19 C
Angola
Sexta-feira, Abril 24, 2026
Início Site Página 414

Google Chrome vai deixar de suportar Windows 7 e 8.1 no próximo ano

Os utilizadores que ainda estejam sobre o Windows 7 ou 8.1 e ainda usem o Chrome como navegador do sistema, podem começar a preparar-se para algumas mudanças. Isto porque a Google confirmou que vai deixar de suportar os dois sistemas já no início do próximo ano.

Seguindo o calendário de atualizações do Chrome, a Google confirmou que o Windows 7 e 8.1 vão deixar de receber suporte oficial para o Chrome em 7 de fevereiro de 2023, quando for lançada a versão 110 do navegador.

Apesar de o Google Chrome continuar a funcionar depois desta data, não vai mais receber novas atualizações de segurança ou novidades para os sistemas que estejam sobre estas versões do Windows. A medida não será certamente inesperada, mas, ao mesmo tempo irá afetar os utilizadores e empresas que ainda usem este sistema no dia a dia.

Os utilizadores que pretendam continuar a receber atualizações devem manter-se sobre uma versão atualizada do Windows, nomeadamente o Windows 10 ou mais recente. Estas datas são também consistentes com as datas de fim de suporte oficial para ambos os sistemas.

De relembrar que o Windows 7 deixou de receber suporte oficial em janeiro de 2020, mas ainda conta com uma taxa de utilização de 10.68% no mercado. Já o Windows 8.1 conta apenas com 2.7% do mercado. Para os utilizadores ainda nestes sistemas, a recomendação será realizar o upgrade para uma versão mais recente do Windows – ou procurar um navegador alternativo que mantenha o suporte, embora isso também não deva durar muito tempo.

Pagamentos via multicaixas aumenta 88,3% em 2021

O uso do canal interbancário Multicaixa mantém a popularidade na sociedade civil angolana, com um crescimento de 88,3% em 2021 num total de 338,2 milhões de transações efetuadas.

Essa informação foi revelada no mais recente estudo “Banca em Análise 2022” da consultora Deloitte, informando ainda que os terminais de pagamento automático (TPA) no país aumentou 33% em 2021, refletindo a tendência de aumento de utilização de meios eletrónicos de pagamento por parte da sociedade civil.

MAIS: BPC vai desativar cartões multicaixa prorrogados no Estado de Emergência

A investigação ainda mostrou um grande aumento na utilização dos meios eletrónicos de pagamento, em detrimento dos balcões de clientes, o que explica a redução do número de balcões (-3,3% face a 2020)  e a redução do número de trabalhadores (-5,2%), passando de 20.796 em 2020 para 19.719 colaboradores em 2021.

De informar ainda que o estudo da consultora frisou também que o sistema financeiro angolano está a evoluir no sentido de ser uma banca cada vez mais digital e menos presencial, o que torna também premente uma maior segurança e fiabilidade dos meios informáticos.

Governo desafia “mais empresas” a investir no sector das energias renováveis

O Governo Angolano quer que mais empresas nacionais e estrangeiras invistam em Angola no sector das energias renováveis, de modo a concretizar as metas e objetivos traçados pelo Executivo.

Essa informação foi revelada pelo ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, ao discursar no encerramento da Conferência Internacional de Energia Renovável em Angola, adiantando que o tema da “energia renovável” está a ganhar cada vez mais relevância em todos os países do mundo, para quem a razão “não é somente a criação de novos negócios ou aumento do acesso das populações à eletricidade“.

“É também porque vivemos uma nova era de transição energética com o objetivo de limitar o aquecimento global e evitar o aumento da temperatura a níveis superiores 1,5ºC em 2050”, disse o Ministro.

MAIS: Angola está a entrar no mapa das energias renováveis, afirma especialista

De informar que nos últimos tempos, o Estado Angolano tem feito vários projetos de investimento público em energia solar fotovoltaica para eletrificação de diferentes localidades nacionais, que darão um contributo muito relevante para se atingir a meta de 70% até 2025 tendo em conta os atuais 42%.

Para especialistas como a Diretora-Executiva da Associação Lusófona de Energias Renováveis (ALER), Isabel Cancela de Abreu, o país está a entrar no mapa das energias renováveis e onde o próximo passo será um maior envolvimento do sector privado neste mercado

[Moçambique] Covid-19 adaptou os estudantes e professores às novas TIC

Para José Barros, Chefe da Comissão Técnico-Científico para o controlo da Covid-19 no Instituto Superior de Ciências e Tecnologias de Moçambique (ISCTEM), houve adaptação às novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) por parte dos estudantes e professores.

