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Quinta-feira, Março 12, 2026
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FUI_ISPTEC 2022: 1.ª edição da feira mostra a cultura de inovação dos jovens angolanos

Decorreu na última semana a 1.ª Edição da Feira Universitária de Inovação (FUI_ISPTEC 2022), organizada pelo Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC) e que tem como objectivo contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de inovação na sociedade angolana, principalmente nas instituições de ensino superior.

Com o lema “Innovation…cultivating progress”, em português “Inovação… Cultivando o Progresso”, os três dias do evento contou com um grande leque de painéis, como Boas Práticas de InovaçãoA chave para o desenvolvimento sustentável, Palestra Mindset da InovaçãoSoluções novas para problemas antigos e Pitch BootCamp, bem como serviu para a exposição de projectos de estudantes de mais de 17 instituições de ensino superior angolanas, empresas e entidades parceiras que apresentaram ideias e soluções inovadoras para a nossa sociedade.

O FUI_ISPTEC 2022 contou ainda com a apresentação de várias soluções tecnológicas para diversos problemas e necessidades que a sociedade actual angolana enfrenta nos seus mais variados sectores, como por exemplo a produção agrícola e a produção industrial.

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No último dia feira de inovação serviu para a apresentação e divulgação dos seis projectos finalistas, como o Projecto “Horta Vertical Inteligente”, da equipa liderada por Lilhan Ferro, arrebatado o 1º lugar, seguindo-se o projecto “ProSil-Valorização de resíduos da cadeia productiva de peixe fresco”, da equipa liderada por Letícia Torres, culminando o 3.º lugar com o projecto “Mosquiteiro electrónico local”, da equipa liderada por Wilber Acuña.”

De informar ainda que a FUI_ISPTEC 2022 teve a presença de mais de 21 empresas, desde parceiros a expositores, tais como: CIWA, IMBIA, GGPEN, NCR, UNGER – Unidade de Negócios Gás e Energias Renováveis da Sonangol E.P, NUVENZ, BODIVA, TotalEnergies, SIKA, UNDC- Unidade de Negócio de Distribuição e Comercialização da Sonangol E.P, Power2Build, Kandengues Cientistas, IAPI, Sonangol E.P, ICOS, NESTLÉ, Ernst & Young Angola, Founder Institute de Luanda, Standard Bank, Ombala Invest e Zukese.

iOS 16: Utilizadores poderão denunciar SMS de spam

Se você é um utilizador do iOS, provavelmente está acostumado a tocar em “Denunciar Spam” sempre que recebe um iMessage de spam, que envia as informações diretamente para a Apple. Há garantias que SMS inúteis em breve serão incluídas no recurso de relatórios no iOS 16 beta 2, que foi lançado recentemente para desenvolvedores e será lançado ao público em Julho de 2022.

Os utilizadores que sinalizarem mensagens SMS no iOS 16, como lixo electrónico enviarão o número e o conteúdo do texto para a Apple e para a operadora do telefone ou dispositivo. Relatar textos indesejado para uma operadora de telefonia normalmente requer o encaminhamento de toda a mensagem para um número de quatro dígitos (que a maioria das pessoas provavelmente precisa procurar), então incluir esse recurso na próxima atualização do iOS economizará um passo para os utilizadores. Denunciar uma mensagem como lixo electrónico não bloqueia o número, portanto, os utilizadores ainda terão que fazer isso manualmente.

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Se você notou um aumento nos textos suspeitos que oferecem cartões-presente gratuitos ou alertas de entrega para pacotes que você em nenhum momento pediu, você não está a imaginar coisas. As SMS de spam e burlas estão a aumentar, em parte devido a violações de dados e à disponibilidade de softwares que facilitam o envio de mensagens em massa por golpistas. Quase 12 bilhões de mensagens de spam foram enviadas no mês de maio nos EUA, de acordo com uma estimativa do aplicativo de bloqueio de spam RoboKiller .

Governo.ao: Conferência promove reflexões sobre digitalização administrativa

Começou nessa Quinta-Feira(23) a Conferência Internacional sobre a Transição Digital na Administração Pública, no Centro de Convenções de Talatona (CCTA), evento promovido pelo Governo Angolano e que tem como objectivo apresentar soluções e promover “reflexões cruciais” para os processos de modernização, digitalização e interoperabilidade na administração do Estado.

