogativa de absorver alguns módulos ou secções de determinadas temáticas. Para o primeiro trimestre de 2021, incluiu-se a temática sobre Cibersegurança e Serviços Digitais. Para mais detalhes sobre o relatório clique aqui.

Consultório MenosFios: Como ativar a percentagem da bateria e tê-la presente no Android

Para quem não sabe, já é possível ver a percentagem de bateria no iOS e parece ser algo que não agrada muito os utilizadores. O Android tem essa informação presente há muitos anos e de uma forma diferente do que a Apple está a experimentar agora no iOS.

Esta é uma informação que muitos entendem ser essencial, por isso, importa tê-la bem visível. Sendo assim, no Consultório MenosFios de hoje vamos mostrar como podem ativar a percentagem da bateria e tê-la presente no Android, bem à vista de todos.

Apesar de ser igual a muitos outros sistemas, o que a Apple está a testar no iOS parece não ser do agrado de todos. Consideram que não é lógico ter uma representação da bateria, aparentemente cheia, e depois a percentagem ali presente.

O Android também tem esta informação presente, embora permita que a bateria vá mostrando o consumo, sempre mantendo a percentagem. Tem também outras formas de mostrar este dado, como vamos agora mostrar de seguida.

Confira na galeria abaixo.

MAIS: Consultório MenosFios. Como evitar compras acidentais nas lojas digitais da Apple e Google

A forma como mostramos a ativação desta informação é baseada na MIUI da Xiaomi, mas deverá ser similar em muitas mais versões do Android, mesmo de outros fabricantes. Comecem por abrir as Definições do sistema e depois escolham a opção Notificações e Centro de controlo.

Aqui dentro, o local onde podem alterar as configurações das notificações, encontram no final a opção barra de estado. É aqui que vai ser mostrada a informação da bateria e importa abrir também entrar nesta área para a configurar.

Aqui dentro, e para além de outras opções associadas à barra de estado, temos presente a opção Indicador de bateria. Esta tem acessíveis opções que podem ser escolhidas e que mostram a informação de forma diferente. Podem usar apenas a imagem, a imagem e a percentagem de fora ou a imagem com a percentagem no interior.

É desta forma simples que podem ter no Android a percentagem de bateria presente visível para o utilizador.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde mostramos como podem ativar a percentagem da bateria e tê-la presente no Android, bem à vista de todos. Agora, pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Inclusão Tecnológica da Mulher é destaque na 3ª edição da semana da mulher na tecnologia

Decorreu recentemente a 3ª edição da semana da mulher na tecnologia, no Lubango, província da Huíla, onde esteve em debate temas ligados a ciência e tecnologia como estratégia de desenvolvimento da mulher, estratégia de Inclusão Tecnológica da Mulher, o papel da tecnologia na comunicação social, a importância da Segurança da Informação, o impacto da representatividade de soluções tecnológicas, as oportunidades para as mulheres na tecnologia.

Uma exposição de quadros de arte que retrata a vida da mulher urbana e rural foi um outro ponto alto do evento, que visou criar espaço para o fortalecimento por meio da desmistificação no ramo da ciência e tecnologia, bem como a partilha de informações e conhecimentos relativos às lutas da salvaguarda de direitos específicos dessa franja da sociedade.

MAIS: Mulheres incentivadas a apostar nas tecnologias de informação

Esteve presente mais de 30 quadros diversos de autores locais que colocaram em feira, a mulher zungueira, a do campo adaptada as Tic´s, dentre outras valências que, de forma direta ou indireta, contribui para o crescimento económico e social do país.

Segundo Wínia Agostinho, diretora da Mediateca do Lubango, a feira teve ainda o impacto de despertar o interesse das mulheres pelas tecnologias, inovação social, empreendedorismo sociocultural e o princípio de partilha de conhecimentos.

Sublinhou que um dos objetivos do evento é também elevar as mediatecas ao mais alto nível em projetos de inclusão social, plural e aberto às comunidades.