Barros considera fundamental a realização de pesquisas aprofundadas por parte das universidades, sobretudo junto aos estudantes, para se apurar com segurança se o modelo foi realmente aplicável, pois houve pouco tempo para a adaptação.

Para o ISCTEM, adianta, o grande desafio foi convencer os país e/ou encarregados de educação sobre a eficiência do ensino híbrido, sobretudo por se tratar de uma instituição privada.

A sociedade deve estar ciente que as novas tecnologias devem ser usadas e conhecidas por todos, o mais rápido possível. A nossa instituição não pretende abdicar do híbrido“, disse.

Na sua opinião, os professores estão atualmente mais preparados digitalmente do que estavam antes da pandemia, pois aqueles que não usavam as TIC, passaram a utilizá-las com mais frequência e optimizaram os conhecimentos.

Ao se deparar com uma situação que a aula só era possível por gravações ou transmissões em direto, aprender a usar tecnologia deixou de ser uma opção e passou a ser visto como a única saída. O conhecimento digital dos docentes e dos estudantes progrediu e a tecnologia se tornou um elemento do dia-a-dia para todos”, frisou.

MAIS: [Moçambique] Ensino híbrido é aliado da aprendizagem

Esse é um processo contínuo de aprendizado em que é preciso trabalhar os métodos “online” e offline em conjunto, sublinhou.

“Sem a tecnologia as escolas não conseguiram dar continuidade às aulas, enviar materiais de estudo aos alunos, aplicar provas, manter uma comunicação com os país e estudantes ou evitar o cancelamento de matrículas”, apontou.

Pela necessidade de continuar em funcionamento, as instituições precisaram quebrar seus próprios paradigmas e se abriram para o digital, afirmou. Segundo José Barros, o ISCTEM privilegia, atualmente, o ensino presencial, sobretudo para as aulas práticas e o ensino híbrido é mais aplicado em aulas teóricas.

Tanto na UEM como no ISCTEM as aulas retomaram na totalidade, observando, entretanto, as medidas básicas de prevenção da Covid-19, tais como o uso da máscara de proteção facial e o distanciamento físico.

Estado Angolano passa a controlar na totalidade a UNITEL

O Governo Angolano, na pessoa do Presidente da República, acaba de apropriar, por via de nacionalização, a participação detida pela VIDATEL LIMITED no capital social da UNITEL SA, correspodente a 25% do capital social.

Segundo a nota presidencial, o Estado Angolano agora é o dono das ações da UNITEL, “independentemente de quaisquer formalidades, livres de quaisquer ónus ou encargos, sendo oponíveis a terceiros após o registro“, informa o comunicado.

A gestão da participação agora apropriada, é atribuída ao INSTITUTO DE GESTÃO DE ATIVOS DO ESTADO (IGAPE) que representa o Estado em todos os direitos inerentes, nos termos da lei. É da competência do departamento ministerial responsável pela Finanças Públicas o pagamento de indemnização quando e se devida, nos termos da lei“, pode ler-se no documento.

De informar que a nacionalização é um processo marcado pela estatização de empresas. Assim, o seu significado está associado a um controle maior dos Estados sobre as companhias que compõem a economia de um país, assim como de seus produtos e serviços.

Nesse caso, a UNITEL passa a ter um papel de utilidade pública, de modo que a iniciativa privada tem um papel menos atuante na economia, dando mais espaço para as estatais. Além disso, o objetivo dessa nacionalização, levando em conta a sua adesão em Angoa, está associado ao uso dos recursos da nação para se desenvolver e construir um Estado forte.

MAIS: Problemas de rede da Unitel afetaram três milhões de pessoas em 2022

A UNITEL é uma empresa prestadora de serviços na área de telecomunicações móveis (telefonia celular), tendo sido a primeira a operar com a tecnologia GSM no mercado angolano. Foi constituída em 1998 e entrou no mercado em 2001. No terceiros trimestre do mesmo ano assumiu a liderança do mercado em número de clientes.

Desde dezembro de 2004, a empresa vem fornecendo cobertura de rede móvel nas capitais das 18 províncias.[1] Em dezembro de 2011 passou a oferecer cobertura para todas as sedes municipais do país.[2] Quando iniciou a atividade em Luanda e Benguela, a empresa operava em GSM 900, atualmente opera em GSM 1800.

Com mais de 14 mil quilómetros de Fibra Ótica, a UNITEL tem sido um verdadeiro motor do desenvolvimento tecnológico ao proporcionar uma rede capaz de suportar a transmissão de chamadas de Voz e Dados com qualidade, fiabilidade e velocidade de transmissão, fatores indispensáveis para o sucesso e a excelência do serviço prestado aos seus Clientes.