Denominada “Governo.ao”, os dois dias do evento é facilitado pelo Instituto de Modernização Administrativa (IMA), que vai compreender exposições e debates com especialistas nacionais e estrangeiros,  bem como colher contribuições para a elaboração da Agenda Digital de Angola.

Meik Afonso, director do Instituto de Modernização Administrativa, falando ao Jornal de Angola, diz que o objectivo da conferência é  promover a elaboração da Agenda de Transição Digital para a Administração Pública.

Segundo o Director, Angola precisa urgentemente de uma agenda para que todos os entes públicos, principalmente, os que prestam serviços públicos, possam ter uma base comum virada à sua modernização. Por isso é importante a simplificação e a desburocratização dos serviços  prestados aos cidadãos e às empresas.

Isto não significa que até ao momento não se tem vindo a digitalizar, simplificar ou desburocratizar”, disse Meik Afonso, informando que a iniciativa já existe, mas tem acontecido fora de uma agenda e de uma base comum, que acima de tudo permita harmonizar as acções.

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Essa harmonização vai permitir uma visão mais clara, objectiva e mais assertiva sobre as medidas”, indicouo responsável, acrescentando ainda que “isso só será possível se tivermos uma base que nos permita ter uma visão e, ao mesmo tempo, é preciso perspectivar a visão, bem como definir a sua forma de execução, percebendo quando e como o processo vai acontecer, tal como acontece com os custos e os benefícios que teremos”.

Ainda na sua abordagem,  o director do IMA revela que a simplificação e desburocratização têm acontecido, embora de forma desarmonizada, sendo que a pretensão, agora, é trazer para uma base comum.

Quanto ao território nacional, enfatizou, a criação de uma agenda, significa, acima de tudo, facilitar o Governo, que presta serviços distintos e que hoje estão em estágio de modernização e digitalização diferentes. O processo está num estágio ainda muito virado para aquilo que é o convencional, tendo como base o papel, as etapas mais rígidas e as declarações feitas pelos próprios cidadãos ou estes em nome de empresas, esclareceu.

Por fim, Meik Afonso finaliza que o grande objectivo é encontrar um caminho conjunto, através de uma base comum, a fim de facilitar, acima de tudo, as decisões políticas e estratégicas, no âmbito da modernização administrativa.

Startup nigeriana cria serviço de transferência de dinheiro baseado em blockchain

A fintech nigeriana Transfy criou uma plataforma de serviços financeiros baseada em blockchain, que vai permitir que qualquer pessoa ou empresa transfira o seu dinheiro para qualquer ponto de África de forma transparente, segura e gratuita.

Fundada na cidade de Lagos, Nigéria, a startup Transfy que lançou-se ao mercado em Abril de 2021, e segundo o CEO e cofundador da Transfy, Vicent Omulo, o projecto tecnológico tem como objectivo dar maior engajamento financeiro à África.

A maioria das empresas de remessa de dinheiro concentra-se em outros corredores fora da África, como originação de transações dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Oriente Médio, entre outros. Existem muito poucas empresas que estão empenhadas em conectar a África financeiramente. Por isso, viemos para preencher essa lacuna.

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Em pouco menos de um ano de existência, a Transfy teve uma aceitação considerável tendo processado cerca de US$ 15 milhões em seu primeiro ano, e onde agora planeia expandir os seus serviços para todo continente. Actualmente a Transfy opera em Botsuana, Gana, Quênia, Nigéria, Ruanda, África do Sul, Uganda e na Zâmbia.

Sobre a expansão da empresa, o CEO disse que a empresa está a se expandir rapidamente e que até o final do segundo trimestre a Transfy estará operacional em 30 países do continente africano. Basta que os usuários crien uma conta na plataforma Transfy, agregar os detalhes de KYC e iniciar a transação.

Gigantes tecnológicas formam aliança para impulsionar o metaverso

Um grupo de empresas tecnológicas anunciaram a formação de uma aliança para desenvolver os standards necessários para que seja desenvolvido um metaverso mais aberto.

Segundo a Reuters, a aliança recebeu o nome Metaverse Standards Forum e, entre os membros fundadores, encontramos nomes como a Meta, a Microsoft, a Sony Interactive Entertainment, a Epic Games, a Nvidia, a Huawei, a Qualcomm, a Unity e ainda a Adobe.

De informar que desta lista estão ausentes a Google e a Apple, duas tecnológicas com projetos em andamento na área da Realidade Aumentada e que também podem desempenhar papéis importantes na criação do metaverso.