A UNITEL é o maior operador de telecomunicações em Angola, com 100% de cobertura dos Municípios do país.

A elevada cobertura da UNITEL é resultado do investimento na construção de uma rede de fibra nacional, com mais de catorze mil quilómetros instalados nos últimos 8 anos e que continua a crescer. O exemplo mais recente desse crescimento é a construção do Cabo Submarino UNITEL Norte, que fornece conectividade ao enclave de Cabinda com mais de 38Tbps de capacidade entregue ao nosso 2Africa CLS em Luanda.

Esta rede é construída com redundância de forma a garantir a máxima qualidade do serviço prestado, pelo que para a maior parte da rede deve estar sempre disponível um caminho alternativo, este é o padrão de qualidade UNITEL para cada solução que entregamos.

Iniciativa DigiGirls forma mais de 4000 mulheres na Nigéria

A DigiGirls, uma iniciativa da CyberSafe Foundation, financiada através do Programa de Acesso Digital do Governo do Reino Unido, formou recentemente  mais de 4.000 mulheres com habilidades digitais básicas para intermediários.

O programa também beneficiou indiretamente mais de 10.000 mulheres adicionais através do programa de treinamento -o-treinador.

Essas habilidades digitais empregáveis impulsionaram resultados positivos de subsistência para as beneficiárias, melhoraram as suas perspectivas de emprego e as capacitaram para o empreendedorismo digital na economia digital atual.

O programa DigiGirls visa diminuir o desequilíbrio digital de gênero contra mulheres na Nigéria, capacitando mais mulheres e meninas com habilidades digitais empregáveis por meio de treinamento intensivo, mentoria, estágio e oportunidades de empreendedorismo.

Os caminhos de aprendizagem para o programa inclui marketing digital, interface do usuário/UX, design gráfico, e-commerce e análise de dados.

MAIS: Incubadora digital lança serviço para conectar as mulheres africanas com tecnologia

Falando no evento de graduação virtual para os beneficiários da DigiGirls 2.0 realizado no dia 30 de agosto de 2022, Alessandra Lustrati, Chefe de Desenvolvimento Digital e Liderança Global do Programa de Acesso Digital no Escritório de Relações Exteriores, Commonwealth & Development Office (FCDO) do Governo do Reino Unido, parabenizou os estagiários por suas conquistas.

A construção da capacidade digital em nível local e o teste de modelos de desenvolvimento de habilidades digitais que funcionam bem com grupos-alvo específicos – como na abordagem DigiGirls – é central para o esforço global da FCDO para apoiar a transformação digital inclusiva, responsável e sustentável de países parceiros como a Nigéria“, disse Alessandra Lustrati.

No seu discurso, a Chefe de Desenvolvimento Digital destacou ainda o enorme potencial da economia digital da Nigéria, lembrando que o setor de TIC foi o setor que mais cresceu na economia da Nigéria em 2020 e 2021, e estima-se que contribua com 16,2% do PIB da Nigéria no primeiro trimestre de 2022.

A economia digital pode prosperar muito mais e gerar oportunidades e emprego qualificado apenas se fizermos um esforço para diminuir a diferença digital de gênero, que na Nigéria é estimada atualmente em cerca de 25%. O projeto DigiGirls com o nosso parceiro CyberSafe Foundation, como parte do programa de acesso digital mais amplo do Reino Unido é um grande exemplo de como podemos ajudar a diminuir essa lacuna de gênero e impulsionar a inclusão digital“, acrescentou.

O Fundador e Diretor Executivo da Cybersafe Foundation, Confidence Staveley, agradeceu especialmente ao governo do Reino Unido por seu apoio contínuo em fazer do programa um sucesso e melhorar a vida dos beneficiários.

Graças ao governo britânico através da FCDO, o programa DigiGirls desde o início já capacitou diretamente mais de 6.000 mulheres com habilidades digitais de ambas as coortes realizadas. Ela passou a encorajar os mais recentes graduandos a usar as suas novas habilidades e aprendizados: “Você é o valor, não pare de agregar valor“, frisou Confidence Staveley.

Cibersegurança e transformação digital em destaque na Semana da Engenharia Informática do ISPTEC

A Semana Acadêmica de Engenharia do  Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC), organizado pelo Departamento de Engenharias e Tecnologias daquela instituição, volta para a sua edição de 2022 e totalmente presencial, com o objetivo mais uma vez de dar a conhecer o mundo da informática, com uma perspetiva atual e inovadora, a todos os interessados, de forma gratuita.