Este grupo de empresas estará alegadamente focados em “projetos pragmáticos” e deverá organizar eventos e trabalhar em projetos ‘open source’ para acelerar a adoção destes standards.

Western Union reinícia “operações de envio” que estavam suspensas desde 2014 em Angola

A Western Union, operadora internacional de transferências monetárias, anunciou ontem(22) o reinício das operações de envio de valores a partir de Angola, e que estavam suspensas desde 2014.

Segundo o que foi revelado, esse reinício das operações da multinacional em solo nacional “resulta das reformas operadas pelo Banco Nacional de Angola no sistema financeiro, que assegura, neste momento, a disponibilidade de divisas para a retoma das operações de envio e receção de moeda”.

O anúncio desse reinício das opereações foi feito pelo presidente da Wester Union para a Europa, Médio Oriente e África, Jean Claude Farah, informando que a operadora “confia no mercado angolano e vai mobilizar recursos e tecnologias para garantir a normalidade e funcionamento do serviço”.

Foi também adiantado que as operações de recepção de valores mantiveram-se ativas e que a empresa sempre esteve em funcionamento durante o período em causa, e onde atualmente, a plataforma da Western Union opera através dos bancos comerciais Millennium Atlântico (BMA), Comércio e Indústria (BCI), Fomento Angola (BFA) e a Unitransfer.

Rússia lançou ciberataques contra 42 países aliados de Kiev

A Rússia lançou ciberataques contra 42 países que apoiam os ucranianos, como os Estados Unidos, a Polónia ou os países bálticos, desde o início da invasão russa da Ucrânia, revelou a Microsoft em uma investigação.

Segundo Brad Smith, presidente da empresa norte-americana, em uma publicação no blogue oficial da Microsoft, diz que as agências de inteligência russas aumentaram a penetração em redes e as atividades de espionagem contra países aliados da Ucrânia, desde o início do conflito, em 24 de fevereiro.

Na Microsoft, detetamos tentativas de invasão de rede por parte da Rússia a 128 organizações em 42 países fora da Ucrânia“, informou Smith.

A gigante de ‘software’ não divulgou a lista completa dos 42 países afetados, mas revelou alguns nomes, como os EUA, Polónia, Estónia, Letónia, Lituânia, Dinamarca, Noruega, Finlândia, Suécia e Turquia, além dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros de outros países membros da NATO.

Os Estados Unidos são o país mais afetado pelas tentativas de ciberataques, e 63% do total foram direcionados contra membros da Aliança Atlântica.

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A maioria das organizações visadas pelos ‘piratas informáticos’ russos são de propriedade do governo, mas também incluem ‘think tanks’, organizações de ajuda, empresas de serviços de tecnologias de informação, empresas de energia e outros fornecedores importantes de infraestrutura, destaca a Microsoft.

De todas as tentativas de ciberataques russos identificadas pela Microsoft desde o início da guerra, 29% foram bem-sucedidas, e em alguns casos os ‘hackers’ obtiveram informações confidenciais das organizações visadas.

Segundo a empresa criadora do popular sistema operativo Windows, a estratégia russa no campo cibernético no âmbito da invasão da Ucrânia está sustentada em três pilares: ciberataques destrutivos contra países vizinhos, penetração em redes e espionagem fora do território ucraniano e operações digitais para ganhar influência em todo o mundo.

 

OMS lança app para ajudar a proteger contra os perigos do Sol

A Organização Mundial da Saúde acaba de lançar recentemente a SunSmart Global UV, uma aplicação que serve para alertar para os níveis de radiação UV e onde o objetivo é de ajudar as pessoas a manterem-se seguras e protegidas do sol.

A SunSmart Global UV é capaz de exibir previsões UV e meteorológicas de cinco dias com locais pesquisáveis e aponta quais as faixas horárias em que é necessária uma maior proteção solar. Desta forma, os utilizadores da app podem evitar exposição excessiva aos raios UV – apontados como uma das principais causas do cancro de pele e de outras doenças.

A aplicação é um trabalho conjunto entre a OMS, a Organização Meteorológica Mundial (OMM), o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) e ainda pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

As evidências científicas mostram que a sobre-exposição aos raios UV é a principal causa do cancro de pele. Portanto, é vital para as pessoas saberem quando e como se devem proteger, disse por comunicado a Diretora da OMS do Departamento de Ambiente, Alterações Climáticas e Saúde, Maria Neira. Encorajamos todos a usar a aplicação para se protegerem a si próprios e aos seus filhos, e a fazer disto um hábito diário.