Aberta a toda a comunidade, bem como a alunos de cursos de informática de outras universidades nacionais, a Semana Acadêmica de Engenharia começou no princípio dessa semana e vai até ao dia 29 de outubro, e aonde permitirá de novo, a interação presencial entre estudantes, empresas e oradores, recuperando o espírito de partilha, inovação e curiosidade, visando aprofundar conhecimentos em diversas áreas informáticas, partilhar opiniões e ideias e criar momentos divertidos.

MAIS: Estudantes do ISPTEC vencem a 6.ª edição do concurso angolano universitário de programação

Durante toda a semana, os participantes poderão explorar atividades como concursos de jogos, mesas redondas, palestras, hackthon, mini-cursos, feira de exposição de projetos de Engenharia Informática e concursos de redes e segurança.

Sobre os temas abordados durante a semana, destacar as palestras com os temas “Segurança Cibernética e Transformação Digital”, “Desafios de Rede e Segurança”, “Processamento de Linguagens para Análise de Estática de Código” e outros assuntos.

Para mais informações sobre a Semana Acadêmica de Engenharia, click em aqui.

WhatsApp vai dar opção de utilizadores criarem versão virtual

O site WABetaInfo está a avançar com a informação de que o WhatsApp lançou na versão beta da app para Android a capacidade de criar avatares personalizáveis, semelhantes aos Bitmoji do Facebook, Messenger e Instagram.

Alguns detentores da versão beta do WhastApp já têm a opção de criar um avatar na app, o que permitirá aos utilizadores personalizarem as reações para melhorar a forma como se expressam através da app de mensagens.

MAIS: Não consegue mandar mensagens? WhatsApp está offline

Serve recordar que estes avatares já foram avistados anteriormente, mas, aparentemente, agora estão a ser testados publicamente entre os utilizadores da app de mensagens. Apesar de atualmente estar disponível apenas para Android, a funcionalidade chegará também ao iOS.

Cabos de fibra óptica da Angola Telecom vandalizados no Cunene

Mais de quinhentos metros de cabos de fibra ótica de 24 pares da Angola Telecom foram vandalizados, no último final de semana, no troço 105 entre a cidade de Ondjiva ao município de Ombadja, província do Cunene, por indivíduos desconhecidos.

Segundo o diretor da Angola Telecom no Cunene, Fernando Santos, falando aos jornalistas, diz que muito provavelmente os cabos foram retirados no período noturno, visto que durante o dia a equipa técnica trabalhou no local.

Fernando Santos frisa que se espera que nos próximos 90 dias, seja devolvido um projeto para a recuperação da fibra ótica, no sentido de voltar a conectar a província do Cunene com a Huíla, que se encontra a cinco anos desligada da linha.

A vandalização vai condicionar o cumprimento da meta estabelecida, mas estamos a envidar esforços para a reposição do cabo, dando sequência ao ritmo dos trabalhos e recuperar o tempo”, reiterou.

MAIS: Angola Telecom com incapacidade financeira de continuar curso normal de negócios

O Diretor argumentou ainda que, para o cumprimento do cronograma, estão trabalhando duas equipas, sendo uma oriunda da Huíla e outra de Ondjiva, para fazer o cruzamento na sede do município da Cahama.

Por fim, acrescentou que há uma estrita necessidade de se garantir a segurança ao longo da linha, para que situações do género não voltem acontecer, por se  tratar de um material que custa muito caro no mercado. O responsável pediu a colaboração das autoridades tradicionais e da população para controlarem a linha, bem como denunciarem os indivíduos que tentarem vandalizar de novo.

Fernando Santos sublinhou também que vão programar ações de sensibilização das comunidades sobre a importância da fibra ótica, no desenvolvimento da província, para estarem mais atentos.

Há cada vez mais pessoas a consumir notícias pelo TikTok

Um relatório levado a cabo pelo Pew Research Center indica que há cada vez mais pessoas nos EUA a consumirem notícias através do TikTok, notando que o volume triplicou desde 2020.

O relatório indica que, atualmente, 10% de todos os adultos acima dos 30 anos recebe notícias regularmente através do TikTok. Quanto aos adultos abaixo dos 30 anos, a percentagem é de 26%.

MAIS: TikTok. 20% dos resultados de pesquisa é desinformação

Este movimento ascendente do TikTok contrasta com aquela que é a trajetória de outras plataformas onde eram partilhadas notícias, nomeadamente o Facebook. O relatório da Pew Research indica que, enquanto 54% dos adultos dizia receber notícias pelo Facebook em 2020, atualmente esse número está nos 44%.

Serve recordar que o TikTok continua a crescer e, além de servir como app de entretenimento com vídeos de curta duração, é cada vez mais visto como um rival de outras plataformas, como é o caso do motor de busca da Google.