Esta aplicação combina conhecimentos meteorológicos, ambientais e de saúde para ajudar a proteger as pessoas do sol, tanto no trabalho como nos seus tempos livres.  É único porque utiliza dados de estações meteorológicas e de medição UV a nível nacional para fornecer leituras precisas e específicas do Índice UV, disse o Secretário-Geral da WMO, o Professor Petteri Tallas. É um grande exemplo de ciência ao serviço da sociedade.

A SunSmart Global UV já está disponível nas lojas de aplicações do Android e do iOS.

FILDA 2022: Promete condições para atrair jovens empreendedores nacionais

Tecnologias Disruptivas como Factor de Desenvolvimento Económico“. Esse será o tema da edição de 2022 da Feira Internacional de Luanda (FILDA), que decorre no próximo mês de Julho, de 12 à 16, na Zona Económica Especial (ZEE).

Segundo a empresa Eventos Arena, organizadora do evento, essa edição de 2022 tem como plano de fundo proporcionar condiçóes especiais para atrair jovens empreendedores nacionais interessados em conhecer outros mercados, bem como alavancar negócios e comercializar produtos, por intermédio de uma redução de até 70% para a participação das startups.

A edição desse ano ainda vai contar com um seminários de formação e capacitação de jovens empreendedores no domínio da inovação e tecnologias de informação, na sua agenda do evento, que vai ser denominado Angola Startup Summit 2022, que para Dalva Ringote, Secretária de Estado para a Economia, é “uma oportunidade de negócios, partilha de visões e estratégias empresariais”.

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Destacar também que para esta edição, a 37°, será apresentado a nova versão do site “Feito em Angola”, que as noticias dão conta que foi reformulado para apresentar-se como um serviço de apoio à produção não nacional e agregar outros produtos e serviços nacionais.

Dando-lhe maior notoriedade com a capacidade de promover e valorizar a oferta de bens e serviços com elevada incorporação nacional e com uma marca de seleo que se apresenta mais identificadora dos produtos nacionais e detentora de maior segurança“, informou a Secretária de Estado.

Quanto aos números, a Arena Eventos revelou que vai investir perto de 275 milhões de kwanzas na FILDA 2022, que é a maior bolsa de negócios de Luanda, e onde espera-se que haja um facturamento de 500 milhões de kwanzas ou mais, colocando como fasquia “dobrar ou triplicar o valor investido”, frisa a organizadora. Ainda nesta edição, espera-se a participação de mais de 600 empresas, entre nacionais e internacionais. Até ao fecho deste artigo, já 275 empresas e instituições confirmadas, sendo que 89 pertencem a missões diplomáticas de nove países: Portugal, Itália, Namíbia, África do Sul, Espanha, Polónia, Reino Unido, China e Coreia do Sul.

Criadores de conteúdos no Facebook e Instagram não terão cortes nas receitas até 2024

Já faz algum tempo que as plataformas Facebook e Instagram tem gerado lucros aos seus criadoress de conteúdos, e o que estava estipulado é que uma parte destas receitas seriam partilhado com a Meta (detentora das plataformas supracitadas), disse anteriormente que adiaria a partilha de receitas até 2023.

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou uma série de atualizações de monetização para Facebook e Instagram, incluindo as notícias da extensão de partilha de receita. Os criadores ganham dinheiro nas plataformas por meio de assinaturas de fãs, eventos pagos, crachás e outros métodos, e as empresas estão a adicionar cada vez mais maneiras de os criadores ganharem dinheiro na tentativa de afastá-los de plataformas como o TikTok. Com um novo recurso, criadores no Facebook com assinantes em outras plataformas poderão dar a esses fãs acesso a grupos apenas para assinantes, de acordo com o post.

Zuckerberg também anunciou que mais criadores seriam elegíveis para programas de monetização, como bónus em dinheiro para fazer Reels populares.

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O programa de bónus Reels será aberto em breve para mais pessoas no Facebook, e os criadores poderão monetizar vídeos do Instagram postados no Facebook também estará disponível para todos os criadores qualificados. (O Facebook impõe um imposto quando os fãs compram estrelas: os criadores recebem um centavo por cada estrela que recebem, mas os fãs geralmente as compram por mais.)